História Uma pitada de anime em uma história habbliveana rpgistica - Capítulo 1


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Categorias Histórias Originais
Tags Amor, Corno, Habblive, Rpgista
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Palavras 1.404
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Bishoujo, Bishounen, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Esporte, Famí­lia, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Ficção Científica, Harem, Hentai, LGBT, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Orange, Romance e Novela, Saga, Sci-Fi, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Cross-dresser, Drogas, Estupro, Gravidez Masculina (MPreg), Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Preparem-se para lerem essa belíssima trama RPGista, fiquem cativados com os diversos personagens e maravilhados com a beleza do mundo desconhecido por muitos: O mundo de quem fica muito tempo na frente do computador.

Capítulo 1 - O começo de tudo


Os centros de nossa história se encontram em um local denominado Habblive, um local repleto de vida e que aceitam completamente a vivência de pessoas com pessoas de gêneros semelhantes ou opostos, exibindo fendas que levam seus corpos para dimensões completamente diferentes. De uma dessas fendas do Habblive, um grupo de pessoas se formou saindo exclusivamente de cada um dessas fendas até se encontrarem no mundo em comum após tanto transitarem ano após ano sozinhos, se reuniram em um grupo de amigos que conquistou títulos lutando juntos até mesmo violando regras e respeito alheio dos outros. Atualmente eles estão em uma dimensão denominada Bully, um colégio imenso.

Berynow transitava pelos ladrilhos do colégio com sua spud gun - uma arma que o próprio criou, carregando batatas em seu pente e que era mortal para uma grande maioria -, acompanhado de alguns dos seus amigos na sua retaguarda também munidos disso. Identificados como Thowyd, Darius, Hitler e Capilupi/Catapiroca/Espacial/Gigathrohi. Uma grande maioria vestia roupas verdes chiques e consideradas por pessoas de bem um luxo, mas não Espacial, ele estava pouco se fodendo para tudo e demonstrava ser um rapaz bem radical apenas pelo visual mal trapilho - uma regata preta, jaqueta preta, calças bege e um par de tênis estilosos pra um caralho. Estavam passeando pelo colégio até que se depararam com o seu mais temível inimigo, o webrefuctador Halley, uma espécime de hacker reconhecido pelas multi dimensões. Berynow e os outros apontaram suas armas de batata contra o pobre homem, simplesmente usando o seu poder mágico chamado Refuctar-te-ei-vos destruiu todos da equipe e os separou em dimensões diversas. O homem considerado a luz - Berynow - fugazmente se moveu até apanhar a sobrancelha esquerda de Espacial, o abraçando e deixando ambos serem levados a uma dimensão sozinhos com ferimentos.

Espacial e Berynow ficaram juntos, velejando pela dimensão obscura modelada aos poucos até dar origem a pré-história. Berynow estava muito ferido e Espacial o carregou até uma caverna com um homem das cavernas lá dentro, usando óculos e sendo claramente asiático. Espacial se preparou para batalhar, mas o homem das cavernas se identificou como Rockie Deckard, também conhecido pelas multi dimensões como o ser mais irritante. Contudo, ele não foi nada irritante, acomodando Espacial e Berynow, auxiliando principalmente o homem-luz com os ferimentos até o anoitecer.

"Obrigado por me ajudar, Espacial. Você sempre foi um grande amigo." - Falou Berynow deitado ao lado de Espacial. Ele encarava fixamente aquele belo par de olhos negros e suas sobrancelhas cintilantes, ficando um pouco estimulado pela espessura delas e assustado de serem desumanas. "Não foi nada, é o mínimo que eu podia fazer após você tentar me salvar, e Bery, eu não me arrependo..." Espacial transitou com as mãos trêmulas até a bundinha mais branca do mundo, alisando levemente e em seguida apalpando a nádega suculenta. Assustado Berynow bateu em Espacial, encarnando Juliano - seu antigo semelhante, uma máquina de matar humana -, desmaiando Espacial. Berynow decidiu repousar e esquecer daquilo.

 

Berynow

O que aquele filho de uma puta tentou fazer comigo? Eu sou hétero, seu humano ridículo, eu sou a própria luz e você somente um mero par de belas sobrancelhas... Espere, o quê?! Devo estar louco após a chegada do Halley, devo repousar um pouco.

E assim o fez. Berynow dormiu e foi recebido com um sonho bastante distorcido, uma sensação percorreu todo seu corpo em um arrepio breve, cenas da sua vida como perdendo sua virgindade com uma sombra, cria de Roger - outro personagem, será citado em um capítulo não tão distante -, vivenciando cenas como Juliano e por fim sempre via Espacial do seu lado. Os seus lábios grossos como as suas sobrancelhas, seus olhos brilhantes e aquela... Aquela droga de sobrancelha encantou Berynow, ele queria chupá-las até elas saírem completamente do corpo de Espacial e também queria ser alvo delas. Mas Berynow acordou aos poucos, sentindo seu cu ser violado por uma língua sedenta e barulhos da sua bunda sendo chupada constantemente.

Berynow:

Seria ele? Meu amado, chupando o meu delicioso e branco cu? Senti cada movimento, a sucção dentre minhas nádegas volumosas e suas bochechas encostando com meus pelos de cu mal rapados... Delicioso. Essa era a única sensação que podia ser descrita, ser beijado violentamente pelo meu amado no meu cu é algo modestamente excelente, apesar de ainda não tê-lo avisado de que estava sentindo, não o vendo por ainda estar de olhos fechados. Abro lentamente os olhos e fico espantado, não era possível, eu estava sendo estuprado! Rockie estava chupando meu cu, removendo a seiva essencial do meio da bunda através da sucção. Me senti sendo violado por um Chupa Cu, gritei por Espacial que estava desmaiado ao meu lado, mas minha boca foi tampada por uma mão. "Relaxe, isso vai durar apenas um instante...", foi o que esse filho da puta falou! Ele penetrou minha bunda com seu minúsculo pau coreano, incitando prazer por todo meu corpo. Grunhi de dor e senti os mamilos serem chupados por aquele verme, mas estava tão bom que eu não poderia acreditar. Em um pulo que olhei para Espacial lá estava ele, encarando toda a cena e olhei desesperadamente para ele.

Espacial:

Que bundinha gostosa que o Berynow tem, meu deus! Mal posso acreditar que ele não me matou após saborear tatear sua rabeta gostosa pra caralho, queria tanto devorar ele com meu pau, mas eu não tive a oportunidade. Escutei alguns barulhos eróticos ecoando na minha orelha até flagrar Rockie comendo Berynow, visualizei toda a cena dele estuprando o que era mais valioso para mim, o meu futuro cu amigo. Mas aquilo estava tão delicioso, o barulho e a feição de Berynow eram irresistíveis... Tirei para fora da calça meu pau tão grosso quanto minhas sobrancelhas e invoquei a minha magia, chegando em um rasante e nocauteando Rockie com uma surra de pau. Vi o pênis do desgraçado melado de bosta e sangue, o arrombado tinha rompido a virgindade anal do Berynow e isso era imperdoável... Me levantei de cima do meu branquelo e andei com uma aura assassina emanando do corpo, estava disposto a matar o asiático desgraçado.

Berynow:

Espacial me salvou e eu fiquei tão desesperado com tudo, a dor veio e comecei a chorar pelo meu cu ter sido violado por um bosta como o Rockie, alguém que ninguém quer, essa era a intenção dele o tempo todo, comer o meu cu? Imperdoável. Mas tudo que escorria pelo meu rosto foram lágrimas, eu só queria conforto do que tinha mais próximo de mim. Puxei o meu amado pelo pau, enxugando as lágrimas e alterando o meu espectro eletromagnético para rosa e vermelho.

Narração

A aura de Espacial foi contida com o gesto caridoso de Berynow, que fixava os olhos do espectro ainda branco nos de Espacial. Ele o puxou pelo pau pra cima dele e ambos começaram a se beijar, mas Berynow começou chupando aquelas sobrancelhas repletas de caspa com gosto até ficar de pênis ereto. Espacial salivava provando daquela boquinha de espectro eletromagnético mudado com a cor vermelha e rosa, descendo aos beijos ao longo do tronco do rapaz até chegar no seu tão proclamado cu divino. Enfiou as duas sobrancelhas lá dentro moldando os fios capilares, preenchendo por completo Berynow em movimentos de vai e vem e secretando através da pele que escorria pelos fios suor. Espacial tirou do cu liso de Bery suas sobrancelhas meladas de bosta e colocou a cabecinha na bunda do parceiro amigo, sem encostar as bolas, para ser algo "brotheragem". Berynow gozou ao receber a grandiosa pica de Espacial no seu cu, gemendo feito uma cadela mal tratada, falando que agora era a vez dele meter naquele cu maravilhoso. Espacial ficou de quatro e Berynow tirou sua rola sabre de luz para fora, ficando de cara com o bosque espinhoso de pelos do Espacial, temendo um pouco mas enfiando com força até desintegrar todos os pelos e sentir a próstata amiga, para Berynow seria um alívio enfiar tudo sem se preocupar com as bolas, pois ele podia moldar o corpo pela vontade própria por ser uma divindade da luz. Espacial só goza após ser penetrado, ficando no chão com a bunda assada de tanto fazer contato com a energia térmica da luz viva. Espacial descansa chupando a rola de Berynow. "Eu nunca queria que isso acabasse", falou Berynow. Espacial não falou nada pois estava de boca cheia, recebendo esporro multicolorido na cara.


Notas Finais


Pessoal aguardem até o próximo capítulo caso gostem da história! Virá muito mais, então apoiem tudo e tal. Valeu e é isso.


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