História Photos in New York - Capítulo 1


Escrita por:

Postado
Categorias Amor Doce
Personagens Armin, Castiel, Kentin, Lysandre, Nathaniel, Personagens Originais
Visualizações 568
Palavras 1.193
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Hentai, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Hey!!
Muitos me perguntaram sobre as novas edições ~ e eu amei me sentir querida ~ mesmo que fosse sobre a história e não sobre mim na verdade.
Respondendo tudo:

• Fui doida, fui, mas estou contente com os resultados;
•Espero que os leitores fantasmas apareçam e dêem um tchauzinho;
• Quero dessa vez dividir a fanfic em arcos;
• Sim! O espaço temporal vai ser pós-faculdade.
•Com um aperto no coração apaguei tudo e comecei do zero. E o meu zero significa mudei até mesmo o tema principal.
• Realmente deu raiva ter achado histórias como a minha, então foi mais um motivo para apertar o reiniciar ^^

É isso αмσrєs sz

Capítulo 1 - Chapter One


Fanfic / Fanfiction Photos in New York - Capítulo 1 - Chapter One


    ●Dial "991" for the case of a murder●


Click. 

A porta foi aberta lentamente, ele merecia um bom banho depois de um dia trabalhoso, o lado positivo era que em duas semanas se aposentaria. Ligou a torneira da banheira e colocou o sabonete comprado na loja da esquina, prometia muitas espumas.

Chamou uma pizza e colocou cervejas na geladeira para o "grande jogo". A campainha tocou e achando que era o entregador foi atender.


¤▪¤▪¤▪¤ horas depois.. ¤▪¤▪¤▪¤


Pequenas camadas de gelo derretiam da janela de um sobrado cor de palha. Tudo estava em um silêncio mortuário o único barulho da casa era de um mosquito. 

Horas se passavam e o silêncio permanecia. No calar da noite o idoso que residia na propriedade havia sido assassinado de modo excruciante. 

O causador do crime estava lá, sentado em uma cadeira e apoiava sua cabeça no encosto duro. O cheiro de sangue era capaz de causar enjoo a qualquer pessoa. Depois de ficar observando sua obra de arte retirou um pacote do bolso em que continham várias fotos da cidade. Escolheu uma em que um carrossel era retratado junto a um garoto que devia ter nove anos.

Poucos meses antes o menino havia sido colocado como desaparecido nos jornais.

Um fato que todos desconheciam era que o homem, agora morto, tinha participação no sequestro, fazia tudo em troca de dinheiro. Era como o desconhecido que pregava a sua justiça próximo ao corpo, um mero assassino. Um homem sem escrúpulos e sem o mínimo juízo perante a sociedade. Ele não merecia perdão.

Logo após sair da casa telefonou a polícia e deu queixa de uma estranha movimentação na casa do sr. Gernme.

Policiais chegavam com todos os tipos de viaturas, procuraram pelo denunciador mas nada foi encontrado.

Após a perícia ter vasculhado o corpo e a polícia o lugar, foi autorizado o uso de uma foto como “cena de crime”, mas logo que observaram-na melhor. O garoto desaparecido estava em um cavalinho branco do carrossel.

Vários dias se passaram nenhum vestígio de digitais, até cogitaram de ter sido um espírito, coisa que o detetive odiou saber prometendo que se essa história fosse falada novamente demitiria quem ousasse desobedece-lo.

Nada estava indo de acordo com o planejado nesse dia, primeiro a Ambre havia telefonado sobre algo como ingressos de uma cantora famosa caríssimos. E depois sua mãe envia um fax reclamando das compras e por último e não menos importante esse tal assassino rondando as ruas. Por sorte quem ligou para a delegacia não constatou os jornais locais, então por um tempo aquela morte seria apenas suicídio.

No entanto como nada é perfeito a foto deixava a todos que examinavam com interrogações na cabeça. Quem teria feito isso? O assassino? Um mafioso? Ou não teria ligação alguma? 

Dúvidas e mais dúvidas..


Estúdios  -  CHR Atelier


Não é somente em Paris que a moda reina. Rosalya conseguira realizar o tão desejado sonho de faculdade. Cursou moda e hoje é uma das melhores estilistas do mercado, sem contar suas peças de alta-costura¹.

Hoje é um dia muito especial para todos que estavam no ateliê, uma amiga de longa data de Kentin chegou a pouco mais de dois dias da viagem e para o sonho de Rosa, havia se candidatado para ser fotógrafa de sua coleção gratuitamente.

No salão tudo era decorado em tons de verde. Que de acordo com Kentin era a cor preferida da garota.

A vida havia sido generosa com a antiga turma de S.A. Castiel conseguiu formar sua banda e hoje faz turnês em conjunto com Lysandre, Armin criou sua própria marca de jogos e se formou em designer, Peggy é colunista no New York Times, Nathaniel cursou direito, no entanto quando descobriu que seu pai tinha pago uma das pessoas que corrigiram seu exame decidiu seguir o ramo de detetive. Íris abriu sua própria perfumaria, Ambre se tornou uma modelo de sucesso junto com Li. Charlotte saiu da cidade assim que repetiu o terceiro ano do ensino médio, ninguém soube o que aconteceu depois disso. Lynn seguiu seu sonho de ser veterinária e abriu um espaço para cuidado de animais carentes.

Depois de mais uma hora de trabalho duro enfim a festa de recepção estava pronta. Todos estavam nervosos, todos menos Ken, que decidirá contar a amiga sobre seu possível relacionamento com o Alexy.

Rosa tinha conferido todos os preparativos mais de três vezes e sempre justificava com algo como “- É a primeira impressão” “-Temos que mostrar a nossa essência” “- Eu tenho que dar a melhor festa de todas” entre outras.

Já Alexy tinha um sério pressentimento, ficou criando tantas paranóias sobre a garota e nem viu o tempo passar, só foi acordado pelos berros de Rosa.

-ALEXY! ALEXY! ALEXY! ACORDA! VOCÊ VAI COM O KENTIN BUSCAR A CHLOÉ. ENTENDIDO? – o que a grande massa do escritório pensava era que Lexy de vez tinha ficado surdo.

- Rosita querida. Presta atenção aqui. – Recuperado do susto Alexy responde – Eu só tenho alguns problemas para resolver, logo mais eu vou com o Kentinho buscar a tal fotógrafa. ‘Tá bom assim amore?

-Não vou falar duas vezes.. Mas saiba que o – sua voz foi diminuindo aos poucos conforme entrava em sua sala e trancava a porta.

-Eu ‘ein. – Falou Lexy consigo mesmo – Depois ela vai dar mais um chilique. Ai santa das plásticas, se ela der ‘PT de novo a janela deve ficar aberta. Vai que eu sem querer a derrube?

-ALEXY! VAI RESOLVER SEUS PROBLEMAS E FIQUE BEM LONGE DA JANELA. – gritou nervosa de sua sala. Essa sim tinha uma boa audição.

Todos que estavam bisbilhotando a conversa fingindo trabalhar receberam um olhar mortal de Alexy. Por um momento havia se lembrado de Lynn e de sua curiosidade como quando aceitou um “convite” da Ambre para ir na sua casa em troca de parar de falar com Castiel. Embora tudo tivesse dado errado ela ligou para a polícia que não fez nada e só piorou a situação de Nathaniel. Que teve de sair da escola, toda vez que se encontravam, tanto Lynn e Castiel ou Lynn e Nathaniel comentários ácidos eram devolvidos em forma de comprimento.

Agora de vez Lexy babava! Quando entrou na sala do Ken para perguntar quer horas iriam buscar a garota, se deparou com o homem semi-nú tendo uma a visão de seu peito e braços. E que visão privilegiada era aquela. Uhhul.

- A-alexy!! Sai. Estou me trocando! Não viu?!- rapidamente tampando o peito com a camisa Kentin respondeu.

-Aaaah Kentinho.. deixa vai – Alexy puxou a camisa resultando em um Ken vermelho.

-Vamos logo – respondeu já sem paciência por Lexy ter o interrompido – Temos que buscar a Chloé, Alexy.

- “Temos que buscar a Chloé, Alexy”! Deixa se ser careta! Eu nem queria buscar a tal fotógrafa. Deve ser uma leite azeda e sem sal também.

-Só para constar antes dos seus xingamentos, ela é minha amiga. Então se me der licença, prefiro ir sozinho. Fique aqui com Rosa. Chloé não merece sua grosseria. – e quando terminou de falar Alexy sentiu-se como um nada. Ele havia criado isso, correto? Então merecia levar essa resposta, só não sabia que essa ação teria peso no futuro.

♢ 


Notas Finais


Alta-costura¹: quando uma Maison atende aos rígidos critérios técnicos e de qualidade, onde tudo é feito manualmente (desde as costuras até os bordados), ela se enquadra na alta-costura. 

Título: Disque "991" para o caso de um assassinato

Data de rp: 06/02/018

You’re
█▄█ █▀█ ▀█▀
█▀█ █▄█   █♡


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...