História Uma ruiva complicada! - Capítulo 56


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Visualizações 79
Palavras 2.476
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ecchi, Famí­lia, Hentai, Orange, Romance e Novela, Yuri
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Olá, tudo bem?
Estou aqui mais uma vez... Super atrasada, mas aqui!!! ^^
Perdão! Sou muito desleixada eu sei ToT
MAS!!
Aqui está mais um cap! espero que gostem!

Divirtam - se!! ^^

Capítulo 56 - Capítulo 56 - Lugar melhor


Hoje seria um belo dia para uma exposição, se eu não estivesse nervosa ao ponto de derrubar tudo pelo caminho. Só podia ser Karma... Estou tão estressada e nervosa que qualquer coisa me tira do sério. Meu atelier estava todo bagunçado e eu não via minha vida diferente. Clara estava mais envolvida com o hospital que iria inaugurar que seu pai e pelo que ela falou seria uma grande chance de ser uma excelente cardio. Eu não tinha opção só podia acenar e entender seu sonho.  

Suspiro, jogando uma bolinha contra a parede, resmungando um pouco. Sobre como tudo estava passando muito rápido. Onde estava todo mundo agora? Adam andava ocupado demais fazendo exposições das suas fotografias junto com Luccas, Sabrina se deu muito bem em representar corpos masculinos e eu... bem... Me sai mais que o esperado. Minha próxima exposição seria na França e sabe... Meu coração ás vezes dava uma volta louca! "Você não pode ficar estressada demais!" - as palavras da Clara ressoavam em minha mente, sempre que eu me irritava com algo.  

-Momento difícil? - fecho os olhos, escurando Johan, sentar ao meu lado no banco.    

-Um pouco. - confesso, jogando a bola contra a parede mais uma vez.  

-Conversei com Arthur e pelo visto, Clara vai se ser uma cirurgiã brilhante. - aceno, observando meu pai pelos cantos dos olhos.  

-É... Ela vai sim. - pigarreio, lembrando de uns caras do Hospital dando em cima dela – Espero que eles vejam o anel... 

-Ciúmes?  

-Brilho demais atraí interesseiros. - murmuro, jogando a bolina mais uma vez, porém Johan a pega primeiro que eu.   

Um vento frio de inverno, soprava sobre nós naquele momento, e o céu nublado deixava o clima ainda mais propício para uma noite de neve. Cruzo os braços, observando a fumaça sair junto da minha respiração. Puxo meu casaco para mais perto, me aquecendo do frio até sentir um empurrão seguido de um abraço caloroso.  

-Tempo difícil? - viro meu rosto, observando Adam sorrir alegremente. E depois vejo Lucca chegar de mãos dadas com Sabrina.  Eles mesmo não deveriam estar ocupados? - Qual é a dessa cara?  

-Ciúmes!! - e lá vamos nos... Johan, Adam, Lucca e Sabrina, estavam me fazendo uma raiva tremenda e não estavam ajudando em nada no meu estresse. Pelo contrário, eles estavam ajudando ele a crescer ainda mais.  

-Vão embora... - digo, ficando em pé.  

-Ela não vê a Clara a dias!  Simplesmente porque a Ruivinha está dormindo no apartamento por causa do trabalho!! - Sabrina diz, balançando os braços no ar.  

-Ela não mora com você, Lucy? - Lucca questiona, cruzando os braços.  

-Sim. Ela mora comigo. - falo lentamente, sem querer ofender ninguém. 

-Pelo visto isso é falta de SEXO. - aquilo foi a gota d'água. Me viro observando bem aqueles indivíduos sangue sugas. 

-Tenho certeza que faço mais SEXO que você! - murmuro, fazendo Johan tossir violentamente. - Você é quem está precisando disso, SUA DEPRAVADA!

Sabrina fica com o rosto vermelho assim como o Lucca. Os dois se acertaram, mas parece que muita coisa ainda estava tomando seu rumo, embora fosse bem lento. Adam me observava sério, mas em seus olhos a felicidade era bem nítida. Ele tinha uma aliança em sua mão direita, mostrando que ele finalmente tinha se acertado com Liz. Porém antes de tudo acontecer, tivemos uma longa conversa sobre seu verdadeiro amor. Por um momento crítico, quase perdi sua amizade, pois seu orgulho foi quase, mais quase maior que os seus sentimentos. E nesse dia ficamos bêbados, contamos segredos e confidenciamos os sentimentos um do outro.  

Nossa amizade tinha se fortalecido de uma forma que era quase impossível não sentir sua falta e mesmo sem se ver ligamos só para jogar conversa fora. E não vou mencionar Clark... aquele sim foi um verdadeiro ataque de amizade. Ele criou a "Convenção Mensal da Amizade." - que segundo ele seria algo para melhor o conforto e o conhecimento mútuo sobre nos.  E que acabou dando certo. Todo final de mês, nos reuníamos para jogar e falar besteira, simplesmente me ver pintar ou atrapalhar as fotografias do Adam. Tudo estava caminhando para seu devido lugar não era? Bem, relativamente sim.  

-Lucy, sabia que a Athena foi chamada para trabalhar com você? - ergo meu rosto para ver Johan, sorrindo belamente ao dar essa notícia. - Ela vai ser sua assessora.  

- Clara, sabe disso? - Sabrina murmura, fazendo Johan arqueia as sobrancelhas em dúvida, mas logo volta a sorrir como, acenando positivamente.  

-Ela baixou a ordem. Athena vai trabalhar com a Lucy só pelo celular.  

Dou uma gargalhada ao escutar aquilo! Clara estava vigiando mesmo estando trabalhando arduamente no hospital. Parece que não vou ter que me preocupar com isso. Era impressionante como um Reigal agia ao ser questionado sobre as pessoas que amava.  O Sr. Reigal, agia do mesmo jeito, bruto e com poucas palavras, e parece que Clara tinha um gênio igual ao do Pai. Balanço a cabeça, sorrindo um pouco. Seria muito bom trabalhar com Athena pelo celular... e nessa linha de pensamento me lembro da minha próxima aventura! França... Daqui a algumas semanas eu viajaria para uma grande exposição e só de lembrar meu coração começava a bater mais forte.  

-Selene e Lucia estão organizando a exposição? - pergunto, distraidamente.  

-Sim. Suas duas mães estão em Paris ajeitando as coisas. E enquanto a Elliot... Ele está cuidando de uns negócios com o Sr. Allen.  

-Interessante. - tento mostrar meu melhor sorriso, mas até isso estava complicado de demonstrar. 

-Ansiosa? - fico observando, Adam, Lucca e Sabrina conversarem entre si. E percebo que mesmo com eles tendo as suas exposições para ir, todos encontravam um tempo para me ver.  

-Sim. - dou um sorriso, acenando com a cabeça para Johan, o deixando sentado no banco, enquanto faço meu caminho até meus amigos.  

-Eu acho que posso ajudar com isso. - paro de andar ao escutar uma voz familiar, soar atrás de mim.  

Me viro lentamente ao ver Clara parada, usando aquele sobretudo vermelho junto daquelas botas e meu gorro. A imagem do nosso primeiro beijo me vem à cabeça. Johan diz um simples adeus, abraçando Clara de leve e arrastando com ele três loucos que agora gritavam para Clara. Aceno fracamente, esperando de coração que eles não me atrapalhem nesse momento. Volto toda minha atenção para uma certa ruiva que me encarava de volta e a passos lentos vou até ela na tentativa de abraçá-la,  mas Clara me arrasta para dentro de casa sussurrando sensualmente.

-Quer chocolate quente?   

(...) 

 Aquilo com certeza era melhor que chocolate quente. Clara acariciava meu rosto, enquanto seus pés deslizavam contra os meus. O lençol cobria nossos corpos nus e tudo que se escutava pelo quarto era um silêncio calmo e tranquilo. Minha mão acariciava seus cabelos, sentindo a maciez dos fios e o perfume de rosas que emanava, enchendo meus sentidos com seu aroma doce. Abro meus olhos, observando um par de olhos azuis claros que me fitava alegremente. Dou um sorriso de canto de boca, mexendo um pouco a cabeça, encarando melhor aquela imensidão azul. Clara se inclina um pouco beijando meus lábios, mordendo levemente. Ela mexe suas pernas subindo em cima de mim, me beijando com mais força. Seus braços, circulavam minha cabeça, enquanto ela arqueava as costas, criando um contato maior entre nós.  

-Deveríamos...estar... dormindo agora... Clara. -digo entre os beijos que iam esquentando cada vez mais. Clara geme contra meus lábios quando aperto sua bunda.  

-Deveríamos? – ela questiona, moendo os quadris contra os meus.  

Seus beijos descem pelo meu queixo em direção ao meu pescoço, deixando uma mordida seguida de um chupão. Sua língua desliza até meu seio esquerdo. Subo minha mão direita, enterrando entre seus cabelos, os puxando de leve, arrancando um gemido dela. Acaricio suas costas, deslizando as pontas dos dedos levemente. Beijo seu ombro, observando a forma como ela se arrepiava com meu toque. A viro na cama, ficando por cima, erguendo sua perna, acariciando sua coxa, descendo até a base de sua bunda. Clara aperta meu ombro, me puxando para mais um beijo, mas tudo que faço e beijar fracamente seus lábios. Me empurro contra seu corpo, observando ela fechar os olhos respirando pesadamente.  Suas pernas circulam minha cintura movendo seus quadris ainda mais contra os meus. Beijo seu pescoço, descendo até seu seio, passando a língua levemente. Escuto seu suspiro sair mais alto e uma dorzinha contra meus ombros. Clara enterrava suas unhas, gemendo meu nome. Puxo seu corpo ainda mais contra o meu, apreciando a forma perfeita que ele se encaixava. Minhas mãos deslizam por sua cintura, enquanto eu beijava seus lábios, sentindo seu sorriso contra meus lábios.  

-Você não vai trabalhar mais tarde? – murmuro, descendo minhas mãos, puxando seu corpo contra o meu.  

Arqueiro as sobrancelhas ao perceber que Clara estava de olhos fechados, inclinando a cabeça, deixando seu pescoço amostra. Beijo mansamente sua pele, apreciando seus pequenos gemidos. Aguardo um seio, massageando, enquanto beijava o outro. Suas mãos subiam em direção ao meu cabelo, puxando com certa força. Acabo gemendo levemente com a dor, é isso foi como fogo em gasolina. Um enorme ardor cintilou e então rugiu, consumindo tudo em minha volta. Clara abriu a boca em resposta a meu beijo, permitindo assim um nível mais intenso entre nós. Entretanto, ela recua no começo, tímida, encabulada, mas eu a conheço muito bem e seu que isso tudo não passava de um flerte. Meu gemido sai mais necessitado que antes, porém não perco o foco é aprofundo o beijo, guiando minhas mãos pelo seu corpo, fazendo-a arquear as costas. Alucinante; aquilo era alucinante. Era como ser sugada por um turbilhão de desejo. Um desesperado desejo.  

Minha boca parecia uma brasa contra a sua. Seus olhos agora abertos, refletiam tantas coisas, tanto amor, paixão, desejo e só de presenciar isso minha mente girava como um brinquedo de parque de diversões, que foi ajustado a uma velocidade absurda! Vejo seu sorriso e por Deus... Aquilo é minha morte... Se houvesse algum jeito de se afogar naquele imenso olhos azuis, eu faria isso sem pensar duas vezes.  

-Você têm olhos azuis belíssimos. – sussurro, mordendo seu pescoço, descendo até agarrar novamente seu seio, mordendo seu mamilo. – Azuis ferozes e calorosos... Feito brasa, como um fogo inacabável.  seus olhos são um majestoso mar azul, profundo e vasto, porém ardente e atrativo.  

Clara treme inteira quando passo levemente a língua sobre seu outro seio, descendo demoradamente. Seus dedos emaranhavam nos meus cabelos, os puxando, indicando o local que mais precisava de atenção. Deixo um sorriso escapar contra sua pele, antes de correr as mãos mais uma vez por sua cintura, capturando suas mãos, elevando sobre sua cabeça. Travo meu olhar no seu, enquanto desenhava em seus pulsos, algemas imaginárias. E sem deixar meu olhar, Clara se encontrava instável. Sua respiração estava muito rápida e qualquer movimento meu, ela gemia alto. A vejo morder os lábios ao fechar os olhos, moendo seu quadril mais uma vez contra os meus. Mordo sua barriga, distribuindo beijos e chupões por toda a parte, até perceber que por simples gestos, Clara já estava no seu limite. 

-Complicada.... Doce e complicada. – murmuro. - Faz ideia do quando eu a desejo? - E como resposta, Clara arqueia as costas, erguendo seu quadril, gemendo muito alto.  

Era como se eu estivesse despertado uma fera dentro dela, uma fera clamando faminta e predadora. Ela nem usava mais palavras, tudo era só respirações pesadas e gemidos necessitados.  

-Você disse que eu iria implorar por isso. Mas veja só quem está a minha mercê! - murmuro, apreciando o efeito que minha respiração fazia contra ela.  

  Sua excitação era mais que visível, levantando um orgulho dentro de mim que dava cambalhotas e mais cambalhotas pelo feito. E bastou um beijo... Clara coloca suas mãos sobre minha cabeça, entrelaçando seus dedos nos meus cabelos. Ergo meu olhar, fitando os seus olhos fechados. Subo minhas mãos, fechando nos seus seios, acariciando seus mamilos, os sentidos eretos entre meus dedos.  invisto minha língua, mergulhando mais fundo em sua intimidade, a levando a loucura. Sinto uma de suas mãos deixar o topo de minha cabeça, na falha tentativa de cobrir a boca, na esperança de fazer menos barulho.  

-Oh! Meu... Deus... - ela geme, voltando a enterrar as mãos nos meus cabelos. - Desse jeito... É... 

Nenhuma de suas frases faziam sentido, mostrando o quanto ela no limite. Clara mexia os quadril, seguindo meu ritmo rápido e constante. Um ritmo muito acelerado para uma dança formal, mas como uma aluna disciplinada de uma dançarina eu mantinha o ritmo, mantendo ela suspensa no ar por alguns segundos que para Clara pareciam eternos. Seu corpo convulsionava mostrando que ela havia chegado ao seu ápice. Meu couro cabeludo estava bastante dolorido, mas valeu a pena o esforço.  

Observo sua respiração voltar ao normal, e aquele sorriso estampado em seu rosto, refletia o quanto foi intenso... Beijo sua barriga, subindo até sua boca vermelha. Com o dedo, acaricio seu rosto, tirando alguns fios ruivos que insistiam em ficar grudado no seu rosto.  

-Espero não ter sido muito bruta... - digo, deitando ao seu lado, puxando o lençol sobre nossos corpos. - Você é muito exigente.. 

-Obrigada. - deixo um sorriso escapar, escutando ela murmurar injurias contra mim. - Estou impressionada.  

-Eu seria uma péssima namorada se não satisfizesse minha namorada. - seus pés voltam a acariciar os meus, e todo aquele fogo aos poucos vai voltando. 

-Me desejar já é o bastante.  

-Convencida.  

-Mas foi você mesma que disse "Faz ideia do quando eu a desejo?" - Clara imita minha voz, ficando em cima de mim, voltando a falar. - Continue assim e casarei com você. Imagine, Drª Walker! Drª Walker temos uma emergência.  

Reviro meus olhos, recebendo um leve tapa de volta, seguido de um beijo caloroso no canto da boca. Clara volta a deitar ao meu lado, passando umas das mãos pelo meu pescoço, acariciando meus cabelos lentamente. Sua respiração mais calma fazia leves coscas em meu pescoço. Fico quietinha até sentir que sua respiração mais lenta. Viro meu rosto, observando ela dormir mansamente. Faço um cafune em seus cabelos, observando seus fios deslizar pelos meus dedos. "Um amor verdadeiro que nem nos livros existe mesmo?" - era o que eu me perguntava, mas acabei chegando a uma conclusão maravilhosa sobre isso. Sim, existe. E eu tenho certeza disso a cada vez que acordo e vejo madeixas ruivas contra meu rosto, em meu travesseiro ou leves beijos contra meus lábios. Estou em um lugar melhor. Tenho certeza disso.  

-Eu quero me casar com você. Pelo simples fato de você me fazer sonhar e suspirar. Pelo simples fato de me levar ao céu estrelado e de me fazer voar e me sentir completa com você. - sussurro, fechando os olhos, sentindo o sono chegar manso, mas intenso. "Estou em um lugar melhor agora." 


Notas Finais


Meus deus! Isso foi depravadamente depravado. @///@
Porém né, acho que elas mereciam. "E nós também!!"KKKKKKKKKKKKKKKK
Espero que tenham gostado!

Até mais! ^^


Obs: Amanhã eu postarei o Cap de A ruiva perfeita!
Bjs!! :3


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