História Un jour de plus de ma vie - Capítulo 3


Escrita por:

Postado
Categorias Miraculous: Tales of Ladybug & Cat Noir (Miraculous Ladybug)
Personagens Adrien Agreste (Cat Noir), Alya, Chloé Bourgeois, Félix, Hawk Moth, Marinette Dupain-Cheng (Ladybug), Nino, Sabrina
Tags Adrien, Adrienette, Adrinette, Alya, Alyno, Amor, Coletânea, Comedia, Drama, Imagine, Ladrien, Ladynoir, Marichat, Marinette, Nino, Paixão, Paixão Secreta, Whatsapp Miraculous
Visualizações 41
Palavras 1.377
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção Adolescente, Fluffy, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oi oi my ladys e kittys! Estava com saudades de postar essa fic! Hoje a historinha vai ser grandinha, mas postarei entre 2 ou 3 capítulos para deixá-los um pouco ansiosos >///<
Observações:
- Ladybug e Chat Noir não existem.
- Tikki e Plagg existem mas são humanos.

Sem mais delongas, boa leitura!

Capítulo 3 - Ombres du passé - parte 1 (Adrinette)


Fanfic / Fanfiction Un jour de plus de ma vie - Capítulo 3 - Ombres du passé - parte 1 (Adrinette)

O cheiro dos croissants bem quentinhos feitos por minha querida mamãe cheirava de longe por aquela rua de Paris. Estava um dia perfeito, como qualquer outro era: chegava da escola e passava o dia brincando. Minha mãe trabalhava duro, pois meu pai havia falecido um ano atrás, deixando a padaria por nossa conta. Nunca consegui ajudar mamãe nessa época, eu tinha apenas cinco anos de idade, então fui feliz enquanto podia.

Naqueles tempos, uma mulher muito bonita aparecia de vez em quando para conversar com minha mãe. Ela era alta, loira, e vestia roupas caras, além de possuir um rosto sereno. Eu constantemente as ouvia falarem de coisas incompreensíveis, só sei que a tal mulher estava pedindo algo que minha mãe não queria fazer.

Depois de alguns dias de insistência, minha mãe finalmente concordou com o pedido misterioso. A mulher loira sorriu e foi embora imediatamente. No dia seguinte, ela chegou novamente em nossa casa e trouxe com ela uma companhia: um garotinho de aparentemente meu tamanho e idade...

Definitivamente, minha mãe Sabine e aquela mulher, vulgo Emilie estavam combinando de deixar aquele garoto algum tempinho conosco, pois a mulher loira viajava muito a negócios, e não podia levar o filho dela porque ele era muito pequeno e tinha escola.

Desde então, Adrien tem sido a alegria da nossa casa. Era maravilhoso chegar da escola com ele, apostando corrida até minha mamãe Sabine, para ver quem pegava primeiro os mais quentinhos e deliciosos croissants!

Nós nos divertíamos, conversávamos sobre muitas coisas aleatórias como desenhos, aulas, comida e brincadeiras. Cantávamos, dançávamos e quase sempre dormíamos juntos, pois Adrien no início estranhou nossa casa, e passei a dormir com ele para que o mesmo perdesse o medo de se sentir sozinho. Isso acabou virando rotina e eu dividia minha cama com ele todos os dias dele passados aqui desde então. A melhor memória foi quando, no Halloween, nos fantasiamos de joaninha e gatinho, minha mãe customizou nossas roupas e desde então tenho fascínio pela arte de criar roupas. O tempo que passei com quem chamei de melhor amigo da época, era simplesmente muito gostoso, até para minha mãe: ela cuidava dele como se fosse seu próprio filho, ele foi o homenzinho da casa por uns dias, quase meses.

Mas, como toda felicidade dura pouco, essa chegou ao seu fim em pouco tempo.

No dia combinado de deixar Adrien em sua verdadeira casa e devolvê-lo à senhora Emilie Agreste, minha mãe e eu o levamos super animadas.

Fomos andando da nossa casa até o endereço informado, avistamos que a casa dele se tratava de uma mansão. Apertamos a campainha e nos deixaram entrar. Adrien sorria e estava alegre por estar de volta em casa, ficava apontando e me mostrando as decorações do jardim e outros brinquedos lá existentes.

Antes de chegarmos à porta, Sabine percebeu que a mesma estava entreaberta. Ao nos aproximarmos, ouvimos vozes de discussão. Uma das vozes nos era familiar porque se tratava de Emilie Agreste. A outra voz era desconhecida. Adrien abraçou fortemente a mim e minha mãe. Seu rosto alegre se transformou em uma careta de angústia e medo, medo este do que poderia acontecer ali. Mal sabia ele que após esse dia nossas vidas nunca mais seriam as mesmas... Sabine, que ainda estava firme, abriu a porta e, no exato segundo em que o ambiente da sala podia ser completamente visto de fora, um tiro foi ouvido e visto.

Aquele homem que estava discutindo com a senhora Agreste acabara de perder a vida, bem na frente dos nossos olhos. Adrien berrava e chorava de medo. A voz dele dizendo “Mamãe! Pu que voxe feiz issu?” ainda ecoa em minha cabeça. A senhora Agreste, ainda com uma calibri 38 em mãos, tomou um susto quando nos viu, e ordenou que Adrien subisse imediatamente para seu quarto. Sabine gritou “Eu sabia que havia algo de errado nessa família! Vou ligar para a polícia agora mesmo, sua criminosa!”

Então, Emilie respondeu: “Não vai não” enquanto apontava a arma para minha mãe e puxava o gatilho. Minha mãe desviou e não foi atingida por pouco, então saímos correndo o mais depressa possível dali enquanto a dona da casa tentava nos alcançar, sem sucesso.

Do lado de fora da casa, em uma alta janela, vi a cabecinha loira de Adrien, chorando, desesperado:

“Malinette! Sabine! Num vão embola sem mim!! Num me deixem aqui!!”

“Adrieeen!!!” – eu gritava de volta.

Minha mãe me pôs no colo e correu comigo, chorando também, dizendo:

“Sinto muito minha querida Marinette, nós nunca mais iremos ver o Adrien...”

[...]

Que pesadelo terrível, meu primeiro pensamento após acordar. Teria sido tudo isso real?

  É a segunda ou terceira vez que tenho esse sonho ao longo de meus 16 anos de vida. E parece muito bem ser uma lembrança retratada em sonho, de quando eu tinha mais ou menos 4 ou 5 anos de idade. Eu já perguntei à minha mãe o que isso significa e ela consiste em dizer que é apenas um sonho meu, que minha cabeça inventou isso. Mas... Se isso foi mesmo um sonho, como consigo me lembrar tanto dos detalhes, do cenário, tudo...? E o mais importante, por que parece que, quando deixei aquele menino para trás, deixei também algo muito importante para minha vida desde então sentindo um vazio, um monocromo?

Saí dos devaneios quando escuto um beep do meu celular. Eram Alya e Tikki, minhas melhores amigas perguntando-me por mensagem se eu ainda iria ao show do Jagged Stone à noite.

É claro que ratifiquei a resposta, pois não perco show do meu cantor favorito por nada.

Logo minha mãe, bateu minha porta e entrou.

- Oi filha! Bom dia acordou bem?

- Sim mamãe! – Dei um abraço confortante nela. – Tive apenas um pesadelo hoje.

- Que pesadelo, Marinette?

- Aquele lá... Começava com uma tarde ensolarada com cheirinho de croissants, e depois aquele garoto que ficava um tempo com a gente, do qual não me lembro o nome. Lembro que ele era muito lindo e fofinho. Depois descobrimos que a mãe dele fez algo muito errado e fugimos.

Ela se assustou com minha narração e ficou pensativa por uns segundos.

- Eu já te falei que isso é apenas um sonho. – Ela rapidamente mudou de feição e ficou, digamos, zangada.

- Está brava comigo mamãe?

- Não, filha. Não com você... Digo! Não temos culpa do que sonhamos, a maioria é apenas representação dos nossos medos.

- Então tudo bem. – Sorri.

- Bem Mari, era isso que eu queria te dizer. Eu sei que você vai ao show do Jagged Stone com suas amigas, assim como sabe bem que irei viajar hoje e a casa será toda sua. Entããão... Prudência viu mocinha? – disse bagunçando meus cabelos.

- Claro mamãe! Não se preocupe com nada! – A respondi sorrindo. Abraçamo-nos, levantei, tomei café e arrumei-me para deixar minha mãe no aeroporto.

Minha mãe e eu fomos tranquilamente no nosso carro, eu havia tirado minha carteira fazia um mês, e dirigia bem, segundo palavras da dona Sabine.

- Senhora Sabine Cheng? – Disse uma recepcionista conhecida por minha mãe do aeroporto assim que nos viu chegar.

- Sim?

- A Marinette vai viajar com você dessa vez?

- Não, não, ela tem medo de avião. – Respondeu minha mãe à mulher enquanto ria de mim bagunçando meu cabelo simultaneamente.

- Vai ficar tudo bem mãe. – Beijei sua testa. – Boa viagem até a China, mande beijos por mim às minhas avós.

- Darei sim, querida.

Acenei minha mãe até a partida, e fiquei olhando o avião que trafegava pelos céus. Orei em silêncio pedindo a benção divina que proteja minha mãe na ida e volta, peguei o carro e fui para casa.

 Em casa, fiz meus demais deveres de casa tais como varrer, lavar a louça... Deixar a casa impecável antes de sair, do jeito que minha mãe gosta, mesmo ela não estando aqui. Após isso tomei um banho bem demorado, vesti as roupas que iria para o show e, posteriormente, um baile à fantasia do qual Nino nos convidou.

Eu irei ficar a noite toda acordada curtindo, com certeza irei conhecer alguns gatinhos por isso preciso estar im-pe-cá-vel.

 

 

- la fin n'est que le début -

 

 

 

 

- o fim é apenas o início -

 



Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...