História Uma Promessa, Dois Futuros - Capítulo 16


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Categorias Kuroko no Basuke
Personagens Personagens Originais
Tags Esporte, Kuroko No Basket, Mistério, Romance, Shounen Ai
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Palavras 2.926
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Esporte, Ficção Adolescente, Mistério, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Suspense
Avisos: Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Spoilers
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olha eu aqui de novo =^^=

Espero que gostem e boa leitura <3

Capítulo 16 - Desaventuras em Tóquio


Fanfic / Fanfiction Uma Promessa, Dois Futuros - Capítulo 16 - Desaventuras em Tóquio

Já passava das sete da manhã quando Shiro acordou, se organizou, se arrumou e conseguiu passar pela muralha que era seu irmão mais velho para então, depois de alguns abraços de urso e despedidas, se direcionar para o local que o ônibus estaria esperando. Nem parecia que ela passaria somente uma noite fora por toda a comoção que teve naquela manhã – a maioria vindo das reações protetoras do mais velho dos Kaidou, mas os gêmeos tiveram sua porcentagem de culpa –. No momento, a garota agradecia internamente a Ren, por estar lá e segurar Haru para que o homem não a prendesse mais.

Quando chegou no estacionamento do colégio, o ônibus já estava ligado e tremendo. Os titulares, pelo que sua colega gerente contara, haviam acabado de entrar e o treinador tivera que ir buscar alguns documentos na sala dos professores, em sua mesa.

- O que está fazendo aqui de fora? – Shiro bocejou e se endireitou perante a menor. – Você não está com frio?

- Hum... Eu estava te esperando. – respondeu acanhada, soltando um sorriso mínimo que deixou as bochechas avermelhadas ainda mais salientes. – Fiquei preocupada que não achasse o ônibus, então... Ou se confundisse...

A maior arregalou os olhos levemente, um tanto surpresa. Não tinha como aquilo acontecer, já que o ônibus do clube era o único vermelho e que estava prestes a partir àquela hora em uma manhã de sábado. Mesmo assim, preferiu não responder o óbvio. Ficara surpresa, mas também levemente tocada com a preocupação da senpai fofa.

- Obrigada, Yuki... – agradeceu com um sorriso mínimo, assentindo suavemente. – Vamos entrar?

- Eu vou esperar mais um pouco. – disse Yuki, levantando a cabeça para conseguir encarar a mais nova. – Pode ir entrando, Shiro-chan. – sorriu amavelmente. – Alguns garotos estão dormindo, então não faça barulho, certo?

Shiro coçou a nuca, por algum motivo, a ideia de deixar a menor sozinha a fazia se sentir mal. Se pôs ao lado da menor e propôs que esperassem juntas, mas a castanha somente negou e empurrou a garota para as escadas do ônibus.

- Não se preocupe, Shiro-chan. – sorriu com as bochechas rubras pelo esforço feito para conseguir mover a maior. – Não quero que se incomode. O treinador logo chega, então não se preocupe.

- Tem certeza? – viu-a assentir. – Acho que não vai desistir disse, né? – coçou a cabeça enquanto a mais velha repetia o ato anterior. – Tudo bem. Mas, se o treinador demorar muito, vou vim te buscar.

A menor assentiu com um sorriso fraco e deu de costas, voltando a posição inicial. Shiro suspirou e arrumou a mochila no ombro, se movendo suavemente pelos degraus restantes e espiando o interior do veículo. Tinha menos assentos do que ônibus comuns, mas os bancos acolchoados organizados em fileiras eram suficientes para acomodar um time de beisebol.

- Bom dia... – murmurou baixo da entrada.

Logo na entrada, o corpo estirado de Hayama Kotarou ocupava dois bancos, seguido pelo corpo grande e musculoso de Eikichi, que ocupava mais dois, ambos em sono profundo. O único que a respondera, de forma cordial e doce, foi Mibuchi Reo.

- Venha aqui, Shiro-chan. – Ele gesticulou em sinal para que se aproximasse. Sorriu docemente quando a viu se aproximar. – Yuki-chan ainda está esperando do lado de fora?

Shiro assentiu. – Sim, ela insistiu em ficar lá.

- Sério... – Reo suspirou baixo, quase inaudível. – Ela está esperando lá desde que chegou.

- Faz muito tempo?

- Yuki-chan sempre chega antes de qualquer um.

Shiro arregalou os olhos, pega de guarda baixa. – Eu vou ir buscar ela. – se virou pelo calcanhar, mas foi impedida de dar o primeiro passo pelo aperto suave em seu braço. Seguiu o olhar pela mão grande do rapaz e subiu para seu rosto, tendo que levantar a cabeça para o encarar, já que levantara.

- Hum... Pode deixar que eu busco ela. – sorriu e assentiu. – Ela com certeza arranjaria uma desculpa se você fosse.

Considerou. – Isso também não serve para você?

Ele pareceu se divertir com a pergunta e riu nasalado. – Deixe comigo. – e se afastou pelo corredor, deixando a loira para trás, perdida.

Estava cansada por ter que acordar cedo em um dia que normalmente só despertaria na hora do almoço, então procurou ao longo do corredor um banco. Optou por um logo atrás do que estava a mochila de gatinho da outra gerente, já que não queria ficar se preocupando em manter uma conversa e pretendia dormir por toda a viajem, e especulava que Yuki também tinha o mesmo pensamento. Assim que se apossou do banco, se ajoelhou sobre o mesmo e procurou pelo ruivo, curiosa por não ter o visto ainda.

Talvez ainda não tenha chega...

Encontrou-o ainda mais distante, no fundo do ônibus, com a cabeça apoiada na janela e olhos fechados. Shiro se perguntou se estaria dormindo e se deveria ir lá para falar com ele. No fim, só o observou de longe, percebendo que se ele estava tão distante, era exatamente por não querer ser incomodado, além de realmente parecer estar cansado e adormecido.

Teve sua atenção atraída com um resmungo baixo, mas audível, da entrada do ônibus. Reconheceu a voz doce de Yuki proferindo um xingamento baixo, então se virou interessada, além não querer ser pega secando intensamente o ruivo, o que seria bem suspeito. Sorriu de lado quando viu Reo vir em sua direção com Yuki em seus braços, como uma princesa. Ao contrário do que esperava, Yuki não estava corada pelo contato e somente sorria fraco.

- Obrigada por me trazer aqui, Ouji-sama... – sorriu amarelo para Shiro, encolhendo os ombros quando foi abaixada até onde estava sua mochila. – Mas eu não ia demorar muito...

- Você iria acabar congelando! – sorriu de lado, com a mão na cintura, Reo. – Eu tenho que cuidar da minha Ohime-sama. – acenou com a mão e voltou para o seu assento.

Shiro se direcionou para o banco ao lado da menor, aproveitando que não poderia dormir enquanto não estivesse a par das suas obrigações naquela viagem. Pendeu a cabeça para o lado para a castanha de olhos fechados e uma expressão distante.

- Vocês têm algo? – perguntou Shiro, esticando as pernas e juntando as mãos no colo.

- Quem dera... Reo-senpai só está cuidando de todos como sempre. – sorriu fraco. Demorou alguns segundos, mas então Yuki arregalou os olhos castanhos, notando a presença da loira. Encolheu os ombros e fechou os punhos, parecendo angustiada. – Quero dizer... Ele sempre cuida de todos, então... Er...

- Entendi. – levantou a mão calmamente, sorrindo de lado. Decidiu ir direto ao ponto, vendo o desespero da mais velha. – O que temos que fazer em Tóquio?

- Certo...! É.... – respirou fundo e puxou a mochila para o colo. Brevemente, Shiro conseguiu ver alguns mangás e PSP lá dentro. – Chegaremos lá de tarde e o Shirogane-san irá com o time para resolver a inscrição. Nós duas iremos até o hotel para guardar as coisas dos garotos. – puxou uma caderneta pequena e parecendo ser decorada por si mesma e folheou. – Hum... – passou outra página, essa completamente preenchida. – Shirogane-san pediu que comprássemos novos tênis e alguns outros presentes... Bem, sempre que vamos a Tóquio, ele faz isso.

- Sempre que vão a Tóquio?

- Sim. – Yuki assentiu com um pequeno sorriso. – Shirogane-san está sempre muito preocupado com os garotos e compra presentes como agradecimento por todo o esforço, já que eles estão sempre treinando.

- Que legal. – comentou Shiro, ajustando alguns poucos fios dourados atrás da orelha. – Pensei que ele fosse do tipo carrancudo.

- Não mesmo! – soltou uma risada divertida. – Temos sorte de ter alguém como ele de treinador, eu acho. – voltou os olhos para a caderneta. – Certo. Depois disso, vamos buscar eles e teremos o dia livre. Os rapazes disseram já ter planos, porém. – suspirou insatisfeita.

- Seremos só nós duas, então?

- Se você estiver livre... – deslocou os olhos com certa hesitação, sorrindo minimamente ao ver a maior assentir despreocupadamente. – Então será nós duas.

Shiro se levantou devagar quando viu o treinador da equipe aparecer no começo do corredor e trocar breves palavras com o motorista, sentindo o chão abaixo de seus pés tremer com o motor se ligando novamente. Se espreguiçou e assentiu em despedida da castanha, que somente sorriu em resposta e guardou a caderneta de volta na mochila de gatinho. Antes de se sentar em seu banco, deu uma olhada discreta e que durou curtos segundos na direção do ruivo, confirmando que continuava na mesma posição, adormecido, ou pelo menos de olhos fechados.

Em dado momento da longa viajem, ficar ouvindo música se tornou chato, então Shiro parou a programação e fixou a atenção no exterior, nada entretida em ver as árvores passando velozmente. Calada, ela começou a observar a interação entre as pessoas ali no ônibus. Presenciou mais cenas entre Yuki e Mibuchi do que esperava, e também notou que apesar do transparente interesse e aproximação do rapaz, a garota continuava se esquivando e dando sorrisos sem graça. Shiro estranhou o comportamento reservado da menor com o cara que, aparentemente, gostava, mas, quando levou em conta toda a hesitação e receio que a menor demonstrava nos breves diálogos que costumavam trocar, teve uma suspeita.

Talvez ela seja do tipo “ninguém gostaria de mim assim”?

Sorriu de lado, desacreditada, quase colocando o selo “CORRETO” em sua ficha imaginária. Se fosse isso, então a loira não conseguia acreditar como a menor poderia pensar nisso. Um anjo na terra. Yuki era simplesmente maravilhosa em todos os aspectos externos, e isso que a loira nem costumava gostar de pessoas de um dia para o outro – tirando Aoi, mas esse, no começo, a atraíra através da comida, não realmente pela personalidade –

Depois de algumas horas com o tédio mortal começando a correr o interior da mais nova entre todos ali, Seijuro acordou. Ele realmente parecia cansado, angustiado e totalmente absorto. Shiro só ouviu um “Bom dia” acompanhado de um aceno em sua direção e um “Como estão? ” para todos. Depois disso, não trocaram mais nenhuma palavra, e isso a corroía por dentro.

. . .

Depois do time e seu treinador estarem entregues, as duas garotas se dirigiram para o hotel que ficariam. Não era um local extremamente extravagante, mas ainda transbordar elegância, tanto pelo interior bem decorado com peças belas e caras, quanto pelo bairro nobre que se localizava. Claro, ricos não ficariam em hotéis normais... ponderou, comtemplando a recepção enquanto sua senpai resolvia as coisas com o recepcionista. Apesar de tudo, a hospedagem ainda entrava dentro dos limites do orçamento disponibilizado pelo colégio. Porém, no fim, o dinheiro vinha dos bolsos dos pais, de qualquer forma.

Deu de ombros, desinteressada. Pelo menos ficaria em uma cama confortável e aproveitaria o serviço de quarto. Com certeza a comida seria boa, também.

- Está surpresa? – Yuki riu boba. – Ano passado também ficamos aqui.

- Um pouco. – deu de ombros. - Yuki, você também é uma “Ojou-sama”? – gesticulou com os dedos.

- Heh? – coçou a nuca, sorrindo de lado. – Sim e não? – Shiro a olhou sem entender, inclinando a cabeça como um filhotinho que desobedeceu ao dono sem saber. – Quero dizer, só estou estudando na Rakuzan porque essas pessoas quiseram.

- Que pessoas? – puxou as três mochilas de roupas aos seus pés e jogou-as por cima do ombro, acompanhando a menor para fora do elevador.

- As que me acolheram. – sorriu gentilmente, puxando os cartões para desbloquear as portas. – Vamos só deixar as coisas dos garotos em seus quartos e arrumar nossas coisas, depois só precisamos achar esse bairro que fica a loja.

Fizeram como planejado e não gastaram mais de alguns segundos para deixar a mochila de cada um em suas respectivas camas, tendo que passar por dois quartos antes de chegarem ao delas, já que os garotos ficariam divididos em duplas.

Rapidamente desfizeram as próprias bagagens, a única mochila de Shiro e as duas de Yuki. Em um piscar de olhos, as camas de solteiro estavam com roupas e, no caso da castanha, mangás, jogos e seus vários consoles espalhados sobre os lençóis macios.

- Meu celular está sem bateria, vai precisar? – perguntou a mais nova, depositando o aparelho sobre o criado-mudo.

- Não. – afirmou Yuki, conferindo a lista de desejo em sua caderneta. – O meu ainda tem e o Shirogane-san me mandou o local exato.

- Certo. – cruzou as pernas sobre a cama, seguindo a menor com os olhos verdes límpidos. - Yu-ki! – brincou segurando os próprios pés.

A menor que antes passara a contar o dinheiro, virou o rosto com o modo estranho e fofo que uma criança usaria para a chamar. Olhou confusa para a loira, corando com o olhar suave que lhe direcionava. – S-sim?

- Você é bem legal. Gosto de você. – sorriu, dessa vez abertamente. A menor observou e, com certa surpresa, sentiu toda a sua preocupação se esvair, como se o ar ao redor delas se limpasse e se tornasse puro pela primeira vez no dia. – Yuki?

- U-uh? Certo... – balançou a cabeça e enfiou a carteira e caderneta na bolsa. – Vamos indo?

 

Shiro olhou neutra para a loja que passavam pela quinta vez desde que decidiram procurar pela loja que não estava onde deveria estar.

- Ué? Heh... – Yuki murmurou ansiosa, parando e checando novamente a tela do celular. – Será que erramos o caminho?

- Não, a loja que decidiu dar um passeio. – brincou. – Era pra ela estar aqui mesmo. Não erramos.

- Mas o Shirogane-san me mandou esse lugar marcado...

- Pode ser que ela tenha mudado de localização. – Shiro deu de ombros, olhando ao seu redor sem preocupação ou desespero. – Talvez o treinador tenha mandado uma rota antiga. É o mais provável.

- Como pode estar tão calma, Shiro-chan...? – a menor sorriu de lado, desacreditada. – E nem sabemos por onde viemos.

- Huh? – a olhou por cima, dando de ombros. – Temos dinheiro, na rua é que não dormimos.

Yuki considerou, parecendo se acalmar mais. Realmente, pelo menos não dormiriam na rua. Voltou a olhar a tela do celular, digitando mais uma vez o nome do destino e recarregando um trajeto. Sorriu com a esperança reerguida quando dessa vez o local fora dado a algumas ruas de onde estavam, não dez ou vinte metros do resultado de anterior com uma rota totalmente diferente, como acontecera das últimas vezes. A pequena desejou que ao menos daquela vez tivesse sorte e, pela primeira vez, o aplicativo estivesse do seu lado e funcionasse corretamente.

- Ei, tem certeza que é por aqui? – indagou Shiro, enfiando as mãos no bolso e analisando o beco que haviam se enfiado. – Eu tenho a sensação que vou acabar parando em algum bairro barra pesada do que em uma loja de qualidade.

- Com sorte não somos roubadas. – brincou Yuki, sorrindo de lado e encolhendo os ombros ao lado da maior.

- Com sorte. – assentiu Shiro, balançando a cabeça levemente. – Me diga... como foi sua sorte no começo do ano?

- Heh... Eu até que tenho bastante sorte, você se surpreenderia. – sorriu com falso convencimento, Yuki. Olhou para a frente e viu que a alguns passos o beco escuro acabaria. – Huh? Acho que ali é a saída, Shiro-chan.

Não obteve resposta, então parou com os paços apressados e olhou para trás, vendo a mais nova com o olhar fixo em um dos caminhos que ligava o beco que estavam a outros destinos. Inclinou a cabeça a chamando mais uma vez. Quando não teve resposta, decidiu se aproximar para conferir o alvo de tanta atenção da maior, e hesitou quando viu-a estreitar os olhos sérios e ameaçadores como um animal selvagem. Depois que parou ao seu lado, pôde finalmente ver o que tanto prendia a mais nova: aparentemente, uma briga.

Só que não uma briga que é mais levada como divertimento, como, por exemplo, em seu colégio. Aquela parecia ser uma briga de verdade, e os caras que estavam de costas para as duas mais pareciam ser Yakuzas que qualquer outro aluno da Rakuzan já chegou perto de parecer.

Finalmente ouviu um grito de raiva vindo de um deles, e notou que só não percebera o que estava acontecendo porque antes os seis homens só encaravam suas futuras vítimas em silêncio e com sorrisos maldosos no rosto. Não conseguia ver quem eram os oprimidos, mas Shiro conseguia, e só parara por isso.

- Chame a polícia, Yuki. – pediu baixo. – E não saia daqui.

- Heh?! Espere, Shiro-chan! Você está louca?! – murmurou agarrando o celular com as mãos trêmulas e nervosas, repentinamente tendo dificuldades até para digitar a senha.

Shiro andou pelos poucos metros que levavam ao terreno aberto do bairro desabitado da região, analisando cada um dos homens. Não eram tão fortes, mas com certeza se machucaria feio se fosse pega com a guarda baixa por algum deles. Na verdade, poderia dizer que eram um pouco mais fortes que os gêmeos Kaidou pelo físico que exibiam. Analisou o local, ali provavelmente era pra ser um bairro fechado e sem saída. Se fosse rápida, poderia correr e se esconder até a polícia chegar. Porém, por mais que confiasse em suas habilidades de artes marciais, não arriscaria ir de cara contra todos.

Se aproximou mais um pouco e aproveitou as barras de ferro empoeiradas escoradas ao muro. Agarrou duas com cada mão e as jogou sobre os ombros, se aproximando silenciosamente. Pelo menos esperava acertar um ou outro na cabeça.

Aoi a chamava de Defensora dos Oprimidos, mas não tinha como passar reto quando alguns estudantes poderiam acabar bem machucados e no hospital, sem contar o filhote que agora latia sem parar para proteger o rapaz de cabelos azuis e a garota de cabelos róseos logo atrás.


Notas Finais


<3


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