História Uma Poetisa Qualquer - Capítulo 32


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Palavras 181
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 10 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Poesias, Romance e Novela

Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


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Capítulo 32 - Resistência


Sinto minhas fraquezas sendo expostas

Diante dos meus inimigos.

Agora eles querem arrancar tudo que é meu.

Eles querem os meus pedaços, a minha carne.

Mas eu não pretendo fugir.

Me sinto como uma presa 

Nas mãos dos meus predadores.

Mas tenho resistência e não vou desistir!

Eles podem ter força, 

Mas eu tenho esperança,

E ela é a última que morre!

 

Eles zombam de mim 

Como se eu não pudesse reagir.

Zombam como se eu fosse desistir.

Mas eu irei persistir,

E não vou fugir.

 

Eles arrancam minha carne 

Só para me ouvir gritar,

E tiram meus olhos 

Para eu nunca mais enxergar.

Eles me encaram com sorrisos maníacos 

E com olhos cheios de ódio.

Não gosto da palavra "ódio",

Mas isso é o que hoje domina o coração

De quem se deixa levar pela frieza do lado sombrio.

 

Eu não pretendo fugir,

Porque não sou covarde!

Nessa guerra, eu me vi sem ninguém,

Mas sou mais forte do que eles pensam!

Eles não sabem, mas eu já me fortaleci!

Eles não sabem, mas eu já venci!

 

Vanessa P. Rebouças


Notas Finais


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