História Underground Kings - Capítulo 15


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Categorias Carolina Kopelioff, Jorge López, Michael Ronda, Ruggero Pasquarelli, Sou Luna, Valentina Zenere
Personagens Ámbar Benson, Gaston, Luna Valente, Matteo, Nina, Ramiro, Simón
Tags Ámbar Smith, Amor, Drama, Michael Ronda, Michaentina, Romance, Simbar, Simón Álvarez, Tragedia, Valentina Zenere
Visualizações 172
Palavras 2.594
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Literatura Feminina, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 15 - Quatorze


– Quando, Simón... você disse quando nos casarmos, não se nos casarmos. – Digo novamente, tentando conduzir onde estou querendo chegar.

– É claro que vamos nos casar. – Diz ele em um tom que me faz contorcer.

– O quê?

– Baby, o que diabos você acha que vai acontecer entre nós dois? – Ele balança a cabeça, colocando os dedos debaixo do meu queixo, inclinando minha cabeça mais para trás. Sua boca toca a minha, seus dentes puxando meu lábio inferior – Você me deixa louco. – Ele me beija. Então seus olhos procuram meu rosto – Vamos conversar hoje à noite.

– Nós não precisamos conversar. – Digo imediatamente.

– Você não precisa falar. Você só precisa ouvir.

– Alegria. – Suspiro, tentando pensar em uma maneira de sair dessa.

– Quando eu chegar em casa, vamos conversar.

– Mal posso esperar. – Digo sarcasticamente e grito: "Ai!", Quando ele bate na minha bunda – Sua mãe está aqui. – Lembro-o quando ele tem um olhar em seus olhos, que me diz que eu estou prestes a ser dobrada.

– Mantenha essa boca esperta e eu vou preenchê-la com algo que vai mantê-la quieta. – Ele sussurra em meu ouvido, causando arrepios sobre a minha pele.

– Pensei que você precisava ir para o escritório. – Respiro, fechando meus olhos.

A imagem de mim, de joelhos na frente dele, pisca atrás de minhas pálpebras fechadas. Toda vez que eu tentei levá-lo em minha boca, ele me parou, dizendo que ele precisava estar dentro de mim.

Minhas mãos deslizam em torno de sua cintura e minha cabeça vai para o seu peito, onde eu escuto o ritmo do seu coração.

– Vou te ver quando chegar em casa. – Apertar sua cintura e sinto seus lábios no topo da minha cabeça.

– Vejo você quando eu chegar em casa. – Diz ele em voz baixa.

– Ok. – Respondo, e ele me beija mais uma vez antes de correr pelas escadas.

– Você entendeu mal. – Diz Mônica, me fazendo pular. Viro-me e olho para ela. De pé na porta, ela me olha por cima antes de olhar para as escadas onde Simón simplesmente desapareceu – Ia lhe enviar lá para se vestir, mas ele está lá em cima, e se você for até lá, tenho um sentimento que não estará de volta aqui embaixo por um tempo. – Sinto meu rosto esquentar e olho para o chão –Vamos tomar um café. – Ela ri, virando e voltando para a cozinha. Sigo atrás dela, me perguntando se ela vai me fazer contorcer.

Uma vez que tivemos café e Simón volta para me dizer adeus, ele me diz que eu posso mandar mensagem a ele a qualquer momento e ele vai mandar alguém para me resgatar. Eu normalmente rio sobre isso, mas eu tenho a sensação de que ele está falando completamente sério.

No minuto que a porta se fecha atrás dele, Mônica me empurra escada acima para me vestir. Ela permite-me saber o que nós estamos indo fazer, não que ela me dá uma escolha em qualquer uma delas. Tenho a sensação de que a única maneira que eu poderia discordar, es e

agir como uma criança ou começar a planejar um casamento, e nenhuma dessas coisas vai acontecer por um tempo, então eu estou presa escolhendo aparelhos ou, pelo menos, concordando com o que ela escolhe.


Suspiro quando eu sento na cabine em frente a Mônica. Acho que fomos a cada loja de reforma e construção do estado. Se eu nunca mais olhar para outro forno ou geladeira novamente, será demasiado rápido. Sinto o meu telefone vibrar na minha bolsa, então o puxo para fora e deslizo o dedo pela tela quando vejo que Simón está ligando.

– Hey. – Respondo.

– Hey Baby. Só queria chamá-la bem rápido para que você saiba que eu vou chegar atrasado. – Sinto um franzido tocar meus lábios em suas palavras e a ansiedade em sua voz. Ele murmura algo antes de desligar.

– Querida, Simón trabalha com policiais, mas não é um policial.  Ela balança a cabeça, agarrando minha mão novamente – Simón vai sempre fazer o que quiser. Não há nada que poderemos dizer para mudar sua mente.

– Não quero que ele entre em apuros. – Respiro em angústia.

– Eu realmente não acredito que ele vai entrar em apuros, mas o trabalho de uma mãe nunca termina. Eu sempre vou proteger a minha família.

Suas palavras trazem lágrimas aos meus olhos. Ela é uma ótima mãe que ama seus filhos. 

– Você é família agora também, querida. – ela diz baixinho – E eu vou proteger você, como eu iria proteger meus próprios filhos. Isso inclui cuidar do meu filho para que ele possa continuar cuidando de você. – Sinto uma lágrima caindo pela minha bochecha. Sua mão vem para cima, segurando meu rosto, seu polegar limpando a lágrima – Agora, o que você diz de comermos bolo?

– Claro. – Aceno de cabeça, engolindo contra o caroço na minha garganta.

Nós nos sentamos lá em silêncio, enquanto cada uma de nós come um pedaço grande de bolo de chocolate que é tão denso que é mais com fudge. Eu tenho um grande copo de leite com o meu, e Mônica tem um copo de vinho. Quando estamos prontas, nós pagamos a conta, antes de subir no jipe de Mônica.

Eu não sei por que ela não disse nada, mas eu sei por que eu não posso. Minhas emoções estão muito expostas; Muita coisa aconteceu hoje e eu preciso de algum tempo para me reagrupar. Não é até que Simón envia um texto dizendo-me que ele está a caminho de casa que sinto um pouco da tensão na minha barriga se dissipar. Logo em seguida, eu sei que não estou mais só gostando dele; Eu estou cabeça sobre saltos do amor com ele.



Acordei com um grito quando me sinto sendo sacudida. Minha garganta se sente como se estivesse pegando fogo e minha pele se sente molhada de suor. Olho em volta na escuridão, segurando meu peito, tentando lembrar onde eu estou, quando as luzes são acesas e eu vejo que Simón está olhando para mim preocupado. Abaixo a minha cabeça, cobrindo o rosto com as mãos, tomando algumas respirações profundas enquanto eu tento fazer o meu ritmo cardíaco voltar ao normal.


– Você estava gritando como se alguém estivesse te matando. – Ele sussurra, deslizando por trás de mim.

Eu sinto meu estômago cair e meu interior torcendo com a ansiedade. Eu não tive um pesadelo em anos. Quando saí primeiramente de casa, eu iria tê-los muitas vezes, mas de alguma forma, eles pararam. Esqueci o que se sente ao acordar assustada, tão assustada que eu quero ligar todas as luzes, em seguida, esconder-me debaixo das cobertas.

– Desculpe eu acordei você. – Sussurro, tentando me afastar de seu toque, humilhada que eu acordei-o, que ele testemunhou isso.

– Jesus, não faça isso. Não se afaste, porra. Agora não. Não quando tudo o que você estava sonhando ainda está agarrado à sua pele e se infiltrou na minha.

A cama se move atrás de mim novamente e minhas mãos são tiradas do meu rosto. Ele me puxa para baixo, assim eu estou no meu lado, de frente para ele, nossos rostos tão pertos que eu posso sentir cada uma de suas respirações.

Seus braços envolvem em torno de mim e suas coxas deslizam sobre minhas pernas, então eu estou cercada por ele.

– Fale comigo.

Tento separar o que dizer a ele na minha cabeça. Como posso possivelmente explicar o que aconteceu quando eu não entendo isso sozinha?

– Eu não sei se é um sonho ou uma lembrança. – Digo suavemente depois de alguns minutos. Pressiono o meu rosto em seu pescoço e pressiono o meu corpo mais perto do seu.

– O que aconteceu? – Tomo outro suspiro trêmulo e balanço a cabeça.

– Eu estou na água. Não é muito profunda porque eu estou sentada nela e só vem até a minha cintura. Tenho esta boneca na minha mão que tem cabelos loiros, e eu estou molhando-a embaixo d’água, cantando uma canção para ela. Engoli novamente e, desta vez, eu sinto bile no fundo da minha garganta  Eu não sei o que acontece, mas eu sinto as mãos sobre minha cabeça me empurrando para baixo. Eu não posso respirar e eu tento gritar, mas acabo engolindo algumas goladas de água.

Respiro só para me lembrar do que eu puder  Minha mãe nunca foi uma boa mãe; ela era abusiva, mas nunca deixou uma marca. Ela sempre fez com que nunca houvesse qualquer evidência apontando para ela ser menos do que perfeita. Para todos os que nos conheciam, vivemos a vida perfeita. Tivemos a casa perfeita, o quintal perfeito, e ela era a mãe perfeita, que tinha o cabelo perfeito, roupas e maquiagem. Tudo nela era perfeito, e ela fez com que eu fosse perfeita, pelo menos o que todos viram de mim.

– Você acha que realmente aconteceu?

– Que ela tentou me afogar? – Me pergunto em voz alta, sentindo seu corpo envolver mais apertado em torno do meus e dos seus músculos tensionado. Nós conversamos um pouco sobre como foi para eu crescer. Eu tento evitar falar sobre isso, tanto quanto possível, mesmo que ele peça frequentemente. Eu só não gosto do olhar que vem em seu rosto quando discutimos o assunto.

– E você? – Ele pergunta suavemente.

Respiro profundamente, colocando meu rosto em seu pescoço, deixando seu calor e cheiro tirar o último do pesadelo.

– Sim. – Aceno com a cabeça, sentindo seus braços apertarem mais, antes que ele me deixa ir e sai da cama, murmurando um calmo, "Porra," sob sua respiração – Oh Deus. – Gemo, sentindo-me doente. Sento-me, segurando o lençol no meu peito nu, olhando em volta para uma fuga rápida. Lágrimas começam a picar o meu nariz e eu combato-as de volta, sabendo que não há nenhuma maneira no inferno que eu vou chorar na frente dele. Agora não.

– Foda-se! – É rugido, e eu viro a cabeça bem a tempo de ver um dos novos abajures voa pela sala, batendo na porta de vidro deslizante. A lâmpada explode em milhares de pedaços, enquanto a porta de alguma forma não quebra – Porra, porra, porra. – Ele canta, andando para lá e para cá, passando a mão pelo cabelo enquanto eu tento pensar em algo para fazer ou dizer para acalmá-lo.

– Eu vou sair. – Digo-lhe em voz baixa, o medo de se estabelecendo em meu intestino.


Seu ritmo não muda, e os punhos abrindo e fechando me dizem tudo o que preciso saber sobre o seu estado de espírito. Eu começo a me perguntar se eu faço isso com as pessoas, se eu os faço querer me machucar.

– Eu sinto muito. – Choramingo.

Sua cabeça balança em meu caminho, e seus olhos olham para mim, suavizando.

– Jesus, baby. – Ele vem em minha direção e eu levanto minha mão, tentando afastá-lo. Seus olhos caem na minha mão, em seguida, voltam para o meu rosto – Eu nunca iria machucá-la.

Eu iria matá-la, baby. Sem pensar duas vezes, eu acabaria com ela. Eu sei que você não entende, mas isso sou eu. Protejo as pessoas que eu amo. Odeio me sentir impotente quando eu sei que eu posso corrigir isso. Sabendo que alguém que tem prejudicado você, está fora no mundo, andando por aí, não se sente bem comigo. Isso vai contra tudo o que sou para deixá-la fugir com o que ela fez com você.

– Você me ama? – Pergunto, ignorando todo o resto que ele acabou de dizer, minha mente focando apenas nesse fato. Suas sobrancelhas sobem e ele balança a cabeça.

– O que você acha que estamos fazendo aqui? – Engulo e encolho os ombros com as suas palavras familiares. – Baby, você precisa começar a olhar para o que está acontecendo ao seu redor.

– Você nunca me disse.

– Eu mostro-lhe todos os dias. – Diz ele, parecendo pasmo.

– Você deveria ter me dito que me amava. – Recorro a ficar com raiva. Por que diabos os caras são tão malditos idiotas?

– Amo.

– O quê?

– Eu te amo. Não é passado. Eu te amo agora e te amarei até meu coração parar de bater. – Minha barriga vira e eu balanço minha cabeça.

– Estou em um monte de amor com você também.

– Por que você não me contou? – Ele pergunta, seus olhos se estreitando.

– Eu não sabia até hoje. – Dou de ombros, puxando o lençol mais alto no meu peito.

– O quê?

– Eu não sabia.

– Eu sei que você me ama. – Diz ele, e eu tenho certeza que ele sabia, porque ele sabe o que o amor parece.

– Amei. – realmente amei – somente uma pessoa, e era meu filho. – Eu olho em volta, tentando pensar em uma maneira de explicar isso a ele –Meu amor por ele era diferente. Era unilateral e puro de quaisquer outras emoções. Então, hoje, você me enviou uma mensagem de texto, e quando eu li que você iria me encontrar em casa, algo em mim se encaixou. Eu nunca tive isso, um lar ou alguém para ir para casa. Foi quando eu entendi o que eu estou sentindo. Você é a minha casa. Você é a pessoa que eu pertenço.

– Pare. – Ele rosna, e eu sei que ele entende agora.

– Você é a cola que mantém todos os meus pedaços quebrados juntos. – Digo em voz baixa.

– Ámbar...

– Você me ama por mim. – Sussurro, e eu sei que ele está feito quando ele vem pra mim, seu corpo batendo o meu de costas na cama, me enjaulando.

– Eu disse para calar. – Sua boca cai na minha, sua língua buscando entrada.

Abro a boca sob a sua. Minhas mãos vão para suas costas, sentindo sua pele quente, lisa sob meus dedos. Seus dedos vão para o meu centro, onde ele puxa minha calcinha para o lado. Em seguida, os dedos atropelam minha fenda, fazendo com que meus quadris se retorçam no contato – Levante os quadris.

Faço o que ele diz, levantando meus quadris para fora da cama. Suas mãos puxam minha calcinha pelas minhas coxas, seu peso me deixando apenas arrastá-las de cima de mim. Assim que elas se foram, os dedos vão direto de volta onde eles estavam, fazendo meus quadris mover e sacudir mais uma vez.

– Eu acho que é hora de eu ter sua boca. O que você acha? – Minha intimidade convulsiona, chupando os dedos mais profundo.

– Minha menina gosta da ideia. – Diz ele, lambendo meu pescoço antes de rolar para suas costas.

Vejo como seus quadris levantam e ele puxa a cueca para baixo, chutando-as para fora da cama. Sua mão envolve em torno de seu pênis, acariciando duas vezes e fazendo uma gota de pré-sêmen escoar para fora na ponta. Minha boca enche d’água e eu lambo meus lábios. Seu gemido tem os meus olhos indo para os seus enquanto me dobro para frente de joelhos a lambo a ponta. Seu sabor explode na minha língua, e eu quero mais, então eu envolvo minha mão sobre a dele e fecho os lábios sobre a ponta, girando minha língua em torno dele.

Seus dedos correm pela minha bochecha, em torno de meu ouvido, e no meu pescoço, ombro, costas e bunda antes de bater-me apenas certo. Gemo, tomando mais dele em minha boca.

– Venha aqui. – Ele geme, deslocando meus quadris sobre sua cabeça. O segundo que sua língua me toca, eu grito, esquecendo o que eu deveria estar fazendo – Você para, eu paro. – Ele rosna, batendo na minha bunda. Gemo, levando-o tão profundo quanto eu posso, fazendo com que bata no fundo da minha garganta, me fazendo engasgar.

Posso sentir seus dedos me segurando aberta enquanto ele lambe e suga, não faltando qualquer parte. Sinto meu orgasmo se aproximando e sei que ele vai ser enorme. Meus quadris começam a rebolar contra seu rosto, minha mão trabalha rápido com a minha boca. Eu sei o que estou fazendo? Não. Mas eu o conheço, e sei o barulho que ele faz quando algo parece bom.



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