História Uma viagem de reconhecimento - Capítulo 7


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Amor Próprio, Paris, Viagem
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Palavras 857
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 7 - T01EP07: Mãos estão frias


Tina se aproximava da cozinha onde Bella estava fazendo seu famoso e incrédulo caldo verde. Tina precisava dizer que Dove estava morrendo. Ela teria que sair dali, e não dava para fazer um escândalo, logo ela iria desconfiar. 

Tina: Bella... A Dove está muito mal. Ela está vomitando muito no banheiro e está quase vomitando nas paredes

Bella: Deixe eu mesma ver... Dove você está aí? É algo sério?

Dove: Eu... Estou passando muito mal. Quero ir ao médico. Por favor me leva.

Bella: Mas se você acha que está tão mal assim, acho melhor eu chamar uma ambulância.

Tina: NÃO!!!

Ela ficou um pouco desesperada. Não podia haver ambulância, a Bella precisava ir junto. Ela devia ir junto.

Tina: Ela... Ela é menor de idade. A senhora pode acabar se encrencando. É melhor ir. Eu me viro sozinha.

Bella: Tem razão. Dove saia daí. Eu vou pegar seus documentos e um casaco. Vamos para o pronto socorro local.

O bom era que ele estava apenas 30 minutos. O que nos daria tempo de sobra. O ruim é que a qualquer hora... Ela poderia voltar, e tudo entraria no poço. No infinito poço.

Elas saíram. Tina conseguiu pegar as chaves dela enquanto ela fazia o caldo verde. Foi muito rápida. Ela nunca tinha roubado nada na vida, mas se demonstrou uma verdadeira mão leve.

Quando saiu, contamos cinco minutos e logo Georgina e eu entramos. Tina já estava no escritório e tentava descobrir a senha do cofre.

Tina: Ainda bem que chegaram. Eu ainda não tenho a mínima ideia do que colocar. São seis dígitos. 

Natasha: Eu vou revirar esse lugar. Vai tentando algumas combinações. Tipo o aniversário dela. 

Georgina: Isso vai dar errado. Eu... A gente vai ser presa. Vamos acabar enjauldas.

Eu dei um tapa na cara de Georgina. Igual quando as pessoas fazem nos filmes, para que as pessoas entrem em si.

Natasha: Isso não é roubo. É um requerimento. Eu e você, e as meninas vamos conseguir ir para aquele aeroporto e amanhã comeremos pão na França. Está me entendendo?

Ela faz que sim com a cabeça.

Natasha: Ótimo. Agora é a nossa hora. 

Elas reviram tudo. Nada dava certo. Já fazia 20 minutos que Bella e Dove tinham saído. Até que Natasha acha um papel embaixo do colchão de Bella.

Era um cartaz do circo do elefante colorido. Por que a Bella tinha um desses? Ele era velho, do ano de 2000. Ele anunciava o último espetáculo do ano. A data é de 20 de Dezembro de 2000.

Não sei por que tinha deduzido aquilo. Mas era como algo que nascia de dentro. Eu coloquei as minhas mãos frias sobre os ombros magros de Tina e falei:

Natasha: Tenta, 201200. Eu tenho certeza que é isso.

Tina tenta. E está certo. Isso era certo. Tinha no mínimo 60 mil dólares ali. Eu fiquei eufórica. Estou apenas tentando fazer uma coisa. Colocar toda aquela bolada na mala. Havíamos separado 20 mil para as passagens. A gente não sabia quanto custava a passagem. Tina e Georgina cantavam uma música e iam embora. Felizes que o plano havia funcionado.

Eu fiquei adimirando a minha casa. Lá era o meu lar. Era tudo o que conhecia. Mas amanhã tudo seria diferente. Apenas ouvi mais um grito:

Georgina: A mocréia já voltou! Vamos logo Natasha. 

Fomos pelo parquinho indo embora. Encontrando Larry no meio do milharal. Agora era a hora de salvarmos a Dove. Tinha que ir lá chamando ela. Mas algo deu errado. Bella saiu segurando Dove pelos braços.

Bella: Achou que eu não sabia. Essa merdinha aqui acabou soltando que Larry estaria esperando vocês. Pare com isso Natasha. Você foi longe demais.

Natasha: Mas... Ok você venceu. Apenas me deixe que eu vá. As meninas vão voltar.

Bella: Pro seu azar... Eu já chamei a polícia. 

Eu fiquei paralisada. Só pensava em como eu queria afogar aquela filha da mãe em uma privada.  Mas algo ainda mais surpreendente aconteceu. A Dove mordeu ela e empurrou de três degraus. Ela correu e me dava sinais para irmos embora.

Antes disso eu fui até perto de Bella.

Natasha: Eu espero que o seu dinheiro não faça falta.

Eu corri. Já dava para ouvir os barulhos da sirene. Bella gritava enfurecida atrás de nós. Ela nos seguia em seu carro.

Georgina: Pisa fundo nesse acelerador Larry. Essa coisa não vai nos abandonar. Ela não vai desistir.

Estávamos loucas gritando por aí. Até que chegamos no aeroporto. Descemos tão rápido, e Bella estava largando o carro a uns 10 metros de nós. Tinhanos cinco minutos na frente. Antes de ir, eu peguei Larry e agradeci com um beijo rápido. Mas sim, teve língua.

Natasha: Até uma outra vida.

Corremos. Estávamos rindo. Ninguém entendia. Olha só, Bella chegou atrás de nós furiosa. Estava perto. Os policiais do aeroporto percebiam e provavelmente íria tudo pelos ares.

Georgina: Como vamos fazer ela sair da nossa cola?

Não podemos fazer nada. E agora? O que vamos fazer? Eu não sabia. Tínhamos três lugares que poderíamos ir. Um, o avião. Dois, a prisão e por último... Não sabia. Mas rápido percebi o que tínhamos que fazer... Alguém ficaria para trás.

Continua...




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