História Uma patricinha em minha vida 2 (SEGUNDA TEMPORADA) - Capítulo 18


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Categorias Fifth Harmony
Tags Camren, Lesbicas, Natiese, Ponto Ação
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Palavras 1.521
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Ficção, Ficção Adolescente, LGBT, Mistério, Romance e Novela, Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 18 - Capítulo 18


Fanfic / Fanfiction Uma patricinha em minha vida 2 (SEGUNDA TEMPORADA) - Capítulo 18 - Capítulo 18

 

 

            Algumas semanas depois...

           

            — Eu quero que você pare de me ligar! — gritou Rodrigo ao celular.

            Nesses dias que passaram, Rodrigo começou a receber ligações de um número desconhecido, que tinha um perfil sem foto no WhatsApp. O filho de Danilo Tardelli mandava mensagens, atendia as chamadas, e ninguém falava nada do outro lado da linha. Também nem tinha ideia de quem se tratava.

            — Quem era, Rod? — perguntou Beatriz, escutando música no celular e deitada em cima da cama dele.

            — Eu não sei, Bia. — disse ele, sentando na cama e olhando para ela — Tem uma pessoa que está me ligando a alguns dias e não fala nada. Já estou ficando de saco cheio disso. 

            — Nem faz ideia de quem seja? — perguntou ela, tirando os fones do ouvido.

            — Pior que não...

            Beatriz lembrou-se de uma coisa e sorriu.

            — Já sei, amor... Pode ser uma admiradora secreta, que nem a Natalie teve daquela vez. Lembra?

            — Lembro... E era a Priscilla. Mas eu nem sei quem pode ser uma admiradora minha. Também nem quero saber, porque eu estou com você.

            Beatriz sorriu e aproximou-se dando um beijo nele. Rodrigo ainda continuava intrigado e com isso pensou em falar com o Leozinho para que ele conseguisse saber de quem era o número desconhecido. Por falar em Leozinho, ele estava bem mais conformado com o término de seu namoro. Thaís, até tentou entrar em contato com ele, mas o garoto não queria mais nem saber de ouvir a voz dela. Para ele, a garota tinha ficado no passado.

Beatriz, a namorada de Rodrigo, estava muito animada, porque ela e a Priscilla conseguiram arranjar uma garota chamada Leila de vinte anos para dividir o aluguel da casa. Essa garota iria fazer um curso na mesma faculdade delas e era irmã de uma das alunas do terceiro ano.  

Leila tinha cabelos curtos pintados com duas cores: roxo e azul claro. Ela iria fazer arquitetura também, o mesmo curso que Priscilla. Além disso, essa garota não tinha namorado, amava gatos e era muito de boa com a vida, ou seja, não tinha tempo ruim para ela.

            Mesmo que o ano não tinha acabado ainda, as duas garotas estavam super ansiosas e até andaram perto da faculdade para ver se já tinha uma casa para alugarem. E por sorte, elas acharam uma casa, que não era tão grande, mas o preço do aluguel estava bom.

            Nisso, Priscilla também conseguiu um emprego para ajudar a pagar o aluguel e as despensas com as meninas. A alugadora da casa tinha indicado a ela uma mulher que queria uma empregada. Priscilla, então, pegou o número de telefone e ia entrar em contato. Já Beatriz continuaria cuidando da sobrinha pequena, e o seu irmão a pagava pelo serviço.  

             Já Kelly e Laura, após o beijo no closet e o aniversário na casa de campo, ficaram mais próximas possíveis. Apesar de serem de séries diferentes, se tinha algum exercício que Laura não sabia fazer, Kelly fazia questão de ajudá-la na mansão. E nesses momentos juntas, uma tensão ainda rolava entre elas, apesar de quererem disfarçar a todo momento. Natalie não gostava que as duas ficassem sozinhas, por isso, sempre dava um jeito de ficar por perto. Não queria que a irmã envolvesse a Kelly em um triângulo amoroso. Mas não podia negar que a melhor amiga estava bem mais feliz e nem estava tocando mais no nome do Thomas.

            O Thomas não via a hora de ir logo para a Londres, apesar de que se sentia ainda afetado com a indiferença de Kelly pelos corredores do colégio. No entanto, o garoto era bem vingativo e resolveu se vingar dela, começando a colocar umas ideias erradas na cabeça de Betão, que já estava se sentindo incomodado com a aproximação da melhor amiga de Natalie com a sua namorada.

            Em um dia desses, as aulas tinham acabado, e Laura se despediu rapidamente do namorado e correu até o terceiro ano para encontrar-se com a Kelly.

            — Kelly, o nosso rolê ainda está de pé?

            — Claro que sim. — sorriu — O Fabinho amou a ideia de ver você andando de skate na pista. E falou que quer aprender, hein? Mas acho ele bem novinho para isso ainda.  

            — Não... Não tem idade para andar de skate, Kelly. Aliás, quero que você aprenda também.

            — Não. De jeito nenhum. Não quero machucar a minha pele.

            Laura revirou os olhos e disse:

            — Só podia ser uma patricinha mesmo, né?

            — Não me chama de patricinha. — repreendeu Kelly, batendo sem muita força no braço dela e sorrindo.

            — Ai, doeu. — disse Laura, sorrindo também.

            Ao ver essa cena das duas tão próximas, Thomas aproximou-se de mansinho do Betão, que estava distraído olhando para a tela do celular.

            — Perdeu a namorada, cara?

            Betão o olhou sério e assustado.

            — Como assim? Perdi nada. Ela ainda é minha, Thomas.

            — Não por muito tempo. Ela é bi, e tenho certeza que acha a Kelly atraente.

            — Não viaja, Thomas. A Kelly é hétero, e a Laura não me trocaria por uma patricinha.

            — Pode ser, mas se fosse eu, ficaria de olho... Nunca se sabe, né?

            Thomas estava saindo de perto dele, e Betão pensou em uma coisa.

            — Thomas...

            — O quê? — disse ele, virando-se.

            — Você está me dizendo essas coisas por que está com raiva da Kelly, né?

            — Não. Eu não tenho raiva dela. Só estou te alertando, porque andei percebendo o quanto estão próximas uma da outra.

            — Tá bom... Obrigado pelo alerta.

            — Não tem de quê.

            Enquanto isso, na saída do colégio, Priscilla deu um beijo carinhoso em Natalie, e a mesma fez um convite.

            — Amor, vamos almoçar lá em casa hoje?

            — Outro dia, amor. Hoje à tarde, tenho que ir na casa da mulher que está precisando de uma empregada.

            — Eu posso ir com você.

            — Não precisa. Vai ser coisa rápida. Ela quer que eu conheça a casa e vai dizer o que vou precisar fazer.

            — Se na loja do meu pai tivesse uma vaga, eu iria pedir para você.

            — Eu sei, meu amor, mas está tudo bem. Vai dar certo.

Após a conversa, Priscilla foi embora ao lado de Ygor, e Natalie e a sua irmã Laura entraram no carro em que estava o motorista Edgar.

            — Podemos ir, Edgar. — disse Natalie, sentado no banco de trás, e Laura sentou-se ao lado do motorista, como sempre.

            Natalie pensou em perguntar algo a irmã, mas não queria que o Edgar escutasse a conversa. Assim, resolveu esperar para que chegassem na mansão.

            Depois de chegaram, Laura jogou a mochila no sofá e já ia para a mesa do almoço quando Natalie a chamou.

            — A Kelly vai mesmo levar o Fabinho até a pista de skate?

            — Sim. Ela me disse que está confirmado. Por que, mana?

            — O Betão sabe disso?

            — Sim... Mas ele não vai porque ficou de ajudar a mãe dele na lanchonete hoje.

            — Laura...

            — Natalie... Eu já sei o que vai dizer... Mas não está rolando nada, tá bom?

            — Ok...

            — Vamos almoçar, né? — perguntou Laura — Eu estou com muita fome.

            — Vamos.

            As duas foram até a mesa do almoço, que estava com um apetitoso frango assado ao centro preparado por Judite. Sérgio Smith já tinha almoçado e ido para a loja, e Maria também, que tinha acabado de sair para visitar a sua irmã.

Quando Laura sentou-se à mesa e olhou para toda aquela comida, ela se sentiu muito enjoada. Assim, colocou a mão na boca e correu para o banheiro, que tinha no corredor perto da cozinha. Ao chegar até o banheiro, começou a vomitar no vaso. Ficou um pouco confusa, porque não sabia direito o que tinha feito mal ao seu estômago.  

            Natalie ficou pensativa sobre aquilo, assim também como a Judite, que estava super curiosa em saber o que havia acontecido.

            — Nossa... O que aconteceu com ela?

            — Eu vou dar uma olhada, Judite.

            Ao dizer isso, Natalie levantou-se de sua cadeira e foi em direção ao banheiro. Ela ouviu a Laura vomitando e tentou pegar na maçaneta da porta para abri-la, mas a sua irmã havia trancado. Então, ela tentou conversar com a irmã do lado de fora.

            — Tá tudo bem, aí, Laura?

            — Tá, Natalie... — disse Laura, começando a dar descarga.

            Em poucos minutos, ela abriu a porta, e Natalie ficou a observando.

            — O que houve, mana?

            — Nada demais... Eu acho que foi um pastel que comi no colégio.

            Natalie continuou sem saber como reagir diante daquela situação. Nunca tinha visto a irmã passando mal daquela maneira. Até teve um leve pensamento do que poderia ser aquele enjoo, mas não queria acreditar. Em seguida, a Judite aproximou-se delas para tentar ajudar.

            — Venha, Laura...Vou preparar um suco de limão para você. É ótimo para combater náuseas e impedir a desidratação.

            — Obrigado, Judite. — agradeceu a Laura.

            Judite foi até a cozinha, espremeu um limão em um copo de água e o deu a garota. Laura tomou um gole e se sentiu mais melhor, indo se sentar em um dos sofás da sala da mansão. Natalie aproximou-se dela e sentou-se ao seu lado.

            — Laura...

            — Fala, mana. — disse Laura, olhando para ela e agarrada a uma almofada.

            — Você não acha que pode estar grávida?

            — O quê? — perguntou Laura, assustada — Que ideia é essa, Natalie?

           



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