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História Unbreakable Vow - Capítulo 6


Escrita por: fercarol03

Capítulo 6 - Capítulo 6


Uma rotina havia sido estabelecida. Hermione era acordada todos os dias pela manhã e tomava seu desjejum ainda na cama enquanto lutava para manter os olhos abertos. Depois, enquanto as aias vestiam-na e ajeitavam seu cabelo, o conselheiro atualizava a rainha de seus afazeres do dia. 

Hermione olhava pela janela enquanto sentia os puxões em seu espartilho se fechando contra sua cintura. Em seu cabelo, mais grampos dourados eram enfiados entre os fios. Pequenas pérolas brancas brilhavam em meio aos cachos castanhos. 

Naquele dia, uma chuva pesada caia contra as janelas de vidro. Hermione não pôde evitar se sentir satisfeita. Havia descoberto que os nobres que costumavam visitá-la, evitavam a todo custo sair de casa em dias chuvosos. Aparentemente, os duques e duquesas não queriam correr o risco de aparecerem na presença da rainha com as vestes molhadas e sujas pela chuva.

Hermione não entendia ao certo porque acabar molhado pela chuva era uma questão para a maioria dos nobres, também não sabia porque eles consideravam algo inadequado ou desrespeitoso. Até onde se lembrava, ninguém controlava o tempo, portanto por que algo tão trivial como se molhar no caminho deveria ser uma questão?! Hermione pouco se importava se as pessoas que a visitavam haviam se molhado ou não, mas se isso significava que ela não precisava receber visitas, então sentia-se um pouco mais grata.

-Majestade, as visitas foram canceladas por causa da chuva. Há apenas algumas cartas que chegaram essa manhã. Elas são de reinos aliados. -O conselheiro falou de forma mecânica, voltando a enrolar seu pergaminho e o guardando no bolso do casaco.

-Imagino que a paz entre os reinos depende da minha resposta. -Hermione falou dando um suspiro. A aia que arrumava seu cabelo se afastou com uma reverência. Um último puxão em sua cintura anunciou que Hermione estava pronta para começar seus afazeres.

Hermione levantou-se de sua cadeira e passou a mão pela saia do vestido, a ajeitando. Ao se virar, encontrou o olhar prateado do conselheiro a fitando. O homem vestia um casaco preto fechado até o pescoço de forma quase militar. As vestes escuras pareciam evidenciar o cabelo e a pele muito clara. Um fio de cabelo escapava do penteado que colocava o cabelo prateado cuidadosamente para o lado. O fio rebelde caia pela testa clara, fazendo sombra em um dos olhos do homem.

O homem de repente pareceu tenso, como se o olhar de Hermione sobre si lhe causasse arrepios. A jovem meneou a cabeça, confusa pelas reações que parecia causar no homem.

O conselheiro Malfoy era um homem bonito, até mesmo a mais tola das mulheres saberia daquilo. Os criados não comentavam em sua frente, na verdade a maior parte sequer se dirigia diretamente à garota, mas Hermione ouvia as conversas animadas e risinhos pelos corredores. Draco Malfoy causava uma comoção por onde quer que passasse. Ele parecia capaz de atrair doses iguais de olhares desejosos e desconfiados para si. Hermione imaginou que, embora o considerassem perigoso, as pessoas eram inevitavelmente atraídas pelo desconhecido. 

Ele também parecia bem consciente desse fato e não era incomum que Hermione ouvisse, além dos risinhos histéricos, a voz melodiosa do homem lançando flertes em direção às criadas.

De modo geral, Hermione se importaria tanto com o que o conselheiro faz com as criadas quanto se importava com pessoas molhadas pela chuva: se isso evitasse que elas apareçam e lhe deem mais trabalho, ela estava grata.  Porém, o comportamento do homem em sua presença a intrigava. Era claro a mudança em sua postura quando Hermione saía de um dos cômodos e o pegava conversando com alguma das aias. 

Ele também parecia a tratar com grande frieza, mesmo após saber que ela era usuária de magia e isso a incomodava. Hermione esperava que, ao descobrir a verdade sobre si, pudesse conversar com o homem sobre suas habilidades, uma vez que ele compartilhava delas, entretanto isso não havia acontecido. Na verdade, o homem parecia ter se tornado ainda mais distante e alheio a sua presença. 

-Deixei as cartas sobre sua mesa, majestade. -O conselheiro falou atraindo sua atenção para o momento. Ele desviou o olhar para a janela.

-Não irá me acompanhar até lá, conselheiro? -Hermione tombou a cabeça. -E se eu causar um incidente diplomático com minhas cartas?

-Eu posso ler suas respostas depois, caso vossa majestade ache necessário. -O homem falou simplesmente, colocando os braços em suas próprias costas. Hermione ergueu a sobrancelha.

-Imagino que tenha outras coisas para fazer agora?

-Na verdade, tenho uma tarefa para concluir.

-Entendo. -Hermione estalou a língua. -Pode ir para seus afazeres então.

-Com sua licença. -O homem fez uma reverência e deixou os aposentos de Hermione.

Ao ouvir o som da porta sendo fechada, Hermione bufou. Estava acostumada a estar sozinha e a não conversar, uma vez que vivia completamente só na barraca após a morte de Dumbledore. Porém, estar cercada de pessoas, ser tocada pelas aias, ter a total atenção e cuidado dos criados e não ter com quem conversar a fazia se sentir solitária.

Certa vez havia tentado puxar assunto com a jovem garota que penteava seus cabelos. Hermione começou a tagarelar sobre o tempo, sobre como a temperatura do dia estava agradável para uma caminhada, mas recebeu apenas o silêncio doloroso como resposta. Claramente todas as criadas haviam sido instruídas a não falar diretamente com ela. Provavelmente aquele deveria ser o comportamento esperado dos criados do castelo. Hermione imaginou também que, caso insistisse e obrigasse a menina a falar com ela, talvez ela pudesse ser punida pela governanta e ela não queria nada disso.

Hermione deixou seus aposentos e foi em direção ao escritório real. Assim como o conselheiro havia dito, as cartas com selos imperiais estavam sobre sua mesa. A garota se sentou e começou seu dever. As duas primeiras cartas eram apenas congratulações atrasadas por sua coroação. Hermione escreveu o agradecimento padrão e colocou as folhas de lado. Com um tédio crescente, rompeu o selo da última carta.

A carta tinha uma caligrafia fina e bonita e tinha o tom formal padrão. Havia sido escrita diretamente para Vossa Majestade Real Hermione I, Rainha dos Países Obsius* e havia sido assinada por Vossa Alteza Real, o Príncipe Viktor Krum, herdeiro legítimo de Durmstrang, os Países Nórticos*.

Hermione normalmente não dava muita atenção àquele tipo de carta e ela sabia que era um erro. Se fosse uma monarca melhor, prestaria atenção em cada pormenor de suas atividades, mas ela simplesmente não conseguia ver sentido em responder toda e qualquer carta que lhe era endereçada. Aquela carta, entretanto, prendeu sua atenção já nas primeiras linhas.

Talvez fosse o tom objetivo que havia sido escrito, talvez fosse a franqueza exagerada do autor, mas Hermione se viu em uma mistura de incredulidade e ultraje. Ao chegar ao fim, releu todo o seu conteúdo apenas para ter a certeza que havia compreendido direito e não estava prestes a cometer uma injustiça. 

Não havia erro algum! Havia sido pedida em casamento e o autor do pedido não havia se dado ao trabalho de escrever três linhas justificando seu pedido insensato.

A garota jogou a carta para o lado e a encarou como se fosse um animal peçonhento pronto para atacá-la. Pegou um novo papel de carta oficial e rabiscou uma resposta mal-criada de forma rápida e furiosa e então parou. Certamente ela iria cometer um incidente diplomático se mandasse uma resposta daquela forma. Embora o pedido fosse absurdo e até mesmo desrespeitoso (Hermione julgava que merecia pelo menos alguns meses de corte antes de um pedido oficial), cabia a ela tomar as rédeas da situação e oferecer uma resposta educada. Ela jogou o rascunho de sua carta na lareira acesa e voltou a se sentar.

Bateu a ponta da pena algumas vezes sobre a mesa. Tudo o que passava em sua cabeça era uma série de disparates e ofensas descabidas. Guardou a carta que considerava absurda no fundo da gaveta do móvel e tamborilou os dedos sobre a mesa, tentando pensar.

Certamente era ingenuidade se surpreender ou até mesmo se ofender com um pedido como aquele. Ela era uma rainha e, afinal, estava solteira. Malfoy havia dito que ela se tornara o melhor partido de todo o continente. Além disso, casamento dos membros da coroa sempre foram realizados por interesses políticos, então é claro que as propostas de outros reinos começariam a surgir.

Levantou-se em um pulo. Certamente um casamento com o Reino Nórtico seria interessante para o país, mas Hermione não estava tentada a se sacrificar por uma aliança política. Aliás, ela nem sequer havia posto os olhos sobre o tal príncipe atrevido que tivera a coragem de lhe mandar tal proposta por uma carta comum.

Não, ela não aceitaria uma situação como aquela. Não importava o que o parlamento ou até mesmo o conselheiro pensasse a respeito.

O conselheiro... 

Hermione arregalou os olhos devagar. O homem certamente não tinha interesse em um casamento como aquele. Sua posição estaria claramente em perigo depois que Hermione se casasse com outro homem e este, é claro, viesse a se tornar Rei dos Países Nórticos e anexasse o reino de Obsius ao seu território.

A garota deixou o escritório com urgência. Para o que serve um conselheiro se não para ajudá-la a escrever cartas negando uma proposta de casamento? 

Sem nenhuma surpresa, Hermione encontrou o conselheiro na biblioteca. Sua presença, novamente, havia claramente o perturbado e o homem havia tentado esconder suas anotações com livros quando a menina entrou. Hermione poderia ter notado mais do que isso se não estivesse tão ansiosa e nervosa com a proposta de casamento. 

-Vossa majestade. -O homem se colocou em pé em um salto, os olhos cinzentos bem arregalados.

-Conselheiro, preciso de sua ajuda. -Hermione revelou agitando os dedos da mão. -Fui pedida em casamento.

Um momento de choque passou pelos olhos do homem que levou um segundo ou dois além do necessário para processar a informação que a rainha lhe dava. Malfoy piscou os olhos.

-Em casamento? Por quem? O pretendente apareceu sem avisar?

-Sem avisar, sem cortejar, sem sequer se apresentar de forma adequada. -Hermione bufou. -Uma das cartas que você me mandou responder…

-Havia três. Uma do Duque de…

-Era a última, do Reino Nórtico. -Hermione sacudiu a mão sem paciência.

-O Príncipe Viktor Krum. -Draco passou a mão pela nuca compreendendo em totalidade a situação. -Não é segredo que o rei está tentando casa-lo há alguns anos. Uma rainha solteira é uma tentação muito grande para um homem ganancioso.

-Não me diga. -Hermione cruzou os braços mal-humorada.

-Eu não me importaria muito com isso, majestade. O príncipe não parece nem um pouco interessado em se casar tão cedo. O rei deve ter…

-A carta foi assinada pelo próprio príncipe. -Hermione resmungou. -Acha que alguém escreveu em seu nome? 

-Isso é… surpreendente. -Draco umedeceu os lábios, os olhos novamente muito arregalados.

O conselheiro desandou a falar sobre casamentos e alianças políticas e todas as vantagens que Hermione poderia ter ao se casar com o príncipe dos países nórticos. Hermione, que já sabia e havia pensado naquilo tudo, caminhou até a janela, espiando o dia chuvoso do lado de fora.

Malfoy continuava sua explicação detalhada e parecia ter achado um novo divertimento em torturar Hermione com o assunto desagradável. A garota, no entanto, já não o ouvia mais. Seus olhos haviam pousado sobre um dos livros abertos sobre a mesa. A jovem lembrava-se da figura do retrato de suas leituras na infância. Tratava-se de seu avô, o Rei Gellert II.

-Por que você está lendo sobre o meu avô? -Hermione perguntou pegando o livro sobre a mesa. Ao fazer isso, ela havia descoberto o pergaminho contendo os rascunhos do conselheiro. -Aliás, por que você está estudando toda a minha família?

-Isso é… Não é nada demais. Estou apenas fazendo alguns registros históricos. -O conselheiro falou tentando juntar o amontoado de folhas sobre a mesa em um único monte. Hermione, no entanto, esticou a mão e pegou uma delas com a ponta dos dedos. 

-Isso parece ser a árvore genealógica de minha família. -Ela falou surpresa. -Mas tem alguns nomes faltando.

-Infelizmente não há registros sobre alguns membros da família Granger. -Malfoy engoliu seco fazendo uma careta. A última coisa que esperava era ser descoberto justamente pela própria rainha.

-Você está tentando rastrear a origem de minha magia, não é? -Os olhos castanhos faiscaram na direção do homem. O conselheiro limpou a garganta.

-Eu apenas fiquei curioso após nossa conversa naquele dia, majestade.

-Eu falei que você deveria me chamar se precisasse de ajuda. -Hermione puxou uma cadeira e se sentou, pegando uma pena e rabiscando o pergaminho. -Minha bisavó se chamava Catherina e não Catherine.

-Me perdoe, majestade.

-O erro é comum. Está em diversos registros oficiais. Ninguém se importa com a esposa do rei, afinal.

Draco observou a menina à distância, sem saber ao certo o que fazer a seguir. Ele endireitou sua coluna e tomou a postura respeitosa de sempre, esperando até que ela terminasse de ler seus rascunhos e fosse embora para continuar seu trabalho.

A luminosidade enfraquecida do dia chuvoso entrava pela janela lateral da biblioteca, iluminando o perfil da monarca. A garota parecia distraída, completamente entretida com suas anotações. A pena balançava de um lado para o outro em sua mão.

-Pelo que estou vendo você acredita que a origem de minha magia pode ter vindo dos meus avós. -Hermione murmurou aproximando o pergaminho de seu rosto para ler uma anotação nas laterais. -Gellert II era um homem enfadonho. Não consigo acreditar que havia algo de mágico sobre ele.

-Os registros dizem que ele era um homem encantador. 

-Um galanteador, você quis dizer. -Hermione revirou os olhos, divertida. Um sorriso de canto brincou em seus lábios.

Depois de um segundo em silêncio, a menina franziu a testa e virou-se ligeiramente para Draco. A diversão em seu rosto havia desaparecido e dado espaço para uma carranca.

-Por que parece que você está de guarda?

-Eu… -Draco piscou os olhos, olhando da menina para suas anotações. Não sabia como responder aquela pergunta, portanto tentou sair pela tangente. -Gostaria que eu fizesse algo por vossa majestade?

-Na verdade sim. -Hermione pousou a pena sobre a mesa e virou-se na cadeira. -Eu gostaria que você se sentasse aqui do meu lado e me explicasse suas anotações. Há algumas coisas que eu não estou entendendo.

-Majestade, não sei se é adequado…

-É uma ordem.

E, em um movimento rápido e brusco, o conselheiro se sentou na cadeira livre ao lado da menina. Hermione percebeu com certo divertimento que ele parecia contrariado, irritado até, mas não se importou. Sabia que estava abusando de sua posição ao dar a ordem ao homem, mas estava cansada do distanciamento imposto entre ela e as outras pessoas do castelo. Estava cansada de não poder ter uma simples conversa com alguém.

-Muito bem, me explique porque acha que Gellert II tem algo a ver com minha magia. -Hermione apoiou a cabeça na mão distraidamente. O conselheiro hesitou por um minuto, antes de pegar a pena sobre a mesa e apontar para suas anotações.

-Não tenho nenhuma explicação, na verdade. -Malfoy confessou com um suspiro cansado. -Todos os registros sobre ele dizem que é um homem encantador e que as pessoas eram magicamente atraídas por ele. Eu estou explorando todos os boatos. A única coisa que podemos fazer é seguir o registro da família Granger. Aqueles que vieram a se casar com alguém da família… -Draco sacudiu a cabeça, desanimado. -Imagino que seja impossível conseguir algum registro confiável. 

-Entendo. -Hermione coçou o queixo, pensativa, voltando o olhar para a figura do avô. -Mas Gellert era o herdeiro do trono, um legítimo Granger. A magia não poderia ter começado com ele, poderia?!

-Talvez ele tenha sido abençoado. -Draco sacudiu a cabeça. 

A verdade é que se sentia ridículo por estar falando sobre aquilo. Ele não acreditava verdadeiramente que o Rei Gellert tinha alguma magia. E, se alguém tivesse sido abençoado com magia naquela família, essa pessoa certamente seria a própria Hermione. Porém a garota parecia interessada.

-A teoria é que a magia tenha surgido de forma espontânea em algum ponto do passado? -A garota ergueu uma sobrancelha.

-Ou isso, ou temos um herdeiro não legítimo em algum lugar.

Hermione cobriu a boca com a mão, seus olhos viajavam pelo papel de nome em nome como se buscasse uma revelação em meio a caligrafia de Malfoy. O conselheiro, por sua vez, ficava cada vez mais inquieto. A forma descontraída com que era tratado pela monarca o desconcertava. 

-Acho que a magia não surgiu de forma espontânea em minha família. -Hermione sacudiu a cabeça depois de algum tempo. -Também não acho que tenha um filho ilegítimo entre meus antepassados.

-Vossa majestade acredita nisso porque…

-Bom, não seríamos a primeira família nobre a ter traições escandalosas em nossa história, mas eu não consigo imaginar uma rainha tendo um filho ilegítimo. Eu simplesmente não consigo acreditar que alguém aceitaria os riscos dessa forma. Em meu mundo, um herdeiro é algo valioso. Essas mulheres pagariam com a própria vida, caso…

-Então eu não sei como explicar suas habilidades, majestade.

-E se a magia foi algo que foi adicionado à minha família. Algo que veio com alguém de fora. -Hermione lançou um olhar de canto ao homem, observando quando os olhos cinzentos, parecendo cansados, viraram em sua direção.

-Você acredita que uma mulher não mentiria sobre um herdeiro ilegítimo mas mentiria sobre sua origem? -Uma sobrancelha loira se ergueu, formando pequenas dobras na testa do rapaz. Hermione suspirou, um sorriso triste nasceu devagar.

-Conselheiro, uma traição, embora irresponsável e inconsequente, é uma escolha. Nossa origem, no entanto, não. Nossa origem é algo inerente ao nosso ser, é algo que nasce conosco e que morrerá junto com a gente. Uma mulher talvez não escolhesse colocar a própria vida em perigo, mas talvez acreditasse que pudesse mudar o próprio destino.

 


Notas Finais


Só para tirar algumas dúvidas que podem ter surgido em meio ao capítulo.

Países de Obsius: Obsius era o nome de um homem que descobriu pela primeira vez a pedra Obsidiana, na Etiópia. Por esse motivo, a pedra foi batizada com seu nome. Eu só peguei seu nome emprestado mesmo! hahaha

Países Nórticos: Sim! Eu sei que o certo é Países Nórdicos, mas já que eu tava inventando nomes fictícios para os lugares, queria um nome diferentão aqui também. Eu gosto porque assim não fico presa a conceitos existentes e, por ser um lugar inventado, eu posso criar esse lugar da forma como eu quiser.

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