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História Under the same roof; vmin - Capítulo 5


Escrita por:


Notas do Autor


oláaaaa
oi xent, tudo bem?
odeio postar nesse horário, mas enfimkkk aqui estou eu
p quem queria conhecer o tatuado do cap 3, esse eh o momento de vcs kkkklllj
enfim, espero q gostem
bj bj

Capítulo 5 - Retribuir


— Um convite de casamento?

Taehyung franziu a testa. Segurava Hani nos braços, que puxava sua camisa deixando parte de seu colo desnudo. Em um belo cartão rose gold, os nomes Seo Yeon e Park Jaewoo chamavam atenção. 

— Sim. Não posso acreditar nisso. 

Jimin se sentou na cama, suspirando. Enxugou a testa que pingava suor e verificou mais uma vez o papel que tinha em mãos para depois simplesmente jogá-lo dentro da gaveta. 

— Mas porque está assim? Pensei que gostasse de festas. 

— Eu gosto, é que... Desculpa, não te expliquei nada. Basicamente meu pai irá se casar pela quarta vez. 

— Quarta vez? Uau.

— Pois é. Eu já estou de saco cheio. 

Dava para ver a frustração estampada em sua face. O loiro agora já estava de pé e coçava a nuca, andando de um lado para o outro no quarto não tão amplo. 

— E você vai? Me parece que não está muito afim. 

— Não tenho escolha, Tae.

O moreno mordeu os lábios, sentindo muito pela situação em que o garoto se encontrava. Se ao menos pudesse ajudar de alguma forma. 

— Desculpe, estou pensando, mas acho que não há nada que eu possa fazer. 

— É, também acho. Qualquer coisa eu te falo, e obrigada. 

Taehyung sorriu, fazendo um gesto com a mão livre. Jimin se aproximou apenas para brincar um pouco com Hani, antes de sair alegando precisar de uma ducha com urgência. 

O Kim continuou no quarto, tentando deixar sua roupa livre das mãos pequeninas e gordinhas de sua irmã, mas era em vão. 

Ei, Hani, não!

Em sua cabeça deveria ser como:

É, bebê, continua. 

Pegou de volta seu celular quando o aparelho começou a apitar, mostrando o nome de Yeri com um emoji de coração ao lado. 

— Oi! Aconteceu alguma coisa? 

— Preciso falar com você. Me encontra na lanchonete perto do seu colégio antigo. 




Enquanto Yeri tomava suco de melancia com laranja, Taehyung se deliciava com a porção de batata frita e o sanduíche de cheddar que havia pedido. 

Hani dormia no carrinho de bebê, os braços pequenos envolviam uma bonequinha de pano que já estava meio manchada de caneta colorida.

— E então? Você conseguiu? 

Quase não dava para entender a fala do garoto, já que sua boca estava ocupada. Yeri ficou séria por alguns segundos, mas logo sorriu mostrando as covinhas que tinha de cada lado da bochecha. 

— Sim, com uma conhecida. O melhor é que seu pai conseguiu trabalhar só pela manhã. O que significa que poderá ficar com Hani quando eu não estiver. 

— Isso é ótimo! Fico feliz. 

Yeri sorriu e Taehyung limpou o canto da boca com o guardanapo, tomando um gole do refrigerante de soda. 

Estava empolgado por ter dado tudo certo, apesar de que sentiria falta de Hani. Embora fosse uma bebê muito levada, era sua irmãzinha, e amava muito ela. Mas poderia visitá-la quando quisesse, ou pelo menos, quando não estivesse lotado de coisas da universidade. 

— E obrigada mais uma vez, Tae. 

— Não precisa agradecer. Hani é minha família, e você também. Estou sempre aqui para ajudar. 

Eles deram as mãos e sorriram um para o outro. 

— Espero que possa passar lá em casa mais vezes. 

— Faz só alguns dias que estou fora. 

— Nós já sentimos a sua falta.

A verdade é que Taehyung também estava com saudade. Quando acordava de manhã, cedinho, não era seu quarto que via. Não tinha seu pai fazendo aquele delicioso almoço, nem sua irmã fazendo arte com um dos batons de Yeri, que tinha pegado escondido por um breve descuido da mulher. 

Óbvio que não estava reclamando, afinal, acordar com um anjinho chamado Park Jimin no mesmo quarto e na cama tão próxima à sua era maravilhoso. Só precisava se acostumar e ter um tempinho para passar em casa. 

— Não se preocupe, eu irei. 

— Vá mesmo. En...

Yeri foi interrompida pelo toque do celular. Suspirou e puxou o objeto, que estava guardado no bolso do trench coat preto que vestia. Taehyung continuou comendo seu lanche, olhando para Hani que permanecia adormecida no carrinho. 

A conversa foi rápida, em menos de um minuto a mulher desligava a ligação. 

— Tae, eu sinto muito, mas tenho um compromisso agora. Acabei esquecendo e... 

— Ei, tudo bem. Sério. Tenho que fazer umas coisas também. 

Yeri sorriu e se levantou, já tinha pago a conta, junto com Taehyung. Eles se abraçaram e a mulher saiu, levando o carrinho e o pequeno ser desacordado que estava dentro dele. 

Agora estava só. Na verdade, com o prato de batatas fritas e o sanduíche pela metade, que iria pôr para dentro em alguns minutos. 




Taehyung já estava a caminho do dormitório, ele caminhava observando o comércio. As pessoas andavam para lá e para cá, entrando em lojas, cafés, restaurantes. Algumas só passeando, como o garoto. 

Estava de barriga cheia, talvez tivesse comido demais. Não satisfeito com o sanduíche e as batatas, pediu um sorvete de baunilha. Pelo menos se sentia saciado agora. 

Não poderia ficar muito tempo por ali, caso contrário, compraria uma das lindas blusas que tinha colocado os olhos, aquele par de tênis e barras de chocolate. E bom, não estava com esse dinheiro todo. Fora que não podia gastar, já que iria precisar para comprar os livros de arquitetura que tanto queria e pagar a passagem de ônibus. 

Taehyung decidiu se apressar, o sol já havia se posto há um tempo, e o céu estava escuro agora. 

Por ter certo medo de caminhar sozinho à noite, pensou estar equívoco quando se sentiu seguido por um carro. Olhou ao redor, muitas pessoas estavam ali. Certamente ninguém seria tão estúpido a ponto de roubá-lo lá mesmo, ou algo do gênero. Mesmo assim, teve receio.

Engoliu em seco quando um automóvel preto parou ao seu lado. Estava pronto para sair disparado, quando... 

— Taehyung, não é? 

Deu para reconhecer o garoto de cabelos escuros que estava do outro lado da janela, agora já abaixada. Havia lhe ajudado com a mochila, que acabou por ficar enganchada naquele banco, ou melhor dizendo, no motivo de seu atraso.

— Ér... Sim. 

— Está indo para o dormitório? 

— Bom, eu estava. 

O rapaz riu, destravando a porta para que Taehyung pudesse entrar. 

— Aproveita que estou de bom humor. 




De início, Taehyung relutou. Não conhecia Jungkook — que agora sabia ser seu nome. Somente tinha ganhado sua ajuda naquele dia. Mas não tinha porque rejeitar, certo? Além do mais, Jeon era muito bonito. Sem a jaqueta dessa vez, seus braços estavam nus, a regata preta que usava permitia que qualquer um pudesse contemplar as inúmeras tatuagens que se sobressaíam na pele clara. Era quase impossível não se atrair. 

Taehyung puxava um pedaço de linha da roupa, meio sem jeito. O silêncio era desagradável, talvez não tanto para Jungkook já que parecia cantarolar baixinho alguma música. 

O Kim Abriu a boca várias vezes, desejando falar algo, perguntar, matar aquela quietude. Mas fechou e decidiu permanecer calado em todas elas. 

Aparentava já estarem chegando no dormitório, e talvez por Jungkook ter percebido, resolveu tomar a iniciativa. 

— Jin me falou um pouco sobre você. 

Taehyung se surpreendeu, tanto por Jungkook finalmente se manifestar após longos minutos de trajeto, e por ele conhecer seu amigo, Seokjin. 

— E vocês são amigos?  

— Difícil de acreditar, não é? Principalmente quando Namjoon é meu melhor amigo desde sempre. 

Ele riu, virando à direta. Taehyung achou estranho por nunca ter ouvido falar do rapaz, mas talvez só não fossem tão íntimos. O que lhe intrigava era Jin ser tão tagarela, e nunca ter abrido sua boca para se referir ao Jeon. 

— Um pouco, sim. O que mais ele disse sobre mim? 

— É uma pena não termos tocado nesse assunto antes. Teremos que continuar nossa conversa noutro momento.  

Taehyung percebeu que o carro já estava estacionado na frente do dormitório. Tirou o cinto e acompanhou o moreno, que saiu do veículo não esquecendo de fechá-lo. Nada além dos grilos e do som dos passos, poderia ser ouvido por ali. Ele não poderia entender como Jeon se comportava em meio à brisa gélida da noite, que tocava em suas peles e deixava os pelos de Taehyung em pé, praticamente morria de frio ali fora. Embora estivesse bem mais agasalhado que o outro. 

— É melhor entrar. 

— Você não vem? 

Jungkook tirou um pacotinho de cigarro do bolso, balançando a caixa de tamanho pequeno no ar. 

— Oh... 

— Boa noite, Kim. 

Ele piscou, deixando Taehyung um pouco tímido. Se virou para que pudesse acender o que tinha em mãos, mas, foi impedido por uma mão fria em seu antebraço. 

— Toma. 

— Porque está me dando seu casaco? 

— Está bem frio hoje. 

Ele sorriu, dando as costas para Jungkook, que ficou um pouco admirado pelo gesto. E apesar do casaco ser amarelo — a cor que mais detestava — vestiu e se aqueceu com a peça emprestada. 




— Ei, Jimin! Cheguei... 

Taehyung se desanimou e o sorriso em seu rosto não demorou para se desmanchar. Park não estava só. Ao seu lado, uma garota ruiva, que parecia descontente por Taehyung ter atrapalhado seja lá o que estivessem fazendo. 

— Oi, Tae. Eu estava preocupado. 




Notas Finais


quem será essa biScaTehh que está roubando o jimin do tae? 😠😤😤😤😠
quem vcs acham q é? ngm importante, na verdade kkkkk mas tenq ter aquele drama né
espero q tenham gostado, até a próxima bebês


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