História Uma última noite para tocar a galáxia - Capítulo 1


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jungkook (Jungkook), Park Jimin (Jimin)
Tags Bangtan Boys (BTS), Jikook, Jimin, Jk!top, Jm!bottom, Jungkook, Kookmin
Visualizações 75
Palavras 4.148
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Lemon, LGBT, Romance e Novela, Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 1 - One-shot


P.O.V Jeon Jungkook

Park Jimin... O que falar dele? Bom, com certeza ela é a pessoa mais linda de todo o mundo, não, de todo o universo, e isso nem de longe é uma hipérbole, ele é perfeito.

No momento, ele está no meio da pista de dança dessa grande boate, e por mais que isso aqui esteja lotado, ainda sim, ele consegue chamar atenção de todos, é como se o jeito que ele se mexe, a energia que ele emana, fizesse com que todos ficassem hipnotizados.

Eu sinto falta... Sinto falta dessa energia perto de mim, sinto falta de acordar todos os dias com a luz do sol no meu rosto, porque Jimin gosta de sentir a luz solar tocando sobre sua tez toda manhã e, então, abria todas as cortinas do quarto, sinto falta de me irritar com isso, mas, assim, no segundo que olhava para ele, e via como ele brilhava até mais do que a luz da estrela lá fora, a minha irritação desvanecia tão rápido quanto aparecia.

Sinto falta de tudo, de cada pequeno momento. E foi isso que me fez ficar observando ele e a sua áurea desde do momento em que coloquei os pés aqui e, então, meus os olhos encontraram ele dançando graciosamente no meio de toda essa gente.

A música acabara de trocar para uma mais lenta, o jeito como ele se move deveria ser proibido, é quase obsceno como ele mexe o seu corpo, seu quadril indo de um lado para o outro de acordo com a batida.

E, então, quando nossas orbes se encontraram pela primeira vez naquela noite, paralisei, foi como se eu tivesse recebido um choque e meus pelos logo se arrepiaram todos. Nossos olhares ficaram conectados e acho que nenhum de nós conseguia desviar, até que a música acabou e uma com batidas altas e rápidas começou a tocar, fazendo com que mais pessoas fossem até a pista e começassem a dançar e pular, fazendo com que nos perdêssemos de vista.

Aproveitei, esse instante de volta de consciência, para virar para o barman e pedir uma vodka, essa que virei de uma vez só.

Meus olhos, inconscientemente e incontrolavelmente voltaram-se para a pista de novo, afim de encontrar o garoto de cabelos loiros, coisa que não consegui fazer, o tinha perdido... De novo.

Dei um alto suspiro e olhei em direção ao corredor que dava aos banheiros. E era para lá que ele estava indo.

Eu deveria ir até ele? Não! Claro que não.

Faz 6 meses que terminamos - os piores meses da minha vida -, mas não, de maneira nenhuma eu deveria ir atrás dele. Ele não merecia que eu fosse atrás dele, afinal foi ele quem quis terminar, o que quer dizer que ir atrás só iria machucar nós dois, já que ele deixou claro que não irá voltar, não importa o que eu fizer. Antes que perguntem “se você ama ele, por que o deixou ir?”, e, bom, por eu amá-lo entendi que tinha que deixá-lo partir.

Sabe, quando você ama alguém, você entende que às vezes o melhor é deixá-la partir.

Uma vez, uma monge disse: “o amor genuíno diz: eu te amo, por isso quero que seja feliz. Se isso me incluir, ótimo. Se não me incluir, eu só quero sua felicidade”, e é exatamente isso que quero para Park Jimin, quero que ele seja a pessoa mais feliz do mundo, e se ele não conseguir ser assim ao meu lado, está tudo bem, porque afinal, não importa com quem, ele merece ser feliz.

Ele é a pessoa mais incrível que já tive o prazer de conhecer, ele é como uma estrela em meio a escuridão.

Ele é a minha pequena e linda estrela em meio ao caos, sempre será, mesmo que agora já não esteja mais comigo, ainda sim, sua luz e seu brilho permanecem gravados em minha mente e meu coração.

Park conseguiu fazer com que cada partezinha minha torna-se sua e apenas sua, eu iria amá-lo para o resto de minha vida.

Levantei-me do pequeno banco que estava sentado todo esse tempo e segui em direção a porta de saída, estava ficando ansioso, precisava de um cigarro para me acalmar.

Assim que cheguei ao lado de fora, peguei o maço, retirando de lá o isqueiro e um cigarro, acendi esse com as mãos tremendo devido ao vento frio que estava fazendo aquela noite.

Encostei minhas costas na parede gelada da boate, apoiando um dos meus pés sobre essa, fechei os olhos, levei o cigarro até meus lábios e finalmente traguei, segurando a fumaça em pulmões por alguns poucos segundos e logo o soltando.

Me assustei com a voz que veio em seguida disso.

— Parece que ainda não parou com esse vício - era ele, eu não poderia estar ficando louco, era nitidamente a voz dele, o lindo e aveludado som de sua voz. Estava com medo, com medo de abrir os olhos e não encontrá-lo ali, e isso ser apenas minha mente me pregando peças, assim como essa vadia fez várias vezes durante todo o tempo que estive longe dele.

Para não me decepcionar, resolvi apenas ignorar e tragar mais uma vez, repetindo o mesmo processo que tinha feito anteriormente — Sabe que isso um dia irá matá-lo, né?

— É você mesmo?

— Sim, quer dizer, acho que sim – disse com sua reconhecível voz, só pelo o tom de sua voz sabia que ele tinha um sorriso em seus lábios.

— Por que veio até aqui?

— Meus amigos me chamaram e você sabe que eu não recuso uma boa festa.

— Não, não digo da festa. Por que veio até aqui atrás de mim?

— Nem eu sei responder essa pergunta, Kook – esse foi o estopim para que meus olhos se enchessem de lágrimas, a quanto tempo eu não ouvia esse apelido saindo da boca dele.

— Acho que você deveria voltar lá para dentro, seus amigos devem estar te procurando.

— Você os conhece, sabe que não estão. Provavelmente, estão ocupados dando em cima de alguém ou bêbedos demais para notar o meu pequeno sumiço.

— Por que está fazendo isso comigo?

— Isso o que, Jeon?

— Foi você quem quis terminar, então por que vir até aqui? Por que está aqui conversando comigo como se estivesse tudo bem? Por caso não saiba, não, não está tudo bem. Eu entendo os seus motivos para ir e aceito eles, mas ainda sim, ainda é difícil para mim, desculpa... – e foi aí que caiu a primeira lágrima.

— Por favor, não chora. Não chora, kookie - e então me abraçou, nesse momento desabei. Eu me segurei todos aqueles meses para não chorar, mas ali, na frente dele, ouvindo ele me chamando pelo apelido que me chamou por 5 anos, eu simplesmente não aguentei. Eu não suportei, porque sou fraco demais, eu sei disso.

Chorei, chorei muito e por tudo. Chorei por ele ter terminado comigo, chorei por todos aqueles meses que passei longe dele, chorei por não ter conseguido dar para ele tudo o que ele necessita, chorei por não ter conseguido cumprir a minha promessa de fazer ele a pessoa mais feliz do mundo, chorei por simplesmente não ter chorado antes e chorei também por estar chorado agora.

— Olha para mim, Kookie.

E não resisti, olhei no fundo de seus olhos, como senti saudades disso, Park Jimin têm os olhos mais lindos que existem, ele carrega amor, fogo, paixão em seu olhar, queria que o mundo inteiro tivesse a oportunidade de olhar em seus olhos pelo menos uma vez, porque assim todos veriam a perfeição que ele era.

E ele me beijou e eu, como um tolo ainda caído de amores por ele, retribui o beijo.

Assim que o ar nos faltou, falei:

— Senti sua falta.

— Eu também senti a sua.

E nós beijamos de novo e ficamos assim por longos minutos.

A cada beijo fica mais intenso, nosso beijo tinha saudades, mas também tinha dor.

— Eu preciso te sentir mais uma última vez, Minnie. Eu preciso de uma última memória boa, por favor – falei com a voz fraca e falhada por ainda estar recuperando o fôlego e por causa do choro que ainda me fazia presente, ainda que este estivesse parando gradativamente.

— Eu entendo, eu também preciso disso. Mas, talvez não devêssemos, e se isso só te machucar mais? Eu não quero isso, Kook. Eu te machuquei muito, não suportaria fazê-lo mais mal ainda.

— Eu quero isso, por favor. Eu só preciso te sentir mais uma vez, mais uma noite.

— Você ainda está morando no nosso antigo apartamento?

— Sim, depois que você foi eu não consegui deixá-lo, foi ali que passamos os melhores momentos juntos. Não sei se ainda estou pronto para deixar tudo aquilo para trás.

— Eu entendo, posso te contar uma coisa? – ele nem esperou a minha resposta e prosseguiu com sua fala - tem dias que ainda uso nossa aliança, parece que quando não uso fica faltando algo em mim.

Fiquei sem reação com sua declaração, a nossa aliança significou muito para nós dois. Nossas alianças consistiam em uma gravada com uma lua, a minha, e outra, com a gravura de um Sol, a dele, porque Park Jimin era e ainda é meu Sol, a minha pequena e linda estrela dançante, e a minha é a Lua porque eu só consigo emitir luz e as pessoas só me enxergam quando Jimin, minha estrela, está comigo, sem ele é como seu eu estivesse “apagado”.

— Eu também uso a minha - assim, tirei de dentro da minha camisa um colar e nele tinha a minha aliança pendurada.

Naquele instante, percebi que o mais velho ficou como eu momentos antes, sem qualquer reação. Pude observar o seus olhos ganhando brilho aos poucos, esse que foi causado por causa de pequenas gotículas de lágrimas.

— Podemos ir ao seu apartamento? - falou tentando disfarçar a emoção que eu tinha lhe causado. Admito que ouvir ele falar “seu” ao invés de “nosso” mexeu comigo, mas tinha que reconhecer que não era mais nosso, até porque não existia mais “nós”

— Claro, agora?

— Sim, agora, por que não!?

— Certo, vamos.

— Veio de moto? – perguntou quando já caminhávamos, com ele me seguindo.

— Vim sim – o respondi, dando uma último tragada no cigarro, este que já estava quase no seu fim, em seguida joguei ao chão, pisando em cima para apagar.

— Ótimo - falou com um sorriso gigante no rosto, como senti saudades disso - estava com saudades de andar na Harley - proclamou tudo genuinamente e demasiadamente animado, nem parecia que minutos atrás estava quase chorando.

— Ela também estava com saudades de você - falei dando risada.

E pude escutar a sua gargalhada e não pude deixar de rir também, porque a alegria e risada de Jimin era simplesmente contagiante.

Seguimos em silêncio por mais alguns metros até chegarmos ao nosso primeiro destino, a minha moto, a - não mais - nossa Harley.

Subi primeiro, retirando o capacete que estava pendurado no guidão e entregando para o mais baixo, e, então, em seguida observei ele colocando e arrumando seu cabelo para que este não ficasse em seus olhos.

Ele sem demora, subiu atrás de mim, assim como já tinha feito tantas outras vezes. Suspirei com as lembranças que vieram em minha mente, mas somente fechei as pálpebras, sentido ele segurar em minha cintura para ter apoio, suspirei fortemente, abri os olhos novamente e então liguei a moto, dando partida com o meu pé direito e então segui em direção ao apartamento.

Levou alguns minutos até lá, talvez eu tenha feito um caminho mais longo para que, assim, eu pudesse fingir por mais tempo que tudo aquilo não tinha acabado ainda.

Jimin amava andar de moto. Ele disse uma vez que aquilo lhe fazia sentir vivo, era quando ele podia esquecer todos os seus problemas, só sentir o vento gelado bater em seu rosto e, então, fingir que sabia voar, e, desta forma, ele poderia se enganar por alguns momentos que estava voando para longe de todas as coisas que não lhe deixavam dormir a noite.

¥

Logo que chegamos, descemos de maneira rápida da moto. Andamos até o elevador e Jimin foi quem apertou o botão para chamá-lo, porém este estava no último andar e nenhum de nós estávamos com paciência para esperar, estávamos ansiosos demais para isso. Por isso, em uma acordo mudo, começamos andar ao mesmo tempo em direção as escadas, subindo estas quase correndo.

Quando paramos em frente a porta 314, prontamente me coloquei a procurar as chaves nos meus bolsos.

Após eu conseguir destrancar a fechadura, empurrei a porta. Assim que coloquei os pés para dentro de casa só tive tempo de colocar as chaves para o lado de dentro da porta, porque logo pude sentir as minhas costas baterem com força na parede atrás de mim e, então, em seguida, vi um Jimin fechando a porta com um dos pés, se abaixando para deixar o capacete ao lado da porta, e, logo, vindo até mim afoito, como se não quisesse perder muito mais tempo.

Por conseguinte, começamos um beijo, este que era rápido e afoitado. Jimin, tirou minha jaqueta e eu já estava a erguer sua camisa, assim, que consegui retirar esta, segurei em sua cintura com possessão, deixando as marcas de meus dedos sobre ela, sentido sua pele quentinha em contraste com a minha que estava gelada, devido a ter dirigido a moto sem qualquer luva.

O de cabelos loiros, passou a mão por meu pescoço, levando uma das palmas para o meu cabelo, puxando com uma forças moderada os meus fios, e com a outra seguiu até minha nuca, arranhando-a.

Levei a minha mão direita até sua coxa, erguendo-a até a minha cintura, assim, ele passou sua perna em minha cintura, repeti o movimento com sua coxa esquerda e logo ele estava em meu colo.

Caminhei sem pressa até o sofá, me sentando nele. Park se ajeitou em meu colo, e logo começou a rebolar em cima de minha pélvis, já me deixando duro com poucos movimentos.

Deixei um tapa forte sobre o tecido grosso de seus jeans, em um pedi silêncio para que ele fosse mais rápido, e assim ele fez.

Desci os meus beijos até seu pescoço, deixando pequenos chupões, parando de vez enquanto para que eu pudesse observar as pequenas manchas vermelhas começando a pintar sua tez tão branca.

Levei os meus dedos até o zíper de suas calças, me atrapalhando um pouco para abrir já que minhas mãos estavam tremendo de nervoso.

Jimin levou uma de suas mãos até meu queixou, erguendo-o. Então, olhei dentro dos seus olhos e assim pude me acalmar, como sempre, olhar nas orbes dele me trazia paz e conforto.

Assim que consegui abrir, ele se levantou e se pôs de joelhos, e, imediatamente, desci suas calças, deixando o trabalho de retirá-las por completo para ele.

Rapidamente ele voltou a sentar em minhas pernas, repetindo o que fiz tempo atrás e abrindo meu zíper, sem tirar as minhas calças, ele retirou o meu pau de dentro da cueca começando uma punheta lenta, passando suas pequenas unhas pela fenda e espalhando o pré gozo por ali.

Não consegui segurar um pequeno gemido e como o belo safado e narcisista que Park Jimin é, ele não fez questão de esconder o seu sorriso e olhar convencido.

— O que acha de irmos para o quarto, Kookie? – perguntou com o olhar inocente, sendo que quem o conhece sabe que de inocente não tem nada.

Em concordância dei dois tapinhas em sua perna esquerda, em um pedido para que ele se levanta-se. Quando me coloquei de pé, já retirei o tecido grosso de jeans que ainda cobria minhas pernas.

Nós dois fizemos a mesma coisa, retiramos os sapatos e as meias se apoiando um no outro, rindo de nós mesmos por estarmos quase se desequilibrando a todo momento

Imediatamente, após isso, partimos em direção ao quarto de maneira apressada.

Quando chegamos ao nosso destino, começamos a nós beijar novamente. Andamos sem rumo, por estarmos de olhos fechados, até a cama, por conhecermos com a palma de nossa mão cada centímetro desse apartamento, logo chegamos, sem esbarrar em nada, até o colchão.

Deitei com cuidado por cima de Jimin, colocando minhas palmas sobre o colchão, uma de cada lado de sua cabeça, para que pudesse ter um apoio e segurar todo o meu peso.

O mais velho em um movimento rápido e inesperado, me fez ficar por baixo dele, logo sentado sobre minhas coxas, quase em cima do meu falo duro. Começou a se mexer ali novamente, nós olhávamos olho no olho.

Ficamos assim por alguns segundos, até o qual estava por cima quebrar o contato, abaixando sua cabeça e me beijo pela última vez antes de seguir com selos lentos até a minha virilha.

Não muito tempo depois, ele começou um boquete, e digo, com certeza, que aquele fora o melhor que ele já tinha me dado, talvez tivesse sido o tempo que estou sem qualquer contato sexual com alguém - porque não, durante todo aquele tempo que estivemos separados eu não me relacionei com ninguém - ou talvez tenha sido a saudades que eu estava da boca dele, ou talvez tenha sido mesmo o melhor boquete que Park Jimin já tinha me feito, mas chego acreditar que é o resultado de todos esses fatores.

Levei as mãos até o seu rosto, colocando as minhas palmas uma em cada bochecha, logo fudendo sua boquinha que já estava inchada, indo com o meu pau até sua garganta. Vi as lágrimas se formando em seus olhos, vi seu rosto ficando vermelho por causa da falta de ar e senti suas mãos apertando minhas coxas com forças, estas que ele estava usando com apoio.

Logo parei, porque sabia que se continuasse não iria durar muito mais tempo. Assim que soltei sua cabeça, ele tossiu e respirou fortemente em busca de ar, em seguida me deu o sorriso mais cafajeste possível.

— Amo quando fode a minha boca sem piedade nenhuma.

— Só a boca.

— Não, não é só não boca que amo que faça isso, e você bem sabe disso.

— Sei?

— Sabe sim.

— É, então me mostra como você ama ser fodido por mim e como você geme igual uma vadia quando de faço forte.

E então ele deitou de barriga para cima sobre o travesseiros, me chamando em seguido com o dedo indicador.

Fui até ele, assim que cheguei no meio de suas pernas, coloquei-as uma em cada ombro meu, deixando-o aberto para me receber.

Levei três dos meus dedos até sua boca, mandando-o os chupar. E assim ele fez, com aquela boca que já estava inchada por eu o ter fodido, com aquele olhar sínico e safado que só ele possui.

Quando julguei que estava bom, retirei os meus dedos de sua boca, fazendo um barulho completamente obsceno.

Levei eles até a seu entrada, enfiando primeiro um, alguns minutos depois já estava com os três dentro dele e Jimin já se encontrava acabado, gemendo alto toda vez que encontrava sua próstata.

Retirei os dedos de dentro e abaixei suas pernas no colchão e já estava saindo em procura da camisinha, quando fui interrompido por a voz dele.

— Aonde vai?

— Ah, você sabe. Pegar a camisinha.

— E precisa? Eu não fiquei com ninguém desde que... Terminamos - falou envergonhado e fugindo seu olhos dos meus. A última palavra saiu com peso, como se ela fosse proibida naquele momento.

— Eu também não fiquei com mais ninguém desde daquele dia.

— Então, está tudo bem, Kookie. Eu confio em você quando diz que não ficou com mais ninguém e sei que você confia em mim.

— Tem certeza, Minnie?

E ele fez só um pequeno movimento com a cabeça concordando.

E então voltei para o meu de suas pernas, recolocando-as em meus ombros. Peguei o meu pau já completamente duro e enfiei aos poucos e com cuidado nele.

Assim que o coloquei por completo parei, ficando parado por certo tempo. Olhei em seus olhos, em um movimento curto com a cabeça e um leve “uhum” tive a confirmação que poderia me mexer.

E então comecei, indo devagar primeiramente e aumentando a minha velocidade gradativamente.

Olhei em seus olhos e pude encontrar o meu universo inteiro ali. Jimin foi, é, e para sempre será o meu universo.

Meus olhos se encheram de lágrima e algumas fugiram de meu controle, caindo sobre o corpo do garoto abaixo de mim.

— Queria acordar e encontrá-lo aqui dormi comigo - falei quase num sussurro, como se aquilo fosse mais para mim do que para ele.

— Desculpa por não poder tornar isso possível, Kookie.

— Eu entendo, Minnie – disse com a voz embargada.

Tirei aqueles pensamentos e só me concentrei em fazer amor com o meu amor pela última vez.

Aproveitei para tocar em cada pedacinho de seu corpo, decorando cada partezinha dele, porque era ali que estava tocando a minha galáxia pela última vez.

Jimin é mais que a minha estrela, é a minha galáxia inteira. É só com ele que vou além dos céus, junto dele chego até a imensidão do universo.

— Eu te amarei para todo o sempre, até além dessa vida, Park Jimin.

— Eu te amarei até o Infinito, Jeon Jungkook. Espero que um dia possa me perdoar por eu não poder ficar.

— Não tem o que perdoar, meu amor. Nunca te culpei, eu entendo. Está tudo bem, ou melhor, tudo ficará bem.

Então, voltei a foder com ele até nos desfazermos juntos.

Deitei ao lado dele, ele me beijou antes de entrar no banho, este que demorou menos de 10 minutos.

Saiu, veio até mim e nós beijamos pela qual seria a última vez.

Vestiu sua cueca que estava jogada no chão, foi até sala e vestiu o resto de suas roupas e então foi em direção a porta.

— Espero que fique bem, Kookie.

— Vou ficar, Minnie. Até algum dia - disse a última sentença sabendo que aquilo não aconteceria.

— Até, Kook - e assim ele partiu.

Voltei até o quarto, tomei um banho demora e sem pressa na banheira. Logo que sai vesti as minhas roupas, as quais Jimin dizia ser a preferida dele.

Fui em direção a sala e então peguei o maço de cigarro, retirando somente um de lá e logo o acendendo, jogando o isqueiro e a pequena caixa em qualquer lugar.

Dei uma tragada rápida, fui até a cozinha abri o whisky que eu já tinha guardado lá fazia algumas semanas, virei ele diretamente na minha boca, dando rápidas goladas, deixando em cima da pia pela metade.

Segui em direção a porta, abrindo-a e logo após fechando-a. E então parti para as escadas, subindo-as até chegar ao terraço.

Fui até o parapeitos e olhei para baixo, não tinha ninguém nas ruas, mas também pudera, olha a hora que é, são aproximadamente 4 da madrugada.

— Park Jimin, obrigado por cada momento que passou comigo, cada momento foi como uma estrela, e, assim, aos poucos, você formou uma das constelações mais bonita da minha vida - falei mesmo estando sozinho lá, de alguma forma eu sabia que estas palavra chegariam até ele.

E então, subia no parapeito, ficando de pé. Dei algumas tragadas no cigarro sentindo a fumaça passando na minha garganta e chegando até os pulmões.

— Parece que Minnie estava errado, não é o cigarro que vai me matar.

Eu não faria isso por Jimin ter me deixado, eu faria isso por não aguentar mais. Talvez tenha  sido por isso que ele tenha me deixado, eu me tornara uma pessoa insuportável de se conviver. Eu já não consegui ficar feliz por longos momentos, havia dias que eu não sentia nada e outros que eu senti o peso do mundo todo nas minhas costas.

No último ano, a minha energia estava horrível, qualquer pessoa que ficasse muito tempo de mim acabava mal, talvez ele tenha me deixado por isso também.

E no fim, eu não o culpo, eu o entendo. Ele nunca conseguiria ser feliz enquanto estivesse comigo, eu fico feliz que ele tenha percebido isso, fico mais feliz ainda por ele ter me deixado e ter escapado da confusão que eu sou.

— Park Jimin, eu o amarei nessa e para além dessa vida - ditei ou melhor gritei para o universo.

Dei uma última tragada e o joguei lá de cima. Assim como Park Jimin quando andava de moto, eu queria voar, voar para longe de todos os meus problemas e pensamentos que me tiravam o sono de noite.

Porém, diferente dele eu não iria apenas fingir, eu iria sentir o vento e saberia como é voar...


Notas Finais


É isso, obrigado por quem leu até aqui.
Espero que tenho gostado ❤️

Caso tenha ficado decepcionado com o final, o próximo capítulo é meio que uma continuação/final alternativo. Caso tenha gostado desse final e não queira outr, não precisa ler, já se leu e quer um final mais feliz, recomendo que leia.

Ah, se puder deixe um comentário e fav a fic, isso me motiva muito 💕


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