História Uma promessa silenciosa. - Capítulo 1


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Categorias Fairy Tail
Personagens Gajeel Redfox, Levy McGarden
Tags Dragon Slayers, Dragon Slayers Iron, Enfermaria, Fairy Tail, Gajeel, Gale, Iron, Levy, Romance
Visualizações 111
Palavras 2.035
Terminada Sim
LIVRE PARA TODOS OS PÚBLICOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Fantasia, Magia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Depois de anos volto com Gale! É devo avisar que é possível que eu venha a fazer algumas pequenas modificações aqui, alguns reparos ali e etc.
Espero que gostem!! S2

Capítulo 1 - Capítulo unico


Fanfic / Fanfiction Uma promessa silenciosa. - Capítulo 1 - Capítulo unico

-Satisfeito? – Perguntou o Dragon bastante machucado – tenho que trabalhar! – E saiu andando pegando sua sacola e se dirigindo a saída do parque. 

- Ah – a pequena maga logo foi interrompida pelo moreno.

- Deixe-me em paz! – Pediu.

Mas Levy não conseguia vê-lo sair daquele jeito sem fazer nada, não conseguia e não iria! Seus companheiros se surpreenderam com a atitude da maga mas por estarem ainda um pouco impressionados com tudo o que testemunharam eles não conseguiram reagir rápido o bastante para impedi-la. Ela conseguiu alcança-lo e sem nem pensar foi logo tratando de aborda-lo.

- Ei, espera! – Mesmo machucado ele ainda era rápido sem contar que por causa de seu tamanho seus passos eram quase 3x mais largos que o da pequena.

Porém ainda que tivesse conseguido ouvir ao pedido da maga Gajeel não diminuiu em nada sua velocidade, entretanto isso não a incomodou nem ao menos notou o sonoro bufar do grandalhão ao se aproximar, estava verdadeiramente preocupada.

 – Você não pode sair em missão nessas condições. – Assim que se aproximou foi logo puxando o rapaz na direção da enfermaria. – Venha, vamos tratar disso.

- Oh, mais oque...- A atitude de Levy o impressionou, mas o contato inesperado o surpreendeu tanto que o atordoou por um momento e se deixou levar pela pequena se desviando de seu trajeto para fora da cidade e quando se deu conta já estava na porta da enfermaria.

- Senta na cama e tira a camisa que eu vou fazer os curativos. – Mandou a menina, mas ao notar que o outro não moveu um musculo, parou e o olhou confusa e recebeu o mesmo olhar só um pouco mais questionador. – O que foi? Senta logo. – E dessa vez Gajeel acatou a ordem ainda a contragosto, sentou na beirada de uma das camas e retirou a parte de cima de sua roupa, não achava que havia necessidade de nada disso, mas já estava lá mesmo.

Levy foi pegar os materiais para a primeiros socorros: os remédios para limpar os ferimentos e curativos, que deveriam estar nas prateleiras no fundo da sala. E enquanto estava empenhada em sua busca percebeu que  lá ia a vida zoando mais uma vez com a cara dela "Por Deus! Só pode ser brincadeira, para que colocar essas coisas nas prateleiras de cima? Não deveriam estar em um lugar de fácil acesso?" Se perguntou mentalmente, olhou ao redor bufando de raiva buscando algo para subir e graças a Mavis tinha um pequeno banco, mas mesmo com esse auxilio ela teve que se esticar toda, ficar nas pontas dos pés e depois de tanto esforço de fato conseguiu pegar a bendita caixa, no entanto ao mesmo tempo não pode manter seu equilíbrio.

-ahhh!! – gritou ao entra em queda livre e fechou os olhos se preparando para a dor que veriam junto com o impacto, que por sinal nunca veio, “Santas fadas, estou voando! ” Pensou antes de abri os olhos apenas para descobrir que sua salvação foram os dois braços de um certo dragon slayers. Levantou o olhar vagarosamente ate encontrar o olhar do seu "herói" – G-Gajeel? – sussurrou de forma interrogativa seu nome como se fosse para confirmar oque estava acontecendo ali, mas não houve respostas os dois ficaram presos, hipnotizados, ele no mar de âmbar e ela no mar vermelho, ate que a menor e se deu conta que ainda se encontrava nos braços  dele, e ao perceber isso juntamente com o fato de que estava de cara com o peitoral bem trabalhado desnudo do moreno onde uma de suas pequena mãos descansava suavemente fez a pobrezinha corar inevitavelmente desviando olhar.

- O-brigada G-gajeel... – agradeceu encarando seus pés vermelha de envergonha assim que ele a colocou no chão sã e salva.

- Hum... – foi a única coisa que disse enquanto lhe dava as costas voltando para a cama onde estava anteriormente, estilo Gajeel clássico.


A pequena apenas tentou acalmar os pulos que seu coração dava em seu peito e normalizar sua respiração ofegante, para depois seguir até ele, se xingando internamente por ter gaguejado e corado na frente dele por algo tão mínimo. "Patético Levy! Aí senhor como sou idiota!! Aff". Não fazia sentido, não tinha porquê ter reagido daquela forma, afinal já tinha visto um homem sem camisa antes e ate mesmo sem as calças e em alguns ocasiões quase sem cueca, sendo essa ultima parte graças ter crescido com o Gray e seu aparente distúrbio de se despir inconsciente. Ser pega no colo também não era novidade, afinal quando se é uma garota e de baixa estatura e de aparência frágil como ela se tem muito desses episódios. Então porque reagiu daquela forma com ele? Seria por ele ser novo  na guilda? tem haver com oque aconteceu durante a batalha entre a phantom lord e a fairy tail? Ou simplesmente talvez não devesse estar dando tanta atenção pra isso, por fim resolveu ficar com a última opção é deixar isso pra lá, concluiu rindo mentalmente de si mesma. 

Ela não foi a única afetada, afinal sendo feito de ferro ou não Gajeel Redfox também tem coração e naquele momento parecia que queria pular pra fora, "mas também porque diabos ela tinha que olhar pra ele daquela maneira!!" Pensou consigo msm. Aquele corpo era tão leve e pequeno, pareceu tão frágil diante do seu e de repente ele sentiu medo, temeu machuca-la e tratou logo colocá-la no chão e se afastar antes que fizesse algo de errado. 

O silencio dominava o ambiente assim como pontos de interrogação eram predominantes em ambos os lados. Levy parecia bem concentrada em sua tarefa, sem se dá conta de que era observada por Gajeel que a olhava a sua enfermeira de canto de olho, curiosamente, nunca foi muito consciente da proximidade de uma garota mas sentir as mãos da pequena criatura sobre si o fazia se sentir estranho. Lembrou da primeira vez que a viu quando planejava o ataque a ela e ao dois idiotas que sempre a seguiam, lembrava que havia pensado que ela realmente parecia com uma fada, tão pequena e delicada, oque foi mais uma razão para que duvidasse da força daquela enérgica família, porém ao entrar para a fairy tail logo depois da phantom lord ser dizimada, se deparou com um clima de felicidade e alegria mesclado com a natureza caotica daquele lugar lhe dando o a impressão de serem todos loucos ali, um bando de lunáticos. Para ele Levy não combinava com aquilo tudo, e vendo as atitudes totalmente incoerentes da pequena para com ele achou melhor repensar sua opinião sobre a baixinha, talvez aquele lugar lhe caísse como uma luva e ela se encaixasse perfeitamente e ele que fôra precipitado nessa questão em particular, e aquela garotinha agora sentada a sua frente ainda tinha muito para surpreende-lo. Oq Gajeel não sabia que isso logo aconteceria mais específicamente no momento seguinte quando de repente seus pensamentos são atropelados, sua atenção sequestrada e atmosfera silenciosa abalada pela maga.

- Porque você me defendeu do ataque do Laxus? – Gajeel ouviu uma doce voz perguntar e olhou na direção dela e viu que ela continuava a fazer os curativos.

- Aquela luta era minha. – Não precisou nem pensar respondeu no automático, virando o rosto para a uma das janelas próximas.

- "Uma luta", você diz? – Questionou Levy arqueando uma sobrancelha– Em uma luta os dois lados atacam e você não atacou em nenhum momento e nem ao menos se defendeu... – parou brevemente e continuou – nem contra os meninos quando foi desafiado – suspirou - aquilo não era uma luta, foi um espancamento ou melhor uma idiotice.

- Naquela noite também não foi uma luta. – Murmurou mais para si mesmo do que para ela. - também foi uma idiotice.

O comentário espantou Levy, no entanto ela não rebateu, e nem precisava pois aquilo apenas confirmou sua constatação sobre a atitude do mago durante aquela briga.

- E você porque está aqui? – Dessa vez foi a vez de gajeel quebrar o silencio com uma pergunta. – Digo, porque está fazendo isso por mim?

Levy se assustou um pouco na hora que ouviu sua voz rouca e grossa, a pergunta também a pegou de surpresa porque também não parou para pensar no "porque" das suas ações até ali, fez tudo por impulso, levou um pouco de tempo para responder, mas foi honesta quando o fez.

- Por que você precisava de ajuda, por que é um membro da nossa guilda, por tanto um companheiro. Se isso não for motivo bastante... – e completou levantando o rosto e olhou nos dentro para daqueles olhos avermelhados – você se machucou por minha culpa... – abaixou seu olhar novamente e voltou a fazer os curativos, mergulhando a sala novamente no silêncio.


E pela segunda vez em um único dia Levy conseguiu deixa-lo sem reação, primeiro, ela o chamará da palavra que ainda ecoava em sua mente, ela a chamou de “companheiro”! Ele realmente ouviu ela dizer isso? Segundo, para onde foi todo aquele medo que sabia que ela sentia dele naquela manhã a instantes atrás quando a garota se escondia atrás de uma arvore durante a luta que ele deixou ser vencido de propósito? Terceiro, porque diabos ela estava se culpando? Oque tem de errado com aquela baixinha? Só acordou de seus devaneios quando sentiu um toque suave em seu rosto, só aí se deu conta que Levy agora estava a sua frente com o rosto próximo ao seu, analisando a extensão dos danos em seu rosto, passando as pontas e dedos pelos seus piercing. Aquela simples ação fez seu coração acelerar e sentisse um calor anormal em seu rosto.

- Eu já disse que aquilo era assunto meu, porque você teria culpa?! – Falou virando o rosto mais uma vez para o lado sem encarar a garota a sua frente.

- Os meninos foram idiotas – falou - queriam se vingar por mim, não consegui detê-los, me desculpe... – pediu. – Porem o laxus... ele... – suspirou tentando achar as palavras certas – ele é complicado.

- No lugar deles faria pior – confessou - não se desculpe baixinha, não precisa justificar nada principalmente para mim.

- Baixinha? – Ela repetiu de forma nervosa o apelido – não me chame assim! Eu tenho nome e é Levy. – Disse seria. – Terminei! Pode se vestir e está liberado sr. Redfox. – Disse recolhendo todos os instrumentos usados e dando as costas para ele, corada de irritação e as bochechas um pouco infladas.

- Gihee - riu com a reação da garota, vestiu sua camisa, pegou suas coisas e saiu da enfermaria e retomou seu trajeto para fora da cidade.

O moreno achou graça daquilo, de toda situação na verdade, por mais estranha que parecesse tinha algo de engraçado. Ela era de fato alguém bem diferente do que imaginava ao observa-la de longe já que ela sempre o evitava por medo e é claro que ela tinha uma razão mais que logica para isso, porem notou quando estava a ponto de se afogar no fundo dos olhos dela que o tal medo parecia ter desaparecido, o que para ele era uma coisa boa, apesar de ainda se sentir endividado com ela e cada um dos atos dela em relação a ele só fazia essa “divida” aumentar,  ações como essa de cuidar dele mesmo sabendo que o que deveria ter feito era ter deixado morre pelas mãos de laxus fazia tudo pesar ainda mais sobre seus ombros. Ele queria liquidar aquilo mas não fazia ideia de como? já que a pequena era diferente das pessoas comuns, "normais", como notou nesse pouco tempo de convivência. E após muito pensar chegou a conclusão de que a única coisa que podia oferecer era sua força, claro que ela não aceitaria  porém ja havia se decidido que a partir daquele momento que a protegeria e até onde ele sabia não precisava de permissão para proteger ninguém. "Então apartir de agora  quem for idiota o bastante pra  ousar tocar um dedo nela, já deve encomendar um caixão de pinho pois não vai voltar vivo para casa. E causa da morte vai ser suicídio, afinal por falta de aviso não será.  Até porque duvido que aquela baixinha me deixe matar ninguém sem falar um monte antes".

- Gihee - Resolveu tomar aquilo como uma missão, sei dever, uma promessa silenciosa. 


Notas Finais


e ai galera, foi ruim ou horrível???


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