História Uma Xícara de Açúcar; ChanBaek; ShortFic - Capítulo 2


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Categorias EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol, Chen, Personagens Originais, Sehun, Suho
Tags Baekhyun, Baekyeol, Chanbaek, Chanyeol, Crossdress, Yoora
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Palavras 1.724
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Famí­lia, FemmeSlash, Ficção, Ficção Adolescente, Fluffy, Lemon, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Slash, Universo Alternativo, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Bissexualidade, Cross-dresser, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Transsexualidade
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Boa leitura!

Capítulo 2 - Uma xícara de açúcar.


*Narrator'sP.O.V*

  Já era sexta-feira. Chanyeol havia sido informado do horário em que Yoora chegaria. As nove. Suas mãos suavam e os olhos grandes as vezes direcionavam-se ao relógio de pulso. Ela já deveria ter chegado há dez minutos.

  O aeroporto estava lotado, totalmente entupido de pessoas e mais pessoas, o que dificultava mais ainda a situação do Park, que mal lembrava a aparência da irmã mais nova.

– Você é quem eu estou pensando? – Ouviu uma voz atrás de si. Assustou-se ao ver a cópia quase perfeita de si na menina.

– Y-Yoora?

– Em carne e osso, Chan. – Ela sorriu.

  O caminho até a casa foi tranquilo. Yoora era animada como Chanyeol naquela idade. Conversaram bastante e até trocaram algumas piadas.

  Quando chegaram em casa, o Park mais velho franziu as sobrancelhas ao ver um caminhão de mudanças na casa vizinha, mas logo lembrou-se que ela estava a venda, então deveria ter sido comprada.

  Adentrou a casa com Yoora em seu encalço. A mais nova não fez-se de rogada e jogou-se no amplo sofá da casa do irmão.

– Então, maninho. Onde é que eu vou dormir? 

– Seu quarto é lá em cima, a porta branca da direita.

  A garota imediatamente levantou do sofá, correndo escadas a cima. Desceu alguns segundos depois, com a cara fechada.

– Não tem nada lá além de uma cama e um guarda-roupas. –  Bufou. – E eu não gosto de branco.

– Amanhã a tarde nós vamos até o shopping e você escolhe algumas coisas.

– Eu posso pintá-lo? – Deu alguns pulinhos.

– Anh... Claro, eu chamo Sehun para te ajudar.

– Que legal, Chan! – Ela sorriu. Yoora não parecia nada do que Yewon dizia. – Mas quem é Sehun?

– É um amigo que eu fiz na faculdade. Vai gostar dele. – Deitou-se no sofá

– Está bem. – Fez uma pausa. – Você vai me dar um celular? – Sentou-se ao lado do irmão.

– O que?

– Yewon nunca me deixou ter um.

– Vem. Levanta. – Chanyeol levantou-se do sofá.

– Anh?

– Vamos comprar um celular para você, garota.

– Mesmo? – Ela parecia não acreditar. O ruivo assentiu. – Woah, Chan! Você é o melhor irmão do mundo! – Sorriu. O Park mais velho riu com a bajulação.

– Vamos logo, ainda temos que almoçar. – Dito isto, saíram da casa novamente em direção ao carro.

  Antes de adentrar o veículo, seus olhos novamente foram de encontro a casa em frente a sua, onde várias caixas ainda estavam sendo postas em frente á porta da garagem. Despertou de seus pensamentos quando Yoora voltou a falar.

– Posso pintar o meu cabelo também?


  A caminho do shopping, Chanyeol explicou a menor onde ficava a escola – onde ela começaria a frequentar logo na segunda-feira –, onde ela deveria esperar o ônibus de transporte escolar e também onde ficava seu restaurante. Yoora parecia bem animada com tudo. Yewon com certeza havia exagerado.

  Depois da compra do telefone celular, passaram num mercado para que pudessem comprar ingredientes para o almoço. O mais velho prontamente pôs a prova o inglês da menor, descobrindo que não era nada mal.

  No caminho de volta para casa, Yoora falava animada sobre algo que havia descoberto no dispositivo novo. Adentraram a casa carregando algumas sacolas, logo levando-as para a cozinha. O almoço também correu ótimo, entre conversas e risadas.

  Enquanto Chanyeol lavava a louça, Yoora retirava as coisas da mesa. Mas ao ouvir a campainha tocar, a mais nova logo disse que atenderia, correndo da cozinha. Minutos depois, ela voltou com um semblante divertido.

– Chan... Tem alguém na porta que quer falar com você. – Murmurou tentando conter o sorriso, falhando quase miseravelmente.

  O ruivo secou as mãos e fora até a porta da frente, onde pode entender a irmã. Bem em frente a sua porta havia um rapaz. Tinha os cabelos curtos e ondulados tingidos de loiro claro, uma fina linha de delineador contornava a parte superior dos olhos dóceis, e os lábios – aparentemente – naturalmente rosados lhe davam um aspecto suave. Além de que ele vestia um vestido florido na altura dos joelhos, e nos pés, um par de scarpins nude. Chanyeol ficou encantado com a figura daquele rapaz, mas foi despertado de seus pensamentos quando o outro lhe dirigiu a palavra.

– Olá. – Sorriu gentilmente. – Será que poderia me emprestar uma xícara de açúcar? Me mudei para a casa da frente hoje, por isso ainda não tive tempo de ir até o mercado ainda...

– Claro. – O ruivo sorriu. – Mas será que antes poderia me dizer seu nome? Me disseram que não deveria emprestar açúcar à estranhos... – Brincou.

– Ah sim, claro. Perdoe minha distração. – Balançou a cabeça, ainda sorrindo. – Sou Baekhyun.

– Chanyeol. É um prazer. – Beijou a mão do rapaz, que riu envergonhado. – Brincadeiras à parte, entre, pegarei seu açúcar em um estante.

– Ah não, não quero incomodar...

– Não seja bobo, não incomoda. – Puxou o loiro para dentro delicadamente.

  Ao adentrar a cozinha, imediatamente percebeu que Yoora já havia subido para seu quarto. Mas como a mais baixa já havia reclamado de cansaço mais cedo, resolveu deixá-la em paz.

– Se não for muito atrevimento meu perguntar... O que vai cozinhar? – Perguntou enquanto pegava o pote de açúcar de dentro do armário.

– Eu e Hanna prometemos uma á outra que a primeira coisa que cozinharíamos na casa nova seria uma torta de cereja. – Sorriu. – E bem, promessa é divida. 

– Hanna...? – Perguntou confuso, entregando-lhe a xícara com açúcar.

– É minha filha. – Sorriu mais ainda. – Bem, obrigada pelo açúcar, Chanyeol. Ficarei te devendo uma.

– Se me trazer um pedaço da torta estaremos quites. – Sorriu, vendo Baekhyun rir.

– Está bem. Boa tarde, e obrigada novamente. – Já estavam na porta.

– Disponha. – Piscou.

  O Park ficou encostado no batente da porta, observando aquele corpinho miúdo e delicado adentrar a própria casa. Suspirou. Chutava que Baekhyun fosse a criatura mais linda que já tivera o prazer de colocar os olhos...


  Mais tarde – ainda naquele dia –, a campainha voltou a tocar. Chanyeol e Yoora estavam na sala, assistindo um filme na televisão. O maior levantou-se do sofá, informando à irmã que logo voltaria.

  Arrumou os cabelos antes de abrir a porta e encontrar um Baekhyun sorridente acompanhado de uma garota de cabelos castanhos.

– Desculpe pelo horário, sei que está tarde mas... – As bochechas do rapaz coraram. – Nós trouxemos isto para vocês. – Estendeu um vasilhame contendo dois pedaços de torta.

– Chan, você não vai acred... – Yoora apareceu.

– Yoora, venha até aqui. – O ruivo chamou. – Baekhyun, esta é Yoora, minha irmã. Yoora, este é Baekhyun, nosso vizinho.

– Como vai? – A Park sorriu aberto. Havia achado aquele rapaz tão fofinho vestindo roupas femininas.

– Olá de novo, querida. – O sorriso esboçado por Baekhyun quase fez Chanyeol suspirar. – Hanna, meu amor. Comprimente nossos vizinhos...

– Olá... – A garota de cabelos cor chocolate murmurou baixinho, ainda parcialmente escondida atrás de Baekhyun. Chanyeol sorriu.

– Yoora, acho que você e Hanna irão frequentar a mesma escola. Deveriam ser amigas. – Sugeriu o loiro.

– Mãe... – Hanna sussurrou corada, agarrando-se ao braço de Baekhyun.

– Que tal passar a tarde de domingo conosco? Estávamos pensando em decorar o novo jardim.

– Se o Chan deixar, eu quero sim! – Yoora sorriu animada.

– Eu acho uma ótima ideia, se não não for incomodar...


Chanyeol e Yoora acordaram tarde naquele sábado. A porta da frente era esmurrada com força e o nome do Park mais velho era gritado por uma voz animada.

– Bom dia, Yeol! Cadê ela? – Foi o que o ruivo ouviu quando abriu a porta e viu Sehun todo sorridente.

Sehun e Yoora viraram como amigos de infância em pouco tempo. Durante o café, tagarelavam sobre as lojas que iriam durante a tarde. Chanyeol sorria, vendo que seu melhor amigo e sua irmã se dariam bem.

Ao despedir-se deles, dizendo que precisaria ir para o restaurante, Yoora lhe questionou se não iria com eles.

– Preciso ir para o restaurante hoje, volto mais tarde. – Beijou a testa da irmã. – Vocês podem ir almoçar lá, está bem?

A garota assentiu, o semblante havia mudado, mas ainda sim ela sorriu pequeno.


Quando Chanyeol chegou em casa, já passavam das dez horas da noite. Subiu as escadas devagar, temendo que Yoora já estivesse dormindo. Adentrou o quarto da garota, que agora tinha uma placa escrito "Não perturbe" bem em frente a porta.

Culpou-se até o último ao ver a irmã deitada na cama, já adormecida. O quarto tinha as paredes pintadas de bordô, com vários quadros espalhados sobre elas. Várias coisas estavam mudadas, em lugares e posições diferentes. Nem todas estavam arrumadas, haviam sacolas contendo decorações em um canto do quarto, e, pelo cheiro de tinta que as paredes exalavam, sabia que recentemente haviam terminado de pintá-las. Deixou um beijo na testa da Park, desculpando-se baixinho por ter demorado tanto.

Saiu do quarto da irmã em silêncio, dirigindo-se para o seu próprio. Abriu a porta e riu ao ver Sehun esparramado em sua cama, com os braços e roupas sujas de tinta vermelha, ressonando baixinho.

Depois de tomar um banho colocou uma calça de moletom, pegou algumas cobertas e um travesseiro. Arrumou tudo no sofá da sala, e ao deitar-se, não demorou muito tempo para que caísse no sono.


Acordou com a campainha tocando. Esfregou o rosto e levantou-se do sofá cambaleando. Abriu a porta e arrependeu-se no mesmo instante, vendo Baekhyun vestindo camiseta e shorts, uma faixa azul escura segurava seus fios loiros e nos pés, tênis brancos.

– Oh. Bom dia... – Riu baixinho. – Yoora já está pronta?

– Baek unnie! – Yoora desceu as escadas correndo, abraçando Baekhyun em seguida.

– Quanta animação. Bom dia! – Sorriu. – Como ficou seu quarto? – Acariciou os cabelos da garota.

– Ficou incrível, unnie! Obrigada pela ajuda! – Sorriu animada. – Onde está Hanna? Quero mostrar a ela o que fiz.

– Hanna está dormindo, pensei que gostaria de acordá-lá comigo.

– Bom dia para você também, maninha... – Chanyeol murmurou.

– Bom dia, Chan. – Abraçou o irmão rapidamente, logo tornando aos braços de Baekhyun.

– Que barulheira é essa? – Sehun surgiu nas escadas. – Baekhyun? Bom dia!

– Como vai, Sehun? – Sorriu.

– Certo, acho que eu perdi algumas coisas... – Chanyeol tornou a falar.

– Ontem, quando a gente chegou, Baek unnie e Hanna se ofereceram para nos ajudar a pintar meu quarto, por isso conseguimos terminar até a noite. – Yoora explicou, ainda agarrada em Baekhyun. – Vamos, unnie?

– Claro, querida. Vamos sim. Tenham um bom dia, meninos. – Baekhyun sorriu.

Chanyeol continuou escorado na porta, novamente observando Baekhyun – agora na companhia de sua irmã – adentrar a casa vizinha.

– Ele é uma delícia, não é? – Sehun murmurou. – Ai! O que foi? – Resmungou ao levar uma cotovelada do amigo.


Notas Finais


Me desculpem por essa vergonha, no capítulo que vem a ação começa!

Obrigada por lerem, amo vocês! ♡


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