História Uma viajem pode mudar TUDO! - Capítulo 37


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Categorias Histórias Originais
Tags Aventura, Família, Original, Romance, Sonho
Visualizações 3
Palavras 1.384
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Famí­lia, Festa, Ficção, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 37 - Uruguai


Fanfic / Fanfiction Uma viajem pode mudar TUDO! - Capítulo 37 - Uruguai

´´ 'Cause, there's always gonna be another mountain

I'm always gonna wanna make it move

Always gonna be an uphill battle

Sometimes I'm gonna have to lose

 

Ain't about how fast I get there

Ain't about what's waiting on the other side

It's the climb ´´

Nada melhor do que relembrar as músicas nostálgicas de 2010 ( na verdade, começou em 2006 a série, mas conheci em 2010 mesmo ) dentro de um avião quase dormindo.

Hoje de amanhã eu tive que acordar cedo para que eu e o Pietro pegássemos o vôo. Sorte que ele e minha mãe não fizeram nada no quarto, eu iria matar eles  pela minhas poucas horas de sono jogadas no vaso. Não consegui dormir até a maia noite e meia, eu estava totalmente elétrica e nervosa para a viajem, porém depois de tanto contar carneirinhos, adormeci.

Do nada eu vejo uma notificação de mensagem do pessoal que vocês já estão cansados de saber. Respondi todos com carinho e até coração. Estou soe esperando o almoço e aí eu durmo como uma porca.

-Moça, aqui está o almoço. –ouço a aeromoça falar . Como eu sou pobre e só tenho um fone e ouvido funcionando, acabei escutando. Agradeci mentalmente pela comida ter chegado.

-Obrigada. –eu agradeço e começo a tirar meus fones e ligo a mini TV na minha frente que é a poltrona atrás de mim e começo a assistir Friends pela quarta vez. Fico comendo tranquilamente já com os olhos mais abertos já que comer é a hora mais sagrada da minha vida.

Após tudo isso, eu pego meu travesseiro que peguei por causa do meu pescoço que quando eu acordo, estala todos os ossos e depois sinto muita dor. O Pietro estava no meu lado do avião dormindo mais que eu até. Tomara que essas duas horas de vôo demorem um pouco, sem contar que quando chegarmos no hotel, vamos descansar.

*NO OUTRO DIA*

Olho no relógio e já era quase duas da tarde. Eu já tinha feito tudo, desde de tomar banho para almoçar. Hoje eu tenho que me encontrar com a editora e também com as meninas ( ok, não são exatamente mulheres ) para falar sobre o livro, que é o real motivo de eu estar aqui.

Aqui no Uruguai é realmente muito bonito, cheio de alegria e muita coisa envolvida com a praia, a pescaria e o clima é simplesmente libertador para mim.Não vejo a hora de conhecer nem que seja um pouquinho do país e claro, tirar muitas fotos para mostrar a minha mãe, meu irmão e o Jojô.

Saindo do meu quarto com um vestido tubinho branco e um salto simples preto. Queria me vestir com algo diferente, aí me lembrei que tinha trazido esse vestido e o salto para acompanhar.

-Pietro!!! –falo batendo na porta três vezes do quarto do meu padrasto. –Oh velho chato, abre essa porta! –Yes, ele abriu a porta. Sabia que daria certo essa ideia.

-Bom dia para você também, Alemoa. –sorri ao ouvir isso dele. –Que pressa é essa?

-Seu relógio só pode estar atrasado porque já está na de ir. –respondo olhando o um celular.

-Sério mesmo? –digo que sim com minha cabeça. –Nossa, acho que você está certa mesmo. Pelo menos eu já estou arrumado.

-Que ótimo, vai ser muito bom estar acompanhada d eum velhote como você. –brinco com ele chamando de velhote. Ele não se importa, me chama de alemoa e ainda ri dos comentários.

-Digo o mesmo. –encaixa seu braço no meu. –Afinal, qual é a moral do velhote? –fala enquanto estamos saindo do hotel.

-Por causa dos seus cabelos que são brancos, parece que envelheceu mais cedo que a minha mãe. Falando nisso, é normal ou é genético?

-È genético mesmo, eu herdei do meu avô que nem cheguei a conhecer. Os médicos falam que alguns casos acontecem com a genética familiar é normal e não um problema.

-Hummm... que peculiar isso. –falo. –Acho que o seu cabelo ajudou muito para acelerar o coração da minha mãezinha. –ele ri desse comentário junto comigo.

-Talvez. Nunca se sabe. –entramos no carro para darmos partida.

Enquanto não chegávamos, a gente ficava conversando sobre vários assuntos, contamos piadas idiotas que no final rimos, cantamos músicas que dava na rádio, falamos até por telefone com a minha mãe. Falando nela, estou com muita saudade dela. Da vontade de sair daqui e voltar para casa e abraçar muito ela e comermos brigadeiro até anoitecer. Sim, já fizemos isso e foi quando faltou luz uma vez.

O Pietro estacionou o carro no lugar permitindo, assim saímos e caminhamos até o estúdio. Pode parecer bem idiota de minha parte, mas eu estou bem nervosa. Eu me sinto particularmente uma criança no meio de tanta gente que seja de tudo isso de editorial( abro uma exceção a Mia que é um ano mais velha que eu ), pensei já em algumas idéias do livro.

-Me liga quando acabar. –meu padrasto fala.

-Valeu. Eu ligo sim. –falo dando um abraço forte nele. –Obrigada por ter vindo aqui comigo.

-Não tem o que agradecer. Faço isso porque me importo com você. –ele fala sorrindo.

-Sei que não somos tão próximos quanto você e a minha mãe, mas queria falar que além disso, você é uma pessoa muito incrível e tanto eu quanto o pessoal, nó gostamos muito de você.

-Digo o mesmo de todos vocês.

Depios de nos despedirmos, eu entro no grande prédio e me identifiquei a recepcionista, que falou que era só eu subir no elevador no quarto andar. Cheguei no andar correspondido e caminhei até a segunda porta do corredor que está escrito ´´ Sala 43 ´´. Eu a abri e avistei um sala de espera bem grande e também uma pessoa que estava lendo alguma revista qualquer em suas mãos.

-Oi. –eu falo e a moça me olha.

-Ah, oi. –ela falou simpática. –Você deve ser a Sofia, não?

-É.... sim. –eu falo.

-Prazer, meu nome é Solange. –meu deus, é a famosa pintora e professora de arte visual.

-O Prazer é meu. –nos cumprimentamos dando um aperto de mão. –Elas já chegaram? –eu pergunto.

-Sim. Ela só foram n banheiro enquanto ainda não começa.

-Ufa! Eu achei que eu estava atrasada.

-Que nada, é assim mesmo. Falta dois minutos agora. –ela diz. Logo ouvimos um barulho de porta se abrindo a Mia junto com a Esther. –MIA! –vou até ela e nos abraçamos como nos velhos temos.

-Que saudade, sua idiota que amo. –ela fala me abraçando. –Faz quanto tempo que não nos vemos?

-Acho que meses após o meu aniversários. Mas mesmo assim, parece que foi muito tempo. –me viro e olho para a outra moça, quer dizer, mulher. Ou melhor, dona da porra toda. –Esther Del reis.

-Você deve ser a Sofia, não? –acendi com a cabeça. –Me falaram sobre suas fotos e realmente são incríveis. –ai meu core, ela só pode estar brincando. Esther Del reis, a cantora mais famosa e foda de todas falando que as minhas fotos são incríveis. Vou desmaiar.

-Eu que devo dizer isso. Sou muito a sua fã, Esther. Quer dizer, eu e a Mia.

-Claro. Ela me contou que vocês estavam em um show meu em Nova York. –santa Madalena, eu estou sonhando, só pode. Ela da um abraço forte na Solange. –Como vai, amiga? –fala para a mulher.

-Bem como sempre.

-Que bom que todas nós estamos nos conhecendo. –diz Mia. –Realmente estou muito animada para esse novo trabalho, ainda mais com vocês.

-Aí estão vocês. –ouvimos uma mulher mais velha que nós quatro aparentemente, falando. –Venham! –todas nós fomos e seguimos a mulher a uma outra sala que tinha uma mesa para bastante pessoas como nós e a editora.

Enfim, conversamos muito a respeito do livro e o assunto que vai ser falado. Cada uma de nós demos ideia e até trocamos algumas como forma de ajuda. Anotei tudo que estávamos planejando e falando sobre o assunto, ainda estamos pensando em alguma tour nacional. Isso vai levar em média de alguns meses para publicar o livro, ir a gráfica, o editor corrigir os erros, as colorações da capa, o título. Percebo que isso não é só apenas um livro, mas também é um projeto coletivo e importante para cada um de nós.



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