História Under Tale - Genocidas - Capítulo 2


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Categorias Undertale
Personagens Alphys, Asgore Dreemurr, Asriel Dreemurr, Burgerpants, Chara, Doggo, Flowey, Frisk, Gerson, Greater Dog, Grillby, Mettaton, Muffet, Napstablook, Papyrus, Personagens Originais, Sans, Toriel, Undyne, Vulkin, W. D. Gaster
Tags Alemanha, Almas Humanas, Alphyne, Alphys, Alphysxundyne, Amor, Asgore, Asriel, Batalhas, Bondade, Cachoeiras, Chara, Coragem, Covardia, Destruição, Determinação, Ebott, Enleio, Flowey, Frans, Frisk, Guarda Real, Hitler, Inconstância, Integridade, Ira, Justiça, Maldade, Megalovania, Mettatonxalphys, Nevada, Ódio, Originais, Paciencia, Papyrus, Perseverança, Rota Genocida, Salão Do Julgamento, Sans, Sansxfrisk, Segunda Guerra Mundial, Teraquente, Tirania, Toriel, Undertale, Undyne, W D Gaster
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Palavras 2.811
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Ficção Científica, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Saga, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 2 - Capítulo 1 - A Lei Desse Mundo


PARTE I - Subterrâneo

 

Depois de vários segundos em queda livre finalmente chegou ao chão, e tudo se escureceu. Na verdade, naqueles últimos dias em sua vida, imaginou como seria uma morte por queda - se sentiria todos os seus ossos estilhaçarem-se com uma dor insuportável antes de parar, ou então não sentiria nada e simplesmente tudo acabaria. Pensou que sentiria ao menos a dor em um momento breve como centésimos, mas nada sentiu além de conforto e calor. Antes acreditava no famoso "Céu e Inferno", mas depois de tudo o que passou, ao menos sabe em queê acreditar. Só sabe que seu pedido de realizou.

Nada. Apenas vazio, sem dor, sem frio, sem medo...

Apesar de ter-se arrependido grandemente enquanto caía e viu a face da Morte, ficou ali, feliz em estar apenas vagando no vazio de sua mente e consciência, notando e compreendendo sua insignificância em meio à aquela vastidão do Universo; não havia ninguém para procurá-la. Ninguém sentiria a falta de uma pobre criatura como ela. Sentiu-se feliz com a paz que sentia naquele momento.

Até que um sussurro ressoou, destruindo sua paz e ociosidade:

Acorde...  Você não pode ficar aí, eles vão chegar logo...

Seu corpo reagiu involuntariamente, se inclinando para a frente e aspirando violentamente em busca de ar. Acabou engasgando-se, tossindo várias vezes antes de conseguir controlar-se e respirar com calma. Frisk rolou de lado, apoiando-se nas mãos tentando juntar forças e entender o que aconteceu. Ao finalmente conseguir, sentou-se no chão e olhou ao redor, assustada e incrédula. O medo apenas aumentou com sua total cegueira, não conseguindo enxergar um palmo na frente do nariz e as estranhas sensações sob suas mãos e joelhos.

- I-impossível - murmurou a menina, antes que resfolegar novamente, sua garganta engasgando-se com poeira e detritos, fazendo tossir ainda mais.

Permaneceu no mesmo lugar por um tempo, concentrando-se apenas em conseguir respirar sem afogar-se em poeira, e ao levantar os olhos percebeu que haviam adaptado para enxergar o máximo de luz possível do ambiente, já que não há quase nada de iluminação. Não que adiantasse muito. Ao olhar para baixo conseguiu distinguir a forma de folhas claras que se destacam entre os demais elementos do lugar onde está, que são completamente escuros e muito difíceis de entender. Tateou melhor, sentindo que são macias e leves - pétalas de flores ao invés de folhas de uma planta qualquer. Porém mesmo assim, conforme vasculhou, conseguiu sentir a poucos centímetros abaixo o chão. Estão completamente ligadas ao chão, nem dois dedos acima dele. Mas de qualquer forma sabe que independente do volume de pétalas, não teriam amortecido nem de perto sua queda.

Sentou-se e olhou ao seu redor, tentando distinguir alguma coisa em meio às trevas. Está em uma espécie de caverna, as paredes acinzentadas e quase negras se erguendo alguns metros de si, em um cômodo quadrado parecido com uma sala. Várias estalactites jazem no teto da caverna, e poucas veias de água escorrendo e pingando no chão, parecendo tiros no ambiente com silêncio sepulcral. Precariamente se pôs de pé, suas pernas finas e fracas bambeando um pouco, mas conseguiu após algumas tentativas por alguns minutos. Olhou para cima, onde o teto se estende na forma de um funil, que diminui e se estreita, até não conseguir enxergar mais o buraco de onde caíra. Impossível, era para eu estar morta! Pensou Frisk, estendendo e analisando as mãos marcadas por cicatrizes. Ou será que estou...

Não, isso é não passa de uma fantasia, obrigou-se a relaxar e deixar de lado os seus pensamentos e caminhando pela caverna com cuidado e apoiando-se na parede para não cair em falso. Passou alguns minutos andando e mudando de direção nas depressões e elevações, escalando algumas pedras ou quase caindo em meio a fendas. O ar frio e mórbido é diferente do frio do gelo, não sendo aquele tipo de rachar a cara, e por isso logo seus membros recobraram a sensibilidade. A dor em seus pés descalços é insuportável, pelos detritos de minúsculas pedras entrando no ferimento aberto, diminuindo seu passo e lhe arrancando gritos de dor. Mas não parou, sempre respirando fundo e continuando sua caminhada – na qual começava a suspeitar da montanha Purgatório.

Estando praticamente jogada sobre a parede, facilmente reconheceu a mudança do material. Antes a irregular e áspera rocha, agora tornou-se perfeitamente lisa e de um material menos áspero. Mesmo com o escuro consegue enxergar os vários tijolos na parede, teto e chão - estranhamente da cor de lilás ou qualquer outra cor, que não seja cinza ou negra, contendo algumas linhas na parede com desenhos e escritas estranhas. Franziu o cenho, e acelerou o passo, feliz ao notar que a maior parte das pedras haviam sumido naquela parte. Após virar uma curva, seu coração quase salta do peito ao ver ao fim do corredor, em uma esquina indo para a direita, um rastro e indício - mesmo que pouco - de luz brilha em meio à completa escuridão.

Acelerando o passo, parou atônita num segundo. Logo após virar a esquina, deu de cara com duas pilastras de mármore cor de marfim, fazendo um arco até o topo do túnel. Em ambos os lados das pilastras estão presos a hastes de ferro duas tochas, a chama forte e parecendo recém trocadas. Mesmo desconfiada, rapidamente tirou uma das pesadas tochas da haste, por pouco não caindo para frente com o peso e de sua fraqueza.

As coisas ficam mais fáceis assim... Pensou Frisk enquanto voltava a caminhar, acelerando o passo com a clara visão de onde caminhava. Após alguns minutos caminhando pelo longo e aparente interminável túnel lilás, se viu em uma câmara quadricular com talvez cinco metros quadrados, e engasgou-se. Há cerca de cinco diferentes caminhos à sua frente, sem qualquer sinal – como algo escrito, desenhos ou algo do tipo – de onde deveria ir e tem certeza que é um labirinto. E agora? Eu vou me perder desse jeito! Disse Frisk em pensamento, encarando fixamente cada um dos caminhos, desesperada. Não havia para onde voltar, absolutamente nada. Por que está tão preocupado em se perder? Isso não passa dum sonho ou algo do tipo. Não preciso me preocupar. Pensou, dando um passo e escolhendo o segundo caminho do lado direito.

- Caminho errado - disse uma voz atrás de si.

Frisk deu um pulo, assustando-se e esticando instintivamente a tocha onde estivera de costas. Não ajudou muito o fato de não haver ninguém, nada. Balançou a tocha para todos os lados, procurando de onde poderia ter vindo.

- Isso era só o que me faltava! - rosnou entredentes, batendo na própria têmpora e caminhando novamente para o túnel.

Mas parou no último instante, recuando no exato momento em que a armadilha se acionou com um som de engrenagens. Um único segundo a mais e teria sido empalada por grandes espinhos de metal que surgiram do chão, esticando até o teto em menos de centésimos. Caindo de costas no chão, ofegando, seus olhos arregalados. Em dez segundos voltou a sumir sob as grandes placas de pedra no chão.

- Eu avisei - soprou novamente o ar - Por que não me poupa dessas caretas de surpresa, e me deixa te ajudar logo a sair daqui?

Ainda mais desconcertada, Frisk levantou-se, pegando a tocha que deixou cair e assoprando para brilhar melhor. Agora tão arrepiada e desconfiada quanto um gato, olhou para os outros caminhos.

- T-tudo bem... - gaguejou, olhando para todos os lados novamente, sentindo um calafrio - Qual deles eu vou? Quem quer que seja...

- O último - respondeu brevemente.

Frisk respirou fundo, estendendo a tocha antes de caminhar adentro, agora mais confiante quando nenhuma armadilha ou coisa estava lá para matá-la instantaneamente. Enquanto caminhava pelo sinuoso caminho repleto de curvas, descidas e subidas, começou a pensar sobre a voz que escutava. Era só que me faltava: já estou presa aqui e ainda louca! Pensou com um sorriso de canto de boca, dando de ombros e continuando a caminhar. Mesmo que estivesse louca, pelo menos não havia ido parar em uma armadilha... Assim esperava.

Mais à frente surgiu diferentes caminhos, e novamente escutava a tal voz indicando o caminho certo, guiando cada vez mais para dentro da caverna. Quando imaginou que caminharia para sempre, pela primeira vez se viu em uma sala, e não um túnel.

Respirou fundo, sorrindo ao se livrar daquele espaço claustrofóbico. Esse “cômodo” é muito maior do que havia acordado antes. Não consegue enxergar as paredes ou teto, como um enorme pavilhão escuro e vazio. Hesita por um momento em avançar naquele lugar aberto, se dando conta que caso houvesse alguma espécie de armadilha, ravinas ou qualquer coisa assim, nunca veria a tempo. Mas também recente que quando se aproximar das bordas para checar as acione de qualquer jeito. Por favor, né Frisk? Você queria se matar e agora está com medo de morrer?! Respirou fundo, seu corpo levemente tremendo com seu medo estúpido, deu o primeiro passo para fora da cobertura do túnel. Nada. Continuou com passos tímidos, mas quando o resultado se repetiu, caminhou tranquilamente pela sala.

Quando será que vou chegar a algum lugar? Bufou Frisk, olhando ao redor da sala e achando já estranho não ter nem indício de paredes e o fim da sala. Até que...

- Opa, como vai? – disse subitamente uma voz áspera como atrito de cascalhos.

Não soube direito como reagir, congelando no lugar. Seus olhos assustados caminham ao seu redor, buscando o dono da voz – da qual tem certeza estar bem perto. Após olhar para trás, abaixou o olhar lentamente. Demorou um bom tempo para processar o que viu nos seus pés. Soltou instintivamente um grito agudo, recuando vários passos da criatura.

- V-v-você é uma FLOR! – exclamou Frisk, de repente paralisada novamente e impedida de se mover.

A criatura gargalhou genuinamente, claramente achando aquela reação hilária.

- É, pelo visto isso não é nada comum na Superfície – disse ele com ironia (não tem certeza se flores tem sexo, mas o denominou assim pelo timbre da voz) – Bem, vamos para as apresentações. Eu sou Flowey, a flor... Desculpa, não pensei em algo melhor – brincou rindo novamente.

A tensão em seu corpo sumiu, relaxando e se permitindo a um sorriso. Frisk observou e admirou um pouco Flowey. Não é muito alto – chegando mais ou menos na altura do seu joelho – e lembra muito as flores na qual caiu: caule e folhas da cor de esmeralda e belíssimas pétalas amarelas como ouro puro, e como única diferença dois pequenos pontos pretos e uma larga linha de sua boca. Frisk perguntou:

- Você pode me ajudar a sair desse lugar? Eu preciso sair daqui agora!

- Puxa – disse a flor, hesitante – As coisas para você devem ser muito confusas... Se quiser sair daqui, alguém precisa te ensinar como as coisas funcionam por aqui. É a sua primeira vez no Subterrâneo, né?

Isso só deixa a menina mais confusa, mas assentiu com um sorriso. Flowey sorriu ainda mais largamente, algo estranho brilhando por trás de seus pequenos olhos negros.

- Então acho que o bom e velho eu terei de cuidar disso. Tudo pronto? – mas para quê? – Vamos lá!

De repente sente a atmosfera mudar, ficando frio como se subitamente a sala começasse a congelar. A tocha em sua mão apaga-se de vez com isso, assustando um pouco. Tudo fica escuro, cegando completamente a menina que havia se desacostumado com as trevas, demorando para começar a distinguir a silhueta da flor. Mas então começou a enxergar novamente, uma luz avermelhada surgindo ao seu redor novamente. Pensou que uma centelha havia restado e aos poucos voltando a queimar a tocha. Mas a luz aumentou de forma estranha, e seguiu a origem do brilho, arfando sem ar.

Flutuando na frente de seu peito há – literalmente – um coração vermelho, que transmite uma estranha sensação por seu corpo, e parece sentir sua fraqueza se acentuar e impossível de ignorar. É como aqueles desenhos infantis de coração, o que deixa um pouco cômico e irrealista – impossível.

- Está vendo esse coração? Essa é a sua alma, a própria culminação de seu ser – informa Flowey, divertindo-se novamente com a expressão hipnotizada da menina. Ele continua: – No começo, sua alma é fraca, mas pode ficar muito forte e poderosa se você pegar LV.

- O-o que é L-V? – perguntou Frisk, com os olhos brilhando de interesse e curiosidade, apesar de ter medo do que poderia vir a seguir

Novamente a flor se mostra hesitante, algo de diferente flutuando sobre o brilho alternativo de seus olhos escuros. Mas dura um segundo, sumindo sem ao menos tocar a face da flor e assumindo o tom alegre novamente.

- O que é LV? Ora, LOVE, é claro! – obrigada, todas as minhas perguntas foram respondidas. Flowey se inclinou para frente, arqueando a protuberância sobre seu olho, que assume ser a sobrancelha sem pelos – Você quer LOVE, não quer?

Não sabe ao certo o que é aquilo, mas assente, ansiosa para saber mais sobre tudo isso.

- Não se preocupe, irei compartilhar um pouco com você – ele dá uma piscadela.

Com um pequeno estalo, subitamente surgem no ar consecutivamente cinco esferas brilhantes do tamanho de laranjas acima de Flowey, girando em volta de si mesmos e brilhando em branco como minúsculas estrelas.

- Aqui em baixo, LOVE é compartilhado por pequenas e brancas “balinhas da amizade”!

Por que será que isso está me parecendo meio estranho? Pensou Frisk, seus instintos e músculos gritam para que saia correndo dali o mais rápido possível, mas consegue se controlar. Frisk, você está CONVERSANDO COM UMA FLOR! Quer discutir o que é ou não estranho aqui?!

- Tudo pronto? Vá, pegue o máximo que puder! – exclamou Flowey, e as esferas foram numa velocidade razoável em sua direção.

Por reflexo estende a mão direita para pegar a primeira esfera que está a poucos centímetros perto dela. Porém assim que encostou, sente sua carne fritar e ser dilacerada, fazendo soltar um alto chiado de surpresa e dor. Tentou recuar para o lado, mas as outras acompanharam, uma acertando fundo em seu ombro, outra na lateral de sua cintura, na altura de sua coxa e outra fazendo uma longa listra na maçã esquerda de seu rosto. Grita de dor, e rapidamente deu as costas e correu para onde tinha voltado. Mas algo se prendeu ao seu tornozelo e puxa fortemente, fazendo cair com tudo no chão.

Seu corpo magricela e fraco é facilmente arrastado de volta para onde estava. Sente suas pernas serem envolvidas também, e soltou outro grito de dor, vendo o que a havia capturado. Grandes vinhas quebraram os tijolos do chão, enrolando-se ao redor de todo o seu corpo. Inúmeros e longos espinhos presentes por toda a extensão das vinhas cravam profundamente em sua pele. É erguida do chão, suspensa pelas raízes. Sente toda a sua energia ser sugada por esses espinhos, e a luz advinda de sua alma começar a diminuir muito.

Enquanto isso Flowey a encara fixamente, uma expressão sombria e alucinada, com estranhas e monstruosas listras nas laterais de seu rosto, como se fosse dois grandes arranhões.

- Como você é IDIOTA! – fala ele, sua voz antes fraca e áspera agora grave e também alta, reverberando pela sala – Neste mundo, É MATAR OU MORRER! Quem desperdiçaria uma chance dessa, com uma presa tão ingênua?

Dito isso, o som anterior se repete, dezenas de outras esferas surgiram ao seu redor, sem deixar qualquer brecha para fugir – não que houvesse como, inteira enrolada pelas vinhas. A visão de Frisk começa a embaçar, e ainda fecha fortemente os seus olhos, tremendo de medo. Com tom de desprezo, a flor completou:

- Morra.

As esferas começaram a se aproximar lentamente e de forma torturante, enquanto seu agressor gargalha bizarramente, reverberando e ecoando várias vezes pela sala de pedra, fazendo a sala tremer e com certeza o último som que escutaria. Espera a dor chegar de todos os cantos, que destruiria completamente seu corpo como faca quente na manteiga, a sua morte. Mas nada aconteceu. Ofegando em busca de ar, abriu os olhos para ver o que aconteceu, e viu uma flor de queixo caído, tão surpreso quanto ela quando não encontrou nenhuma arma como antes.

Logo em seguida, tudo se tornou um borrão. Só conseguiu reconhecer a silhueta de uma chama surgiu subitamente no chão, e Flowey sumiu, junto com as vinhas que a seguravam a vários metros do chão. Com isso, o pequeno corpo de trapo caiu com tudo no chão com um som horrível, e a dor atravessou seus membros em vários pontos. Se não estivesse à beira da inconsciência, com certeza teria berrado de dor. Mas suas pálpebras começaram a cair, tudo se escurecendo ainda mais. E a última coisa que viu foi uma silhueta se aproximando para perto dela, e uma gentil voz feminina dizer:

- Não se preocupe, criança. Eu vou protegê-la.

 


Notas Finais


Howdy, olá outra vez!

Então, o que acharam desse capítulo? Gostaria de perguntar: o que acham? Eu devo dividir esses capítulos com quase 3.000 palavras em duas ou mais partes, ou deixo assim mesmo?
Sei que, em termos do jogo, avancei muito pouco na história, mas mesmo assim não quero que as coisas fiquem atropeladas (e talvez enrole um pouco mais antes da verdadeira rota heheh >=D)

Obrigada pela atenção e até a próxima!


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