História Undertale - Alma Negra (Frans) - Capítulo 43


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Categorias Undertale
Personagens Personagens Originais
Tags Alphyne, Asgoriel, Chariel, Demência, Errink, Frans, Grillffet, Papyton, Sanrisk, Undertale
Visualizações 225
Palavras 1.126
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Fantasia, Hentai, LGBT, Luta, Magia, Musical (Songfic), Romance e Novela, Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


EAE SEUS DEMENTES MENTAIS!!!!
Turu bom?
Bem vindos a mais um capítulo!!
Finalmente! Já tava muito ansiosa para começar essa bagaça! E novamente um pequeno avisinho antes de começar…
Quando tiver assim ^ em uma serta parte… é a querida "fala com as mãos" de um serto personagem…
É quando estiver assim ~ é a Frisk que está fazendo a "fala com as mãos".

Sem mais enrolações…. BORA LER ESSA RETARDANETA!!!

Capítulo 43 - Deixe-me te ajudar


Fanfic / Fanfiction Undertale - Alma Negra (Frans) - Capítulo 43 - Deixe-me te ajudar

 ** P.o.v Frisk **

— Tudo isso começou dês do nosso nascimento –Falei me acalmando um pouco– Primeiramente tinha nascido o meu irmão… Beck Folkemord, quase três anos depois nasceu a Chara e exatamente um ano depois da Chara eu nasci.

— Então é por isso que vocês fazem aniversário no mesmo dia mas ela é mais velha –Flowey falou dando uma pequena olhada para o chão mas logo voltando a me encarar.

— Exatamente! –Falei arrumando a minha postura e encostando as minhas costas naquela porta por completo– Mas voltando ao assunto… Como você deve saber, a gente viveu em uma família completamente genocída,e assim, fazendo nós crescemos entre genocídios. O meu pai bebiam muito e por causa disso ele ficavam muito agressivos e nos fazendo quase todo dia ter que ficar trancados em um mísero quarto. Um dia, no entanto, exatamente um dia antes do meu aniversário e o da Chara, o meu pai chegou em casa completamente bêbado, com uma arma de fogo e tentou me matar… mas quando ele puxou o gatilho… o meu irmão se enfiou na frente –Falei segurando o choro– Ele ficou por um tempo vivo… mas ele morreu no hospital.

— E o que aconteceu com o seu pai? –Flowey me perguntou curioso.

— Ele? Ele falou que nem estava em casa e que foi um bandido que invadiu e o matou –Falei com um tom de ódio na voz– Mas você já deve saber que agora ele está queimando no inferno.

— Você o matou, né? –Ele me perguntou e eu apenas acenei com a cabeça– Até que ele mereceu morrer.

— Não é? –Perguntei dando uma pequena risada me relembrando do momento em que o matei, mas logo voltei a me concentrar em terminar de contar a minha história– Três anos depois da morte do meu irmão, acabou chegando a vez da minha mãe. Antes de tudo, eu e a Chara tínhamos ido até uma festa a fantasia de aniversário de uma garota que conhecíamos. A festa foi até que legal… mas o inferno voltou junto com a nossa volta para casa.

— Como assim? –Flowey perguntou confuso.

— Minha mãe tinha acabado de descobrir que tinha sido traída várias vezes pelo meu pai e então ela estava sendo tomada pelo ódio –Falei me relembrando daquele maldito dia– Eu e a Chara então chegamos em casa e ela resolveu descontar na gente todo aquele ódio… mas o problema é que ela focou quase tudo apenas na Chara e por causa disso ela estava quase matando a mesma –Falei deixando uma lágrima solitária cair do meu rosto– Em forma de desespero eu pequei a mesma arma que o meu pai tinha usado para matar o Beck e começei a ameaçar atirar se ela não deixasse a Chara em paz e fosse embora pelo menos aquela noite… mas ela não me escutou... e então eu atirei.

— E como foi a morte dela? –Que tipo de pergunta é essa?

— Diferente do meu irmão, a morte dela foi na hora e nem precisou chamar ambulância e blablabla –Falei abaixando um pouco a cabeça– Depois desse dia da morte da minha mãe, a Chara começou a pegar esse ódio pela humanidade e ficou igual ao resto da nossa família… a família Folkemord.

— Espera… mais como ela chegou aqui no subsolo? –Flowey perguntou um pouco confuso e curioso.

— Depois de alguns meses assim, ela simplesmente desapareceu e me deixou sozinha com o meu maldito pai que mesmo depois de ter literalmente matado o seu próprio filho… ele não mudou nada em seu comportamento –Tentei o explicar– E então… cinco anos depois… eu pulei do monte Ebott para tentar me matar, e dês daí você já sabe já conhece a história... Eu matei a minha família…

— Eu… sinto muito… –Adimito que me impressionei com a fala dele.

— Ei, Flowey –Chamei o encarando– Porque você está me tratando bem?

— É que… –Ele faz uma pequena pausa dramática, abaixou a cabeça e logo depois voltou a falar– desde o acontecimento da barreira… eu parei de fazer mal aos outros... Eu me arrependi.

— Isso é muito bom, Flowey –Gales fazendo um pequeno carinho na cabeça dele– Todos podemos ser uma pessoa melhor… se apenas… tentarmos ser.

— Frisk… deixe–me te ajudar? Deixa eu te ajudar a derrotar a Chara? –Flowey me perguntou ainda de cabeça baixa.

— Você tem serteza que é isso que quer? –Perguntei vendo ele levantar a cabeça e começar a me encarar.

— Eu… eu quero me redmir por ter tentado te matar –Ele falou me dando um pequeno sorriso.

— Flowey… você..

Antes que eu terminasse a minha fala, um monstro apareceu naquela sala aonde nós estávamos. Ele tinha uma capa preta e parecia ser um esqueleto como o Sans e o Papyrus.

— Quem é você? –Flowey perguntou.

Para a minha querida surpresa, ele começou a fazer alguns sinais com a mão que eram exatamente is mesmos do meu livro.

^ Prazer, o meu nome é W.D. Gaster… mas pode me chamar apenas de Gaster.

— O nome dele é W.D. Gaster –Falei ainda olhando para o Gaster.

— Espera… –Flowey falou e fez uma pequena pausa dramática– Você entende essa linguagem com as mãos?

— Claro que sim –O respondi ainda olhando para aquela figura na nossa frente– Eu achei um livro que falava sobre essa linguagem... mais eu não esperava que essa linguagem seria apenas dele.

Eu dei um pequeno suspiro e tentei me lembrar bem claramente como era cada letra e logo começei a falar com as mãos juntamente a ele.

~ Então foi você quem tinha deixado aquele livro estranho na sacada das Ruínas?

^ Não foi exatamente eu, mas sim, uma antiga amiga.

~ Entendi… mas o que você está fazendo aqui?

^ Eu vim para te ajudar, já que você irá precisar de muita por causa desta Chara.

— Pelo amor de Deus! Fala a minha língua! –Flowey falou um pouco desesperado.

— Desculpa –Falei rindo um pouco– Ele falou que está aqui para me ajudar… já que eu irei precisar de muita ajuda por causa "desta" Chara.

— E você vai aceitar? –Flowey me perguntou– Ele era o antigo cientista real daqui e digamos que ele… morreu em um esperimento sobre dimensões paralelas ou linhas do tempo… como queira chamar.

^ Eu estou preso entre as linhas do tempo e consigo viajar entre todas ou quase todas elas.

— Ele falou que está preso entre as linhas do tempo, consegue viajar entre elas –Falei calmamente olhando para o Flowey.

— Eu não sei o que fazer… –Flowey disse olhando para o chão um pouco pensativo– … Mas eu acho que deveríamos...

  Continuo ou paro?



Notas Finais


OLÁ DINUVU!!!

Antes de terminar… eu queria avisar que eu anda estou aceitando a ficha do personagem que eu falei... então se ainda quiserem mandar, eu estou aceitando :3

ATÉ SEI LÁ QUANDO…. TCHAU…


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