História Uma Potter - Capítulo 17


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Categorias Harry Potter
Personagens Alastor Moody, Alvo Dumbledore, Harry Potter, Hermione Granger, Lord Voldemort, Severo Snape
Tags Harry Potter
Visualizações 36
Palavras 408
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Fantasia, Magia, Mistério, Romance e Novela
Avisos: Spoilers
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 17 - A Sala


Cheguei rapidamente no local em que a Sala costumava aparecer. Conhecia aqueles corredores como a palma de minha mão, e mesmo as lágrimas não me atrasaram.

A grande porta, como se estivesse me esperando, apareceu e se abriu. Entrei desesperadamente e fechei-a em um baque.

A grande sala estava quase vazia a minha frente, exceto por uma grande lareira, uma poltrona de aparência velha e confortável, e uma mesa.

Já me acalmando, me aproximei da mesa. Nela estavam uma jarra de água e um pouco, junto de um exemplar antigo do Profeta Diário e uma pilha de meus livros preferidos.

Era como se eu e a Sala fôssemos velhas amigas, ela me conhecia plenamente, e já havia me ajudado diversas vezes.

Peguei o jornal mágico e li. Nele afirmava tudo o que Snape já havia dito, mas eu sabia que algo não estava certo. Sirius, o maior amigo de meu pai, nunca faria isso. Ele poderia ter contado ao seu suposto mestre várias vezes sobre meus pais, mas não, continuava a visitar-nos, com seu jeito engraçado e sorriso sincero. Não. Mesmo do pouco que eu o conhecia, sabia que essa possibilidade era impossível. Teria que investigar mais sobre isso.

Me acalmei com a certeza da inocência e com esperança que começava a renascer em mim. Se eu conseguisse me comunicar com Black, poderia saber mais coisas sobre os meus pais, e questionar do motivo de sua acusação. Também poderia tentar apresentá-lo a Harry. Quem sabe essa não seria a deixa perfeita para nossa aproximação?

Essa enxurrada de pensamentos ficaria para depois. No momento, eu só queria relaxar da pequena tensão que havia passado. Teria uma séria conversa com meu tio mais tarde, mas precisa acalmar minha mente da enchente de emoções.

Então, calmamente, tirei o primero volume da pilha e comecei a ler. O cheiro das páginas velhas invadindo minhas narinas, o papel amarelado e a bela caligrafia feita a mão. O som das páginas, a sensação delas em meus dedos, o confortável e familiar peso do livro em meu colo e minhas mãos. Tudo isso, junto da belíssima história, me acalmava. Os livros que foram mus fiéis companheiros durante tanto tempo nunca deixaram de me trazer essa cobiçada paz.

...

Depois de ter lido dois dos grossos livros, me levantei lentamente e me servi da água. O líquido hidratando minha boca seca.

Sai da sala, mentalmente agradecendo a hospitalidade, tendo o leve bater da porta como resposta.

Caminhando sem pressa, me dirigi a sala de Snape.



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