História Understand that I do not love you - Capítulo 2


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Categorias Inazuma Eleven (Super Onze)
Personagens Endou Daisuke, Endou Mamoru, Fudou Akio, Genda "Genou" Koujirou, Haruna Otonashi, Ibuki Munemasa, Kariya Masaki, Kia Hiroto, Kidou Yuuto, Kirino Ranmaru, Matsukaze Tenma, Midorikawa Ryuuji, Natsumi Endo, Reina Yagami (Ulvida), Sakuma Jirou, Shindou Takuto, Tsurugi Kyousuke, Tsurugi Yuuichi, Yamana Akane
Visualizações 33
Palavras 2.467
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Festa, Ficção Adolescente, Lemon, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oii amores <3
Bem amores, aqui teremos dois casais. Como eu sei que às vezes nem todo mundo shippa e prefere pular o capítulo eu sempre vou anunciar aqui de qual casal o capitulo vai retratar

Esse capítulo tem um pouco de Midorikawa e Hiroto, E Miyasaka e Kazemaru.

Aproveitem <3

Capítulo 2 - Capítulo 2


Fanfic / Fanfiction Understand that I do not love you - Capítulo 2 - Capítulo 2


Midorikawa pov.On



Corria pelos corredores do hospital totalmente afoito, meus cabelos que antes estavam em um coque já estavam totalmente bagunçados, os papéis antes todos em ordem estavam espalhados e alguns até tinham caído durante a minha pequena corrida, o suor escorria pela minha testa e eu já sentia as minhas pernas ficando meio moles. O motivo do meu desespero? Simples. Um acidente tinha acontecido na rua principal e precisavam de nós rapidamente no local. E eu era o mais sobrecarregado, pois precisava ver quantas ambulâncias estariam disponíveis, se a alá de emergência estava desocupada, se os médicos nescessários para atender estavam disponíveis. E ainda informar ao meu superior sobre o que estava acontecendo. Tudo isso em menos de minutos. Cheguei a uma porta branca no final do correr e entrei sem pensar duas vezes


- Senhor temos um acidente na avenida principal - Disse rápido fazendo meu superior dar um leve pulo de susto - Já chequei as ambulâncias, estão todas com o equipamento nescessário, os médicos nescessários estão terminando suas consultas, e eu vou ligar para os médicos reservas para eles vir atender os pacientes que já tem hora marcada aqui e..


Hiroto; Midorikawa se acalma ok? - Se levantou - Vá junto com a ambulância, veja como está a situação, tente adiantar o máximo que puder por lá. Caso seja muito grave me ligue que eu irei preparar a sala de cirurgia. Tente não entrar em pânico enquanto estiver lá - Colocou a mão em meu ombro


Apenas assenti e logo deixei sua sala indo em direção as ambulâncias que eram no total de três


- Vamos - Entrei em uma ambulância que saiu na frente e as outras apenas seguiam, soltei um suspiro enquanto me acalmava aos poucos, nunca pensei que minha vida fosse se tornar tão agitada depois que me formei em medicina. A sirene da ambulância foi ligada, os carros que estavam na frente encostavam em algum canto ou viravam em uma rua diferente, já sabendo que tinha acidente perto. A ambulância acelerou mais e logo chegamos no local do acidente


Desci da ambulância às pressas já vestindo as luvas brancas e correndo para ver o estrago, dois carros tinham colidido pelo que eu pude ver, o primeiro carro era preto e estava com as portas da direita totalmente amassadas, o outro estava com a frente totalmente destruída. Haviam cinco corpos no chão, duas crianças, uma mulher e dois homens. As crianças choravam, uma tinha uma faixa laranja na cabeça e a outra possuía os cabelos dourados, a mulher tinha os cabelos ruivos e tinha um corte na lateral da barriga que sangrava abundantemente, um homem tinha os cabelos azuis e estava com aparentemente com a perna quebrada e o último tinha cabelos pretos e não aparentava estar realmente machucado.


Fora as crianças que choravam apenas o homem de cabelos pretos estava acordado. Corri rapidamente juntamente com outro enfermeiro até a mulher e o homem desmaiados enquanto os outros pegavam as crianças e ao homem de cabelos negros.


- Estanque o sangue que está saindo da barriga dela, coloque a máscara de oxigênio nela o mais rápido possível - Instruía o outro enfermeiro que apenas assentiu com a cabeça começando a fazer o que eu havia dito. Me virei para o homem de cabelos azulados e dei uma olhada melhor na sua perna, realmente tinha quebrado, estanquei o sangue que saia da perna e limpei rapidamente alguns cortes que ele possuía, na bochecha esquerda e nos braços e coloquei os curativos. Com ajuda de outro enfermeiro o levei para ambulância que logo partiu com o homem e uma criança. Estranhei a demora para levarem a moça para a ambulância e corri até a mesma


- O que foi? por que ela ainda não está na ambulância com a máscara de oxigênio? -Olhei o enfermeiro


Enfermeiro; Ela não para de sangrar, eu não consigo estancar o sangue - Disse desesperado


- Ela vai perder a vida se você demorar mais - O empurrei de leve, ele estava assutado, se eu gritasse ele provavelmente entraria em pânico e mais problemas era o que eu menos queria. Me aproximei a moça e estanquei o sangue com uma toalha branca e a levei para a ambulância a deitando na maca e colocando a máscara de oxigênio na mesma. Chequei a pulsação dela e estava bem fraquinha - Acelerem, ela pode morrer! - Gritei e o enfermeiro entrou com a criança no colo e a ambulância saiu


Olhei para a ultima ambulância que não tinha saído, eles tentavam convencer o cara de cabelos negros a entrar na ambulância. Andei até eles


Homem; Olha eu estou bem não tem necessidade de eu ir pro hospital


- Senhor você sofreu um acidente, as vezes pode ter danos internos - Disse calmo


Homem;Olha eu realmente não vou - Disse me fazendo suspirar - Não sinto nenhuma dor então não tem necessidade


- Se o senhor prefere assim, mas se sentir alguma dor forte por favor procure um médico - O olhei e o mesmo deu de ombros - Uma boa noite senhor - Entrei na ambulância e partimos dali


Enfermeiro; Devíamos ter trazido ele - disse me fazendo suspirar


- O certo era trazer ele, mais se o mesmo se nega não podemos fazer muita coisa e aliás ele não parecia ter machucados tão graves - Peguei meu celular ligando para Hiroto que atendeu no segundo toque - Cinco feridos, Um homem uma mulher e duas crianças, tinha outro homem mais ele se recusou a vir


Hiroto; Ferimentos graves?


- As crianças aparentemente não, a mulher está com um grande corte na lateral direita da barriga, ela perdeu muito sangue e sua pulsação está baixa. O homem está com a perna quebrada.


Hiroto; Ok - Desligou


Chegamos ao hospital e descemos do veículo rapidamente, a moça e o homem já tinha sido levados para a ala de emergência, as crianças estavam nas cadeiras de espera enquanto os enfermeiros tentavam cuidar de seus pequenos cortes mais as mesmas sempre choravam quando algum enfermeiro chegava perto. Me aproximei dos mesmos e pedi para os enfermeiros sairem


- Oii - Disse amigável, mais os pequenos apenas se afastaram lentamente - Podem ficar tranquilos, eu estou aqui para cuidar dos machucados - Peguei uma gaze e molhei no álcool - Isso é tipo um paninho que eu preciso para limpar o ferimento de vocês - Mostrei a gaze pra eles - Não machuca, só arde um pouquinho, mais vocês são corajosos não são? - Disse sorrindo e os mesmo assentiram de leve. Me aproximei com calma e comecei a limpar os ferimentos deles que hora ou outra faziam uma careta de dor


Coloquei o curativo nos joelho, nos braços e um menino tinha um corte na bochecha e o outro menino tinha um na testa, coloquei o curativo ali tambem.


- Vocês se lembram como aconteceu o acidente? - Perguntei enquanto permanecia ajoelhado na frente deles e os mesmos negaram - Sabe o número de algum familiar? - Apenas um assentiu - Pode me dizer?- O menino de cabelos dourados disse o número do telefone e eu liguei sendo prontamente atendido. Após uma conversa rápida eu expliquei o que tinha ocorrido e a pessoa do outro lado disse que logo estaria aqui.









(...)





Miyasaka Pov. On


Desliguei o telefone rapidamente e corri para o quarto colocando um moleton por cima do pijama que eu vestia e uma calça jeans, calcei rapidamente os sapatos enquanto ligava para Endo


Endo; Alô? Residência Marmoru, quem deseja?


- Endo é o Miyasaka, o carro do Kazemaru bateu


Endo; O QUÊ? - Berrou - E minha esposa e meu filho?


- Pelo amor de Deus Endo, passa aqui em casa agora, e vamos logo pra aquele hospital que no caminho eu te explico - Ouvi o mesmo murmurar um "ok" e desliguei





(..)




Saímos do carro e corremos em direção a recepção do hospital


Recepcionista; Boa noite o que desejam


- Com licença meu ex marido se chama Kazemaru Ichirouta, ele acabou de sofrer um acidente junto com minha amiga e meus filhos


Recepcionista; - Procurou algo no computador - Assim, ele está na sala de emergência junto da moça, as crianças estão na sala de espera


- Obrigado - Corri com Endo atrás de mim até a sala de espera me deparando com meu filho e meu sobrinho conversando com o médico - Filho - Chamei e o mesmo me olhou e veio correndo em minha direção chorando - Ah meu amorzinho você está todo machucado - Peguei ele no colo e olhei o médico - Doutor? Você tem notícias dos outros dois? - Perguntei me referindo a kazemaru e Natsume


Midorikawa; Infelizmente não senhores. Mais assim que tivermos alguma notícia viremos avisá-los - Acariciou a cabeça das crianças e logo saiu


- Filho você tá bem?


Amaru; E-estou bem papai - deitou a cabeca em meu ombro chorando. Olhei Endo e o mesmo já tinha pegado o filho no colo e tentava acalmar o pequeno. Me sentei ao lado deles com Amaru em meu colo


- Calma Rairu vai tudo ficar bem - segurei a mão de meu sobrinho e o pequeno apenas assentiu de leve com a cabeça enquanto Endo o balançava levemente parar que dormisse. Comecei a fazer o mesmo com Amaru e não demorou muito para que as duas crianças estivessem dormindo - Estou preocupado Endo - Olhei o mesmo


Endo: Eu sei, eu também estou - Suspirou




(..)



Já tinham se passado três horas e estávamos todos cansados. Amaru e Rairu tinham acordado novamente e estavam com fome, já era tarde e os pequenos não tinham jantado. Endo resolveu levar as crianças para comer algumas coisa, enquanto eu aguardava no hospital. Um médico se aproximou de mim e eu rapidamente me pus de pé e olhei seu crachá vendo que o mesmo se chamava Nagumo


Nagumo; O senhor é responsável por Kazemaru Ichirouta? - Perguntou e eu assenti - Qual seu parentesco com o paciente


- Sou ex marido dele - Falei e ele assentiu olhando algo na ficha que carregava em mãos

 

Nagumo: Bem, ele quebrou o joelho esquerdo e deslocou o braço direito - Disse e eu suspirei de alívio, não era nada grave afinal - Fizemos uma rápida cirurgia no joelho ele para juntar os ligamos que se romperam e voltamos seu braço direito pro lugar. Ele poderá ir embora daqui dois dias. Não deixe ele fazer qualquer esforço com a perna durante um mês, e depois desse tempo marque fisioterapia para ele ir recuperando a movimentação do joelho


- E quanto a minha amiga doutor?


Nagumo: O caso dela só posso informar a algum parente de sangue ou marido, sinto muito, são as regras do hospital


- Irei ligar para o  marido dela para o mesmo conversar com o senhor então - Disse e o médico assentiu - Em qual quarto kazemaru está?


Nagumo: Segundo andar quarto 134


Agradeci o médico e corri para o elevador, disquei o número de Endo e o mesmo me disse que já estava voltando pro hospital. Desliguei o telefone e as portas do elevador se abriram, sai do mesmo e comecei a procurar a porta que tinha o número 134. Não demorei a acha-lá e com um pouco de reluta entrei na mesma. Kazemaru estava acordado olhando para a janela, a perna estava em cima de alguns travesseiros e estava com alguns cortes no joelho que eu deduzi ser da cirurgia.


- Kazemaru.. - O chamei baixinho e o mesmo continuou olhando para a janela. Fechei a porta atrás de mim e caminhei até a cadeira que tinha do lado da cama e me sentei ali


Kazemaru; Como estão as crianças? E a Nath


- Estão bem, os cortes foram superfíciais nada muito grave - Me Ajeitei melhor na cadeira - A Nath eu ainda não sei, eles só falam para os parentes dos pacientes pelo que eu percebi. Vamos ter que saber do estado dela pelo Endo quando ele chegar. - Vi kazemaru assentir de leve - O que aconteceu? - Me referi ao acidente


Kazemaru; Eu.. eu não sei - Abaixou a cabeça - Tínhamos acabado de sair do shopping, a Nath descobriu estar esperando uma menininha - Sorriu fraco - As crianças tinham acabado de tomar sorvete e estavam indo pro carro - Respirou fundo - Eu iria deixar a Nath e o Rairu na casa do Endo e ia pra sua casa deixar o Amaru com você


- Não fale como se a casa fosse só minha. Construímos ela juntos - Segurei a mão dele mais o mesmo afastou


Kazemaru: Nosso filho estava tão feliz pela notícia que ia receber uma priminha na familia - Sorriu brevemente - Eu comecei a dirigir, não passamos nem por quatro quadras quando eu tive que freiar bruscamente pela pergunta que nosso filho tinha feito


- Qual? - Perguntei receioso


Kazemaru; Quando eu voltaria pra casa - Seus olhos se encheram de lágrimas - Eu me surpreendi e freei com tudo, o carro que ia atravessar a rua não conseguiu desviar e - Parou de falar, de qualquer forma eu já tinha entendido o que tinha acontecido


- Eu sinto muito pelo acidente - Olhei ele - Amaru sente falta de você por isso fez aquela pergunta - suspirei - Deveria voltar pra casa


Kazemaru: Não ia dar certo eu morar lá - Suspirou


- Por ele...


Kazemaru; Miya.. - Me chamou pelo apelido - Por favor não insista nisso


- Kaze, Eu sei que você se apaixonou pela Toko e por isso se separou de mim, saiu de casa e tals. Mas ela quase não para em casa, como vai cuidar de você? - O olhei - Não estou pedindo pra se casar comigo denovo, estou pedindo apenas para ficar lá em casa até sua recuperação estar completa. Vai ser bom pra você e nosso filho vai matar a saudade - Ele pareceu ponderar um pouco


Fiquei apreensivo, ter Kazemaru em casa depois de dois anos fora seria um sonho, nosso filho ficaria tão feliz. Minhas mãos começavam a suar, e se ele me falar um "não"? O que eu vou fazer?. Sinto que Amaru está cada vez mais triste sem o pai, por mais que o veja todo final de semana. Eu poderia deixar Amaru uns meses com Kazemaru? Podia. Mais eu era uma pessoa muito carente de atenção, e desde que kazemaru foi embora a carência apenas aumentou, então passo meu tempo brincando com Amaru todos os dias, o dando atenção e recebendo também. Há algumas semanas atrás Amaru emburrou totalmente e começou com uma birra, ele quer por que quer que kazemaru volte pra casa. Aahhh.. se fosse tão fácil assim. Amaru está ficando carente de atenção paternal por mais que eu me esforce. Eu tenho medo que ele fique igual eu e talvez essa é a única chance que eu tenho de reaproxima-lo do pai


- Kaze?.. - o chamei depois de um tempo


Kazemaru; Tudo bem - Suspirou - Mais só até eu me recuperar


E o meu sorriso que abri naquele momento não poderia ser maior




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