História Uma Sexy Vingança - Capítulo 1


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Palavras 3.303
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Hentai, Luta, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Essa história contém um alto teor de conteúdo adulto. Se você não gosta de promiscuidade, não leia essa fanfic. Por outro lado, se você curte um romance erótico com linguagem imprópria, siga firme e leia essa fic por completo. É uma história bem legal. Acho que você pode até se identificar com algum dos personagens ou até mesmo ter vivido o que acontece nessa história. É bem realística, porém... sabe como eu sou, não é? Gosto de escrever as coisas do jeito que eu gostaria que as coisas acontecessem. Enfim... sem mais delongas. Vamos para a história do azarado do Trevor... ou... eu poderia até dizer "sortudo" Hahah... Leia!

Capítulo 1 - Cadê o Bill?


Fanfic / Fanfiction Uma Sexy Vingança - Capítulo 1 - Cadê o Bill?

Trevor estava andando no corredor da sua escola e não queria saber mais de nada. Seu cachorro, que ele tanto gostava, fugiu de casa e nunca mais foi encontrado. Isso havia deixado o jovem abalado. A garota que ele tanto amava, Kimmy, havia "colocado uns belos chifres em sua cabeça" mandando para ele, do nada e sem motivo, um vídeo dela transando com seu melhor amigo, Jamal, na cama dela. Justamente o mesmo local onde eles, supostamente, haviam perdido a virgindade juntos. Ele, agora, achava que ela não era virgem quando se conheceram.

— Por que "caralhos" ela iria fazer isso comigo? — falou sozinho no ultimo andar do prédio da sua escola olhando para o horizonte.

Como se não bastasse, ele descobriu naquele mesmo dia que estava de recuperação final em física.

— Logo física? A matéria que eu estava indo tão bem... — Que diabos está acontecendo com a minha vida? — Falava Trevor sozinho.

Sua, agora, ex-namorada, nem olhava para a sua cara, ou, quando olhava, era para humilhá-lo e o seu professor pensava que ele era burro.

“Fingia que estava entendendo a matéria, mas na verdade, é um grande impostor. Devia, muito bem, estar colando”. — Seu professor dizia.

— Eu quero ser um engenheiro, mas como vou conseguir isso se estou de recuperação em uma das matérias mais importantes? — Trevor estava percebendo que sua vida estava uma grande porcaria. Olhou para o horizonte mais uma vez e em seguida, para baixo... Viu que a queda dali iria matá-lo instantaneamente se ele caísse de cabeça.

— Até que não seria uma má ideia... — Ele pensou — mas não agora. Talvez amanhã, ou depois... tenho coisas para organizar. — Foi embora para casa sem cumprimentar nenhum de seus colegas, muito menos seu “ex-melhor amigo”, Jamal.

— Pra quê cumprimentá-los? São todos uns malditos filhos da puta... Que se danem!

 

No dia seguinte era feriado e Trevor estava se sentindo péssimo. Para tentar se distrair e relaxar um pouco, aproveitou para fazer um piquenique sozinho no bosque. Pegou uma boa parte de um dinheiro que ele tinha guardado, saiu de casa cedo e comprou algumas frutas, doces, uns dois baguetes com queijo, salsichas, presunto, uma espécie de presunto ou salame ou mortadela que ele sempre via no mercado, mas nunca comprava porque era bem mais caro, alface, creme de frango e atum. Do jeito que ele gostava. Ele, simplesmente, tocou o "Foda-se" para tudo e resolveu fazer isso.

— Não vou precisar dividir com ninguém. Vou comer tudo sozinho. Finalmente, as coisas estão melhorando um pouco. — disse Trevor enquanto estava no bosque sozinho.

Ele não havia comprado apenas isso. Comprou também uma dúzia e meia de cervejas diferentes. Ele queria provar uma de cada tipo. Era uma coisa que sempre quis fazer antes de morrer. Ele juntou todas as coisas que havia comprado, colocou em uma grande mala, colocou um pano no chão, que mais se parecia com a camisa de futebol da seleção da Croácia, e organizou tudo do seu jeito. Era cedo, mas já havia algumas pessoas no bosque. O dia estava muito agradável.

Ele começou a comer. Puxou uma maçã verde, pensou — "Eu sempre quis comer essa maçã... É tão diferente"... — deu uma mordida e pensou novamente — "Mas é tão igual às outras... Que coisa interessante...".

Puxou o baguete, deu uma mordida, abriu uma cerveja meio alaranjada. Normalmente ele tomava cerveja com uma cor mais clara, mas essa era mais escura. Sentiu seu sabor e “chutou o balde”. Se encostou em uma árvore e ficou ali bebendo sua cerveja em um canudo longo. Depois que acabou essa cerveja, pegou uma marrom escura e pensou novamente — Eu sempre quis fazer isso — colocou o canudo na boca e começou a beber. Parava um pouco, dava mais uma mordida no baguete e assim ele continuou.

O tempo passou um pouco e ele já estava se sentindo muito bem. Estava meio “chapado”, mas estava realmente bem. As cervejas haviam levado todos os seus problemas para longe. — “Incrível... Eu estava me sentindo tão mal... O que é que umas cervejas não fazem com um sujeito derrotado como eu...”. — Olhou por um momento para um belo cão que passeava na coleira com a sua dona caminhando.

— Eu acho que isso deve ser um Mastim Napolitano... AaaAah... acho que não. Eu acho que deve ser um Dálmata... Que saudade do meu cão... Eeehh... — Olhou para a dona que o levava — Mais o quê!?

Era a garota mais gostosa e bonita da sua escola. O nome dela era Ashley. Ela estava com um shortinho bem curto, um tênis de caminhada, uma camiseta preta com um decote sinistro e, por debaixo, um top que dava a impressão de fazer os peitos dela ficarem maiores. A garota tinha o cabelo bem preto, que estava preso tipo um rabo de cavalo, e a pele dela era bem branca. Ela o conhecia e olhou para ele.

“Aah... Puta que pariu... Eu sei que ela é gostosa, mas eu queria mesmo era ficar sozinho... Lá vem aquela “vagaba gostosa”. — pensou.

— Trevor? O que você está fazendo aqui?

“Não é da sua conta, vadia! Se for me encher o saco, acho melhor tirar essa calcinha e ficar de quatro que eu vou te comer agora! ”. — pensou isso, mas o que ele realmente disse, foi... — Eu não estava me sentindo muito bem. Minha vida está uma bagunça. Aconteceram várias tragédias na minha vida. Resolvi vir para cá para relaxar um pouco s o z i n h o.

A garota pareceu não ligar para a última palavra que ele havia dito com tanta ênfase e se sentou do lado dele com seu belo cão, um Boiadeiro Bernês, e meteu a mão na sua mala e puxou a outra baguete sem pedir e deu uma mordida. Ele olhou aquilo e ficou “putasso”, mas não falou nada porque não queria ser mal educado com a garota mais gostosa da sua escola.

“Ela já deve estar acostumada a ter tudo o que quer... Essa vadia gostosa... Que merda. Eu tava me sentindo tão bem e aparece essa vaca só pra comer a minha comida.” — pensou.

 Ele estava com um semblante péssimo. Isso deve ter despertado a curiosidade da garota que, então, perguntou.

— O que aconteceu com você, Trevor? Você parece péssimo.

Nesse instante, ele iria responder, desabafar um pouco com a garota, mas viu o cão dela meter o focinho na mala de comida dele e puxar três salsichas de uma vez. O cachorro começou a comê-las ali na frente dele, que não aguentou e disse olhando para sua mala.

— Seu cão tá comendo minha comida.

— Aah... O meu Bill... Hahah... Ele não é lindo? — disse a garota sem dar a mínima para a comida do garoto.

— “Provavelmente ela está me perguntando isso só para saber um pouco mais sobre a minha vida e sair fofocando por aí... Que vaca... Deve ser leiteira. Olha os peitos dela...”. — pensou e disse — Que peitos grandes!

— O QUÊ!? — perguntou a garota.

— Do seu cachorro... — disfarçou — Que pelos grandes!

— Aah... Sim, hahah — disse a garota sem jeito — Ele é um cão de uma raça bem peluda mesmo. Hahah...

— Qual é a raça dele?

— Boiadeiro Bernês...

— Huum... Pensei que fosse um São Bernardo...

— Você está mudando de assunto, Trevor... me conta. O que aconteceu? Você parece péssimo...

— Meu cachorro fugiu...

— Sério? Ou você tá tentando voltar para o assunto de cães?

— É sério.

— Mas foi só isso? Deve ter acontecido mais alguma coisa...

— Você acha que isso não é tragédia suficiente para me deixar mal psicologicamente? — perguntou o garoto com uma cara de nada.

— Bom... Acho que a gente acaba superando rápido o sumiço de um cão, então... acho que deve ter acontecido mais alguma coisa pra te deixar péssimo do jeito que você está agora, Trevor... — respondeu a garota — Me conta, vai... o que está acontecendo com você?

— Eu estou de recuperação em física... FÍSICA! É a matéria que eu sou melhor... Como isso pode acontecer?!

— Trevor... Isso pode acontecer com qualquer um. Não fique triste... Tem coisas que acontecem na vida que você nem imagina. — meteu a mão na mala do garoto e puxou uma cerveja de teor alcoólico de dez por cento e começou a beber como se fosse água.

— Como o quê? — perguntou Trevor.

— Ahhh... Não sei. Você já teve uma namorada que amava muito?

— Sim. — o jovem ia respondendo, “putasso”, usando o mínimo de palavras possíveis.

— Pois é... Uma traição de uma pessoa que a gente gosta muito... Isso é uma coisa horrível.

— Minha namorada me traiu. — respondeu Trevor.

— O QUÊ?! — a garota se assustou.

— É sério! — o garoto viu o Bill, o cão da garota, comer um grande pedaço do seu baguete e, então, disse — Porra!

— Nossa... Tenha calma... — disse a garota — Quem é essa garota que te traiu?

— Kimmy. — respondeu o garoto sentado imóvel.

— SÉRIOOO??? EU NÃO ACREDITO!

Trevor viu o cão terminando de engolir sua baguete, e disse:

— Caralho!

— Hei... Calma! Eu não vou sair contando pra ninguém. — disse a garota — Sabia que ela é minha melhor amiga e morre de ciúmes de mim? Sabia disso?

— Não. — respondeu o garoto querendo enforcar aquele cachorro.

— Mas me conta... Como você descobriu que ela te traiu? Alguém te contou?

— Não... Ela me mandou um vídeo dela transando com um cara aí...

— UAU, Trevor. Você se ferrou, hein... — comentou a garota deixando Trevor mais abalado ainda.

— Obrigado pela ajuda. — respondeu o garoto sarcasticamente.

— Deixa eu ver o vídeo? — perguntou a garota gostosa impertinentemente. — Por favor, Trevor... — pediu fazendo uma carinha angelical.

— Não. — Trevor respondeu curto e grosso.

— Aah, Trevor... Por favooor... — insistiu a garota.

— Não. — respondeu novamente o garoto mais frio que uma barra de gelo.

— Aah, Trevor, vai... me mostra. Olha... Se você me mostrar, eu deixo você pegar neles. — Fez uma pose diabolicamente sexy, olhou para os peitos enormes e os comprimiu com as mãos de um jeito que eles quase pularam na cara de Trevor.

“Puta que pariu! Homem é foda... Têm um ponto fraco que todas as mulheres conhecem. Se a garota for gata, Só com a sedução pode fazer qualquer um de trouxa. Ainda mais eu, na situação que me encontro. Caralho... Que se foda. Vou mostrar o vídeo pra ela. O que eu posso fazer... Ela é MUITO gostosa...” — pensou Trevor.

— Tá bom... Eu te mostro, mas você vai ter que fazer muito mais do que “me deixar pegar nos seus peitos.”. — disse ele com a mesma expressão sem vida na cara.

— UUuui... Safadinho... até parece que você me conhece... eu não resisto à curiosidade. Tá bom. Eu aceito.

— Ok. Vamos para outro lugar.

Trevor juntou suas coisas na mala, recolheu o lixo e foi para sua casa.

 

 Trevor entrou em sua casa com aquela mesma cara de nada, aquela expressão sem vida.

— Mãe. Trouxe uma amiga pra me ajudar em física. Ok?

— Tá bom, filho. — respondeu a mãe do garoto assistindo à sua novela.

O garoto passou pelo corredor, cumprimentou o pai — Pai. Essa é a Ashley. Ela vai me ajudar com as matérias da prova. — o pai de Trevor cumprimentou a garota e seguiu o seu caminho.

— Vem cá, Ashley. — Levou a garota e o cão para o quintal e pegou uma máquina diferente e ligou-a na tomada.

— Vamos deixar o Bill aqui. Ele vai se divertir com esse brinquedo. Foi o ultimo presente do meu cão antes de sumir.

— Qual era o nome do seu cão? — perguntou Ashley.

— Mercúrio.

— Qual era a raça dele?

— Pointer.

— Como ele era?

— Era marrom e branco, tinha umas manchas, orelhas grandes, ele era forte... eu sempre o levava para correr com outros cães no bosque. Eu amava o meu cão.

— Eu sinto muito, Trevor. Vai encontra-lo de novo. — consolou o jovem.

— Obrigado. Eu ainda tenho esperanças. — O garoto pegou uma bola e colocou na máquina. A bola foi girando por dentro de um tubo em espiral e foi lançada para longe. Bill, o cão da Ashley, quase que instintivamente, foi correndo atrás da bola e conseguiu pegá-la no ar.

O cão veio com a bola até Trevor e Ashley e entregou a bola. Depois de mais alguns lançamentos, o cão já sabia brincar sozinho. Ele mesmo colocava a bola na máquina e a bola era lançada para a sua alegria canina.

— Ok... deixa ele brincando aí... Tem água e comida para ele ali. Vamos. Venha comigo, Ashley.

Trevor a levou para seu quarto. Entraram e ele trancou a porta. Estava tudo limpo e bem organizado. Ashley se sentou na cama e Trevor foi até seu armário, abriu uma gaveta, puxou um pacote e jogou para Ashley. Ela apanhou o pacote e...

— O que é isso? — perguntou a garota.

— Abre. — respondeu o garoto.

Enquanto a garota ia abrindo o pacote, Trevor foi explicando — Eu comprei isso porque queria que minha namorada usasse comigo na nossa próxima vez. Eu imaginei que ficaria muito... sei lá... Sexy... — a garota terminou de abrir e viu que dentro do pacote tinha uma espécie de lingerie beeem pequena, rosa e brilhante. Um micro biquíni e era muito sexy. Quando a garota tirou do pacote e enxergou melhor, ficou corada e perguntou:

— Você quer que eu vista essa lingerie?

— Sim. Pode colocar aqui mesmo. Eu não ligo... — “É claro que eu não ligo...”

A garota olhou diretamente para a expressão sem vida de Trevor e disse — Huuuummm... tudo bem... eu sempre te achei bonitinho mesmo...

Trevor levantou uma sobrancelha e sentiu seu coração palpitar, mas mesmo com aquela cara de humano sem vida, pensou...

“Não é possível que eu vou ter um ataque cardíaco agora... logo agora? Puta que pariu! Como ela é gostosa!”.

Fecha os olhos, gatinho... — a garota mandou e o garoto obedeceu, então, ela se levantou e ficou em frente à cama enquanto Trevor estava sentado. Ela tirou os tênis, aquele short curto, a calcinha e vestiu a parte de baixo da lingerie. Se encaixou perfeitamente. Tirou a camiseta, aquele top que espremia os seus peitos e então vestiu a parte de cima. Ficou perfeito. Os peitos da garota continuaram parecer que iam saltar para fora daquele micro biquíni.

— Prontinho... Já pode me ver. — Trevor abriu os olhos e, finalmente, mudou aquela cara sem expressão para uma cara de alguém que viu a atriz pornô mais gostosa do mundo sem roupa e de quatro para ele.

— UAU... Você... — Trevor pensou rápido e voltou com aquela cara sem vida. — Você é mesmo muito gostosa... olha... passa isso também. — Jogou para a garota um recipiente com óleo corporal.

— Nossa... você é bem safadinho mesmo... — a garota disse isso com uma cara de safada, pegou o óleo e começou a passar no seu corpo. Trevor aproveitou e colocou um R&B para tocar na sua caixa de som e a garota aproveitou e começou a dançar de maneira bem erótica enquanto passava óleo.

Trevor já estava muito excitado ao ver a garota mais gostosa da sua escola, no seu quarto, usando um micro biquíni rosa brilhante, dançando de modo bem sexy e ainda passando óleo no corpo. — Será que tudo isso tá acontecendo só por causa de um maldito vídeo? Será que ela tá fazendo isso só porque tá curiosa? Eu não acredito. Isso está bom demais para ser verdade... — o garoto pensou.

Trevor nem precisou pedir. Ashley chegou perto dele e começou a tirar a sua roupa deixando o garoto só de cueca. É claro que o garoto deixou. A garota começou a rebolar no colo dele e, quando percebeu que ele estava completamente excitado, empurrou-o para a cama, tirou sua cueca e começou a chupar seu membro. Trevor quase foi à loucura, mas quando ele menos esperava, Ashley girou, abriu as pernas e deixou ele chupar entre elas. Ele, sem pensar, arrancou a parte de baixo daquele micro biquíni e viu que era bem pequena e tinha uma cor rósea. Não quis ficar só olhando e começou a chupá-la também. Depois de algum tempo, Ashley se levantou e viu o garoto que já não estava com aquela expressão sem vida, então, ela foi engatinhando para a sua direção, tirou a parte de cima do micro biquíni, encostou aqueles peitões no peito de Trevor e começou a beijá-lo. Sem avisar, ela encaixou o membro do garoto no dela e então, começaram a transar. Ashley não cavalgava, ela rebolava no membro de Trevor. Ela fazia isso muito bem e gemia no ouvido do garoto que parecia ser a canção mais perfeita que Trevor já havia escutado. Passou um tempo e então a garota começou a aumentar a velocidade do seu rebolado. Ashley não se cansava. Parecia uma máquina. Foi aumentando gradativamente e então começou a gemer com mais intensidade e o garoto não aguentou por muito tempo e, então, ejaculou dentro da garota. Os dois ficaram completamente satisfeitos.

— Sabe, Trevor... eu não estou mais curiosa para ver o vídeo, — disse Ashley — eu estou amando passar esse tempo com você. — disse Ashley toda molhada.

— Tem certeza? Não ligo se você assistir a esse lixo que a Kimmy me mandou. Pode ver. Não tem problema nenhum.

— Não vai ficar chateado? — perguntou a garota.

— Não, Ashley. — respondeu Trevor.

Ela, então, pegou o celular do garoto, abriu o vídeo e começou a ver. Reconheceu a sua amiga e pensou — “Nossa... por que ela fez isso com o Trevor?” — continuou vendo e reconheceu o cara que estava transando com ela e ficou um pouco chateada.

— Você não foi o único traído nessa história, Trevor... — disse isso meio triste.

— Como assim? — perguntou o garoto.

— Tá vendo esse negão maldito aí em cima dela?

— Sim. É o filho da puta do Jamal. Ele era o meu melhor amigo. Agora, ele não passa de um desgraçado.

— Pois é... Ele é o meu namorado.

Trevor se assustou por um breve momento e perguntou:

— Então você o traiu ficando comigo?

— Bom... teoricamente sim, mas eu fiquei sabendo por aí que ele estava me traindo com outras garotas. Quando fiquei sabendo, não quis acreditar porque eu gostava muito dele, mas quando eu o vi em uma festa beijando outra garota, não quis saber mais dele. Fiquei muito triste, me sentindo péssima por um bom tempo até que um dia, ao acordar, olhei para o céu e vi um lindo nascer do sol da minha janela. Isso, de alguma maneira, me levantou e me ajudou a continuar a minha vida. E foi assim que eu passei a caminhar todo final de semana de manhã com o Bill, o meu cão. Quanto ao Jamal, ainda não terminamos, mas para mim, já não temos mais nada.

— Poxa... eu sinto muito, mas que bom que você está melhor. Você faz eu me sentir muito melhor.

— Obrigada, Trevor. Eu digo o mesmo.

— Mas como você se sente sabendo que a vadia da sua melhor amiga te traiu com aquele filho da puta do seu namorado?

— A resposta é a mesma se eu te fizer essa pergunta, Trevor. — respondeu a garota.

— Entendo...

— Vem cá... — disse a garota — me beija. Agora!

Os dois continuaram transando por um bom tempo. Foi uma verdadeira loucura. Trevor havia abandonado completamente a ideia de se jogar de cabeça do ultimo andar do prédio da sua escola. Já não se sentia triste. Nem ele e nem Ashley. Os dois haviam sofrido uma traição terrível, mas nada que algo como um piquenique no bosque ou um passeio com o cão não tenham resolvido o problema deles.

Depois de muito tempo de prazer, os dois tomaram um bom banho juntos. Um banho cheio de beijos e toques. Foi uma coisa tão intensa que não foi necessário perguntar para saber o que estava acontecendo com eles. Os dois já sabiam que havia algo forte entre os dois. Saíram do quarto e foram para o quintal onde Bill estava brincando.

Chegando lá, viram a máquina ligada, porém, parada, não encontraram nenhuma bola no quintal e o cão não estava lá. Havia sumido.

— Cadê o Bill? — perguntou Ashley.


Notas Finais


Obrigado por ler até o final. Espero que tenha curtido a leitura. O próximo capítulo vai sair logo e será incrível. Continue acompanhando o meu perfil e comente! Se quiser, dê sugestões... Hahah... Não se esqueça de me seguir =) Não vai se arrepender...


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