História Undertale: Um Conto - Capítulo 1


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Categorias Undertale
Personagens Alphys, Asgore Dreemurr, Grillby, Mettaton, Muffet, Napstablook, Papyrus, Personagens Originais, Sans, Toriel, Undyne
Tags Body Swap, Original, Troca De Corpo, Troca De Mentes, Um Conto, Undertale
Visualizações 6
Palavras 2.741
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Ficção, Luta, Magia, Mistério, Suspense, Universo Alternativo

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Heya! Sejam bem-vindos ao primeiro capítulo da minha fanfiction. Estava pensando nessa ideia há algum tempo, então podem me dizer como ficou? Espero que gostem.

Capítulo 1 - Uma Nova Perspectiva


Aquela noite foi demais. Se o idiota do Alex não tivesse me empurrado, teria ganhado aquele jogo. Se bem que nós não formamos uma dupla "compatível", diferente das meninas, as quais são muito mais amigas e acostumadas com o jeito da outra. Briguei feio com ele, se não fosse meu irmão, Edwin, a situação teria piorado. Fui pra cama ainda frustrado, nem vi a partida dele contra a dupla dinâmica feminina. De resto que me lembro foi o lençol na minha face enquanto minha cabeça preenchia uma marca no travesseiro.

E o dia seguinte chegou, trazendo seus raios de sol, os quais atingiram e esquentaram o lençol, consequentemente, eu. Acordei com a cabeça esquentada, felizmente, ela não se tornou churrasco. Me espriguicei e saí da cama, porém senti algo macio nos meus pés amaciando meus dedos.

—Deve ser o tapete que minha mãe colocou. —Pensei, olhando para baixo.

Minha visão estava embaçada, além da voz ter ganho um tom mais abafado e pesado. Decidi ir ao banheiro limpar meus olhos. Notei que Edwin ainda estava dormindo. Finalmente consegui acordar primeiro que ele! Entrei, peguei o banquinho e subi nele. Abrí a torneira e joguei água no rosto.

—Isso é estranho. Eu nunca senti isso. —Disse, enquanto passava a toalha pelo rosto.

A água estava entrando em partes que me incomodavam. Algo em minha cabeça mudou. Quando passei a tolha, a cartilagem que formava o nariz e os glóbulos oculares dos olhos desapareceu. Retirei a tolha e suspirei ao ver meu reflexo no espelho. Via um crânio olhando diretamente ao vidro, tive a terrível sensação de perceber que esse era o meu reflexo!

—O que é isso? Como aconteceu? —Disse nervoso, olhando à minha mão posta no vidro. —De onde essas roupas surgiram? E... Estou usando pantufas?

Coloquei a mão na cabeça e não senti os fios do cabelo, apenas a superfície lisa sem nada a cobrindo. Retirei o casaco e os shorts que me vestiam, vendo o conjunto de ossos sem nenhum resquício de pele ou órgãos. Minha respiração ficou ofegante, mas como poderia estar assim se não possuía pulmões? Agarrei as roupas fingindo ser parte da minha pele.

—Será que esse é o limbo, onde os mortos são recebidos? Eu morri!? —Meu pensamento se encheu de ideias, umas mais loucas que as anteriores. —Ainda tem algo que posso tentar...

Belisquei meu braço, porém não senti tanta dor como esperado. Me desesperei. Ouvi ruídos na madeira do chão, porém não vinham do quarto e sim de outro cômodo. Vesti aquelas roupas, caminhei lentamente à porta e saí do quarto. Os ruídos aumentaram conforme me aproximei da porta ao final do corredor, justamente o quarto de hóspedes. Hesitei em abrí-la, pois continuava preso ao pensamento da reação deles ao me virem. Ambas as mãos tremiam, mas me contive e os parei.

—Muito bem. Aqui vai nada. —Disse, pondo a mão na maçaneta.

Abri a porta e entrei. As luzes ainda estavam desligadas, que sorte. Fui verificar as cobertas das camas e do sofá. Carol e Jennifer continuavam a dormir, podia ouvir o ronco delas, porém o de Alex não... Puxei suas cobertas e ele não estava lá. Será que não o notei sair durante esse tempo!? Sair e procurá-lo era o óbvio a se fazer, porém outro ruído prendeu minha atenção, vinha da porta. Quando ela se fechou, descobri o que era.

—Ei, você, encapuzado lua cheia!

Encarava assustado um esqueleto grande com uma armadura malfeita e capa vermelha; mesmo não tendo vergonha, não conseguia olhar para aquela "cueca" diretamente. Diferente do meu crânio, o dele se assemelhava ao de um humano adulto. Será que ele era o responsável pela minha mudança?

—Quem é você? Como chegou aqui? —Perguntei.

—Quem sou eu? Sou eu quem faço as perguntas por aqui. Quem você acha que sou? —Ele perguntou.

—Um saco de ossos deformado até a cabeça.

—Uh, você também, cabeção! Caso não saiba, que o óbvio, esse não é o meu corpo.

—Não é seu corpo. Está se referindo a sua pele? —Perguntei.

—Claro que não! Estou me referindo ao corpo de um garoto ruivo de 15 anos com uma cicatriz no olho direito. —Me espantei.

Será que era possível? Aquela descrição rápida era suficiente para descrever a aparência do ruivo, o qual não me suporta, o Alex.

—Seu nome é Alex, não é? —Perguntei.

—Como sabe meu nome? Nunca conheci ninguém com o crânio mais gordo que a massa. Espera. Quem é você?

—Porque sou eu, Jay...

—Jay!? —Jogou-se em risos, uns mais altos que o outro. —Você é o Jay!? Cabelos marrons, irmão chamado Edwin e admirador secreto da...

—Epa! Como é que você sabe disso!? —Descontei minha raiva com um grito.

—É o mesmo chato de sempre! Que irônia, você sempre me chantageava por causa do meu olho, agora como se sente em sendo mais baixo.

Ótimo! Como se já não bastasse ele ter ganho o olho perdido, vai se exibir por ser mais alto.

—Não ache que meu tamanho corresponde ao meu grau de violência.

—Não to nem aí. —Deu um tapa nas minhas costas. —Então, se nós viramos esqueletos, isso não significa que as garotas também... ficaram esqueléticas?

—Talvez. O que está pensando? —Perguntei.

—E eu vou dizer pra você? Eu que não vou ficar perdendo meu tempo discutindo com pessoas baixas.

Levou um tempinho, mas eu entendi. Minha nossa, eu entendi! Se dirigiu à cama da Carol. Ele agarrou as cobertas e as puxou, contudo, ficou paralisado. Fui ver e também fui paralisado. Uma mulher ruiva de pele azul e cheia de músculos estava diante dos nossos olhos. Era diferente do que imaginei que seria.

—Ho, ho, ho! Parece que dei sorte e fisguei um peixei grande! —Bateu as palmas com um grande sorriso.

Agora tinha motivos bastante explícitos para me preocupar.

—Nem pense em fazer isso! —Gritei, atirando meu braço contra o dele.

—Fazer o quê? Eu só vou apenas pegar o peixe e saborear o delicioso gosto da imortalidade...

Droga de braços curtos! A mão dele era tão longa que já estava prestes a tocá-la. Aproximou-se do rosto dela e deu lhe um tapinha. Espera.

—Um tapinha? —Questionei.

—Toda vez que nós brigavamos, ela abusava da inocência e eu sempre era o culpado. Sempre quis fazer isso. O que pensou que eu ia fazer?

Não é que estavam certos. "As aparências enganam", quem diria que aconteceria. Ele riu, porém um soco o atingiu. O punho vinha da "mulher-peixe", ou melhor, Carol, que acordou segundos antes de uma desgraça. Finalmente alguém deu o soco que aquele idiota merecia.

-O que você estava pensando!? —Ela gritou. —Atacar uma moça!

—Moça!? Como se esse troço fosse alguma moça! —E ela desferiu outro soco nele- Não me chame de troço! Ei, por que está usando essa fantasia num clima como esse?

Ela pensa que estamos usando uma fantasia. Ótimo. Talvez com isso consiga tempo suficiente para criar uma desculpa que não a deixe tão preocupada com nós, ou melhor, com ela também.

—Realmente, Alex. Você sabe mesmo como impressionar as garotas. —Disse.

—Alex!? —Ela gritou. —Sempre soube que ele sempre escolheria algo ruim?

—Ó, não precisa me xingar! Eu aguento! —Gritou, porém desmaiou.

—E você deve ser o Jay, não é?

—Sim. Algum problema?

—Não, imagina. —Ela está mentindo, sorrindo para esconder a mentira. Clássico. —É que você está fofo usando essa fantasia de esqueleto obeso.

—Obrigado... —Pelo menos não disse "saco de lixo" ou "baixinho lunar." —Parece que você bateu forte demais na cabeça dele.

—Imagina. Não tenho força suficiente para... O quê!? —Ela olhou para o braço musculoso, logo o corpo inteiro. —O que houve comigo? Eu estou...

—Eu sei como está se sentindo, mas não se preocupe. Nós vamos encontrar quem fez isso e fazer com que ele desfaça tudo.

—Incrível! —Me surpreendi. —Estou musculosa! Estes dentes são tão ameaçadores, o tapa-olho aumenta minha intimação. Não gostei da pele azul e nem das guelras, é claro, mas eu não ligo! Deixei de ser uma menininha fraca para se tornar uma campeã!

Carol demonstrou sua nova força levantando a mobília não só do quarto, mas também dos outros cômodos. Era de tirar o fôlego ver esses levantamentos em sequência, chegava dar náusea. Ela ria mais conforme os erguia. Se não fosse pela força dela, estaria sendo bombardeado pelos insultos do Alex.

—Isso é muito divertido! —Ela riu.

Se eu e Alex viramos esqueletos, enquanto Carol virou um peixe humanóide, significa que todos aqui em casa se tornaram outras criaturas? Para comprovar, me aproximei das cobertas que cobriam Jennifer. Ela tinha um sono muito pesado, não percebeu o que acontecia a sua volta. Quando puxei as cobertas, deparei-me com um par de pés amarelos escamosos.

—Que nojo! -Disse.

O resto aparentava estar normal, já que uma boa parte do corpo estava coberto por um jaleco de cientista. As mãos e cabeça também eram escamosas e havia um par de óculos nos olhos. Fui surpreendido pela presença de uma cauda entre as pernas. Aquilo era um lagarto fêmea.

—Ah, bom dia. Já é hora de acordar? —Disse ela, bocejando em seguida.

—Bom dia, Jennifer. Está se sentindo bem? —Perguntei

—Estou. Por que a pergunta?

—Ah, é que... —Lembrei que ela era bastante sensível e se descobrisse sua mudança... —Nada não. Você está linda, digo, com mau hálito. -Sorri.

—Sério? —Abriu a boca e o hálito atingiu minhas narinas. —Se me dá licença, tenho que escovar os dentes e limpar meus olhos, não consigo ver nada.

Péssima decisão. Segurei o jaleco, mas fui pego pelo mau hálito outra vez. O que era aquilo? Cheiro de dezenas de pacotes de ração para cães. Isso não foi sorte, foi azar, justo a garota mais bonita! Aquela que estou afim há muito tempo. Ela entrou no banheiro e fechou a porta. Me aproximei para ouvir melhor, mesmo o som estando meio abafado.

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POV's Jennifer

Peguei um banquinho perto da privada e subi nele. Peguei minha escova de dentes, a enfiei dentro da boca e parti ao ataque. Bocejei e disparei um jato de água na pia. Joguei água no rosto e passei a tolha. No entanto, senti algo estranho na minha pele. Passei a mão sobre a testa e senti outro tipo de superfície.

—O que é isso? —Notei um par de óculos. —Que óculos são esses?

Virei-me para o espelho e vi aquela face escamosa, com bico, olhos estranhos, os pares de dentes amarelos com e um hálito terrível. Tinha uma cauda entre minhas pernas!? Cadê o meu cabelo loiro? Minha pele lisa? E o meu...

—Meu rosto! —Gritei assustada. —Meu lindo rosto está arruinado!

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POV's Jay

—Não é tão mal, Jen. —Eu disse, após abrir a porta.

—Isso não é uma fantasia como a de vocês? —Perguntou.

—Não. Isso nunca foi uma fantasia. —Alex surgiu atrás de mim, na verdade, foi o crânio dele segurado pelas mãos. —Ah, foi a mesma desculpa de fantasias. Você não tem criatividade mesmo.

—Olha só quem acordou... —Disse, decepcionado.

—Isso mesmo. Se achou que algumas pancadas resolveriam, está muito enganado. Sou muito mais resistente!

—Ugh! Esse aí é o Alex? Não é uma surpresa.

—Não é uma surpresa. Continua falando. Pelo menos não sou um saco de gordura escamoso.

Carol chegou por trás e deu um tapa nele. Infelizmente, ele não veio a desmaiar como anteriormente.

—Chegou na hora certa, Carol. Obrigado. —Agradeci.

—Carol!? —Jennifer gritou. —Garota, você está enorme!

—Obrigada, amiga. Estou triste, você ficou horrível, digo, menos bonita.

—Não precisa fingir... Estou nojenta. —Ela escondeu o rosto dentro do jaleco, digo, parte dele.

—O que importa não é o exterior, sim o interior. —Carol se ajoelhou e pôs o braço sobre o ombro dela, a qual a abraçou.

—Falou a garota que ficou se gabando por causa dos músculos. —Disse Alex.

—Como consegue abraçar isso? —Droga, minha boca grande. Jen deve ter ficado magoada, continuando a abraçar Carol. Fiquei nervoso. —Quer dizer, como consegue abraçar essa maravilha da natureza?

—Olhe o que fez, Jay. Deixou ela mais triste. —Carol brigou comigo.

—Bom trabalho, Romeu falso. —Disse Alex.

Se não bastasse ser chamado de baixinho, serei o Romeu falso. Minha raiva tinha que esperar, ouvi a porta ranger novamente, dessa vez sendo aberta. Ao abrir completamente, deparei-me com outra mulher. Essa possuía pelos brancos, orelhas bem grandes e vestia um manto com um símbolo estranho. Uma mulher cabra! Aos seus primeiros passos no quarto, me afastei pensando que ela era o sujeito que nos transformou.

—Não precisa se apresentar. Escutei tudo pela porta. Quem diria que estas orelhas gigantes seriam úteis. —Ela disse, pegando em uma das orelhas.

—Você escutou tudo? Tudo mesmo? —Perguntei curioso.

—Sim. Tudo mesmo, irmão. —Ela disse.

—Irmão!? —Me assustei. —Mas como?

—Longa história, mas posso explicar.

—Não acredito. Era suposto que ele virasse um monstro macho, afinal, ele é um garoto.

—Não ouviu? Eu vou explicar. —Ela, quer dizer, ele se ajoelhou e se aproximou de mim. —Primeiramente...

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Pov's Edwin

Se você estava imaginado que acordou primeiro, se enganou, pois já tinha acordado. Quando acordei, vi este corpo de todos os ângulos, também vi o seu. Me assustei com tais características que se diferenciavam de um corpo masculino. Fiquei feliz por ser mais alto que você. Quando eu estava prestes a deixar o quarto, você começou a se mexer, me enfiei em minha cama, fingindo que ainda não havia acordado. Após você deixar o quarto, segui seus passos até o quarto de hóspedes, onde descobri o que houve com os outros. Tive que me esconder em um armário enquanto a Carol demonstrava a força do novo corpo. O resto você já sabe.

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Pov's Jay

Enquanto os outros conversavam, fui abrir as cortinas e observar o lado de fora pela sacada. Escondi minha cabeça com o casaco, assim nenhuma pessoa olharia para meu crânio. Os raios do sol atingiram meu rosto, porém não estavam com a mesma intensidade. Quanto tempo ficamos lá dentro, ou melhor, a qual hora acordei?

—Minha nossa... —Comentei, pasmo.

Corri para dentro sem conseguir parar de pensar no que havia visto. Entrei no quarto, abrindo a porta com força, causando um impacto na parede. Os quartro pararam de conversar e me olhavam assustados, sem entender minha correria.

—Gente, vocês precisam ver isso. -Disse.

—O que foi, irmão? Algo ruim aconteceu? —Edwin perguntou.

—Não, não. Algo pior. —Acrescentei.

Alex e Carol se olharam por um tempo, mas se juntaram a mim, Edwin e Jennifer em nossa ida à sacada. Meus amigos não conseguiam tirar os olhos daquele cenário como eu. Todos os habitantes do bairro, não, de toda cidade haviam se transformado em monstros como nós. Uns eram coelhos, máquinas, fantasmas, seres mitológicos e outros mais diferentes que os anteriores. Foi nesse momento que o telefone da sala de estar começou a tocar. Fomos para dentro e Edwin o atendeu.

—Alô, quem está falando? Sim, sou eu. Oh. Então você já sabe. Entendo... Vou dizer para eles. —E ele desligou a chamada.

—Quem era? —Perguntei.

—Era o Kenny. Não tinha certeza, pois era uma voz feminina, mas disse que era ele.

—Ele pode ter virado um monstro mulher como você. —Disse Jennifer.

—É provável. —Disse Edwin

—E o que aquele isolado queria? —Perguntou Alex.

—Disse pra irmos até a casa dele. Ele precisa de ajuda. -Disse Edwin.

—Ele está precisando de ajuda, e de nós? Pensei que ele não precisasse de ajuda e que resolveria tudo sozinho. —Disse Carol, revoltada.

—Finalmente estamos concordando em algo. Ele só pensa em ficar naquele quarto fechado e quase nunca saí de casa. —Disse Alex.

—Na verdade, ele sempre me chama para ajudá-lo em seus experimentos, mesmo eu sendo um ano mais novo que ele. —Disse Edwin.

—Experimentos? Como assim? -Perguntou Alex. —O que vocês dois fazem lá?

—Vocês vão saber se me acompanharem e pararem de resmungar. —Disse Edwin, tentando destrancar a porta da casa e falhando. —Jay, pode abrir essa porta? Estas mãos são muito peludas.

—Tudo bem. —Disse, antes de destrancar a porta.

Isso explica o que ele faz quando está fora de casa e depois a escola. Não tinha ódio pelo garoto, só me sentia meio estranho. Ele quase não falava com ninguém com exceção dos seus irmãos, país e Edwin, que soube agora. Sobre o que sei mais dele? O Kenny adora ficar em cômodos com aparelhos científicos. Então posso presumir que o que estava por vir er algo bastante complicado.

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Notas Finais


O que acham que aconteceu? E como acham que o restante da população está? Descubra no próximo capítulo!


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