1. Spirit Fanfics >
  2. Uma volta ao tempo. >
  3. Oportunidade

História Uma volta ao tempo. - Capítulo 1


Escrita por:


Notas do Autor


OI gente :D

Gostaria de lhes dizer que essa é uma fanfic da fanfic da @Amyu-Chan que pelo visto ela só tem conta na wattpad, mas gostaria de lhes dizer que a história é boa, mas ela não teve o final muito do meu gosto e pelo visto não tinha sido só eu e então eu resolvi mudar um pouco essa história eee colocar um final feliz. Brigada pela autorização mona. Yes, isso mesmo, uma fanfic de uma fanfic. Uma fanficada kkkk ok isso não foi nem um pouco engraçado sorry. Vai ter alguns personagens que eu adicionei que vocês vão ver no decorrer da hitória/fanfic. Acho que é só isso. É isso neh produção ?....Boa leitura.

Capítulo 1 - Oportunidade


 

__________________________________________________________________________

Eu abri meus olhos e encarei  o relógio que a eras não funcionava. O que havia acontecido com o Garoto que sobreviveu ?

    Nem eu mesmo sei. Voldemort havia ganhado. Sirius estava morto. Ele correu atrás dos Wealeys e os torturou até a morte.

 Ele matou até mesmo os Dusleys - o que não me afetou muito, mas mesmo assim, eles eram o meu único laço familiar. Mas ele matou alguém importante para mim além de meus amigos: Cedrico. E o motivo é simples, eu e ele eramos amantes

   Nunca chegamos as etapas finais. -por insegurança minha, mas ele aceitou na maior tranquilidade.- Mas Cedrico estava em relacionamento com a Cho, tudo aquilo era mentira, ele não amava-a. Ele me amava, assim como eu amavq Cedrico. Eu lembro dos beijo carinhosos que a gente davam, os amassos que davam nos armários de vassoura. Ele sempre dava presentes mais simples que para mim, eram mais maravilhosos. E como eram esses presentes ? Bilhetes com poemas e diversas comida doces e salgadas caseiros. Um cavalheiro romancista. Um maravilhoso namorado. Aquilo era tão maravilhoso, parecia um sonho. Um sonho que virou um pesadelo.

  Eu lembro de Voldemort havia pegado sua varinha e colocado em minha mãos. Ele forçou sua mão com a minha para que não largasse o objeto e apontou para Cedrico que era segurado por dois comersais da morte. Sua respiração em minha nuca deixava minha alma arrepiada de medo. Ele gritou com sua voz gélida a primeira palavra: AVADA. E então sussurrou em meu ouvido a última palavra onde meu coração se partiu: Kedavra . Então o lampejo mágico chocou-se contra Cedrigo. 

 Eu me lembro de como implorei para que Voldemort não fizesse aquilo. E de como ele sussurrava coisas frias e cruéis em meus ouvidos. E de como gritou quando o corpo de Cedrico chocou-se no chão já sem vida. 

  Por que eu ainda continuava vivo ? Por que Voldemort não me matava logo ?

  Se bem que ele já havia feito de tudo para matar ele. Mas olha ironia, nada funcionou. Acho que até o próprio Voldemort desistiu de tentar. (Era o que eu achava.

Ah, que falta de educação a minha. Vocês devem estar perdidos, não é mesmo ? Pois bem, irei lhes explicar o que exatamente aconteceu.

Ele voltou. Voldemort retornou. (O que não era nenhuma novidade para mim)

Ele agora governava o mundo mágico, que deixou de ser algo admirável aos meu olhos e de sua única amiga viva: Luna.

Todos eles haviam lutado e muitos se foram um por um e Voldemort fez questão de levar Harry e Luna para verem ele torturando até a morte de seus amigos e parentes. Eu me lembro de minha alma se despedaçar a cada lágrima que caiam dos olhos de Luna. Eu não podia fazer nada. Minha varinha estava partida assim como a de Luna.

  Assim que juntamos os únicos esforços que a gente tinha. Nós escapamos e corremos para os braços de Dumbledore.

Dumbledore enviou eu e Luna para a única família que ainda estava viva. Poucos os conheciam. Não é a toa que eles sobreviveram.

Era um castelo muito bem cuidado, os móveis muito bem polido, a comida era boa, as camas eram macias e confortáveis. Tudo era do bom e do melhor.

O castelo continha diverso elfos que sobreviveram ao governo de Voldemort. Não era só eles. Havia diversos sobreviventes naquele castelo. Tanto bruxos quanto criaturas mágicas. Todos aqueles que sobreviveram contra os dementadores. Que haviam sido soltos por toda Londres. Deixando o lugar escuro e frio. Trouxas eram aterrorizados e seus animais não ficavam de fora. O terror e o caos andavam de mãos dadas pelo mundo trouxa e bruxo. Aparentemente o Lorde das trevas iria se expandir pelo resto do mundo. Nada bastava o suficiente para ele.

Não conseguia mais dormir direito pois só conseguia pesadelos atrás de pesadelos. E aparentemente eu não era o único. Luna não conseguia dormir sozinha, então dormia junto comigo.

   Eu escutei risadas altas vindo das escadas. Eu não sei de quem vinham, mas como eu sou curioso. Eu tentei me levantar mais foi um péssima idéia, meu corpo dava espasmos de dor.

Aquilo era horrível. Mas foi escolha minha quando a curandeira iria cuidar de mim. Eu queria deixar as marcas para me lembrar o quão inútil eu sou.

  Voldemort não só me torturava com magia mas também mandava seus comersais da morte me espancarem da forma trouxa. Uau, que novidade não é mesmo ? Quem diria que o homem sem nariz que odeia os trouxas mandaria seus subordinados a fazer coisas trouxas. Que ironia.

  Olhei para a escadaria e observei uma cena que a tanto tempo que eu não via: a Luna rindo.

  Ela ria com uma garota.

  Senhorita Van Halster. Era como todos que moravam ali a chamavam. O que irritava a garota cuja seu nome era Joy.

  Só havia uma única curandeira naquele castelo e mais de 50 feridos. Então não era de se esperar que uma senhora gordinha que trajava roupas brancas berrar com as duas garotas que estavam nas escadarias e de Luna dizia sobre não irritas as pequenas fadinhas que estavam ao seu redor. Joy não se segurou e soltou uma alta gargalhada  

A curandeira encarou Luna com descrença, mas logo demostrou pouco se importar e correu até o corredor com os quartos. Harry sorriu com aquilo.

  Joy falava pelos cotovelos de Merlin sem contar que contém um palavreado nem um tanto educado. Eu havia gargalhado quando ela apelidou Dumbledore de cabra velha. O que ele não gostou muito. Porém riu por educação. Ela era a única pessoa que trazia a alegria a todos naquele castelo. 

  Luna saltitou até se sentar a poltrona que ficava ao lado de onde eu estava. Ela não disse nada, só me observava como se ouve-se algo que precisava ser dito, mas era algo que a mesma não parecia querer dizer ou queria mas não podia dizer as palavras que tanto afligiam-la. 

   Eu não estranhei aquela atitude de minha amiga. Seus olhos saltados e alegres brilhavam como duas pedras preciosas, seus belos cabelos estavam traçados. Provavelmente feitos pela Joy.

  Queria sorrir por Luna ter feito uma nova amiga e que estava gostando disso, mas ele não conseguia. Foi quando um pio irritado se fez presente. Me levantei em um salto ignorando quando meu corpo reclamou. Edwiges estava no corrimão das escadarias, ela pulava e batia as assas irritada.

  De frente da coruja das neves, fiz um carinho entre suas penas brancas. Edwiges bicou os meus dedos irritada. Virei meu rosto para Luna com uma pergunta muda. A garota acenou com a cabeça em concordância. 

Andei com dificuldade as escada acima sendo seguido por Edwiges que voava com graciosidade.

As portas nos corredores estavam entreabertas -mas o suficiente para ver. Nas diversas camas Bruxos que estava todos enfaixados e com aparências horríveis, Bruxos que choravam por seus companheiros de assa ou quatro patas que não sobreviveram. 

Culpa . Dor. Angústia. Luto.

Tais sentimentos que pesavam em meu corpo. Isso me sufocava. 

Pacientes gritavam comigo sem parar. 

Você não vai fazer nada ? Onde está o menino de ouro ? Você não passa de uma farsa ! alguém que só buscava pela fama! Você não passa de um perdedor. Um inútil.

Isso era sufocante, precisa respirar, não estava aguentando.

Finalmente havia chegado ao meu quarto. Finalmente poderia respirar.  Edwiges estava em cima do poleiro ao lado de sua cama. A mesma me encarou como um olhos triste, eu não consegui aguentar. Então sucumbi aquele peso e chorrei, chorrei como se não ouve-se o amanhã. Era muita dor para aguentar, tinha que me manter forte. Forte para não sucumbir as vozes em minha mente que me afligiam.

Por que você ainda continua ?

Por que tenta ?

Por que você não some ?

Desista, ele já ganhou mesmo. quanto tempo até ele achar esse esconderijo ? 

Aceite isso, você é fraco, você não merece viver. 

  Encarei minha varinha que estava em cima da cama, assim como a capa de invisibilidade. Dou passos pesados até a cama e pegou a varinha. Edwiges começou a piar em desespero pois tinha ideia do que vinha a seguir.  Guiei a varinha para a cima de minha orelha. Lágrimas escorriam uma por uma, eu ser rei meu dentes tentando aguentar aquela pressão. 

Eu queria. Eu queria muito. Desejava sumir. Sumir e nunca mais voltar. Quero q acabar com essa dor que me sufoca. 

 Mas por que não consigo ? POR QUE NÃO CONSIGO ACABAR COM ESSA DOR ?!

Onde está a maldita coragem grifinória. Ela se foi. Não conseguia mais ter aquela coragem, aquela alegria que sempre dominava minha vida, o romance que era proibido. Mas quem não resistiria por aquele Lufa-lufa ? Eu não resisti. 

Me deitei na cama que era macia, estava exausto, e mesmo não ter feito nada para chegar nesse cansasso. 

Olhei Edwiges que o olhava preocupada.

- Minha amiga, o que faço ? O que eu faço? Não tem mais nada que possa ser feito. Eu os perdi, perdi meus amigos, minha família weasley. Mas tenho que ser forte para ficar por Luna, por todos que esperam algo de mim.- Lamentei-me para a coruja que piou tristemente.- Estou cansado. Esse cansaço está me sufocando. Eles estão certos, eu devo sumir. 

Levei minha mão para baixo do travesseiro e de lá tirei a foto. A foto da Hermione, Rony e eu. Eu sorria envergonhado enquanto Rony comia como um porco e Hermione revirrava os olhos pela atitude do ruivo.
  
-Sinto tanta falta de vocês meus amigos.

  Meu pensamentos foram enterrompidos quando alguém bateu na porta. As batidas eram leves e graciosas o que me fez sorrir. Levantei da cama e deu um pouco de comida a Edwiges que piou contente. 
  Abri a porta onde encontrei a pequena e sonhadora Luna.

- Meu senhor, Dumbledore está te esperanto no hall do castelo. - Comentou Luna. Estranhamente Luna começou a chamado de "meu senhor" o que eu detestava. Eu não era um senhor !

- Obrigado Luna. Logo irei descer.

- Você tentou de novo, não é ?- A expressão de Luna era preocupante. Ela colocou seus braços atrás de suas costa e se inclinou para frente.- Você sabe que eles não iria querer que fizesse isso. Principalmente o seu amado.

  Me assustei com aquilo. Como ela sabia de tudo isso ? Como ela sabia que ele irei tentar suicídio ? E o principal, COMO ELA SABIA DE MIM E O CEDRICO ? 
Sabia que ambos foram incrívelmente cuidadosos. Usavam a capa da invisibilidade para ir aos esconderijos e como ela sabia ?
  Por Merlin.

-Como você...

-Magia.-Luna disse calmamente. Aquilo me irritava. E como o irritava.  Resolvi ir junto a Luna para o Hall do castelo. Dumbledore estava lá com seus excêntrico traje verde esmeralda e chápeu amarelo. Ele conversava com o dono do castelo. Um homem alto corpulento e de trajes que esbaldava sua riqueza. Seus cabelo eram da cor de um sapo de chocolate e bem ajeitados. Ele sempre liberava um cheiro da cachoeira no meio de uma densa floresta. Dumbledore parou de conversar com o Sr. Van Halster e olhou para mim.

-O que o senhor deseja ?- Questionou Harry ao velho.

-O bode velho quer te dizer sei o que lá o que. - Disse Joy o que fez seu pai lhe estapear na nuca dizendo para a mesma ter mais respeito.

-Harry, meu jovem. -disse com uma voz arrastada e profunda. Seu sembleme era indecifrável.

-Professor, mais alguém morreu ?-Questionei desesperado. Era a única coisa que passava em sua mente. Mortes que aprofundavam a culpa que me sufocava.

-Oh meu caro, não vim lhes dizer isso.-Dumbledore me acalmou com sua voz profunda.- Só queria lhes dizer que achei um meio de te ajudar com o pesadelo que nós vivemos.

E o que seria ? -Meu peito se encheu de esperança. Será que finalmente ele teria algo que pudesse ajudar a vencer Voldemort ?

-Porém,- E lá se foi a minha esperança.- É uma boa e uma má notícia.

- Que novidade. -Mormurou Joy e que novamente receberá um tapa de seu pai.

-A boa é que você tem uma oportunidade de viajar no tempo e salvar nosso mundo.

-E a má notícia ? -Uma mal pressentimento inundou o seu corpo magro e judiado.

- Você teria que voltar na era em que Tom estudava em Hogwarts. E convence-lo de não seguir o destino que ele tanto deseja.

Encarei Dumbledore chocado. Eu relmente não esperava por isso. Fazer com que Tom esqueça o destino que ele deseja. Isso só pode ser uma brincadeira de mal gosto. 
Eu não iria conseguir convencer Volde-Tom de esquecer o caminho de escuridão.

-Senhor eu acho isso impossível. Não tem com eu convencer de que Volde-Tom siga o lado da Luz. Como que eu vou fazer isso, me explica ?- Lamentei.

-Meu caro, sempre existe uma esperança no impossível. Basta crer que isso aconteça.

-Crer, no que ? Crer que há uma esperança em cara com mente de um sociopata ou psicopata ?- Brandei em um tom elevado.

-Meu caro, sei que irá conseguir com uma simples e pequeno sentimento: o Amor. Tom nunca sentiu Amor. E eu sei que você será a luz na vida dele.- Profetizou esperançoso.- Tom sempre foi um garoto solitário que só tinha o poder como o objetivo. Sei que ele vê o amor como algo inexistente. Quero que volte no tempo e mude os sentimentos de raiva e ambição de poder, e transforme a raiva em felicidade e a ambição em amor. Escolhi você porque acredito em você.  Sei que o amor e a coragem andam de mãos dada com você.

- Mas professor eu...eu não sei se consigo. O que está falando é impossível. Você está pedindo é que faça com que o homem que matou meus pais e as pessoas que eram importantantes para todos, se apaixone por mim ?- Só comentar tais palavras já me causaram náusea. Eu piscava em descrença para o senhor a minha frente.

- Não quero lhe obrigar a nada Harry.- Disse calmamente.- Só quero que você traga esperança ao nosso mundo. E que consiga dar um pouco de afeto ao Tom.

- Mas não é a mesma coisas ? - Perguntei ainda náuseado. Ter um monstro me tocando e me beijando ? Não, na na não. Tudo menos isso. Respirei fundo e tentei manter a calma. Imaginei meus pais e meus amigos vivos. Então Fechei meu olhos fortemente. Não acredito que vou fazer isso.- Se for para meus amigos e minha familia terem mais uma chace de terem uma vida, eu aceito.

-Piiiroou.- Joy cantarolou. Luna me encarou com o semblame chocado que logo se transformou e um sorriso triste. Joy estava com uma de suas sombrancelhas levantadas com os lábios entre abertos.

- Você sempre foi um garoto corajoso Harry. Sempre colocou as pessoas que você gosta em primeiro lugar.- Comemorou Dumbledore batendo palmas.- Quero que arrume suas coisas e me encontre aqui para que eu lhe de as últimas tarefas que devera fazer.

  Corri com dificuldade o caminho até meu quarto. E arrumei -joguei as coisas em meu malão. Olhei as seguintes coisas há minhas frente: A capa de invisibilidade e as fotos de meus amigos e do Cedrico. Lutei contra meus próprios pensamentos e e coloquei ambos em meu malão. Espero que isso não me de problemas. Assobiei para que Edwiges me seguisse e andei até o hall. Dumbledore me esperava sentado na poltrona junto com Luna, Joy e o Sr van Halster. Assim que perceberam minha presença. Dumbledore levantou-se em um pulo. E me deu um sorriso entusiasmado. Edwiges aterrissou em cima do sofá e piou tristemente.

- Adeus minha amiga.- Chorramingei acariciando suas belas penagens brancas.

-Sr.Potter.- Van Halster se pronunciou pela primeira vez.-Creio que não à problemas em levar a coruja.

Abri minha boca para agradecer o homem mas um questão veio minha mente. Me virei para Dumbledore.-Professor. Se eu arrumar as coisas no passado o meu eu do presente não irá precisar voltar no tempo...Significa que eu nunca terei voltado...Assim irá ter um furo ? E o ciclo irá se fechar.

Esperei que Dumbledore respondesse, mas que se pronunciou para responder foi Luna.

-Na verdade Harry, isso é como uma chave para um portal. Se Tom deixar de ser Voldemort. O passado vai caminhar para o presente sem ter uma guerra. A sua história. A história de Harry Potter irá mudar. Ele terá os pais que o amam, terá seus amigos que sempre estarão ao seu lado e estará nos braços de seu amante.

  Dumbledore encarou Luna estupefato com resposta de Luna. Não era só ele, mas sim todos que estavam no local. Encarei Luna que sorriu em resposta.

-Ãn, senhorita Lovegood, como sabia sobre isso ?- Perguntou Dumbledore. Luna encarou ainda com um sorriso sapeca e disse a palavra que me irritava: Magia. 

  Sr. Van Halter questionou se eu estava pronto. Assim que eu concordei com um aceno o mesmo jogou um estranho frasco na lareira em que um fogo branco ressurgiu. Encarei o fogo a minha frente respirei fundo. Era agora.

-Ah, senhor Potter. Antes que eu me esqueça- Avisou Dumbledore. Encarei ele esperando que me respondesse.-Leve esses frascos ao meu antigo eu. Ele ira lhe ajudar. E só quero que você escolha a decisão que o seu coração quer e não tome decisões precipitaveis.

  Concorde e encarei Edwiges que agora estava em uma gaiola que Luna trouxe. A mesma piava de alegria por me acompanhar. Luna veio até mim e me abraçou.

-Boa sorte, senhor.

- Luna, quantas vezes irei pedir que pare de me chamar de senhor ?-Questinei enquanto acareciava seus cabelos traçados.

-eu nunca irei parar.- Suspirei com aquilo. Luna sendo Luna.

Van halster disse que eu deveria ser rápido  pois o portal logo se fecharia. Me despedi dele e novamente me aproximei do fogo. Mas antes que pudesse pular. Senti pesos em minha costas e fui jogado contra o fogo. E logo a escuridão me dominou.  


Notas Finais


Repeeetindo, isso é uma fanfic de outra fanfic


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...