História UNDERTALE - os renegados - Capítulo 1


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Categorias Undertale
Personagens Alphys, Asgore Dreemurr, Asriel Dreemurr, Burgerpants, Chara, Flowey, Frisk, Grillby, Mettaton, Muffet, Napstablook, Papyrus, Personagens Originais, Sans, Toriel, Undyne, W. D. Gaster
Tags Hibridos, Undertale
Visualizações 46
Palavras 1.392
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Fantasia, Hentai, LGBT, Luta, Magia, Romance e Novela, Universo Alternativo, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Pansexualidade, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Primeira fic de Undertale.
Eu, a maravilhosa (sqn) Du irei dar o meu melhor para esta fic.
Boa leitura.

Capítulo 1 - Introdução


Bem… muitos já devem conhecer bem esta trágica história…

Há muito tempo, dois povos reinavam sobre a Terra, Monstros e Humanos.

Um dia, uma guerra iniciou entre ambos.

Depois de uma longa batalha, os humanos foram vitoriosos.

Eles selaram os monstros no subsolo com um feitiço mágico.

O problema… foram os seres como eu…

Eu vivi a minha infância antes da guerra. Era feliz com a minha mãe e o meu pai. Eu era bem aceite entre monstros e os humanos, tinha amigos de ambos os povos. Mas foi então que a guerra arruinou tudo…. Os meus pais tiveram que partir para a guerra, cada um para o seu lado…

O meu pai morreu logo no inicio da guerra, juntamente com os outros Skeletons que estavam com ele. Ainda sobrava a minha mãe, mas ela também já não aguentava muito mais aquela guerra infernal. Lembro-me que as ultimas palavras que ela me disse foram “Se forte, por nós, mas principalmente, por ti”. Ela não voltou mais, eu estava sozinha.

Tinha apenas 7 anos…

Alguns monstros e humanos encontravam-me e ambos os povos tentavam matar-me, mas eu conseguia salvar-me, da forma mais fácil ou da mais difícil…

Assim que a guerra chegou ao fim, humanos e monstros se separaram, mas nenhum dos povos me aceitava… fui negada por ambos, eu era uma renegada…

Mas… tive a sorte que eu não era o único ser como… como eu. Um homem recolheu-me e levou-me para uma fábrica aparentemente abandonada, mas por dentro parecia uma pequena civilização. Era muito espaçosa, tinha vários quartos no segundo andar, locais para saúde, ensino e convívio no primeiro e o terceiro andar era uma horta ao ar livre, bem no telhado da fábrica.

Também havia muita gente que eu nunca tinha visto antes, a maioria eram bebés e crianças pequenas. Eu tomava conta de algumas crianças, visto que não sabia fazer mais nada.

Já passaram 10 anos humanos, a nossa civilização foi diminuindo. Como só o que produzimos na horta não chega, ás vezes é preciso ir caçar no Monte Ebott, um local bem isolado. Ultimamente, eu tenho cuidado do Senhor Baskerville Old Face, o senhor que me salvou… ou então estou com o grupo de procura em que participo. Sou só eu e mais 3 colegas… um hibrido de aranha, uma hibrida de fada, um grifo e eu…

Eu sou a MV Boli Smith the Skeleton, hibrida de mãe humana e pai esqueleto. Aparentemente, sou apenas uma esqueleto, mas os meus olhos são sempre azuis, o que me distingue dos Skeletons puros…. Messo cerca de 1,55 metros e peso 56 Kg.

 

Ano de 201x

 

???- Boli? BOLI ACORDA!!!

Boli – Ah? O que queres Pierre?

Pi – Minha querida, uma criança fugiu…

Boli – Já chamaste os outros dois?

Pi – Já vou chamar.

Boli – Ok, eu vou ver o Senhor Baskerville. Encontramo-nos á saída com o material de procura.

Pi – Ok querida. - Ele piscou o olho e saiu do meu quarto.

O Pierre, ou Pi, é um hibrido de humano e aranha com 12 anos. O que o mostra o total de 4 braços e o seu olho extra na testa. Os seus cabelos são negros e lisos pelo ombro e os seus olhos são laranja. É bem mais alto duque eu (cerca de 1,83 metros) e pesa 63 Kg. Ele usava a sua típica roupa, cabelo amarrado, camisola preta, calças roxas, sapato preto e um lenço roxo ao pescoço. O seu pai é o medico e o cientista aqui da fábrica. Mesmo sendo um humano, o Senhor Johnson sempre cuidou muito bem de todos…

Assim que Pierre saiu, eu levantei da minha cama, fiz as minhas higienes diárias (tem um banheiro em cada quarto) e vesti a minha roupa, uma calça justa preta, T-shirt azul claro, um casaco bolero preto com capuz, meias soquete fina azul claro e uma sabrina preta.

Sai do meu quarto e fui para o que estava ao meu lado, o quarto do Senhor Baskerville.

O Senhor Baskerville, ou Baskerville Old Face, é o homem que me salvou e criou a nossa civilização. Ele é um Skeleton e diz-se ter sido o único da sua espécie a sobreviver á guerra…. Ele ensinou-me muitas coisas sobre os monstros e os humanos quando eu tomo conta dele, a sua sabedoria era incrível…

Bati a porta do seu quarto, apenas ouvi um “entre” fraco vindo da parte dele.

Boli – Bom dia.

Baskerville – MV Boli… como é bom ver-te… - ele estava preso á sua cama com grades para não cair… devido á sua idade avançada, Baskerville só sai da sua cama de noite…

Boli – Eu venho ter consigo todos os dias… - Ele riu fraco e eu também.

Baskerville – Ouvi dizer que uma criança fugiu… quem é essa criança?

Boli – As noticias voam depressa aqui na fábrica…. - Brinquei um pouco. – Eu aina não sei, mas Pierre deve saber.

Baskerville – Tenta ser rápida nesta busca… a criança não deve estar… muito longe.

Boli – Voltarei assim poder. – Fui em direção da porta. – Até mais…

Baskerville – Volta depressa… minha pequena…

Sai do quarto e segui em direção do grande portão da fábrica, onde já se encontrava o meu grupo de procura reunido…

Além de mim e do Pierre the Spider Johnson, também temos a Fuly Pitt the Fairy e o Gustavo the Gargoyle…

Fuly é uma hibrida de humano com fada de 14 anos. O que o mostra são as suas pequeninas asas verdes. Os seus cabelos são ruivos e cacheados pelo ombro e os seus olhos são verdes. Mede cerca de 1,71 metros e pesa 62 Kg. Ela usa sempre um top de alça fina preto, uma saia até ao joelho verde, meia calça transparente com riscas castanhas, botas pretas de cano baixo.

Já Gusto… ele é um grifo de 16 anos. A sua pele é feira de pedra, tem cabelo curto crespo tipo arenito e a iris dos olhos dele parecem pequenas joias de âmbar. Mede 1,68 metros e pesa 214 Kg, mas aparenta ser magro. Usa uma camisola amarela de gola alta, casaco preto de cabedal, calças justas pretas, sapatinhas cinza e um chapéu preto.

Este é o grupo de procura da fábrica…. Fui criado por existir sempre alguma criança ou adolescente que teima em sair sem permissão, sem conhecerem os perigos do exterior…

Fuly – Oi Boli!

Boli – Olá pessoal. Pierre, temos alguma informação?

Pi – Não muita querida, apenas sabemos que não saiu pelo portão, mas sim por uma janela partida. Pensa-se que é uma criança pelo tamanho, mas não se tem a certeza…

Gusto – Alguém viu a criança fugir?

Pi – Não. Apenas encontraram a janela partida e uma criança a fugir da fábrica em direção ao Monte Ebott.

Boli – Aparência.

Pi – Cabelo loiro liso pelas costas, camisola roxa ou rosa, parecia humana.

Fuly – Será que é uma criança dos humanos de fora?

Gusto – Se for, a procura vai ser uma perda de tempo…

Boli – Não podemos arriscar, estão prontos para ir?

Pi – Eu já nasci pronto querida.

Saímos da fábrica. Pouco tivemos de andar até chagarmos ao Monte Ebott, a Fuly patrulhava os céus (visto que ela consegue voar), eu e os rapazes andávamos por terra…

Pi – Alguma coisa, queridos?

Gusto – Não.

Boli – Nem eu… Fuly, vez algo?

Fuly – Bem… eu… SIM! Já estou a ver a criança. Ela está quase no cume.

Todos correram o máximo que podíamos para chegar ao cume, mas a tal criança tinha tropeçado e caído uma grande fenda no topo do Monte Ebott…

Fuly e Pierre foram os primeiros a chegar ao topo, aparecendo eu de seguida…

Boli – Caiu?

Pi – Sim.

Fuly – Eu não consigo voar a pique para a apanhar…

Pi – As minhas teias são maravilhosas, mas não compridas que chegue para a alcançar…

Gusto – Para a próxima… esperem… eu chegar… - ele falava ofegante… correr com 214 Kg não deve ser nada fácil… - O que aconteceu?

Boli – A criança caiu.

Gusto – Caiu onde? Neste buraco aqui? – ele aproximava-se da fenda.

Fuly – Tem cuidado, o chão não é estável…

Gusto – Como a criança caiu afinal? Tropeçou ou algo… - antes dele acabar a sua frase, o chão por de baixo dos seus pés desabou.

Eu tentei agarra-lo com os meus braços, mas começaram a fraquejar. Pierre e Fuly tentavam ajudar, mas levantar 214 Kg de pedra não é nada fácil…

Quando demos por ela… estávamos todos em queda livre…


Notas Finais


Alguma duvida é só comentar.


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