História Uma Potterhead em Hogwarts - Capítulo 21


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Categorias Harry Potter
Personagens Alvo Dumbledore, Harry Potter, Hermione Granger, Marlene Mckinnon, Ronald Weasley, Sirius Black
Tags Aventura, Comedia, Família, Potterhead
Visualizações 103
Palavras 1.038
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Famí­lia, Ficção Adolescente, Magia, Romance e Novela, Saga
Avisos: Linguagem Imprópria
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oi gente!
Sei que esse cap está curto, mas os próximos compensam!

Capítulo 21 - Sai pra lá dementador, eu tenho namorado!


Voltar ao túnel foi difícil. Lupin, Pettigrew e Rony tiveram que se virar de lado para consegui-lo; Lupin continuava a cobrir Pettigrew com a varinha. Eu os via avançar lentamente pelo túnel em fila indiana. Bichento sempre à frente. Harry logo atrás de mim e de Sirius, que continuava a fazer Snape flutuar à frente com a cabeça mole batendo sem parar no teto baixo. Tenho a impressão de que Sirius não estava fazendo nada para evitar as batidas.
— Você sabe o que isso significa? — perguntou Black abruptamente a Harry enquanto faziamos o lento progresso pelo túnel. — Entregar Pettigrew?
— Você fica livre... —Respondeu Harry.
— É. Mas eu também sou, não sei se alguém lhe disse, eu sou seu padrinho.
— Eu soube — disse Harry.
— Bem... Os seus pais me nomearam seu tutor — disse Sirius formalmente. — Se alguma coisa acontecesse a eles... Naturalmente, eu vou compreender se você quiser ficar com seus tios. Mas... Bem... Pense nisso. Depois que o meu nome estiver limpo... Se você quiser uma... Uma casa diferente... uma nova irmã...— Ele falou olhando para mim, que estava ao lado oposto de Harry.
— Quê, morar com você? — perguntou, batendo a cabeça, sem querer, numa pedra saliente do teto. — Deixar a casa dos Dursley?
— Claro, achei que você não ia querer — disse Sirius apressadamente. — Eu compreendo, só pensei que...
— Você ficou maluco? — disse Harry com a voz quase tão rouca quanto à de meu pai. — Claro que quero deixar a casa dos Dursley! Você tem casa? Quando é que eu posso me mudar?
Sirius se virou completamente para olhar o garoto; a cabeça de Snape raspou o teto, mas ele não parecia se importar.
— Você quer? — perguntou ele. — Sério?
— Sério! — respondeu Harry.
Sirius deu um grande sorriso e ficamos quietos até o final do túnel.
Bichento saiu correndo à frente; evidentemente apertara o nó do tronco com a pata, porque Lupin, Pettigrew e Rony subiram penosamente, mas não houve ruídos de galhos ferozes.
Black fez Snape passar pelo buraco, depois se afastou para Harry, Hermione e eu 
 passarmos. Finalmente todos conseguiram sair.
Os jardins estavam muito escuros agora; as únicas luzes vinham das janelas distantes do castelo. Sem dizer uma palavra, eles começaram a andar. Pettigrew continuava a arquejar e, ocasionalmente, a choramingar. A cabeça de Harry zumbia. Ele ia deixar os Dursley. Ia morar com Sirius Black, o melhor amigo dos seus pais...
Sentia-se atordoado... Que iria acontecer quando dissesse aos Dursley que ia morar com o preso que tinham visto na televisão!
— Um movimento errado, Pedro — ameaçou Lupin que ia à frente. Sua varinha continuava apontada de viés para o peito de Pettigrew.
Em silêncio eles avançaram pelos jardins, as luzes do castelo crescendo com a aproximação. Snape continuava a flutuar de maneira fantasmagórica à frente de meu pai, o queixo batendo no peito. Então...
Uma nuvem se mexeu. Inesperadamente surgiram sombras escuras no chão. O grupo foi banhado pelo luar. Snape se chocou com Lupin, Pettigrew e Rony, que pararam abruptamente. Sirius congelou. Ele esticou um braço para fazer Harry e Hermione pararem e eu me postei ao lado dele.
O garoto viu a silhueta de Lupin. O professor enrijecera. Então as pernas de Harry começaram a tremer.
— Ah, não! — exclamou Hermione. — Ele não tomou a poção hoje à noite. Ele está perigoso!
— Corram — sussurrou Black. — Corram. Agora.
Mas Harry não podia correr. Rony estava acorrentado a Pettigrew e Lupin. Ele deu um salto para frente, mas Sirius o abraçou pelo peito e o atirou para trás.
— Deixe-o comigo... CORRA!
Ouviu-se um rosnado medonho. A cabeça de Lupin começou a se alongar. O seu corpo também. Os ombros se encurvaram. Pelos brotavam visivelmente de seu rosto e suas mãos, que se fechavam transformando-se em patas com garras. Os pêlos de Bichento ficaram outra vez em pé e ele estava recuando...
Quando o Lobisomen se empinou, batendo as longas mandíbulas, Sirius desapareceu do lado de Harry. Transformara-se. O enorme cão semelhante a um urso saltou para frente. Quando o Lobisomen se livrou da algema que o prendia, o cão agarrou-o pelo pescoço e puxou-o para trás, afastando-o de Rony e Pettigrew. Atracaram-se, mandíbula contra mandíbula, as garras se golpeando... então me transformei e tentei ajudar meu pai
— Expelliarmus! — berrou Harry enquanto tentava parar o meu futuro ex-professor. — Fique onde está! 
Uns segundos depois, ouvi um uivo e Lupin foi embora.
— Aly, Sirius, ele fugiu, Pettigrew se transformou — berrou Harry.
Sirius sangrava; havia cortes profundos em seu focinho e nas costas, mas ao ouvir as palavras de Harry ele tornou a se levantar depressa e, num instante, o ruído de suas patas foi morrendo até cessar ao longe. Eu estava normal, já que fênix não se machucam muito facilmente. Me destranformei e corri junto à Harry e Mione até Rony.
— Que foi que Pettigrew fez com ele? — sussurrou Hermione. Os olhos de Rony estavam apenas semicerrados, a boca frouxa e aberta; sem dúvida, estava vivo, eles o ouvíamos respirar, mas não parecia reconhecer os amigos.
— Não sei.
Harry olhou desesperado para os lados. Sirius e Lupin, os dois tinham ido embora... Não havia mais nenhum adulto em sua companhia exceto Snape, que ainda flutuava, inconsciente, no ar.
— É melhor levarmos os dois para o castelo e contarmos a alguém — disse Harry, afastando os cabelos dos olhos, tentando pensar direito. — Vamos...
Mas então, para além do seu campo de visão, eles ouviram latidos, um ganido; um cachorro em sofrimento...
— Sirius — murmurou Harry, olhando para o escuro.
Harry saiu correndo, Hermione em seu encalço e eu junto. Os latidos pareciam vir da área próxima ao lago. Eles saíram desabalados naquela direção, e Harry, correndo sem parar, sentiu o frio sem perceber o que devia significar...
Os latidos pararam abruptamente. Quando chegamos ao lago vimos Sirius se transformara outra vez em homem. Estava caído de quatro, com as mãos na cabeça.
— Nããão — gemia —, Nããão... Por favor..
Então vi. Dementadores, no mínimo uns cem deles, deslizando em torno do lago num grupo escuro que vinha em nossa direção. 
— Hermione, Alya, pensem em alguma coisa feliz! — berrou Harry.
Pensei quando ganhei o campeonato de Quadribol, “Expectro Patronum!” Mas nada. Pensei em momentos com Ly “EXPECTRO PATRONUM!”. Nada. Eu estava perdendo as forças, mas antes de desmaiar, vi um grande cervo prateado.


Notas Finais


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