História Uma Rainha (nem um pouco) perfeita - Clace - Capítulo 32


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Categorias Os Instrumentos Mortais
Personagens Clary Fairchild (Clary Fray), Jace Herondale (Jace Wayland)
Tags Clace, Clary Fray, Comedia, Jace Herondale, Londres, Principes, Rainhas, Reis, Romance, Romance De Época, Uma Duquesa Qualquer
Visualizações 371
Palavras 1.135
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Hentai, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Ai meu Raziel, nem acredito que estamos aqui. Parte de mim está feliz por poder dar essa conclusão a vocês, mas a outra parte está chorando e esperneando porque a história acabou. Realmente espero que tenha sido a primeira de muitas outras...
Obrigada por tudo! O apoio que vocês me deram, simplesmente por ler, não tem preço. Obrigada por cada visualização, cada favorito, e principalmente, por cada comentário. Só quem posta/já postou uma fanfic sabe como os comentários são a base de tudo, o incentivo para continuar.
Foram seis meses incríveis.
Obrigada por me aturarem mesmo quando eu passava meses sem postar, e não desistirem da fic.
Obrigada pelo incentivo, mesmo nas horas difíceis.
Obrigada, obrigada, obrigada! 138 vezes OBRIGADA!

Espero que gostem tanto desse último capítulo quanto eu.

Boa leitura! <3

(LEIAM AS NOTAS FINAIS)

>>>>>>>OBS: Esse Epílogo tem SPOILERS MUITO GRANDES sobre o final dos outros livros da Tessa Dare. Então... vcs já sabem.<<<<<<<<<

Capítulo 32 - Epílogo


Cinco anos depois

– Vocês já escolheram um nome para ela? – perguntou Victor Bramwell, Lorde Rycliff, reclinado em sua cadeira na Alicante, cruzando os braços sobre o peito.

– Ela? – Colin repetiu. – Como você sabe que o bebê vai ser uma menina?

– Só pode ser garota – Bram disse. – Susanna chama isso de “Efeito Idris”. Nós temos a Victoria. Thorne ganhou a pequena Bryony. Susanna recebeu uma carta de Violet Winterbottom – gêmeas. Todos nós tivemos garotas como primogênitas. – Ele inclinou a cabeça na direção de Jace. – A não ser pelo Herondale, claro.

Jace poderia corrigi-lo, mencionando Elisa, mas o momento não era propício. Ainda assim, tomou um gole de sua bebida pensando nela.

– Eu não apostaria meu dinheiro nisso – Colin disse. – Nada disso está acontecendo de acordo com o esperado ou a lógica. Minerva só deveria dar à luz dentro de um mês. Do contrário não teríamos vindo incomodar Jace com nossa visita.

– Que bom que vocês estão aqui, e não em Londres – Jace disse. – Em Idris ela vai estar rodeada pelas amigas. E com certeza temos espaço suficiente na casa.

Anos atrás, eles tinham demolido a velha casa da fazenda Whitelaw, substituindo-a por uma casa grandiosa o bastante para um Príncipe e sua Princesa, mas não opressiva demais para Erika, nem pomposa demais para o entorno. Ele e Clary pensavam no lugar como seu chalé de lua de mel, se comparado às casas maiores em Cumberland e Londres. Essa era a residência deles, não habitada pela história de gerações passadas.

Durante a maior parte do ano, era o lar da família. Mas embora a casa tivesse 24 quartos e fosse construída com o que havia de melhor das técnicas modernas de construção, não era à prova de som, nem grande o bastante para manter longe três nobres ansiosos enquanto uma mulher sofria durante o trabalho de parto.

Susanna, exausta por auxiliar a parteira e responder constantemente aos pedidos de notícias, expulsou os homens de casa, mandando-os ir beber na vila. Ela prometeu informá-los assim que houvesse algo para contar.

Ainda que essa retirada pudesse ser vista como covardia, os três aceitaram a oportunidade de bom grado. Jace pagou rodada após rodada de cerveja na taverna familiar e aconchegante, enquanto as horas se alongavam. Se aquilo se arrastasse até de noite, ele desconfiou que os três precisariam de algo mais forte. Conhaque ou uísque, talvez.

– Você vai ter uma garota – Bram insistiu. – Então escolha logo um nome.

– Minerva quer escolher o nome ela mesma. – Colin esvaziou a caneca. – Ela disse não ter dúvida de que vou chamar a criança de tudo, menos do verdadeiro nome. – Ele suspirou fundo e tamborilou os dedos na mesa. – Quantas horas isso vai demorar? Eu e Minerva já esperamos bastante para começar uma família. Minha paciência está esgotada. Isto é tortura.

– Pense em como sua mulher está se sentindo, meu lorde – disse Aline Penhallow, servindo-lhes mais uma rodada.

Magnus não tinha perdido o gosto por garçonetes com opinião.

– Ele está pensando na mulher – Jace disse, tranquilo. – Por isso é uma tortura.

Se alguém pensasse que Colin estava reclamando demais, deveria ter visto Jace na primeira vez que Clary entrou em trabalho de parto. Ele foi um verdadeiro cretino, chamando os médicos aos gritos, berrando com as empregadas, andando de um lado para outro nos corredores. Precisou bancar o valente, para que ninguém percebesse o verdadeiro pavor que o devorava por dentro. Se alguma coisa acontecesse com ela...

– Acredite em mim – Bram disse para Colin –, quando tudo acabar, depois que você souber que Minerva está bem, e a parteira colocar sua filha vermelha e enrugada nos seus braços... toda essa preocupação estará esquecida.

Jace esperava que fosse assim com seu velho amigo. Foi diferente com ele próprio.

Jace não dormiu durante os quinze dias que antecederam o nascimento do filho. Ele ficou de guarda sobre o berço, andava pelos corredores com o pequenino nos braços.

Até que Clary o encontrou na biblioteca certa manhã.

Ele tinha adormecido em uma poltrona, com o pequeno James acomodado no antebraço. Quando ele acordou, foi com a visão de sua linda esposa, o cabelo solto e emoldurado por um halo de luz solar. Tão linda que parecia um anjo. Ela não disse nenhuma palavra, só pegou o bebê, beijou Jace no rosto que ele não barbeava há dias, e sorriu.

Nesse momento, uma sensação de paz tomou conta dele. Pela primeira vez desde que soube que Clary estava grávida, ele parou de se preocupar, achando que tudo daria errado, e começou a esperar que tudo desse certo.

Isso fazia quase quatro anos, e ele não olhou mais para trás.

Ele tinha certeza de que seus pares considerariam sua vida em Idris muito estranha. A Princesa mantinha uma biblioteca circulante e era amiga íntima da dona do armazém. Seus filhos vestiam jaquetas mal tricotadas e tortas, e brincavam com os filhos de agricultores e pescadores. Para contrabalançar seu trabalho beneficente na escola local e na paróquia de Santa Úrsula, Jace promovia um jogo de cartas semanal que tinha se tornado legendário.

Talvez essa fosse uma vida pouco convencional para um Príncipe. Mas era, sem dúvida, muito feliz.

– Ora, se não é o jovem Lorde Westmore – a voz de Magnus trovejou na cozinha. – E Vossa Graça e a pequena Lady Rose com ele.

– Nada de doces, por favor, Sr. Bane. – Essa foi a voz de Clary. – A avó deles já mima demais os dois. Não, Rose. Não pode tocar.

Jace sorriu para si mesmo. Tantos anos desde que sua mulher – sua Princesa – trabalhou na taverna e ela ainda entrava pela porta dos fundos.

Mesmo com duas crianças e o cabelo desalinhado, ela ainda o deixava sem fôlego. Todas as vezes. Colin se levantou em um salto.

– Como ela está?

– Qual “ela”? – Clary trazia James pela mão e Rose apoiada no quadril oposto. – Está falando da sua mulher ou da sua filha?

Bram bateu na mesa, triunfante.

– Eu lhe disse que seria uma menina.

– As duas estão bem – Clary se apressou em dizer. – Com ótima saúde e desfrutando de um merecido descanso.

– Eu... isso é... – Colin empalideceu e se deixou cair novamente na cadeira, pois seus joelhos não aguentaram. – Oh, Raziel.

Clary se aproximou de Jace e inclinou a cabeça na direção de Colin.

– Isso é efeito da bebida ou do choque da paternidade?

– Desconfio que das duas coisas. Dê-lhe um instante, ele vai se recuperar.

Ela soltou a mão de James e trocou Rose de lado.

– Você fica com eles enquanto vou ver a Izzy? Estou esperando um novo pacote de livros para a biblioteca.

– É claro. Mas espero uma recompensa pelo trabalho.

Ela o beijou no rosto e sussurrou, com a voz sensual:

– Mais tarde.

– Vou cobrar a promessa. – Ele pegou Rose nos braços e mexeu no narizinho dela.

– Olhe para você, querida, está toda brilhando de açúcar.


Notas Finais


(LEIAM AS NOTAS INICIAIS)
Agora sim!
Fim, The end. A fic está oficialmente encerrada.
Realmente espero que tenham gostado. Adaptar essa história maravilhosa para vocês foi incrível!
Como eu já disse lá no início: Obrigada! (Não vou escrever tudo dnv para não ficar repetitivo)
Eu queria agradecer, em especial, às leitoras que comentaram em absolutamente todo santo capítulos: @Cah_Larsson @Feh_Moura @BiaahFics_Clace @Mpherondale @Jennilove02 @leaherondale25 @Clacever @BrunaCarstairs @Raia35 @Lindacpereira
(Se eu esqueci de alguém, desculpa) É sério, vocês fizeram tudo valer a pena. MUITO OBRIGADA!!! <3

Escrevam aí de qual casal vocês querem a próxima adaptação/fic!
Espero ve-lôs muito em breve!
Até logo hunters! Amo vcs!

Bjss de luz da tia! *-* <3


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