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História Uma vez em Vitalia (Livro1: A procura do sol) - Capítulo 1


Escrita por: TOME_CUrtindo48

Capítulo 1 - Recomeçar


Eu me lembro de dias sombrios, empesteados com a sombra da morte, chão lavado com o sangue de inocentes e zilhões de cavaleiros sagrados. Quando eu presenciei a cena tudo que pude pensar foi: que desperdício; veja bem meu caro leitor eu sei que parece cruel da minha parte pensar algo assim enquanto encaro uma cena de completo terror, são literalmente corpos jogados no chão como lixo, espalhados pelo centro do reino e principalmente em volta do castelo, mas você precisa entender que os cavaleiros são responsáveis pela proteção do reino e de sua majestade, o rei eles são treinados para ter enorme força física e são os únicos humanos com exceção é claro dos magos que tem conhecimento sobre magia. Vitalia é conhecida como o berço dos cavaleiros sagrados, os mais poderosos vieram de lá então é óbvio que é um enorme desperdício ver tantos jovens promissores mortos assim como se não fosse nada, um bom cavaleiro é visto como um poderoso armamento militar aos olhos de um reino e justamente por este motivo Vitalia se tornou o reino mais rico e influente do mundo, pelo seu armamento militar e seu maior triunfo os nove cavaleiros do sol, tudo que um cavaleiro comum não conseguiria fazer eles conseguiam. Eram nove criaturas com força sobre-humana e poder infinito, os reinos aliados pagavam para que os cavaleiros do sol lutassem suas guerras eles eram uma verdadeira mina de ouro, até que um dia se tornaram traidores e protagonizaram o massacre do sol em Vitalia, quase destruíram o reino e se tudo isso já não fosse o bastante torturaram o chefe da guarda Gedaite e exibiram o seu corpo todo perfurado por lanças no centro do castelo como um Troféu, o motivo da traição é desconhecido e os traidores continua foragidos há mais de oito anos, até que um dia...


— hum oquê?! Uma moça... O que ela faz jogada aqui? É melhor eu levá-la para o bar alguém pode fazer alguma coisa com ela.


 (...)


 — hum... Onde estou?

 A moça acorda desorientada em um quarto enorme, iluminado por uma grande janela com cortinas brancas de linho que  balançavam em uma brisa suave em frente a uma sacada, ela estava deitada em uma cama de casal e ao seu lado a esquerda havia uma mesa de cabeceira com um copo de água gelada e a direita jogada no chão se encontrava a velha armadura enferrujada que ela usava. A moça se levanta bebe a água e vai em direção a porta, dese as escadas do segundo andar e da de frente com um bar lotado de gente, encostado na parede do lado esquerdo do bar havia um enorme piano branco que chamava atenção de tão bem cuidado e ao seu lado no balcão estava um garoto baixinho de pele bronzeada com um ar jovial, com cabelos loiros bagunçados que quase cobriam seus olhos, olhos verdes que agora encaravam a garota no pé da escada com um olhar de preocupação, ao vê-la ele esboça um sorriso aliviado. 


 — ha você acordou! Já estava começando a ficar preocupado com você.


 — onde estou? Como vim parar aqui? E quem é você? – diz a moça com uma voz fraca e rouca


 — bem-vinda o bar porco estrela, eu sou o dono e me chamo Elias...


 — e eu sou Lio! – diz uma voz fina e fofa que vem de baixo do balcão cortando a fala de Elias.


 — quem disse isso?!


 — aqui em baixo…  


 A moça se aproxima relutante do balcão, mas a visão que ela tem a deixa totalmente maravilhada e um pouco assustada, um porquinho falante com um metro de altura, pele azul e um nariz amarelo no formato de uma estrela.


— Que incrível um porquinho falante – dizia a moça enquanto corria pro outro lado do balcão para fazer carinho no porco se esquecendo completamente do cansaço, seus olhos brilhavam como os de uma criança que acabara de ganhar um bichinho de estimação.


  — Você estava desmaiada na beira do rio aqui perto e eu te trouxe até aqui, então de nada.


  — eu sempre quis ter um animal falante, ganhei um papagaio, mas ele não conversava comigo só repetia palavras, pensei que animais assim não existissem.


  — você pode ficar com esse se quiser, mas vou logo avisando que é bem difícil fazer ele calar a boca.


  — cala boca você!


  — Lio Vai servir as mesas, tem um cara ali que já está chamando, vai lá vai...


  — toma cuidado com esse ai viu moça, ele e um belo de um pilantra.


  — LIO!!!!!

  Lio sai correndo com o grito de Elias em direção as mesas.


— bom agora que ele se foi podemos conversa, qual o seu nome? 


— Elizabeth


— como você foi para naquele rio Elizabeth, a armadura que estava usando é velha, mas da para ver que é de um cavaleiro sagrado. 


Elizabeth não responde... 


— tudo bem, não estou aqui para interrogar você. – Elias diz olhando a garota de cima a baixo e ele percebe que é uma mulher muito bonita, alta, com a pele branca e avermelhada por conta do sol, cabelos cacheados exibindo um branco brilhante, seus olhos azuis com pequenos pontos escuros no rosto, pareciam sardas. Mas entre tudo isso uma coisa chamou muito a atenção, a orelha dela, mais especificamente o brinco que ela estava usando, o brinco tinha um cabinho comprido de ouro e na ponta havia um topázio azul com alguns outros detalhes de ouro, mas isso é irrelevante o que chamou mesmo atenção foi um símbolo incrustado no topázio e perfeitamente desenhado ali o sol com uma faixa no meio, era um brasão, mas não um brasão qualquer é o símbolo da família real Cove de Vitalia o reino mais rico e influente do mundo, Elias percebe isso na hora, mas não fala nada tenta ser discreto até que chega o Lio que inocentemente grita. 


— olha Elias tem um brasão no brinco dela! 


— Lio, não seja indiscreto! Desculpa ele é como uma criança…  

Elizabeth encarava o cabo da espada nas costas de Elias com curiosidade. 


— Hã? Isso você quer ver – Elias pucha de uma vez a espada das costas fazendo Elizabeth soltar um grito assustada. 


— desculpa assustei você, olha a espada e quebrada é apenas para evitar que os clientes saíam sem pagar


— eu não disse que ele era um pilantra. 


— Lio, não era pra você está servindo as mesas 


— calma só vim buscar mais cerveja


— olha você tá com fome? O prato de hoje é bolo de carne. 


— eu estou mesmo com fome, acho que vou aceitar. 


— certo – diz  Elias enquanto ia para a cozinha pegar um generoso pedaço de bolo de carne 


— olha se eu fosse você não comeria, a comida daqui é péssima tanto que ninguém come aqui


— se você continuar falando assim a próxima coisa que eu vou servir para ela vai ser porco asado. 


Elizabeth da um risinho da briga dos dois antes de colocar a primeira garfada de comida na boca, de repente ela começa a chorar deixando Lio e Elias espantados com sua reação


— desculpa, ta tão ruim asim?! – pergunta Elias. 


— não… está maravilhoso – Elizabeth falava enquanto colocava outra garfada de comida na boca ainda chorando depois outra e outra até comer o bolo inteiro


— caramba em Elias é a primeira pessoa que eu vejo comer sua comida sem reclamar. 


Antes que Elias pudesse responder à provocação alguém bate na porta do bar e ele vai atender, chegando lá encontra quatro cavaleiros sagrados aparentemente iniciantes.


— olá cavaleiros, sejam bem vindos ao bar porco estrela! 


— não somos cavaleiros ainda rapazinho, apenas soldado em formação, mas ainda seremos cavaleiros. 


— seu pai está? Estamos aqui para distribuir os cartazes de procurados. 


— primeiro, que papo é esse de rapazinho eu sou baixinho, mas não sou criança não e segundo, de novo esses cartazes todo ano distribuem isso esses tais de nove cavaleiros do sol já devem estar até mortos. 


— ordens dos superiores rapaz e também não estamos aqui para distribuir esses cartazes, estamos atrás desta garota, o nome dela é Elizabeth Cove a filha mestiça do rei, ela fugiu do castelo, deve ser apenas birra de adolescente penso eu. – dizia um dos soldados enquanto mostrava um cartaz com o desenho da Elizabeth, Elias olhava para o cartaz totalmente sem reação. Até que de repente passa um vulto tentando fugir pelos fundos do bar. 


— Ei tem alguém tentando escapar!


Todos os soldados vão atrás da Elizabeth que tentava fugir pela floresta, eles corriam atrás dela até que são surpreendidos por um porco que também os perseguia gritando e parecia muito bravo, tanto que todos os soldados ficam com medo e até se esquecem que estavam atrás da Elizabeth e começam a fugir dele. 


— BOMBA DE SUÍNO!!!!!!! 


A garota que fugia é puxada repentinamente para dentro de um arbusto enquanto os soldados continuavam correndo num barranco na floresta ladeira a baixo, até chegarem na ponta de um desfiladeiro, eles caim lá de cima e vão parar no rio. 


— não mexa com o porquinho. – dizia Lio com um olhar vitorioso


— nossa é a segunda vez que você me salva, como posso agradecer? 


— não precisa se preocupar em agradecer – Elias falava enquanto a ajudava a sair do arbusto. 


— na verdade, pode, que tal começar contando quem é você. 


— Lio! 


— não tudo bem, ele tem razão, eu vou contar o que aconteceu comigo. Àquilo que os cavaleiros disseram e verdade, eu sou mesmo Elizabeth Cove e eu fugi do castelo, mas não foi por birra como eles disseram a verdade é que o castelo foi tomado pelos cavaleiros. 


— os cavaleiros sagrados?! Isso é impossível, os cavaleiros são um símbolo de força e justiça eles protegem o castelo não tomam ele. 


— eu também pensava assim Lio, mas um grande grupo de cavaleiros ficou incrivelmente forte de repente eles se voltaram contra o rei e a autoridade da coroa, tornaram a família real prisioneiros nas masmorras do castelo e eu fugi por sorte no momento em que invadiram o castelo meu pai me ajudou a fugir por uma passagem secreta em seu quarto, ele pediu para que eu procura-se ajuda e é isso que eu venho fazendo desde então. 


— eu ouvi dizer que o rei Maika de Vitalia esta muito doente e sendo tratado no castelo 


— isso é tudo mentira, Elias os cavaleiros espalharam esse boato nos reinos vizinhos para que ninguém dese a falta do rei, mas Vitalia esta um caos completo, ninguém tem permissão de sai nem entrar nos limites do reino e os cavaleiros estão obrigando os aldeões a trabalhar como escravos. 


— isso e terrível, mas como você tem procurado ajuda? 


— eu não tenho como pedir ajuda de um reino aliado ou vizinho, não acreditariam em mim, não depois de todos os boatos espalhados pelos cavaleiros sagrados então des de que fugi do castelo eu tenho vagado sem rumo naquela armadura velha procurando por qualquer pista dos nove cavaleiros do sol, mas não consegui nada e só sobrevivi por tanto tempo graças a ajuda de aldeões que não me reconheceram na hora isso até eu desmaiar de exaustão naquele rio. 


— os nove cavaleiros do sol?! Eles são bandidos, traidores. Porque você está atrás deles?!?! – Lio perguntava muito abismado e indignado por ela está atrás de bandidos. 


— ISSO NÃO É VERDADE! — Elizabeth grita com os olhos marejados como se fosse chorar. — Os nove cavaleiros do sol são heróis eu sei disso, eles eram os cavaleiros mais respeitados de todo o reino não existia uma razão para traírem o nosso reino e também eles são os únicos que podem me ajudar agora, não consigo pensar em mais ninguém que tenha forças para lutar contra um reino inteiro. 


— mesmo que isso seja verdade Elizabeth, como você sabe que eles vão querer te ajudar? 


— Eu me lembro de quando eu era pequena, sempre brincava muito com meu pai pelo castelo, entre sete filhas eu sou a mais próxima dele acho que por eu ser adotada sempre recebi um cuidado especial, mas o que meu pai mais gostava de fazer era contar histórias, juntava todas as filhas no quarto e nos levava por um mundo de aventuras, terror, magia e grandes heróis eu era a única que não dormia, ouvir ele só me deixava mais animada então passávamos a madrugada toda juntos contando histórias as minhas preferidas eram sobre os grandes feitos dos cavaleiros do sol, eu amava ouvir. Ele me fazia pensar que eu podia ser uma heroína também e fazer coisas incríveis como os cavaleiros, falávamos sobre como eles protegeram o reino de Lupia de uma enorme orda de vampiros ou como os cavaleiros se formaram. Meu pai me fez amar essas histórias e me fez acreditar em heróis de verdade ele me deu esperança e acredita nisso tanto quanto eu e por esta razão eu sei que se eu encontrar os cavaleiros do sol eles vão me ajudar é vão lutar por Vitalia como já o fizeram tantas vezes no passado.


Antes que  Elias e Lio pudessem ter qualquer resposta ou reação um enorme tremor atingi o chão, quebrando à terra como um espelho arremessado com toda a força, a violência do Impacto foi tamanha que jogou cada um para um lado, tudo isso foi causado por um soco, no horizonte é possível ver um homem se aproximando auto, com dreads curtos no cabelo, pretos na raiz com um tom de azul-escuro nas pontas, pele escura e olhos castanho escuro, ele usava uma enorme armadura vermelha com o brasão de Vitalia no peito, segurava uma espada fina em uma das mãos e ao seu lado estavam os quatro soldados que caíram no rio, que andavam de cabeça baixa, parece que eles foram chamar reforços… 


— É aparentemente não da para você querer que amadores façam o trabalho de um profissional – disse o homem misterioso que andava ao lado dos cavaleiros. 


— quem é você?! – Elias falava enquanto se levantava. 


— eu sou Tayso Kimura o demônio da espada de ferro, cavaleiro sagrado condecorado de Vitalia e comandante destes quatro idiotas, estou aqui pela princesa. 


— a demônio é…  


— você não ouviu o que eu falei garoto! Me entregue logo a princesa. 


— não tem princesa nenhuma aqui não, amigo! 


— já que insiste, isso só vai tornar as coisas mais divertidas para mim. Caio! – um dos soldados se aproxima com o chamado. 

Vá com os outros e diga para o capitão que infelizmente a princesa resistiu a volta para o castelo e um acidente trágico ocasionou em sua morte. 


— sim, comandante Tayso Kimura o demônio da espada de ferro. 


— por favor, não faça nada com eles – dizia Elizabeth se levantando com as mãos para cima para que ele visse que ela não pretendia resistir nem atacar, mas no primeiro movimento da garota Tayso balança a espada, um simples movimento de cima para baixo produzis um feixe de luz que corta tudo em seu alcance como se fosse manteiga, isso fez uma enorme cratera no chão e por pouco não parte Elizabeth ao meio, antes que esse ataque a atingisse Elias pula em sua direção jogando os dois no chão novamente. 


— você tá louco!? Podia ter matado ela! – Elias grita com toda raiva em seu coração. 


— se eu fosse você não se meteria nisso garotinho. – Tayso Kimura o demônio da espada de ferro falava rindo e parecia se divertir com a situação. 


— por favor deixe-os em paz, eles não têm nada a ver com isso…  

Elizabeth se levanta novamente com as mãos num lugar onde ele possa ver. 


— eu vou com você se não fizer nada com eles. 


— é claro, porque você não vem até aqui e voltamos juntos para o castelo? 


Elizabeth se aproxima e mais uma vez ele ataca, desta vez com um movimento da esquerda para direita com a espada, cortando todas as árvores num raio de cem metros e quase acerta a garota por sorte ela e derrubada por Elias que acaba cortando um pouco os braços e a camisa que estava usando ao tentar salvá-la


— Elizabeth esse cara não vai te levar de volta para o castelo, ele está tentando matar você. 


— não da para fugir dele eu não posso fazer nada, eu quero, mas não sou capaz todo que posso fazer agora e me entregar. – Elizabeth dizia com a voz falha e lagrimas no rosto, Elias estava encima dela protegendo-a


— você não queria encontrar os cavaleiros do sol, Elizabeth?…  

Elizabeth abre os olhos lentamente e olha para Elias e logo ela repara que no seu ombro onde se encontra uma camisa toda rasgada e cortes no braço também tinha uma tatuagem, era o número um em vermelho vinho. 


— não é possível, isso é a marca do primeiro cavaleiro?!?! 

Elias se levanta Aparentemente calmo e diz:


— olha só cara, por incrível que pareça eu estou com um bom humor hoje então eu vou te dar a oportunidade de se render e ir embora como se nada tivesse acontecido. 


— Foda-se o seu bom humor, eu quero mais é que você se foda, você acha mesmo que eu Tayso Kimura o demônio da espada de ferro vou me assustar diante das ameaças de um garotinho patético igual você?... Meu irmão eu ia até deixar você fugir, mas só pela sua audácia filha da puta eu vou matar os dois e o porco também pra deixar de ser otário. 


— QUE!!!! O QUE EU TENHO A VER COM ISSO?!?!? – pergunta Lio indignado, ele estava o tempo todo escondido num cantinho evitando se envolver na história. 


— Que deselegante, como que um cara grosseiro assim conseguiu se tornar cavaleiro? Então tá né... Eu bem que tentei.

Tayso se prepara para atacar novamente, ele lança mais um golpe, mas desta vez direcionado a Elias que se defende com a espada quebrada, um movimento da esquerda para a direita joga o feixe de luz cortante de volta para Tayso só que agora ele parece muito mais forte vindo para ele como uma enorme explosão que o arremessa para o outro lado da floresta, Elias se prepara e de um salto tão grande que é como se pudesse voar ele surgi do lado de Tayso e agarra seu pescoço com um mata leão, o homem agora está tão confuso que se quer pensou em se defender. 


— quem e você?... – Tayso dizia com dificuldades pois sufocava


— eu sou Elias, capitão dos nove cavaleiros do sol, o primeiro cavaleiro.– disse Elias soltando o pescoço do homem e sacando a espada novamente, ele o golpeia com toda a sua força e apenas isto é capaz de jogar Tayso aos céus como uma boneca de pano, sua armadura e destruída no ar e ele é arremessado em algum lugar longe da vista de Elias e Elizabeth.


(...) 


— Eai demorei muito? – pergunta Elias com um enorme sorriso vitorioso. 

Elizabeth se aproxima e encara seu braço com atenção para ter certeza de que não estava delirando. 


— não é possível, é você mesmo?…  


— sim, Eliza...– antes que Elias pudesse terminar sua fala Elizabeth o abraça com toda a força é diz: 


— por favor salve Vitalia...

Elias não diz nada apenas a abraça de volta; um abraço acolhedor como nos velhos tempos... 



Notas Finais


Capítulos novos toda sexta-feira ヾ(^-^)ノ♡


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