História Uma revolução, um amor inovador - Capítulo 5


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Categorias Miraculous: Tales of Ladybug & Cat Noir (Miraculous Ladybug)
Personagens Adrien Agreste (Cat Noir), Alya, Chloé Bourgeois, Félix, Gabriel Agreste, Hawk Moth, Marinette Dupain-Cheng (Ladybug), Nathalie Sancoeur, Nathanaël, Nino, Personagens Originais, Plagg, Tikki
Tags Adrien, Alya, Chat, Chat Noir, Elisynoir, História, Ladybug, Marinette, Miraculous, Nino, Noir, Plagg, Princesa, Revolução Francesa, Tikki
Visualizações 35
Palavras 1.412
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Esporte, Fantasia, Ficção, Ficção Adolescente, Luta, Magia, Mistério, Poesias, Policial, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oi outra vez!

Espero que gostem do próximo capítulo!

Boa leitura!

Capítulo 5 - Capítulo 4- Tentativa mal sucedida


 

Depois daquele dia, Marinette passou a treinar oito horas diárias de combate e táticas para atacar. A cada hora que passava, o seu ódio por Gabriel, o Rei temporário só aumentava e aumentava.

Desde o dia da morte de Perséfone, Marinette nunca mais verteu nenhuma lágrima. Quando partiu a perna num treino, ela começou a rir e levantou-se cheia de dores. Acabou a luta, apesar de ter perdido

O Mestre Fu treinava-a arduamente e notava um desempenho exemplar naquela garota. Era a pessoa mais empenhada que ele alguma vez tinha treinado. Para não falar que era a melhor aluna e já quase o estava a apanhar.

Dois anos mais tarde, Marinette já tinha completado o seu treino, mas continuava a treinar, como se a sua vida dependesse disso. Na verdade, até dependia.

A partir dos catorze anos já se podia subir ao trono, pelo que ela já podia pôr todos os planos em prática.

Ela e Fu tinham planeado uma forma de ela entrar no castelo. Só tinha de fazer passar-se por noiva de um guarda e depois passava pelos guardas. A partir daí era fácil. Subia à varanda, que estaria à espera de Gabriel para discursar algo e anunciava-se como a Rainha. Não a podiam matar à frente do povo, por isso ficaria segura a partir dessa altura.

Ela vestiu o seu melhor vestido, uma coisa muito pomposa e volumosa e colocou os objetos preciosos de princesa que Fu tinha trazido do palácio numa sacola.

-Obrigada pai! Até logo! – disse ela ao sair porta fora.

-Se tudo correr bem, não vais voltar para esta casa, mas sim vais ficar na tua verdadeira. Boa sorte! – disse ele de volta para ela.

Eles cruzaram os olhares e pediram para que não fosse aquela a última vez em que se viam.

Marinette fez todo o caminho muito confiante. Ela estava convencida de que ia executar o plano sem margem para erros.

Ao chegar ao castelo, colocou uma peruca loira e passou pelos guardas piscando o olho. Eles ficaram de boca aberta com tamanha beleza, mas era óbvio que o sorriso era falso. Ela tinha mais vontade de os matar do que lhes sorrir.

Continuou o seu pequeno teatro até chegar ao portão principal do castelo.

Fu tinha conseguido informações sobre os guardas que iam ali estar. Ela sempre ficara curiosa na maneira como ele tinha acesso a tantas informações sobre o castelo, os guardas e tudo mais. Mas pensou que se calhar era melhor não perguntar nada.

-Bom dia. Eu estou à procura de dois cavalheiros, será que me podem ajudar a encontrá-los?

Os dois guardas olharam um para o outro, embasbacados com a visão de Marinette e fizeram o seu sorriso mais charmoso.

-Claro que sim menina. Quais são os nomes?

-Johanne Legrand e Timotty Harpred.

-Oh, que coincidência, esses somos nós! – exclamou um deles.

-Tem razão. Sabe, disseram-me que vos iam promover. – sussurrou Marinette para eles.

 -A sério? E quem é que lhe disse isso? – perguntou o guarda mais alto, com cara de quem não acreditava.

-O general. Não ouviram dizer que eu estou noiva dele. Vamos casar no final da semana.

-Ah! – exclamou o desconfiado. –Nós não sabíamos de nada disso, mas os meus parabéns.

-Ele não sabe que eu vos disse sobre a promoção, por isso não lhe digam nada. Eu estou aqui para lhe fazer uma surpresa, podem deixar-me entrar?

-Claro que sim. E muito obrigada! – gritou o outro, quando ela finalmente entrou no castelo.

Ao fechar a porta atrás de si, Marinette tirou a peruca, revelando a cor original do seu cabelo.

Ela não pode evitar rir-se. Era tão fácil enganar guardas.

Apesar de ser um grande incómodo, aquele vestido tinha um segredo. Estava too artilhado de armadilhas e armas, para se ela precisasse delas. Para não falar que era um excelente amortecedor de quedas.

Marinette olhou para a varanda onde ia acontecer tudo e viu que a maneira mais rápida de lá chegar era através de uma muralha. Subiu então para a muralha e utilizou o peso do vestido como ponto de equilíbrio para não cair.

Ao olhar para baixo via muitos guardas. Eles estavam totalmente desligados do mundo e muito calmos. Chegou a ver um a dormir, e o seu ressonar era alto.

Quando finalmente conseguiu passar a muralha toda, chegando ao edifício da varanda ela entrou por uma janela. Espreitou, à procura de ver guardas, mas nada.

Se a queriam impedir de ali chegar, como era possível que não havia guardas a guardar o edifício mais importante.

Marinette avançou silenciosamente pelo edifício e procurou pela sala dos conselheiros, pois dava acesso à varanda.

-Quem és tu? – perguntou uma voz atrás dela. Ao virar-se, deu de caras com um garoto loiro de olhos verdes. Era o príncipe Adrien, que tinha acabado de sair da sua aula de esgrima.

-Eu sou a noiva do general, vossa alteza. – disse ela entre dentes. Tinha vontade de matá-lo. Como se atrevia ele a ser chamado de príncipe, quando ela era a herdeira. – Estou à procura dele, por acaso não o viu?

-Não, mas é provável que esteja com o meu pai e com o conselheiro real. Devem estar a aprovar o vosso casamento. Parece-me que és muito nova para casar, qual é a tua idade?

-Tenho catorze anos. – respondeu ela, sem muita vontade de falar com aquele príncipe impostor.

-Eu tenho quinze. Sabes, és muito parecida com uma pessoa que o meu pai anda à procura. – disse ele, aproveitando aquela deixa para a examinar de cima a baixo. Ela era linda de morrer.

-Deve ser apenas uma coincidência, porque eu nunca tive ninguém atrás de mim na minha vida. – respondeu ela, pedindo para que ele não reparasse no seu tom de voz mais nervoso.

De repente, alguém surgiu atrás do rapaz e colocou as mãos nos seus ombros.

-Então filho? Como correu a... – o seu olhar caiu em Marinette como um estalo. Ele ficou a olhar por uns segundos e sorriu de escárnio. – Marinette Dupain Cheng! Tenho estado à tua espera para reclamares o teu trono.

Marinette não se permitiu a ouvir aquilo. Começou a correr na direção contrária de Gabriel. O seu objetivo não ia ser cumprido  naquele dia. Aliás, o seu objetivo era agora chegar inteira a casa.

-Guardas! – chamou ele, sorrindo e levando o filho para dentro.

Marinette não conseguia correr lá grande coisa com aquele vestido, por isso os guardas não duraram muito tempo a estar no seu encalço.

Se continuasse a correr não ia durar muito, por isso subiu ao telhado. Mesmo assim, os guardas também o fizeram.

Ela estava já a ficar sem opções, por isso saltou para a muralha. Infelizmente, o seu vestido ficou preso. Só se soltou quando já tinha sido cercada por todos os lados.

A muralha tinha sido construída à beira de um penhasco e Marinette olhou para lá.

“Tens de saltar!”

Era este o único pensamento que permanecia na mente de Marinette. Se se entregasse, morreria. Se saltasse, também morreria. Mas havia uma diferença entre as duas.

Se ela saltasse, morria com orgulho e essa morte era a que mais agradava Marinette.

-Espero-vos no Inferno, falhados! – gritou aos guardas, saltando por fim, deixando todos a olhar para ela estupidamente incrédulos.

Marinette foi engolida pelas nuvens do nevoeiro e eles tentaram enxergá-la, para ver se sobrevivia.

Ela sentia a adrenalina de estar a cair e odiava a sensação.

Depois de alguns segundos em queda, ela finalmente aterrou em água. O seu vestido tinha amortecido a queda e agora estava a servir de salva vidas.

-Nunca pensei que serias tão útil. – sussurrou ela para o vestido ensopado.

Depois de se safar da morte, mais uma vez, Marinette nadou até às margens do rio. Ou seria um lago?

Cansada e ainda a tremer, ela avançou pela floresta. Estava gelada. O seu corpo estava a petrificar e o seu maior desejo era uma lareira quentinha onde se pudesse aquecer.

Ela andou perdida durante umas horas até começar a anoitecer. O verão já tinha acabado e as noites frias do outono estavam a fazê-la entender que ia morrer com hipotermia em breves momentos.

Parou de andar e sentou-se encostada contra uma árvore. A única coisa que a fazia permanecer acordada era o constante pensamento em Fu, o seu pai adotivo e mestre.

Até que ela avistou uma luzinha lá ao fundo. Levantou-se a custo e avançou até ela, cheia de esperanças. Ao ver quem segurava na luz, ela deixou de se conseguir mexer.

-Mãe?


Notas Finais


Espero que tenham gostado!

Até ao próximo capítulo!


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