História Uma revolução, um amor inovador - Capítulo 4


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Categorias Miraculous: Tales of Ladybug & Cat Noir (Miraculous Ladybug)
Personagens Adrien Agreste (Cat Noir), Alya, Chloé Bourgeois, Félix, Gabriel Agreste, Hawk Moth, Marinette Dupain-Cheng (Ladybug), Nathalie Sancoeur, Nathanaël, Nino, Personagens Originais, Plagg, Tikki
Tags Adrien, Alya, Chat, Chat Noir, Elisynoir, História, Ladybug, Marinette, Miraculous, Nino, Noir, Plagg, Princesa, Revolução Francesa, Tikki
Visualizações 32
Palavras 1.164
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Esporte, Fantasia, Ficção, Ficção Adolescente, Luta, Magia, Mistério, Poesias, Policial, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oi!

Encontrei os meus rascunhos desta fanfic e inspirei-me. Quero continuá-la, pois é das minhas favoritas.

Espero que gostem!
Boa leitura!

Capítulo 4 - Capítulo 3- Morte inesperada


 

Marinette estava com os seus doze anos. Era o seu aniversário. Em cada aniversário que tinha, os seus pais davam-lhe uma coisa preciosa. Ela não sabia, mas essa coisa ou tinha sido roubada ou eles tinham deixado de comer durante um mês.

Mas este ano as coisas iam ser diferentes. Eles queriam levá-la até à praça onde os seus pais tinham sido mortos.

Estava na hora dela descobrir a verdadeira história do que tinha acontecido com o seu reino naquele dia.

Encapuzaram-se os três e saíram de casa. Verificaram antes que estava tudo trancado e esconderam todas as coisas da Marinette debaixo de um soalho.

No caminho viram alguns guardas do Rei Gabriel, que tinha assumido o comando depois da execução dos antigos regentes. Só Fu parecia perceber que o Gabriel era Hawk Moth.

Todos os seus antigos companheiros tinham sido mortos ou as suas línguas tinham-lhes sido cortadas. Isto tinha sido a solução de Hawk Moth para o problema de identidades, porque nenhum dos homens sabiam ler e escrever, pelo que ficaram completamente inúteis e dispensáveis.

-Mãe, onde é que me vão levar hoje? Podes dizer-me, por favor? – perguntava Marinette ansiosa. Eles sabiam que aquele não era o tipo normal de coisas que se dava num aniversário, mas ela tinha de herdar o trono em pouco tempo.

-Mari, eu só te posso dizer que não é um presente feliz. É uma coisa triste, mas que te vai fazer ficar a saber mais sobre as tuas origens.

Fizeram o resto do caminho calados. Depois de ouvir Perséfone, Marinette perdeu toda a sua vontade de falar. Fu e Perséfone também não tinham vontade de falar. Sentiam-se tristes pela criança que cuidavam desde a nascença.

Quando chegaram à praça, Marinette ficou fascinada com o conjunto arquitetónico que lá se encontrava. As grandes esculturas a toda a volta, tudo muito lindo.

Ela foi andando às voltas pela praça, mas a sua expressão de fascínio desfez-se ao ver o chão tingido de vermelho.

-O que é isto? – perguntou ela, já desconfiando do que se tratava.

-Mari, minha querida, isso é...- começou Perséfone, mas rapidamente lançou um olhar suplicante a Fu.

-Querida, isso que estás a ver é sangue real, sangue do teu sangue, sangue... dos teus pais.

Marinette, que tentava aguentar-se não conseguiu. Ela desabou em lágrimas e sem perceber, o seu capuz caiu-lhe da cabeça. Uma camponesa que por ali passava, e que por acaso era a esposa de um guarda do Rei, viu o seu aspeto. A garota era igual à pessoa que os guardas procuravam à doze anos. E ela era muito parecida com a Rainha Sabine.

-Guardas! – gritou ela. –Está aqui a herdeira do trono!

Fu e Perséfone apressaram-se a perceber onde tinham errado. Depois de enfiarem o capuz na cabeça da Marinette, começaram a correr dali para fora.

-Rápido! Venham por aqui! – gritou Perséfone, enquanto os guiava dali para fora. Normalmente era ela que vinha quem ia à cidade arranjar os suplementos.

Entraram os três numa rua estreita e pensaram ter despistado os guardas. Isso até eles aparecerem para os alcançar.

-Escondam-se aqui! – disse ela, abrindo uma mini porta escondida.

Fu entrou e estendeu os braços às duas .

-Anda Pér! – gritou Fu.

-Eu só entro depois da Mari! – ripostou ela.

Quando a Marinette ia entrar, Perséfone inclinou-se lá para dentro e sorriu.

-Protege-a, eu amo-te muito Fu. – disse-lhe, virando-se logo para Marinette. – Mari, eu amo-te como a uma filha. Nunca desistas daquele trono. O trono tem de ser teu!

Marinette estendeu a mão para Perséfone, mas ela fechou a porta, deixando-se para trás para os salvar. Agora estavam protegidos dos guardas, mas tudo o que desejavam era que a mulher que os tinha salvo também estivessem ali.

-Não! Por favor mãe! – gritava Marinette. Os seus gritos tiveram de ser abafados pela mão de Fu.

Tudo se silenciou quando se ouviu um disparo. Um grito de mulher ecoou pelo esconderijo.

Por uma ranhura da porta, Marinette conseguiu distinguir o corpo de Perséfone no chão, imóvel. Os seus olhos estavam esbugalhados e as suas mãos estavam no seu peito com um líquido vermelho a manchar a sua roupa. Ela ainda estava viva, mas não por muito tempo.

-Mãe! Não! Não! – gritava Marinette a plenos pulmões. Fu apertou-a contra si e também se permitiu chorar. Lágrimas de raiva e tristeza.

Os guardas riram-se ao ver a mulher a morrer e separaram-se todos noutras direções.

Quando tiveram a certeza de que os guardas estavam longe o suficiente, Marinette e Fu saíram do esconderijo. Perséfone cuspia sangue pela boca e estendeu as mãos para eles.

-Pér, tu não me podes deixar! Eu amo-te! – implorava Marinette, chorando em cima da “mãe”.

-Minha pequena Mari, não te deixes ir abaixo por minha causa. A morte é uma coisa que vai estar presente na tua vida a toda a hora se não tomares o trono como teu. Chegou a minha hora. Fico feliz por ter criado uma princesa com valores e integridade, mas, acima de tudo, uma filha minha.

-Pér, tu és e serás sempre a minha mãe. Eu amo-te acima de tudo e todos. E prometo que te vou vingar, nem que seja a última coisa que eu faça.

-Obrigada. – as palavras já lhe custavam a sair. Ela fixou-se nas lágrimas de Marinette e com os seus últimos esforços disse: - Mari, não chores. As pessoas fortes não choram, mas canalizam a sua tristeza transformando-a noutras emoções. Eu... cof cof... amo-vos muito.

Estas foram as suas últimas palavras. A sua mão, que estava dada à de Fu, esmoreceu e deixou-se cair, não mexendo mais.

-Mãe, eu juro pela minha vida que te vou vingar. Vou matar aquele desgraçado que te roubou de mim. Vou ser Rainha e lembrar-te-ei para sempre.

Dito isto, ela levantou-se e limpou as lágrimas ao seu manto. Olhou uma última vez para a mulher que a tinha criado e tomou uma atitude.

-Vamos pai. A mãe não ia gostar se fôssemos apanhados.

Fu levantou-se, muito triste. Perséfone tinha deixado tudo e todos por ele e ele amava-a mais do que tudo.

Eles conseguiram chegar a casa a salvo. Ainda estavam os dois muito abalados com a partida de Perséfone, mas tinham de fazer a vida seguir em frente.

-Pai, eu sei que tu já me ensinaste tudo o que podias de defesa pessoal, mas eu preciso de treinar mais. Para honrar a mãe.

Ele virou-se para ela, admirado com a sua bravura. Nela conseguia ver todos os traços da mulher com que tinha casado e deu por si a sorrir.

-Eu estava a pensar começar com esses treinos daqui a algum tempo, mas achas que estás pronta para assumir as responsabilidades e os riscos de um treino intensivo?

-Sem sombra de dúvida que estou. A mãe ficaria orgulhosa de mim se começássemos o mais depressa possível.

Fu sorriu. Marinette tinha o espírito pronto e ele encarregara-se de lhe treinar o corpo naqueles anos todos. Em breve, o reino teria uma nova Rainha. A verdadeira herdeira.


Notas Finais


Espero que tenham gostado!
Publicarei mais um em breve.


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