História Uma viajem pode mudar TUDO! - Capítulo 66


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Categorias Histórias Originais
Tags Aventura, Família, Original, Romance, Sonho
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Palavras 1.257
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Famí­lia, Festa, Ficção, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 66 - Um reencontro com ressaca e loucura


Fanfic / Fanfiction Uma viajem pode mudar TUDO! - Capítulo 66 - Um reencontro com ressaca e loucura

´´ PIRIRIRI. PIRIRIRI. PIRIRIRI. PIRIRIRIR. ´´

´´ BOW ´´

Esse é o maravilhoso som de um relógio do inferno caindo no chão. Isso porque minha dor de cabeça piorou mais ainda, mais conhecida como ressaca. Eu sabia que iria acontecer isso, mas fazer o que? Parece que eu gosto mesmo de bebida e principalmente, caipirinha.

Bem, agora sou obrigada a acordar!

Me levanto da cama e percebo que estou com as mesmas roupas de ontem. A noite deve ter sido bem longa. Ai ai, vou ter que tomar remédio de comprimido. Eu não consigo engolir direito e cuspo tudo.

-Hora de levantar, Alemoa! –recebo na hora, uma linda travesseirada bem na cara. Minha cara é de ódio porque foi bem de repente.

-Ok, senhor chato. –falo ao Denílson. –Cadê seus pais?

-Foram ao mercado. –nos deixaram de ressaca mesmo. –Eles devem ter percebido o nosso estado.

Caminho junto com ele em direção a mesa onde comemos, que também é junto com a sala. Dei bom dia a Fabi e explicamos que ela vomitou na festa de tanto que bebeu. Ela falou que nunca mais iria exagerar, mas conheço a peça faz anos e sei que é mentira.

Ficamos comendo o café da manhã com pães, café, suco e fruta. Tomamos os remédios para dor de cabeça, minha vontade era de tomar a cartela inteira, só que eu não quero ficar pior ainda. Conversamos enquanto isso e quando riamos, a dor na cabeça piora cada vez. Espero que isso faça efeito logo.

-Por favor, falem que não estamos esperando ninguém. –eu falo  botando a mão na testa ouvindo a campainha.

-Devem ser as crianças dando trote. –diz Denílson. –Hoje eu só quero a companhia d aminha cama.

-De acordo com meus cálculos.... é, não estou esperando ninguém. –Fabi se pronuncia e abri a porta. Realmente, era os pirralhos querendo dar trote.

Após comer tudo que queria e esperar um pouco, me levantei para ir pegar uma toalha. Depois, vou ao banheiro e ligando o chuveiro, tomo um banho relaxante. Queria cantar, mas sei que nem minha voz eu agüento nesse estado deprimente. Ontem, voltam soara casa as 3:45 da manhã. Se a Fabi não tivesse vomitado até as tripa, iríamos ficar até mais tarde.

Saio do Box e me seco aos poucos. Eu já estava meio úmida, assim como meus cabelos.

Merda! Esqueci a roupa. Onde eu estava com a cabeça?!

-FABI, PEGA UMA ROUPA PARA MIM! –grito. –FABI!!! –deve estar dormindo, essa cachaceira.

De longe, pude ouvir um som agudo. È a campainha. Era só o que me faltava. Vou jogar merda no ventilador mesmo, penso. Vou em direção a sala de estar e encontro Denílson sentado no sofá .

-A Fabi não me ouviu?! –digo furiosa de braba. –Chamei ela um milhão de vezes.

-Esqueceu a roupa?! –ele pergunta me olhando só de toalha.

-Sim.

-Te entendo. –diz. –Que merda de campainha! –ele reclama e eu solto um urro de raiva. Alguém deve estar com pressa, em!

-Por que não atende? –eu pergunto.

-Vai você! –outro irritado. Ninguém merece, Brasil.

-Já vai! –grita Fabi. Para atender gente ela vai, agoar eu que estou semi nua se não fosse uma toalha pedindo o favor de me entregar uma roupa, não. –Jojô....

Meus olhos se arregalam, assim como os de Denílson. Aproveitamos que Fabi estava bloqueando a visão e o espaço e tentamos achar um esconderijo. Não deu muito certo porque chocamos nossos corpos de peito a peito. Ficamos escondido atrás de uma arara de roupa. Escutei um ´´ estamos ferrados ´´, do meu amigo.

-Está bem? –Jojô pergunta. Por favor, que ele não entre.

-Lógico, bicha. O que veio fazer aqui? –to chegando a suar de tão nervosa.

-Não lembra? Vim te devolver as fantasias que tinha me emprestado. –ele diz. Eu e Denílson nos apertávamos na arara cheia de roupa de todos de casa.

-Ah sim... as fantasias que vão ficar ATRÁS DO SOFÁ. –ela deu ênfase nessa parte e percebemos que era para nós. Devagarinho, ficamos atrás de uma dos braços do sofá. Nos apertamos mais ainda e brigávamos baixinho por isso.

-Hã?!

-Nada não. –Uffa! Meu coração está tão acelerado que chego a ficar sem ar.

-Posso entrar? Queria um pouco de água.–eu e o Denílson nos olhando desesperados, pensando a mesma coisa.

-Acho melhor eu buscar. Espera aí! –ela sai de perto da porta e nos olha rapidamente fazendo ´´ Shii ´´ com o dedo na boca. Parece pedir socorro, estamos na mesma corda hoje.

Sabe aquela pessoa curiosa que não pode ver ninguém saindo e já entra? Então, esse é o Jojô. E ele estava fazendo isso entrando em casa. Fico em desespero, esperando minha morte chegar a qualquer momento.

Quando mais ele chegava perto de nós, mais engatinhávamos para o outro lado do sofá. Só que eu não imaginava que a minha toalha iria prender em um dos cantos do sofá e cair do meu corpo. A merda piorou tudo! Me olhei e estava despira, Denílson ficou mais desesperado que vendo a situação ( OBS: o cara já tem namorado ).

Aos poucos, percebemos que o infeliz do Jojô percebe que tinha uma toalha no chão. Não pena, não pega!

-O que é is.... AHHHHHH! –quando dei por mim, ele nos olhou. Eu toda pelada e o Denílson no meu lado.

-AHHHHHH! –gritamos na emoção desesperados. Nos levantamos rapidamente e fiquei atrás do meu amigo para que a coisa não fique mais pior do que já estava. AI. QUE. VERGONHA!

-Que gritaria é es.... Meu Deus! -ouvimos Fabi aparecer e quase jogando o copo com água no chão. Se isso não fosse tão real, seria muito cômico. Que desespero, meu Deus! Onde enfio a minha cara?!

-È por isso que eu não podia entrar? –nunca vi o Jojô tão brabo como agora. Denílson rapidamente pega a toalha de sua mão e me entrega. Eu a visto em meu corpo. Ele vai pensar muita mentira em relação a isso.

Imagina você ver uma minha pelada, seu amigo gey junto com ela e a irmã dele impedindo para entrar? O que você faria? Eu preferia a morte, isso sim.

-Cara, você ta traindo seu namorado?! –meu lugarzinho no inferno já está reservado. Não quero imaginar o Jojô contando isso para o namorado do Denílson, já que os três são amigos.

-João João, eu posso explicar. –ele diz.

-Nós podemos explicar! –fala Fabi tentando nos ajudar.

-Ela é... é... –não gagueja merda. Ele vai perceber que você ta mentindo.

-Ela é minha amiga. –afirma Fabi amenizando a situação. –Estava dormindo aqui e...

-Acabei esquecendo minhas vestimentas. –eu completo a frase dela, os ajudando. –Mil desculpas, minha intenção não era causar problemas. –entro na minha falsa identidade lembrando que eu já não era mais Sofia.

Jojô me olha surpreso. Deve ser porque nem me reconhecer. Graças a Deus que pintei meu cabelo de uma cor bem distinta do que meu loiro natural.

-Foi mal, acho que imaginei coisas e me intrometi. –ele fala. –Prazer, João! –nos cumprimentamos com um aperto de mão.

-Helena D'ávila. –eu falo. –Se me derem licença, preciso ir. –me retiro do lugar e vou correndo até o quarto da Fabi que durmo. Me vesti muito rápido, nem escolhi direito cada peça.

Alguns minutos depois, Jojô vai embora, aproveito e saio do quarto. Nos sentamos ao mesmo tempo no sofá e suspiramos de alivio. Os pais deles entraram perguntando o que aconteceu, já que ainda não absorvamos tudo o que houve.

Realmente, o dia foi de puro susto e muita surpresa.



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