História Under The Rain. - SaiDa - Capítulo 9


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Categorias TWICE
Personagens Chaeyoung, Dahyun, Jeongyeon, Jihyo, Mina, Momo, Nayeon, Sana, Tzuyu
Tags Dahmo, Mimo, saida
Visualizações 67
Palavras 2.591
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Hentai, LGBT, Orange, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yuri (Lésbica)
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


salve galera! capítulo novo pra vocês, fortes emoções nesse capítulo (fortes mesmo, hein), tem quase 2.5k de palavras, aproveitem e espero que gostem (eu detestei esse capítulo, relevem se estiver ruim, não tava muito bem quando escrevi grande parte dele)

ps: não revisei, boa leitura, nos vemos nas notas finais!

Capítulo 9 - Chapter IX


Sana POV


Dizer que eu e Dahyun estávamos próximas era pouco, nós éramos praticamente uma só desde que nós tivemos a nossa reaproximação, todos os dias ela vem me ver no trabalho e me leva para algum lugar, ela é incrível. Infelizmente com tudo isso, minha ideia de tentar afastar o que sinto por ela foi por água à baixo, o efeito surtido foi exatamente o contrário, meus sentimentos por ela só aumentam cada vez mais, e eu sei que isso é errado, já que a mesma está em um relacionamento, mas eu não mando no meu coração, não há como evitar.


Hoje eu acordei um pouco mais cedo que de costume, ainda faltavam cerca de 2 horas para que eu pudesse ir para meu trabalho, então decidi ir aproveitar esse tempo para ir até o mercado comprar algumas coisas pra casa, seriam poucas coisas já que eu não comia muito e ainda haviam algumas coisas da última compra que fiz. Eu estava estranhando o fato de que há mais ou menos de duas semanas meu pai havia sumido, não que eu me preocupe com ele, aquele homem não merece qualquer outro tipo de sentimento vindo de mim a não ser ódio, mas isso definitivamente não era bom, lembro muito bem do que ocorreu na última vez que ele sumiu assim.


Dispersei os pensamentos que rondavam minha cabeça e fui me ajeitar, tomei um banho rápido e peguei uma roupa confortável, fazia um pouco de frio àquele dia, o que era surpreendente já que as vezes Seul conseguiaser o próprio inferno de tão quente. Saí sem tomar café, não sentia fome e caso sentisse, poderia comprar no caminho.


Cheguei no mercado alguns minutos depois e fui diretamente pegar o que precisava, demorei cerca de 15 minutos pegando tudo e quando me dei conta, o carrinho já estava cheio. A fila não estava tão grande, para a minha felicidade, mas iria demorar até que a moça passasse todos os itens que peguei, suspirei olhando para a hora na tela do meu celular, faltava pouco mais de uma hora até dar o horário de começar a trabalhar, com sorte eu não me atrasaria.


Levou quase meia hora para que a moça que estava no caixa passasse tudo, paguei o valor total e peguei todas as sacolas, saindo dali. Haviam muitas sacolas em minhas mãos, ótimo, Sana, mal começou a trabalhar e já irá se atrasar, não pode ficar pior, pensei. E como num passe de mágica, acabou por ficar pior, começou a cair uma chuva forte, por sorte havia um telhado de proteção na frente do mercado que impedia que eu me molhasse, irá demorar mais que alguns minutos até aquela chuva passar totalmente, quando estava prestes a ligar para minha chefe, para notificar sobre o atraso, senti alguém me cutucar.


- Foi daqui que pediram um táxi?


Sorri ao ouvir aquela voz, era Dahyun.


- Eu iria te abraçar agora, mas minhas mãos estão ocupadas. - Comentei rindo.


- Não seja por isso, linda, eu te ajudo. Sei que você está prestes a se atrasar para o trabalho e essa chuva não vai passar tão cedo. - Respondeu ela.


Eu não iria negar ajuda, Dahyun levou rapidamente algumas das sacolas até a mala de seu carro e eu a segui, tivemos que ser rápidas por conta da chuva, logo entramos no carro e ficamos nos encarando.


- Você sempre aparece nas horas que eu preciso de ajuda. - Quebrei o silêncio.


- Talvez o destino tenha me colocado como seu anjo da guarda. - Dahyun respondeu me olhando intensamente e eu senti minhas bochechas esquentaram.


- O que fazia no mercado? Não te vi com compras em mãos. - Perguntei.


- Eu fui comprar algumas coisas e pedi para que entregassem em meu endereço, passei alguns dias fora de meu apartamento e agora que voltei não tinham tantas coisas. - Disse ela.


- Aconteceu algo com seu apartamento? - Perguntei curiosa.


- Longa história, mais tarde te explico.


Um silêncio predominou após a fala de Dahyun, a mesma estava focada na pista e eu não queria desviar sua atenção. Poucos minutos depois, chegamos à minha casa, descemos do carro e pegamos as compras, Dahyun me seguiu até a cozinha e eu pedi que ela colocasse as sacolas em cima da mesa.


- Obrigado por me acompanhar.


- Me deixe te levar até seu trabalho, não adianta recusar, eu irei insistir até que você aceite.


Eu não iria recusar a proposta de Dahyun nem se pudesse, estava praticamente em cima da hora e se eu fosse andando até lá, chegaria atrasada. Pedi para que ela me esperasse na sala enquanto iria me aprontar em meu quarto, coisa que não demorou nem cinco minutos.


Desci as pressas e chequei se estava tudo em ordem, as compras eu deixaria ali em cima mesmo, arrumaria tudo na volta. Saí da casa e tranquei tudo, Dahyun me acompanhou e abriu a porta do carro pra mim, dei um sorriso para a mesma e fui retribuída, em seguida ela entrou no carro e deu partida, indo em direção ao local onde eu trabalho.


Poucos minutos depois, o carro estacionou em frente à loja, eu e Dahyun nos encaramos por alguns segundos sem falar nada.


- Obrigado por me trazer até aqui. -  Agradeci com um pequeno sorriso.


- Não precisa agradecer, linda. Te vejo mais tarde? - Perguntou ela.


- Com certeza.


- Bom trabalho. - Disse a mulher, sorrindo de forma com que seus olhos ficassem praticamente fechados. Céus, acho que meu coração parou por alguns segundos.


O sorriso de Dahyun podia facilmente ser elegido como o mais lindo do mundo, isso é fato.


Me despedi dela e saí de seu carro, vi que ela ainda me observava, então virei brevemente e lhe dei um aceno com a mão, Dahyun sorriu novamente e deu partida no carro, sumindo pela esquina segundos depois. Entrei na loja e suspirei, vamos à mais um dia de trabalho.


Dahyun POV


Após deixar Sana em seu trabalho, segui até minha empresa para ver como as coisas andavam. Estacionei o carro e fui andando com pressa até o elevador, por sorte ele estava no mesmo andar, entrei no mesmo e digitei o número do andar onde ficava minha sala. Minutos depois o mesmo abriu e eu pude ver que Chaeyoung já me esperava do outro lado.


- O que tem pra hoje, Chae? - Perguntei enquanto andava até meu escritório.


- Você precisa assinar alguns papéis, aquele empresário da semana passada pediu para que você retornasse a ligação dele, é importante. - Chaeyoung fez uma pausa antes de continuar a falar. - Os representantes da empresa que estão em Dubai entraram em contato, pelo visto trazem boas notícias.


- Mais alguma coisa?


- Você teria uma reunião hoje, porém ela foi desmarcada pelo próprio empresário, ele não especificou o motivo, mas disse que logo remarcaria. Ah, tem alguém te esperando na sua sala.


- E quem seria? - Perguntei curiosa.


- Momo. - Respondeu ela.


- Por que raios você deixou Momo entrar, Chaeyoung?


- Ela disse que era importante. - Chaeyoung respondeu dando de ombros.


Suspirei e acenei com a cabeça, ótimo, não eram nem 8 horas da manhã ainda e eu já iria arranjar uma dor de cabeça pro dia todo. Entrei na sala com uma feição séria, não pretendia baixar a guarda pra Momo.


- O que quer aqui? - Perguntei ríspida.


- Eu vim devolver as chaves do apartamento, peguei o que restava de minhas roupas hoje, depois que você saiu. - Disse Momo, se encaminhando em minha direção.


- Ótimo, era só isso?


- Olhe, Dahyun, eu realmente sinto muito pelo que fiz, se pudesse voltar no tempo, eu jamais faria aquilo com você. - Falou tentando colocar a mão sobre a minha, porém me esquivei do contato.


- Acabou, Hirai?


- Espero que você possa me perdoar  um dia. - Disse em um tom baixo.


- Até que esse dia chegue, não me procure mais. - Respondi seca.


A mulher deixou as chaves sobre a mesa e se retirou em seguida, assim que a mesma fechou a porta, senti um peso sair de minhas costas. Respirei fundo e resolvi focar no trabalho que teria pela frente, iria ocupar boa parte do meu dia e se eu demorasse para começar, não iria chegar à tempo de pegar Sana em seu trabalho.

x

Já era quase noite quando terminei todo o trabalho, chequei em meu relógio e vi que ainda daria tempo de pegar Sana para dar uma volta, me apressei em sair da empresa, peguei o elevador que dava diretamente no estacionamento e em poucos minutos cheguei lá. Entrei em meu carro e não tardei em sair dali, com sorte não pegaria trânsito pela frente.

Não muito tempo depois, parei em frente onde Sana trabalha, a garota estava saindo da loja naquele momento juntamente com outra mulher, deveria ser sua chefe. Assim que me viu, ela se despediu da outra mulher e veio até meu carro.

- Eunha estava prestes a me levar em casa quando você chegou. - Disse ela rindo.

- Essa Eunha é sua amiga?

- Ela é minha colega de trabalho, nós nos damos bem, ela até me chamou pra sair algum dia desses. - Comentou Sana.

- Que bom. - Sorri. - Vamos? Quero dar uma volta com você.


Levei Sana até um parque ali perto, comprei sorvete para nós duas, fazia calor àquela noite, sentamos em um dos bancos que haviam ali e ficamos conversando por alguns minutos até terminarmos de tomar todo o sorvete. Estávamos andando perto de um pequeno lago que havia ali, a vista ali era linda durante a noite.

- Dahyunie, como vão as coisas com a sua namorada? Conseguiu resolver? - Perguntou Sana.

- Bom, nós terminamos há alguns dias, descobri que ela me traiu. - Ri sem humor ao terminar a frase.

- Sinto muito, ela foi idiota em fazer isso.

- Tá tudo bem, Sana, já passou. - Falei enquanto observava a paisagem.

- Nada disso, ela tinha uma namorada incrível do lado dela e preferiu trair? Sinceramente, sua ex foi uma completa babaca. - Sana tomou um tempo para respirar fundo. - Desculpe, me descontrolei.

- Está tudo bem, anjo. - Sorri sinceramente para ela.

Continuamos conversando por mais algum tempo, até que Sana pediu para que eu a levasse em casa, não era tão tarde mas não questionei o motivo de seu pedido e apenas o fiz. Em poucos minutos, parei o carro na frente da casa da Minatozaki.

- Obrigada por hoje, novamente. - Sana tinha um sorriso doce em seu rosto.

- Não precisa agradecer, anjo. Nos falamos depois?

- Claro.

Sana me abraçou apertado, e como em um clichê romântico, ao nos afastarmos, nossos rostos ficaram próximos, ao ponto de que eu podia sentir a respiração quente de Sana. Meu olhar caiu diretamente para a boca da mesma, que por reflexo passou a língua pelos lábios.

Inferno.

Estávamos quase nos beijando, quando o toque de meu celular nos trouxe à realidade, Sana saiu do carro rapidamente e eu queria matar quem quer que fosse a pessoa que estava me ligando.

- O que é, porra? - Atendi irritada.

- É assim que você me atende, Gasparzinho? - Respondeu Chaeyoung do outro lado da linha.

- Você atrapalha meu quase beijo com Sana e quer que eu te receba com flores? - Falei com ironia.

- Você que lute, minha filha. Liguei para dizer que Tzuyu fez um jantar e exigiu sua ilustre presença.

- Diga a ela que logo chego aí, já estou indo.

- Ótimo, compre um vinho no caminho, e dos bons, beijos!

- Folgada! - Disse rindo, pude ouvir a gargalhada de Chae antes da ligação ser encerrada.

Olhei uma última vez na direção da casa de Sana e suspirei, novamente quase nos beijamos.

Sana POV

Entrei em casa logo após ter voltado do passeio com Dahyun, novamente ficamos no quase beijo àquela noite, infelizmente. Estava tão aérea que mal notei que a luz da sala estava acesa, estranho, provavelmente havia esquecido de desligar ela antes de sair pro trabalho.

Estava subindo para meu quarto quando uma voz me fez paralisar onde eu estava.

- Veja se não é a minha filha querida.

Ele havia voltado.

Tentei ignorá-lo e passei direto, mas ele foi mais rápido e segurou meu braço com força.

- Me solta! - Pedi, sentindo minha voz falhar.

- Soube que você está trabalhando, e também que está saindo com uma garota. - Ele falou, ignorando meu pedido anterior. - Que decepção, Sana, minha única filha gosta de garotas.

Eu pude sentir que sua fala estava carregada de ironia, senti um leve cheiro de álcool vindo do mesmo e engoli em seco.

Nunca era bom quando ele bebia.

- Acha que sua mãe teria orgulho de você se soubesse que você gosta de garotas? - Permaneci em silêncio. - Me responda!

O aperto em meu braço se tornou mais forte e eu me segurava para não chorar ali mesmo, não daria esse gosto à ele.

- Não fala da minha mãe, seu imundo! - Mal terminei de falar e senti sua mão atingir minha bochecha.

Minha cabeça começou a latejar pela força do tapa, lágrimas já escorriam pelo meu rosto sem que eu pudesse controlar. Ele me jogou contra a parede, me fazendo gemer baixo de dor.

- Agora você vai ter o que merece. - Disse com um sorriso assustador em seu rosto.

Se eu não tomasse alguma atitude, algo pior iria acontecer, enquanto ele se aproximava, reuni forças que nem eu sabia que tinha e o empurrei, fazendo com que ele caísse sobre a pequena mesa que havia no centro da sala, quebrando a mesma.

- Vagabunda, você me paga caro por isso!

Quando vi que ele se levantava, corri em direção as escadas, subindo rapidamente e me trancando em meu quarto, logo senti socos sendo desferidos contra a porta e gritos puderam ser ouvidos. Eu chorava, por conta do tapa que levei, pelas coisas que ele me disse e principalmente de medo. Por sorte meu celular estava comigo e eu poderia pedir ajuda à alguém, corri para o banheiro e me tranquei lá, sentei encostada na porta e continuei chorando, justo agora que tudo estava dando certo na minha vida, meu pai aparece para fazer dela um inferno novamente.

Encarei meu celular e resolvi pedir ajuda à primeira pessoa que passou por minha cabeça naquele momento.

Dahyun POV

Estava na sala conversando com Chaeyoung e Tzuyu, o jantar havia sido ótimo e a garota mais alta era realmente um amor de pessoa, ela fazia bem à Chae e eu não poderia estar mais feliz por isso. Por falar em Chaeyoung, a baixinha estava um tanto animada, bebeu a garrafa de vinho que eu levei praticamente inteira, eu tomei apenas o necessário, estava dirigindo, era melhor prevenir.

Em meio à nossa conversa, meu celular tocou e eu pedi licença para poder atender. Era Sana.

- Oi, anjo. - Atendi com um sorriso no rosto, que logo se desfez.

Ouvi soluços vindos do outro lado da linha, e mais no fundo era possível ouvir algo como socos e também gritos. Entrei em alerta.

- D-Dahyunie, eu preciso da sua ajuda, p-por favor, me ajude. - Ouvi a voz de Sana embargada pelo choro.

Não pensei duas vezes antes de sair apressadamente do apartamento de Chaeyoung, algo estava acontecendo com Sana e seja lá o que fosse, eu iria ajudá-la.


Notas Finais


e esse final aí hein? me digam o que acharam


então gente, primeiramente eu queria pedir desculpas pela demora, estive ocupado com a universidade e não tive bons momentos no início da semana
em segundo: muito obrigada pelas mais de mil visualizações, de verdade, não achei que chegaria a tanto
e por último mas não menos importante eu queria avisar que as atualizações vão demorar um pouco pra sair porque é fim de período na universidade e tá só sufoco. mais uma vez obrigada e até a próxima, beijos! ah e pra quem vai fazer enem amanhã, toda sorte do mundo pra vocês!


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