1. Spirit Fanfics >
  2. Undertale Guerra (INTERATIVA) >
  3. Capítulo 1 - O Massacre

História Undertale Guerra (INTERATIVA) - Capítulo 2


Escrita por:


Notas do Autor


Vagas ilimitadas

Capítulo 2 - Capítulo 1 - O Massacre


Fanfic / Fanfiction Undertale Guerra (INTERATIVA) - Capítulo 2 - Capítulo 1 - O Massacre

O Massacre


Meio dia e meia (12:30)/Universo de Deltarune -


O dia tão claro que compunha Hometown, com os raios solares que iluminavam cada estrutura da principal escola da cidade, agora se via tão morto como nunca. Antes um céu azulado, agora estava cinza pela presença de algo; Esse algo, surgiu de repente dentro da escola, e escola essa, que estava quase vazia.
O barulho estridente que era emanado do sinal de emergência, ecoava por todos os corredores, e se fazia efeito até a quadra, onde toda a vizinhança poderia ouvir; Acompanhado disso, o silêncio em muitas casas por saberem do que aconteceu, quando algo com a coloração azul entrou pelas portas da escola.
Em horas antes, a polícia foi acionada, juntamente com reforços que demoravam a chegar pelo desespero de ver o carro da policial Undyne, com o capô totalmente amassado e junto ao corpo desmaiado da mesma. A qualquer momento, com a enorme nuvem de fumaça se formando nos ares, o carro iria explodir, levando a óbito a jovem policial, que mesmo desmaiada, era notável que não iria conseguir fazer algo efetivo contra ‘’aquilo’’ pelos seus membros quebrados violentamente; De algum modo, aquela coisa conseguiu dobrar os braços da policial, tal como suas pernas, como se fosse uma folha de papel dobrada várias vezes até não conseguir mais.
Os ferimentos, com fragmentos de ossos expostos e quebradiços, formavam uma poça de sangue e pó debaixo da placa do carro, tendendo só a aumentar pelas gotas que caiam do ferimento; Uma notável perda da coloração se fazia no semblante de Undyne, junto dos faróis do carro da polícia e de uma ambulância destroçada.
Dentro da escola, corpos de humanos eram vistos nos corredores, cada um de uma maneira diferente ou que complementava para a morte do outro, tal como o pó que se erguia do local e entrava em ventilações. Alunos com os rostos deformados, em plena carne viva e com o crânio levemente amassado; Amassado, por numerosos e fortes socos que aquela coisa havia os dado.
Um enorme rastro de sangue era visto indo do chão de uma sala, até o corredor mais próximo, e depois jogado contra os armários, evidenciando um forte amasso nas estruturas metálicas dos mesmos; Com o restante da força que o aparente jovem tinha, ele entrou em um dos armários já abertos pelo impacto sofrido, na tentativa desesperada de se esconder. Esse jovem, denominado Kris, observava, através da passagem de ar do armário, a coisa segurando Susie pelo pescoço, contra o bebedouro.
Já todo amassado pela força da criatura, água escorria pelo chão, seguindo o caminho entre as separações dos pisos; Toda trêmula perante a criatura, não podia usar o seu tamanho a sua vontade, já que aquilo era maior que a mesma ao ponto de bater suas costas contra o teto. Seus olhos amarelados, antes rebeldes e afrontadores, agora só demonstravam a sua insegurança e o seu medo, desmanchando sua reputação em vista a suas lágrimas que escorriam das pálpebras e se mesclavam com o muco nasal.
Soluços eram ouvidos, mas nenhum choro ou uma palavra; Em questão de segundos, aquilo era cessado, na visão de Kris, com a criatura se erguendo levemente contra a garota. Soltando a mão de seu pescoço, e a mesma caindo contra o bebedouro amassado, e escorregando contra o mesmo já encharcado, com a ausência de metade de sua cabeça; Sangue que escorria das regiões que ligavam a mandíbula a parte superior do crânio, se mesclavam perante a água do bebedouro, que logo começou a carregar o pó do corpo do monstro.
A boca trêmula do garoto ao ver a cena, sem acreditar no que havia visto, apenas se tornou um movimento mecânico do organismo dele, que entrava cada vez mais em choque a cada gota de suor que caia de sua testa. Uma fungada inesperada para empurrar o muco nasal para dentro, resultou em um movimento rápido daquilo, virando o seu tronco lateralmente para o armário.
Um sorriso avermelhado estampado em seu rosto turquesa, deixava sua feição estática naquilo; Seus dentes negros, encharcados pelo sangue reptiliano, com esse se estendendo em respingos em sua pele grossa e cheia de esporos, tornavam sua cor mais morta do que o aparente.
A ausência de orelhas, nariz e com olhos da coloração escura extremamente pequenos, se assemelhando aos de tubarões, tornavam-no um ser com a audição extremamente sensível. Se aproximando a passos pesados e arrastando sua coluna contra o teto, ele agarra o armário pelas laterais, com suas mãos não tão grandes e juntamente de suas grossas unhas que se fundiam com as falanges dos dedos; Em um forte aperto, as unhas dos dedões perfuraram a porta de metal do armário, com o restante perfurando as costas e atravessando-as, chegando a perfurar relativamente a pele de Kris; A palma das mãos amassaram por completo as laterais do mesmo, resultando no garoto ficar em completo aperto e desespero dentro de onde se encontrava, enquanto olhava quase que chorando para o sorriso estático do ser que o observava da saída de ar.
Aquilo, então, começou a virar horizontalmente o armário, retirando as unhas dos perfuros, levando fios de sangue do garoto junto, estes que se cravavam contra a gélida textura do metal; Em um forte respiro do garoto, ele conseguiu ver a saída escola através da saída do armário, vendo sua mãe, Toriel, com a mesma em lágrimas e prestes a fugir. 

Antes que pudesse se fazer isso, a mesma, em seu mais forte golpe já realizado, atira uma esfera de fogo compactada contra o seu azul, e consequentemente, contra o armário de Kris. Mas ainda não evitando a agonizante morte que este teria, sendo bruscamente e violentamente descido, dentro do armário,  pelos braços daquilo, contra o seu joelho, resultando em um amasso de toda a estrutura lateral metálica, contra o garoto.
O incêndio causado na escola pela esfera se dilatar por todas as estruturas, usando de comburente o oxigênio local, se é largado o armário contra o chão o sangue que se aglomerava dentro escapava um pouco para fora pela leve abertura da portilha perfurada, e queimada. Junto da cena de um massacre, literal e emocional pelas notícias sendo escritas e com helicópteros sobrevoando a cidade, se era visto um sorriso estático daquilo saindo do fogo, totalmente ileso e sujo, com o cheiro da queima e de ferro sendo exalado de seu corpo; Encarando Toriel já no chão, desesperançosa e assustada pela resistência do ser, o qual demonstrava que estava feliz, tal alegria não pelo o que fez, mas por saber, que por estar ali, ele havia chego. Esse alguém, era Ink.


Seis da manhã (6:00 AM)/Universo de Undertale -


Em uma área localizada próxima a Snowdin, sendo terras isoladas e desconhecidas, habitava uma pequena cabana de madeira em meio a densa floresta de pinheiros. Uma casa simples, para tal a qual abrigava uma das mais perigosas e temíveis criaturas do subsolo: O barulho cinzento.
Seu rosto deformado e suas atitudes deploráveis são coisas que o diferenciam de outros monstros da região, e do subsolo ao todo. Com várias origens, não se sabe ao certo se existe uma verídica, tendo quem jura ter visto-o considerado como louco; Ao que aparenta, a nova geração de monstros em influência dos mais velhos, querem esquecer desse temor, ou ao menos, evitar citar o seu nome: Ronronei.
Este ser, uma vez a realizar os seus afazeres dentro de sua casa, e com isso eu quero dizer jogando Badminton, um jogo em que é impossível do mesmo perder por jogar sozinho; É fato que após anos ele iria ficar bom nisso, apenas um ser como ele poderia derrotá-lo, e no caso, ele é único ao ponto de ser seu próprio inimigo, rival e amigo.
Vestido com o denominado "Traje de Guerra", o qual seria constituído por uma camisa de Psicologia e um bermudão, ele se prepara para receber a bola visando atingir o seu campo. Com a bola sendo tacada, uma oportunidade de revidar a mesma não poderia ser perdida, com um simples, mas preciso ataque em direção a ela.
Antes que a bola passasse a rede e entrasse no campo inimigo, um tremor se é causado, levando Ronronei ao chão. O tremor não durou mais que alguns segundos, sendo evidente que algo havia caído nas Terras Anárquicas do Reino de Ronrono pelo som de árvores quebradas e a neve a cair.
O enorme rato, se coloca a se erguer em fúria e insanidade, já espumando pela boca com um leve tom avermelhado pelo sangue dos seus dentes amarelados, visando o seu escorbuto; Ninguém poderia e deveria atrapalhar um jogo de Badminton, especialmente quando se é algo terrível como ele que está jogando, e todos que conheciam a cultura atual dos Ronronos, gourmet e xenofóbica, sabiam muito bem de tal fato.
Abrindo a porta com sua calejada mão, em um soco não tão forte para quebrá-la, o mesmo se pôs afora, na tentativa de se ver, com os seus olhos já arregalados e vermelhos pela fúria, quem ou o quê causou o término da jogatina. A neve deixava um clima um tanto quanto agradável de manhã, especialmente em uma quinta-feira, mas para Ronronei não; Para ele, todo dia era um dia de progresso e Ira, todo dia era dia de cavar buracos e comer insetos, todo dia era dia de Badminton.
A colisão de algo com as árvores era evidente, sendo logo atrás da cabana, isso justificou para o rato, acompanhado de seus dois e únicos dentes incisivos e tomados pela cárie, chamados respectivamente de: Ra e To; Aumentar a sua fúria ao ponto de avançar em qualquer coisa que estivesse ali por ter derrubado as suas árvores. O ambientalismo não era uma alternativa para Ronronei, porque ele queimaria todas as árvores apenas pelo ego, assim como protegeria todas pelo exato e mesmo motivo.
Se aproximando a passos rápidos e pesados, a neve aos ares caindo tornavam difícil ver o que tinha caído entre os destroços e cascas de árvore, sendo apenas visíveis os olhos perfeitamente mesclados entre o vermelho do globo e o verde da íris, do rato. Um breve movimento nas partes destruídas dos pinheiros fora o suficiente para que Ronronei, com sua mão desnutrida e repleta de calos, agarrasse aquilo pelo pescoço e levantasse entre os ares de neve.
Uma textura nunca antes sentida pelo rato foi notada, um aspecto pegajoso mesclado a uma pele dura, se assemelhando a uma couraça. Aquela sensação deu um aspecto de formigamento em sua mão, percorrendo da mesma até o seu antebraço, fazendo com que Ronronei jogasse aquela coisa para fora da nuvem de neve.
Finalmente vendo a aparência da criatura, com sua cor turquesa um pouco suja, o rato fala:
_ Porra, tu é feio pra caralho - Disse se afastando um pouco enquanto quase cuspe pelas palavras em raiva que foram ditas.


Com uma leve estranheza acompanhada de uma confusão local, o ser começa a se levantar, olhando para cada um dos cantos a fins de analisar o ambiente. Apenas fica em questionamento quanto ao que estava acontecendo, indagando o rato em meio a tropeços em palavras:


_ O… quê? - Indagou o ser azulado com sua voz completamente ríspida e grossa, em um aspecto semelhante a alguém após uma traqueostomia.
_ Tu tá naninha, é, ô filho da puta? - Gritou em fúria para o azulado, respondendo-o rapidamente.


Completamente fora de si, o azulado então percebe que está em um lugar completamente fechado pela floresta, não se sabia o seu rumo e nem onde estava. A situação complicou ainda mais para a criatura por não saber o seu próprio nome e sua origem, perdendo por completa, a sua identidade.
Uma coisa era fato, não queria ficar perto do rato, pelo menos não em seu período de redescoberta que estava prestes a começar. Em seu principal objetivo, primeiro deveria questionar as pessoas sobre as coisas básicas, e não arranjar confusões e conflitos por algo que nem se sabe sobre o que se trata. Seus pensamentos, então, interrompidos por mais um grito vindo de Ronronei:
_ Ô sua piranha, tá com a pica no ouvido? - Indagou o rato visando a atenção da criatura, não perdendo muito tempo e logo retirando a sua cauda.
Um estranho olhar vindo da criatura é dado, por parte dos xingamentos e pelo fato do tal rato arrancar a própria cauda, mas ainda sem muita reação a não ser respondê-lo:


_ Não - Respondeu ao rato deixando um ar de seriedade correr pelas suas palavras. Não queria brigar de fato, mas se esse fosse o caso, algo muito ruim iria acontecer a ambos, tal como um pensamento cogitado pelo turquesa.


Antes que o rato tomasse alguma iniciativa agressiva, se é parado com um questionamento vindo da criatura na defensiva:


_ Me diz, como eu vou pra cidade mais próxima? - Questionou o azulado para o rato enquanto se aproximava deste, contudo, Ronronei apenas ia se distanciando a passos por nojo da criatura.


De repente, ele para com os passos, assimilando a pergunta e depois rindo descontrolavelmente. Uma piada bem elaborada para ele, por achar que o mesmo iria ter a compaixão de dar-lhe a resposta ou por achar que o mesmo saberia por teoricamente precisar dela.
Uma pausa na risada se fora feita, não respondendo a pergunta da criatura, mas sacando a sua cauda contra o pescoço da mesma. Toda a extremidade se fora enrolada em torno do pescoço azulado, com uma extrema força ao ponto de prensar extremamente a pele.
Logo, se foi digo pelo rato:


_ Nenhuma puta sai viva do Reino - Falou enquanto se era perceptível a sua insanidade correr pelas veias expostas de seu pescoço.
Uma forte puxada foi dada pelo usuário do "chicote", levando o azulado para frente do mesmo em uma velocidade o suficiente para fazer com que o turquesa cambaleasse durante a trajetória. Alguns segundos após o puxão, com o ser em sua frente, Ronronei então coloca rapidamente suas mãos anorexas na medula espinhal da criatura, a empurrando a sua frente enquanto o mesmo lhe dá uma joelhada no abdômen.


O golpe havia sido certeiro, extremamente preciso e com um forte embalo, evidenciado pela neve do chão ao redor se espalhar para uma área maior devido ao impacto. Porém, a criatura, não demonstraria nada além de uma reação mais rápida do que o rato poderia contra atacar; Segurando o seu pescoço com a mão, apertando o mesmo com a força o suficiente para deixar algumas fibras musculares completamente amassadas pela pressão da palma.
Levantando o rato, se era evidente que o turquesa queria revidar a primeira atitude do rato quando o viu, o jogando contra a parede de madeira da cabana e a levando aos pedaços. O corpo de Ronronei, rolando ao chão, com a mão no pescoço na tentativa de aliviar as tensões musculares, acaba derrubando alguns móveis e artefatos considerados importantes para o mesmo. Dentre esses, uma raquete de bronze com o nome de seu avô.
Na tentativa de se levantar, ainda mais furioso com algumas gotas de saliva caindo de sua boca, ele acaba parando e olhando para o teto após escutar barulhos vindos de cima do mesmo. Caindo e atravessando o telhado da cabana, consequentemente de seu pulo, o azulado cai em cima do rato, levando alguns pisos aos ares e o corpo ao chão.
Alguns ferimentos e rasgos no corpo, devido aos impactos sofridos contra as madeiras, trouxeram sangue ao seu ser, manchando por completo todo o chão branco e de sua casa artística. Em plena fúria, após ver sua casa chegando às ruínas, ele grita:


_ Meu reino! - Gritou em prantos enquanto se levantava rapidamente e corria na direção do azulado, o agarrando pelo tronco enquanto corria, e o levando durante os passos.


Atravessando outra parede de madeira, agora com o corpo do turquesa como um escudo, Ronronei impacta sua medula espinhal contra um pinheiro. A árvore então se chacoalha bruscamente, levando inúmeras folhas e galhos a caírem em cima de ambos em meio a neve e ao sangue, suor e saliva do rato a cair.
Soltando o corpo do azulado contra a textura espessa da árvore, o rato então tenta dar um soco contra a face da criatura, mas falhando devido a mesma segurar o seu punho com a palma, revidando o tal contra o abdômen de Ronronei. Um atordoamento por parte do rato é eminente, com o mesmo vomitando um pouco de sangue contra o antebraço azulado do ser, e tendo sua visão começando a tornar-se turva.
Segurando o rato pelo pescoço, o puxa, tirando-o do chão e o levando contra o pinheiro, trocando de lugar com o mesmo. Logo, começa a desferir socos em seu rosto deformado e agora vermelho, queria fazer questão de que o rato não iria mais o incomodá-lo.
Completamente atordoado, com os seus dentes incisivos um pouco moles graças aos socos, o último golpe é dado pelo turquesa. Com este, levantando um pouco o corpo do rato e em seguida, desferindo e revidando a joelhada anterior em seu abdômen.
O impacto do joelho contra a barriga de chopp da ratazana, fez com que o mesmo desmaiasse pela dor e fizesse com que o pinheiro fosse desabado, caindo contra outros desses pinheiros. O choque entre as árvores fez com que umas derrubassem as outras, ao ponto em que a última não caísse por completo, mas sofresse uma caída contra o restante da casa de Ronronei.
A criatura, após ver que ficar lá seria um grande problema para o mesmo, se colocou a fugir pela floresta, na tentativa de evitar algo com o rato ou com alguém próximo ao mesmo. Longas corridas e esperas foram dadas, e olhando acima, notou uma ponte ao longe, usando aquilo de referência para escapar do Rei dos Ratos.


Oito e trinta e oito da manhã (8:38 AM)/Universo de Undertale -


A escalada foi complicada, de fato, demorou um pouco para que a criatura turquesa chegasse na ponte, tendo que se agarrar a estruturas lisas das pedras e com algumas caindo aos pedaços. Chegando lá, era notável um barulho vindo a frente da ponte, e barulhos esses, que eram de cidadãos.
Começou então a se aproximar da extremidade da ponte, tendo os barulhos aumentados, até percebendo que havia uma civilização a sua frente, tal chamada Snowdin. Ao se aproximar, olhares de estranheza foram dados a princípio, por ser alguém estranhamente alto e com uma fisionomia completamente incomum.
Depois de algum tempo com um estranhamento e pessoas o fitando, fora o silêncio absoluto que se foi consumido, acabaram por voltarem a fazer suas respectivas coisas, deixando a criatura azulada a vontade pela tal cidade.
Não demorou muito para que já o "receptor" da cidade se colocasse na frente do ser, sendo um esqueleto de vestes um tanto quanto "fora do padrão". Este, chegando rapidamente e cruzando de uma ponta a outra em uma corrida que levantava a neve aos ares, cumprimentou o ser turquesa com um aperto de mãos forçado e dizendo a ele histericamente:


_ Olá, novo habitante de Snowdin! Eu, o grande Papyrus te concedo a honra de ser o seu primeiro amigo nessa cidade! - Disse o esqueleto chacoalhando incontrolavelmente a mão do ser turquesa.


Sem muita reação pela surpresa da hospitalidade de Papyrus, o azulado, então, apenas o agradece:


_ ...Obrigado? - Disse-o com o exato tom de voz rouco e ríspido, enquanto soltava a mão do esqueleto lentamente.
_ Venha, eu vou te apresentar toda a cidade! - Afirmou enquanto começou a correr em direção a coisas e a lugares, começando a explicá-los.


Reparando que as pessoas do local ainda estavam-no olhando de modo "torto", o turquesa então resolve indagar o esqueleto para saber se o mesmo conhece o motivo:


_ Ou, Papyrus - Falou enquanto colocou a mão no ombro metálico do esqueleto, na tentativa de pará-lo a fazer andar e a cantarolar, apenas para que o mesmo prestasse atenção.


Se virando de modo rápido e apressado, mas ainda em tom animado, o esqueleto questiona o motivo de ele ter o chamado:


_ Sim? - Disse de modo calmo para o turquesa, esperando uma resposta do mesmo.
_ Você… - Ao invés de completar a fala, ele apenas a interrompe chegando perto do rosto de Papyrus e começando a falar baixo, com preocupações de alguém ouvir.
_ Você sabe por quê estão me olhando assim? - Cochichou tendo que abaixar um pouco o seu rosto pela sua altura.


Captando a mensagem, Papyrus então responde a criatura em um tom relativamente alto, por sua energia aparentemente inesgotável:


_ É porque você tá pelado, seu taradão! - Respondeu quase gritando, mas ainda falando alto, com os braços abertos.


Com a fala, pessoas aos arredores começaram então a olhar para a cena ocorrida, com o olhar direcionado especificamente para o ser da coloração turquesa. Um desconforto atinge o corpo do mesmo, com um frio percorrendo sua espinha, tomando a atitude desesperada de simplesmente paralisar surpreso em frente ao esqueleto.
Papyrus percebendo a tensão da criatura em meio aos olhares, apenas força um pouco a sua "garganta" e então indaga o azulado:


_ Ahen, gostaria de ver algumas técnicas culinárias em minha residência? - Disse visando ter se como alguém culto de suas palavras e ensinamentos, mas no caso sendo o completo oposto de tal.


Sem muita opção, e saindo do transe, o ser da coloração turquesa apenas assentiu com a cabeça, relativamente rápido, evidenciando que queria sair do local o quanto antes.
Chegando na casa de Papyrus, uma cena um tanto quanto dramática acaba por ocorrer quando o tal esqueleto vê sua pedra caída no chão. Um espanto inicial é causado, mas depois isso se converte em raiva quando Papyrus chega perto da mesma em joelhos, começando a gritar contra seu irmão, Sans:


_ Saaans! Olha o que você fez, ela não tá se movendo! - Gritou em prantos direcionado ao seu irmão, com esse totalmente relaxado e quase que caindo do sofá.


Sem muita reação mas ainda sim percebendo a imaginação crescida do irmão, Sans tenta trazê-lo a realidade:


_ Hm, me parece normal - Disse irônico mas ainda trazendo seriedade e um pingo de realidade na fala.
_ Claro que é normal pra você! Você fica parado aí que nem ela, a diferença é que ela tá morta!! - Exclamou o esqueleto deixando visível a sua raiva.


Estranhando a cena, o ser azulado, através da porta, apenas ficou encarando os esqueletos com seus pequenos olhos pretos, em busca de alguma resposta para eles serem assim. Coçando sua nuca por alguns segundos, apenas se vira para sair do local, até ser interrompido por Papyrus, com o mesmo dizendo:


_ Aliás, senhor azul. Você pode ficar na nossa casa enquanto não tiver uma, nye hehe - O esqueleto disse dando a sua risada como final de sentença, sendo essa um tanto quanto incomum.


Em uma expressão de neutralidade, o ser apenas responde o esqueleto com tranquilidade e compreensão:


_ Papyrus, eu não vou caber dentro da casa - Comparou o seu tamanho com o da casa, em resultado do mesmo não conseguir entrar na mesma.
_ Ah, mas você pode dormir na chaminé - Explicou o esqueleto para o azul, na tentativa de mantê-lo em sua propriedade, como sinal de gentileza e boa companhia.


Apenas forçando uma risada, o turquesa começou a explicar para o esqueleto:


_ Eu não posso ficar aqui, Papyrus. Eu ia trazer problemas - Respondeu tentando encerrar o assunto ali mesmo, também demonstrando preocupação pelos esqueletos por conta do que poderia causar.


Se indignando com o que foi dito pelo mesmo, o esqueleto então demonstra uma expressão confusa perante ao ser, acompanhada de uma preocupação. Perguntando ao mesmo de modo a quase gritar em por não assimilar o que fora dito:


_ Problemas? - A palavra soou genuinamente perceptível à evidente companhia que queria do gigante azulado.


Ao dizer isso, o seu irmão se levantou do sofá e andou até a pedra, a pegando e a colocando novamente no chão. Com este se virando para o azulado com os olhos o fitando e uma expressão de seriedade, mesmo com o sorriso estático no rosto, apenas reafirmando:


_ É, problemas - Disse o esqueleto menor enquanto encarava a criatura com seu tamanho intimidador, além de sua coloração chamativa.


Nada além de um silêncio profundo tomou conta do local, uma linha de encaro entre o esqueleto e o ser em coloração azul; Silêncio esse que foi cortado após Papyrus perceber o que estava ocorrendo: uma má convivência entre ambos. Com este se colocando a proferir algo, tomando ar pelas suas entradas e depois sendo interrompido pelo ser safira que apenas se põe a dizer:


_ Hm tchau - Proferiu em um tom sério e ríspido enquanto saia de perto da casa e se afastava para as entradas de Waterfall.
_ Espera! - Tentou parar a criatura, mas a mesma se recusou a voltar e a escutar suas palavras, prosseguindo com o seu caminho.


Nove e vinte nove da manhã (9:29 AM)/Universo de Undertale -


Aquela cena se repetia em sua mente, de fato não compreendia o que levou o esqueleto a dizer aquilo, se o mesmo sabia do seu potencial destrutivo, ligado ao que fez ao rato. A cada passo, ele se via a tentar esquecer daquilo, mas tanto o som ecoando por seus ouvidos sensíveis quanto as palavras do esqueleto, o faziam ficar mais pensativo e mais agitado.
Como claro, não queria problemas, especialmente esses vindos de um lugar amigável e receptivo, como aquele; Com suas exceções, como óbvio.
Sua caminhada, que fez seus pensamentos se conturbarem por tampouco, o levou a uma ponte sem saída, o restante da mesma se caia abaixo em pedaços. Ao olhar para trás, percebeu a grande trajetória feita pelo mesmo enquanto não se estava a perceber: uma longa pista de madeira com caminhos alternativos e com alguns destes, sem continuação.
Se virando para a frente e encarando a imensidão de água, flores douradas e lixo abaixo; Com a atitude de se jogar nas flores na esperança de encontrar algum rumo, caindo de uma altura relativamente grande, contra as mesmas.
A queda levantou as pétalas das flores afundadas ao ar, junto de um pouco de água e pedaços de madeira da antiga ponte antes do desabamento. O barulho imprevisto resultou em um eco nas estruturas cavernosas do local, fazendo com que alguns objetos das pilhas de lixo entrassem em estado de tremor.
Em alguns segundos após o impacto, sentiu seu estômago roncar, mas o apetite parecia se esvair a cada canto em que olhava do local, só vendo montanhas de acúmulos de lixo. Se recusava a comer as sobras, mas se não o fizesse, era provável de em um momento futuro acabar por morrer de subnutrição.
Cruzou um corredor do lixão a passos pesados e avistando, então, um cooler avermelhado, indo na direção do mesmo rapidamente. Abrindo-o e se decepcionando por encontrar dois pacotes de comida desidratada e fria, tal como uma comida de astronauta, algo que com certeza não poderia nutri-lo muito no momento, mas não exitando em pegar de uma vez os dois pacotes.
Antes que pudesse abrir e fazer sua refeição, o gigante turquesa acaba por ouvir uma voz logo atrás de si, com esta proferindo em um tom baixo e falho:


_ Essa é a comida dele… - Suas palavras soavam mais como sussurros, mas ainda certamente audíveis a distância.

 


Virando o seu tronco, apenas viu um jovem humano menor que ele, com o rosto tampado sobre um manto escuro, com tais vestimentas trazendo-o um aspecto místico e com um ar misterioso. Com suas dúvidas em mente perante ao jovem humano em sua frente, uma sobrepõe a maioria, com essa sendo indagada pelo azulado, questionando:


_ Quem? - Se fez em questionamento ao humano, se virando por completo em sua direção com os dois pacotes nas mãos.


Por sua vez, o garoto permanece em silêncio, sendo evidente que este encarava estático o gigante, mesmo com a sombra do capuz escurecido sobre os seus olhos.
A situação do garoto, vista pelo turquesa, perante ao subsolo, com este tendo que se esconder no lixão para não ser facilmente achado pelos monstros, o deixou levemente amolecido; Prestes a deixar um pacote de comida de astronauta dentro do cooler novamente, o gigante diz:


_ Então eu vou deixar um pra ele - Anunciou ainda segurando o pacote, mas logo entrando em dúvida por se virar e perceber o garoto estendendo a mão.


Um sinal de que queria o pacote, ou os dois, por pressuposto de que iria entregar diretamente para "ele". Sem exitar, o azulado então coloca o pacote de comida desidratada na mão esbranquiçada do jovem, com esse pegando rapidamente a comida e se sentando encostado contra uma pilha de lixo ali próxima. Seus dedos devidamente magros abrem o plástico metálico por lados opostos, enfiando-os dentro do pacote e retirando um pedaço de sorvete de menta desidratada, o devorando em seguida.
Sem muitas opções a serem feitas, o azul decide se sentar ao lado do garoto, começando então a repetir o que este fazia, mesmo com suas falanges relativamente afiadas que o impedia de segurar os frágeis pedaços de sua comida de astronauta. Percebendo a situação em que se envolvia, resolveu perguntar ao jovem:


_ Não vai guardar pra ele? - Perguntou ao humano, mas com esse não esboçando nada em sua feição além de suas contínuas mordidas contra a refeição.


Permaneceu a olhar para o garoto completamente estático, esperando alguma resposta do mesmo, mas logo apenas virando o seu rosto de volta para a sua comida e então virando o pacote contra a sua boca, acabando relativamente com a sua fome. Mas logo, se foi puxada então outra pergunta ao indivíduo:


_ Aí, como exatamente você… Parou aqui? - A cada palavra proferida, farelos secos voavam no rosto do garoto, com esse chegando ao estopim de aguentar aquilo, por minutos.


Apertando fortemente o pacote metálico com uma mão, ele se ergue furioso e gritando contra o turquesa:


_ COME DE BOCA FECHADA, SEU ACÉFALO! - Gritou em fúria chegando a esfarelar toda comida restante do pequeno pacote com sua força.
_ … perdão - Falou tirando o tom rouco de sua voz um pouco intimidado pela postura repentina tomada, mas depois se acalmando novamente.


Suspirando profundamente e voltando a se sentar, encostando a cabeça em meio a pilha de lixo, o humano então começa a responder:


_ ~suspiro~ Esse garoto aqui se chama Noah, eu me apodero de corpos e almas humanas para me manter vivo. Se tirar o corpo, eu sou só um fluído preto sem muito tempo de vida - Sua sentença se foi finalizada com o mesmo despejando o restante da comida para dentro de sua boca.


Logo, o humano complementa a sua fala e querendo encerrar diálogos, anunciando:


_ Eu espero que tenha respondido todas as suas perguntas - Enquanto pronunciava, o corpo se espreguiçava em meio ao ambiente desfavorável a isso.


Se era lógico ao azulado que a criatura em corpo de humano não havia esclarecido certamente quem era "ele", ou dado muitos detalhes sobre si para uma melhor conversação e consequentemente socialização. Mas tal se foi ignorado, com o mesmo voltando a lhe questionar:


_ Então… como eu chamo você? - Questionou o turquesa ao garoto visando sanar suas dúvidas.
_ Uther - Proferiu a criatura no corpo do garoto já se ajeitando para descansar ou dormir.


A atmosfera acabou por ficar completamente quieta em meio aos dois não quererem dizer mais nada, até que Uther, mesmo não sendo interativo, se viu em necessidade de socializar com o gigante para fins próprios. Visando um maior elo onde ele poderia servir de proteção contra monstros e possíveis humanos, com o mesmo começando a questionar o azulado:


_ E tu? - Perguntou virando o rosto para o lado e se deparando com o turquesa dormindo de braços cruzados e sua respiração pesada, uma cena um tanto quanto estranha pelo fato de ele não ter pálpebras, dormindo com os seus pequenos olhos negros abertos.


Um momento inesperado, mas de fato não queria perturbar o azulado para forçar um companheirismo do mesmo, ficando somente a espera de ele acordar. Tantos minutos se passaram, e Uther adormeceu, por conta própria por se cansar de esperar o azul acordar e para manter o corpo do garoto saudável, ficando dentro de uma pilha de lixo para não ser achado.


Meio dia (12:00 PM)/Universo de Undertale -


Aproximadamente 3 horas haviam se passado desde que aquele ser azul, pelado, apareceu na cidade de Snowdin e foi se embora. Era visível que ele não se enquadrava no padrão dos monstros de lá, chegando até a perturbar um pouco alguns cidadãos de lá pela sua presença e a falta de vestimentas.
Tudo havia se tranquilizado por um momento depois que ele foi embora, rendendo até algumas piadas sobre si no bar e em alguns cantos da cidade, provavelmente ele seria comentado até a próxima semana. Porém, algo se foi a perturbar as pessoas, quando um Ice Cap fica olhando pasmo para algo acima dele, completamente sem palavras.
Pessoas se aproximavam do monstrinho para ver melhor do que se tratava aquela coisa no céu, até que Sans e Papyrus chegam na multidão para tentar deslumbrar do que se tratava. Tremendo pelo nervosismo e o medo que o assolavam, o menor esqueleto se vê apreensivo por reconhecer a figura no céu, com seus suores a escorrer pelo seu crânio e despencaram no chão; Seu irmão, notando o tremor e a insegurança do esqueleto, vai até ele perguntando em total preocupação:


_ Sans! Qual o problema?! - Questionou indo mais perto do irmão e colocando uma de suas mãos cobridas pela luva de couro avermelhada, em suas costas, na tentativa de consolo.
_ É-é ele… - Afirmou reconhecendo a criatura em um estado completamente estático, sem conseguir fazer muita coisa pelo medo além de proferir pequenas frases.


Começando a dar passos no ar, como se fossem escadas a descer, suas botas destacavam e davam contraste ao seu calção e aos seus grossos pelos cinzentos. O número de lances de escada que foram dados já foram o suficiente para perceberem que era ele: O barulho cinzento; Havia tanto tempo desde que ele passou por Snowdin, tanto tempo em que seu reinado opositor a Asgore ficava em regiões geladas e com pessoas a morar nela.
A atmosfera antes densa, se transformou em uma de desespero silencioso em questão de segundos, quando no último lance, ele chegara ao chão. Seus puros 2 metros de altura realçavam sua superioridade, fazendo uma sombra em meio a grande parte dos indivíduos a sua frente. Tentar algo contra ele parecia suicídio, mas era evidente que algo atraiu ele a aquele local, tendo em vista a sua feição mais furiosa do que as ilustrações de livros mostravam, e a sua face deformada por fortes pancadas.
Com ninguém proferindo nada diante dele, além de sons que evidenciavam o seu espanto, o rato grita:


_ Ele passou por aqui! Ele passou aqui! Eu sei que ele passou, eu sinto o cheiro dele! - Disse Ronronei começando a cheirar o ar com a metade de seu focinho afundado contra o rosto, e logo, com o cheiro o guiando até Ice Cap.


O olhar de fúria dele se prolonga em caminhos pela esclerótica, aproximando o rosto do monstro, se curvando, e gritando contra o mesmo:


_ Ah, não era ele. Era só o seu chapéu de merda! - Após gritar contra o monstro que já estava quase a chorar, o rato então quebra o chapéu gelado do mesmo com as costas de sua mão em um só golpe, transformando o pequeno monstro, em um enorme e puro bloco de gelo.
_ Ei! - Não conseguindo se conter em meio a situação, o esqueleto armadurado gritou na multidão, na tentativa de chamar a atenção de Ronronei.


Virando o seu rosto lentamente, alguns sons de suas vértebras estalando podiam ser ouvidos, passando a olhar diretamente para Papyrus com seus olhos, sendo um verde e o outro avermelhado no globo e tendo  a pupila cega, junto a região envolta estando relativamente inchada e roxa.
Com aquela pressão titânica contra a sua alma, o esqueleto desejava ter a capacidade de engolir a seco, mas ainda conseguiu juntar os resquícios de coragem que possuía e os utilizou contra o rato, o ordenando:


_ T-tenha compaixão com ele! - Sua coragem começou a desaparecer após presenciar, no mesmo instante que se ordenou, Ronronei começar a ir em sua direção empurrando a todos em seu caminho com as suas mãos.
_ ~risada~, compaixão? Que arrombado. Escuta bem... - Falou sarcasticamente, fazendo questão de deixar algumas gotas de saliva caírem contra o rosto do esqueleto.


Completamente imóvel, não ligava mais se o rato iria humilhá-lo ou xingá-lo, ele apenas queria sair vivo depois de tudo isso. Uma presença esmagadora contra a sua alma e as suas costas, faziam com que ganhasse apreço pela sua vida e começar a repensar tudo o que fez durante todo esse trajeto, tudo o que fez até encontrar ele.
Com uma feição neutra, o rato então aproximou mais ainda o seu rosto do de Papyrus, começando a explicar ao mesmo:


_ Eu jogo Badminton - Após dizer isso, todos cercaram o rato e começaram a tentar ameaçá-lo com suas armas e magias, surpresos pelo o que haviam escutado.


Totalmente perplexos pelo o que se foi falado pelo rato, e não conseguindo pronunciar absolutamente nada, o roedor então percebe a tensão nos olhares de cada um, pronunciando aos mesmos:


_ Vocês sabem o porquê estou aqui, aquela puta fez isso comigo! - Gritou enquanto apontava o indicador a sua face e fazia um círculo envolto ao seu rosto.


Tensões foram trocadas por surpresas ao inimaginável, que alguém pudesse ferir aquela criatura. Totalmente em guarda alta perante a Ronronei, o mesmo começa a complementar a sua fala:


_ Eu vi do que o filho da puta é capaz, e pra mim é óbvio qual será o próximo rei que irá atacar - Referenciou a Asgore, enquanto trocava o olhar para Sans e este que por sua vez, começou a abaixar lentamente o seu osso direcionado ao rato.
_ V-você quer nossa ajuda? - Indagou esperançoso da lenda não ser totalmente maléfica como nos contos, o cavaleiro Dogamy.


Direcionando o olhar de plena fúria e rancor para o cachorro armadurado, o rato, elevando a sua voz para que todos ouvissem, anuncia:


_ Vocês vão fazer pelo gordo do rei, eu farei por mim mesmo - Ronronei diz vingativo pelo o que se foi causado a ele, a fins de ter uma guarda para ajudá-lo a concretizá-la, mesmo odiando afirmar.


Após a fala, a maioria compreendeu que havia um inimigo maior no território, e este não era a lenda que circulava no mesmo. Com boa parte compreendida, começaram a abaixar as suas armas e a voltarem para suas residências e afazeres, muitos começaram somente a pensar no que o rato disse e outros tentaram a ignorar a tal, mas era inegável que iriam partir a qualquer momento em busca da criatura azul, pelo subsolo.
 


Notas Finais




Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...