História Undead Project - Capítulo 4


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Categorias Fairy Tail
Tags Gore, Nonsense, Psicológica, Zerlu
Visualizações 92
Palavras 1.832
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Festa, Ficção Adolescente, Ficção Científica, Fluffy, Hentai, Lemon, Luta, Mistério, Misticismo, Orange, Policial, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Shounen, Sobrenatural, Survival, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Drogas, Estupro, Gravidez Masculina (MPreg), Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Necrofilia, Nudez, Pansexualidade, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Senti falta de alguns de vcs nos comentários... mas vamos lá, estou aqui para entreter vcs

Espero que o capítulo esteja do agrado de vcs, mesmo ele sendo pequeno.

Capítulo 4 - He's back


Capítulo 3 – He's back

 

xXx

 

“Havia algo de errado conosco desde que começamos, não tinha como dar certo de qualquer maneira, foi apenas o calor do momento e a imaturidade de dois jovens que acreditaram que o amor poderia derrubar qualquer barreira da vida.”

 

xXx

 

-Ei! Acorde lixo! – sentiu um tapa no rosto e então abriu os olhos evidentemente cansados. – Chegamos. – disse Acnologia virado de costas e saindo do helicóptero.

Sem nenhuma palavra o moreno se levantou, as algemas dos pés haviam sido removidas e apenas as dos pulsos foram mantidas fazendo Zeref questionar o quanto eles ainda confiavam nele já que não havia como fugir. O pensamento o fez revirar os olhos e por sorte a ação não foi vista por nenhum dos dois generais: Acnologia e Ivan. Zeref fez seu caminho para fora do helicóptero e cobriu os olhos assim que a claridade bateu em seu rosto, demorou um pouco para a visão focar e quando finalmente ele pôde ver a paisagem a sua frente não poderia ser menos surpreendente. Haviam vários policiais e soldados enfileirados saudando Acnologia e Ivan que caminhavam à frente enquanto o moreno era escoltado por dois militares fortemente armados logo atrás.

Logo a frente havia um comboio que ele logo supôs que iria ser transportado diretamente para a delegacia ali. A situação não poderia ser mais engraçada, um minúsculo sorriso escapou dos lábios do moreno. De quem havia sido a brilhante ideia de usá-lo como um caçador em uma operação como essa? Com toda disponibilidade de armas e tecnologia  que ele está vendo agora, será possível que eles não são capazes de rastrear e matar um simples experimento que deu errado? Uma onda de pensamentos semelhantes rondava a mente de Zeref, enquanto fora dela a situação tomava um rumo diferente.

-General Ivan, tem uma palavrinha? – o General parou seu caminho e virou-se para encarar quem havia falado com ele, não poderia ficar mais surpreso com quem estava ali.

-Comandante Silver? O que faz aqui? Achei que tinha dito para ficar fora dessa operação. – asseverou Ivan.

-Eu sei... eu sei... – disse com as mãos em rendição ultrapassando a linha de soldados e policiais e se aproximando dos dois Generais. – Eu preciso falar com o U.P.¹2602:Dead. – Zeref franziu o cenho, odiava ser chamado assim, isso o fazia se sentir um ratinho de laboratório, que talvez esse fosse o termo que melhor se encaixava para sua situação.

-Permissão negada. – disse Acnologia, alto e em bom tom.

-Por que não? Eu gostaria de ouvir o que o bom homem tem a dizer. – pronunciou Zeref pela primeira vez.

-Calado! Ratos de laboratórios não têm vontades aqui. – Acnologia proferiu. Zeref alargou o minúsculo sorriso, tentando disfarçar abaixou a cabeça. Silver aproximou-se do moreno e antes que pudesse tocá-lo, foi afastado pelos soldados. Foi a mesma cena de antes, Silver foi afastado novamente enquanto olhava suplicante para Zeref.

“Por quê me pedir ajuda agora? Você foi uma das causas de eu estar aqui.”, pensou o moreno enquanto Silver sumia de vista. Zeref subiu  no comboio acompanhado dos generais e se dirigiram ao ponto de encontro que ficava a 10 km da cidade.

A viagem foi silenciosa, para o deleite do moreno, afinal encarar dois Generais e dois soldados em um mesmo meio de transporte sendo você o “prisioneiro”, não era fácil. Ao chegarem no ponto de encontro, um campo de futebol improvisado e abandonado, foram recepcionados por Kyouka que estava acompanhada por Minerva e por seu policial de mais alta confiança, Sting.

-Delegada Kyouka. – pronunciou Ivan enquanto Acnologia apenas deu aceno de cabeça.

-General Acnologia, General Ivan. É um prazer recebê-los em Magnólia.

Após os devidos cumprimentos o General Ivan deu a ordem para retirar Zeref do comboio e ao sair, ainda com as mãos algemadas, Kyouka o encarou um tanto abismada.

-Ele é muito mais jovem do que imaginei. – sussurrou Kyouka no ouvido de Ivan, arrancando um sorriso de canto do mesmo. Em poucos segundos o moreno estava de frente para Kyouka e a encarou.

Kyouka respirou fundo enquanto se aprofundava ainda mais naquelas orbes escuras que pareciam suga-la para dentro e a enviando para um infinito desconhecido.

-O quê? – perguntou Zeref tirando-a de seus pensamentos.

-Nada. – respondeu balançando a cabeça e virando-se para Ivan. – Então, essa é a papelada?

-Sim, os termos de responsabilidade da cobaia. – disse Acnologia enquanto Zeref se segurava para não avançar, o ódio era claro e evidente em seu olhar. – A autorização da permanência temporária da cobaia na cidade de Magnólia já foi assinada pelo Juiz Mard Geer, só precisamos da sua assinatura dos termos de responsabilidades.

-Ok. – Kyouka um tanto receosa pegou uma caneta e assinou os termos.

-Só mais uma coisa, a coletiva de impressa já foi acionada, certo? – perguntou Acnologia fazendo a mulher engolir seco com apenas o timbre de sua voz.

“Coletiva de imprensa?!”, pensou Zeref já em surto de adrenalina. Nada foi dito sobre coletiva de imprensa.

-Sim. – confirmou terminando de assinar. Ivan recolheu os papéis e conferindo a assinatura.

-Tudo certo. Podem tirar as algemas. – ordenou Ivan. – Ah, e mais uma coisa, kyouka. – Ivan colocou a mão em um dos bolsos do casaco militar e retirou um frasco de remédio. – Esses são os remédios do U.P. Dead. – entregou à Kyouka.

-Remédios?

-Sim. Eles o manterão no controle. – sussurrou no ouvido da delegada.

-Controle? Como assim?

-Ele é um U.P. afinal de contas. É quase como um zumbi, se ele não for controlado com remédios sua fome por carne humana não será saciada.

-O quê?!

-Sshhhiu, esse é um defeito do projeto mas se você der esse remédio a ele de 12 em 12 horas tudo estará bem.

-Ivan! – chamou Acnologia. – Pare de enrolar, vamos! – disse entrando em um carro mais formal do que o comboio.

-Já estou indo! – disse e depois voltou para sussurrar no ouvido de Kyouka. – Boa sorte. – e então saiu. Em menos de um minuto o campo de futebol estava vazio com apenas quatro almas.

O silêncio governava os quatro e em gestos silenciosos todos se dirigiram para o carro. Minerva seria a motorista enquanto Sting acompanharia Zeref no banco de trás.

 

xXx

 

A frente da delegacia estava uma bagunça de repórteres, alguns mais pretenciosos que outros e Minerva odiava, acima de todos ali presentes, Jenny Realight uma repórter investigativa que vivia em seus calcanhares devido a um escândalo envolvendo seu nome a dois anos atrás. A morena franziu o cenho apenas por encarar a loira enxerida. Enquanto adentravam eles eram fotografados e os flashs das câmeras estavam agoniando Zeref devido a sua vista sensível em consequência dos experimentos.

Ao pensar nisso, Zeref questionou: eles sabiam quem ele era? Sua pergunta interna foi respondida por uma pergunta de Jenny.

-Delegada Kyouka, quem é o convidado? – Kyouka a encarou com um olhar de morte.

-Sente-se em seu lugar e logo esclareceremos suas dúvidas. – a resposta foi tão a altura que fez Minerva rir internamente.

Acomodaram-se os quatro em uma mesa com alguns microfones. Demorou o que pareceu uma eternidade até os repórteres saírem satisfeitos com suas respostas em mãos, prontos para publicar e editar a matéria que sairia de antemão no jornal da noite.

 

xXx

 

 

-Oi pai, oi mãe! – disse a loira animada, adentrando em casa e correndo em direção ao casal que descansava do sofá.

-Oi filha... – Layla não conseguiu dizer nada, a loira mais nova abraçou a mãe e o pai euforicamente. O casal se encarou sorrindo.

-Que euforia é essa minha filha? – perguntou Jude já sabendo que vinham boas novas.

-Adivinha quem vai ser a estrela principal no Quebra-Nozes? – a mãe abriu a boca mas nada saiu além de um sorriso seguido de um grito agudo.

-Aaaah minha filha, parabéns! – ela abraçou a filha com força.

-Ai mãe, é como um flashback da minha vida! Eu lembro que Quebra-Nozes foi uma das primeiras apresentações que fiz na minha carreira. – disse a loira nostalgicamente.

-É, só que a diferença agora é que minha princesa será a estrela principal do espetáculo. – disse Jude.

-Enfim, vou tomar banho e já, já estarei de volta. – Lucy subiu as escadas correndo ainda animada e sonhadora. Finalmente ela estava fazendo seu nome, era reconhecida em Magnólia como a melhor dançarina de ballet, seu esforço não estava sendo em vão e isso era gratificante.

Ligou o chuveiro e começou a entoar um dos temas musicais de Quebra-Nozes, fechou os olhos imaginando-se no palco e inconscientemente começou a fazer passos discretos. Terminou o banho, pegou a toalha e saiu do banheiro. Lucy estava se vestindo quando seu celular começou a tocar, olhou no visor.

-Juvia? – a loira arqueou uma sobrancelha, elas haviam acabado de se despedir. – Alô?

-Lucy, você está vendo o noticiário? – Juvia parecia nervosa.

-Não. O que está passando?

-Sugiro que ligue a televisão e tire suas próprias conclusões.

Lucy pegou o controle da TV e ligou no canal de notícias, o que ela viu no momento em que apareceu a imagem a deixou com o queixo caído.

-J-Juvia... é... – a loira tentou formular alguma palavra mas nada saía, sua mente era um total branco.

-Sim Lucy, ele está de volta.

 

xXx

 

“Undead Project é um projeto militar cujo o objetivo é ressuscitar um soldado morto em campo de batalha dando a ele não só uma vida nova como também a capacidade de regenerar um membro perdido e resistir a balas de balística pesada.

Mas, esses objetivos são questionáveis.

Minha opinião? O real objetivo é descobrir a fórmula para a imortalidade e dá-la aos grandes Generais que foram e são considerados insubstituíveis, para não usar um termo pior, e que foram essenciais para a vitória em guerras passadas.

Eles querem ressuscitar monstros que só têm um significado na vida através da guerra? Grandes táticos, generais e soldados que foram condecorados como heróis são assassinos! Eles não percebem o erro que estão cometendo.

Meu pai era um veterano e trabalhou para aqueles porcos do Centro Pesquisas Militares de Magnólia (CPMM) e, para a nossa desgraça, ele conhecia a iniciativa Undead Project. Na mesma época em que U.P. era apenas uma iniciativa, uma ideia que não havia saído do papel, meu irmão mais velho foi baleado no estômago e não resistiu ao ferimento.

Como um pai desesperado ele recorreu a ajuda do centro de pesquisas e ofereceu meu irmão ao projeto.

Funcionou!

Meu irmão voltou a respirar e meses depois desse feito, nosso pai desapareceu.”

 

...

“A pior coisa que poderia ter acontecido hoje, aconteceu. Meu rosto foi exposto para toda a Magnólia, isso era algo que eu não poderia evitar, mas se eu pudesse... ninguém saberia que passei por aqui.”

 

...

“...Zeref morreu, mas devido ao projeto, ninguém além dos médicos do hospital poderia saber.”

 

...

“Torço para que minha estadia aqui em Magnólia seja breve, quero evitar encontros desnecessários, mas o tempo que isso levará dependerá apenas de mim.”

 

...

“...Nem mesmo aquela que foi responsável pela morte do meu irmão poderia saber. Ah como eu queria ter posto minhas mãos no pescoço daquela vadia.”

 

xXx

 

-Juvia, ele está de volta... 


Notas Finais


Enfim, espero que tenham aproveitado. Infelizmente hoje não teve música... pooooxa... T^T
Semana que vem tem mais :3


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