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História Uma pequena mentira - Capítulo 18


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Notas do Autor


Motivo da minha demora? Simples, a intent estava muito lenta, nesses dias. Então decidi espera pra ver ser melhora até lá, fiquei escrevendo o capítulo!

Boa leitura! E desculpe os erros de português!

Capítulo 18 - Não vale a pena sentir....


Um turbilhão de sentimentos, era o que sentia. Dor, raiva, inveja, etc. tantos sentimento que parecia impossível sentir tudo.


Essa era a Elaine.


Em sua volta um ar tão pesado. Uma dor tão forte em seu peito. Era muito para descrever, mas toda essa negatividade atingia somente a uma pessoa.


- Ah! - gritou Jericho ajeitando mais uma vez sua saia que voava longe. - De onde vem esse vento forte? - perguntou-se estranhando a temperatura baixa. - Parece que vai chover. - completou olhando tudo ao seu redor.


- Quem mandou você ir de vestido. - Ban reclamava enquanto nem sequer olhava para Jericho. - Idiota.


- Quem você está chamando de idiota!? - gritou com ele em frente ao seu rosto.


"... afaste-se dele... " a mente de Elaine replicou como uma voz. Mas seu olhar, antes em direção a Jericho agora, voltou-se para Ban. Embora não demonstra-se ele se divertia com a Jericho ao seu lado.


" Por que está se divertindo..?" agora veio o medo. Perde o Ban, não estava nos seus planos.


- Afinal para onde nos vamos mesmo? - Jericho perguntou já se acostumando com a forte ventania.


- "Nos"? - repetiu a palavra enquanto andava mais pra frente sem ela. - Eu vou, você não.


- Ei! Escuta aqui! Eu não irei deixá-lo sozinho! - gritou caminhando agora ao lado dele. -... não confio em você sozinho.


" Por que está rindo Ban?" Elaine percebeu um sorriso maroto brota nos lábios de Ban. Estava contente por ouvir aquilo. "E até onde meu corpo está é divertido pra você!?!" gritou em sua mente.


- Me responde Ban!!! - apareceu na frente dos dois dizendo essas palavras. Para no fim, ter ambos atravessando ela que por um estante sentiu-se sumir como uma nuvem. -.... não. - disse aflita. - Não!


Quando virou para encara aquele dois, juntos. Pareciam o casal perfeito. Um casal inseparável... por quê sentir tanto ódio? Nem ela saber, mas sabia que queria ser a Jericho. Está viva... e completa seu sonho de ver o mundo junto com o Ban.


- Eu não posso deixar.... - murmurando em tom baixo abaixou sua cabeça e apertou fortemente os punhos. Queria que o Ban seguisse em frente, mas porque isso tinha que doer tanto. -... você não pode me esquecer Ban.


-  -


Em sua mente ela já tinha muitos planos para o futuro. Mais onde um namorado fantasma se encaixa nesse futuro.


Meliodas ficaria com ela para sempre? Teria que morrer para viverem juntos? Tantas perguntas, mas o principal é...


- como se faz sexo com um fantasma.... - falou Elizabeth sem perseper o que disse.


Só então notou o que disse. Quando olhou para o lado, viu Arthur com a boca aperta. Ele tinha deixado cair sua comida no chão, mais nem ligou. E de uma boca apavorada para um sorriso malicioso.


- Quem é o felizardo?! - cause gritou ao falar. - Finalmente irá sair da seca! - pegou as mãos da Elizabeth e beijou cada dedo. - ainda bem amiga!


Arthur acaba de ignora a palavra fantasma, focando apenas no que interessa: sexo.

- Me conta tudo! - colou seu rosto ao dela todo animado.


Elizabeth jurou: que viu corações nos olhos de Arthur de tão eufórico que ele estava.


Desde seu primeiro encontro, e último de anos. Não tever mais interesse algum com garotos. Ela ainda tinha atração com os outros garotos, mas a questão é a falta de interesse em se envolver com eles. Mas para Arthur isso poderia ser: ou você é gay e não saiu do armário.


- Qual é o nome? - perguntou e Elizabeth começou a sentir as mãos dele apertarem as suas como se fossem um aviso. - se ele não for bonito eu não aprovo.


-...... - " senhor e agora. " pensou em sua cabeça, não sabendo o que diria para contorna essa situação sem falar demais.


- ♡ - 


Suas mãos tremia um pouco com essa situação. Estava nervosa, sabia que isso não era um encontro por parte dele. Mas ainda assim... por que estava contente em está caminhando ao lado de Ban. Era uma sensação de conforto. Estava segurança com ele, tal esse fosse o sentimento que Arthur não parava de falar.


- Vou perguntar mais uma vez... - Ban parou de andar e olhou nos olhos dela, que estava ao seu lado. - por quê está me seguindo?


" Porque talvez eu... " interrompeu seu pensamento assustada com que e a pensar. " o que estou pensando!?"


Vendo que a Jericho parecia se repreender com isso, Ban voltou a andar sem ela. Não estava se importar se ela e a ou não, só não gostava de interferências em sua rotina. Embora para ele, uma companhia talvez seja bem-vinda nesse dia.


- Ei! Espera! - Jericho o chamou correndo em sua direção. - Parar de me deixar pra trás! Isso não é certo Ban! - quando percebeu que ele já andava mais rápido. Ela começa a fazer o mesmo. - Me espera!


Assim que gritou isso, ninguém viu. Mas se não fosse por Ban, sua cabeça teria sido atingida por um jarro de flores.


- Cuidado! - apegou para mais perto de si. Olhou para o alto analisando o quanto aquele jarro caiu, não era muito alto mas isso poderia tê-la deixá-la em consciente por alguns dias. - A partir de agora.... olhe pra cima. - pediu se soltando dela. - Está tudo bem?


- Sim... - Jericho estava completamente vermelha, Ban a abraçou e ela não conseguia acredita. -... melhor impossível. - talvez nem tanto impossível de acreditar.


Elaine sustou. Queria que aquele maluca dia acabasse rápido.


- Como foi que ele...! Ah! - se contorceu de ódio com essa situação.


- Eu imaginava isso da Diane, mas não de você. - a voz de Meliodas ecoou ao seu lado olhando para o alto, onde caiu o jarro. - Se acalme... - pediu gentilmente tentando mostra sua calma.


- Como...? - perguntou mas pra si do que pro Meliodas. - Como me acalma... - se perdeu enquanto via Ban, dessa vez segurando a mão de Jericho. -...quando a coisa que você mais ama está indo embora.


Aquelas palavras soaram com um tom melancólico, com medo e muita tristeza. Decidindo ignora um pouco esse tom, Meliodas volta a olhar aqueles dois. Jericho parecia realmente gosta do Ban. Mas de toda forma, entendia os sentimentos da Elaine.


- Não vale a pena sentir... - quando e a falar isso, Elaine já havia sumido. - Merda...!


- ☆ -


- tá bom... desse eu ver se entendi. - Arthur pois as mãos unidas e olhou fixamente para o chão. - Tem esse cara, o Meliodas, vocês se encontram já faz algum tempo. Se conheceram numa biblioteca, e depois disso se tornaram "inseparáveis", como você diz. Mas desde que ele te beijou ele ficou mais distante. Praticamente sumido. Isso mesmo?


- Exatamente! - Elizabeth confirmou com um sorriso. - E eu não sei o que aquilo significa! Ele estava assustado por isso sumiu? Eu não entendo!


- Talvez seja... que ele é um covarde. - deu de ombros ao falar. - Nada explica a atitude de um homem hetero.


- Não acho que seja assim... - Elizabeth falou começando a encara Arthur, com certo desânimo. - ele se importa muito com as pessoas a sua voltar... Embora não pareça. - a cara de desânimo se transformou num rosto sorridente.

- Ele é muito legal!



Continua....



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