História Unexpected Events - Romanogers Fanfic - Capítulo 21


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Categorias Capitão América, Os Vingadores (The Avengers)
Personagens Clint Barton, James Buchanan "Bucky" Barnes, Laura Barton, Maria Hill, Natasha Romanoff, Nick Fury, Sam Wilson (Falcão), Steve Rogers
Tags Avengers, James Rogers, Natasha Romanoff, Romanogers, Steve Rogers, Stevenat, Vingadores
Visualizações 380
Palavras 6.265
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Ficção, Romance e Novela
Avisos: Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Desculpe a demora, será que ainda tem leitor aqui? kkkkkk

Capítulo 21 - Capítulo 21


Fanfic / Fanfiction Unexpected Events - Romanogers Fanfic - Capítulo 21 - Capítulo 21

- Ei! EEEEEIIIII!

O pai de Melissa franziu a testa ao chegar na porta da lanchonete, ele apoiou a mão no ombro de Melissa.

- Cadê o garoto?

Melissa ergueu os ombros, indicando que não sabia.

- Mas que garoto esquisito... eu ia pedir que ele escolhesse o que quer comer.

Melissa olhou para o pai e notou ele ainda olhando em volta, procurando por James, ele parecia calmo demais pra alguém que viu a mesma notícia que ela, então só podia ser um sinal de que ele estava na lanchonete, mas não estava prestando atenção na televisão.

- Vai chamar ele, Mel.

Melissa apenas fez positivo com a cabeça.

- Diga para ele vir logo se realmente quiser comer. Eu não tenho tempo! Não demore!

Melissa concordou com a cabeça e deu alguns passos, para fingir que ia chamar James, apenas para aguardar o pai voltar para dentro da lanchonete.

Melissa caminhou até a beira da calçada da estrada e não viu James por lá, ela franziu a testa, confusa com qual caminho ele tinha seguido, porque ele sumiu de vista muito rápido e aquele posto ficava no meio de lugar nenhum, apesar de ser mais perto de um lugar povoado do que aonde eles encontraram James antes, mas ainda assim, a única estrada era aquela principal.

Melissa suspirou e parecia aliviada por não ver nenhum sinal de James na estrada, porque se ele decidisse escapar pedalando pela estrada, ela e os pais passariam de carro e o veriam, ou qualquer outra pessoa mal-intencionada.

Ainda bem que James não foi pela estrada, mas senão foi por ela, por onde terá ido?

- Melissa!

Melissa olhou para trás e a mãe dela já estava junto dela, a segurou pelo pulso e parecia nervosa.

- Está louca? O que está fazendo aqui sozinha?? Quase me matou do coração! Alguém pode te levar embora, não devia estar aqui. Vamos entrar!

Mel: Mãe.

- Vamos...

A mãe de Melissa a arrastou para dentro da lanchonete e lá ela foi questionada sobre James, mas ela disse apenas que estava procurando por ele e não o achou.

- Ai, John, você precisa entrar naquele banheiro e procurar ele. Ele deve ter entrado lá de novo.

John fez o que a esposa pediu e foi até o banheiro, enquanto Melissa e a mãe aguardavam na lanchonete, mas John não encontrou James, ele retornou e reportou para a esposa, que ficou muito aflita.

John: Eu não sei porque está tão nervosa! Ele não é nossa responsabilidade. Nem conhecemos ele!

- Ele estava no carro conosco, John.

John: E daí? Não é meu filho.

- Ai e se ele foi sequestrado, John? Poderia ter sido nossa Melissa.

John: Eu vou ligar para a polícia, anonimamente e reportar o que houve, apenas para você se acalmar, mas nós não vamos ficar parados aqui aguardando por eles, já disse que estou com pressa.

A mãe de Melissa não teve escolha, senão aceitar esses termos, eles já estavam na metade do lanche e John não queria ligar agora, só depois que comesse, mas ele teve que interromper a refeição para fazer a mulher calar a boca.

John: Estou indo! Estou indo!

John saiu da lanchonete e acendeu um cigarro, ele colocou o cigarro na boca e decidiu que pelo menos iria fumar antes de ligar para a polícia. Quando estava finalizando o cigarro, ele jogou o que faltava no chão, pisou para apagar e pegou o celular no bolso.

John: Finalmente algum sinal.

John discou 911 no celular e estava prestes a apertar o botão para chamada quando foi abordado por duas mulheres jovens.

- Com licença, senhor.

John não sorriu, manteve a testa franzida, olhando paras as mulheres.

- Nós somos da 16ª Divisão especial da Polícia federal e estamos procurando por esse garoto. O senhor o viu?

Uma das mulheres anunciou, exibindo um distintivo rapidamente, seguido da imagem de um menino ruivo, o próprio James Rogers.

John: Sim, sim, eu o vi. Ele estava comigo, o achamos sozinho na estrada e estávamos para levar ele até a polícia.

- Então ele está aqui com o senhor?

John: Não, não. Ele estava, mas nós paramos pra comer, ele foi ao banheiro e sumiu.

- Sumiu?

As duas mulheres franziram a testa e pareciam preocupadas.

John: Sim. Do nada. Minha esposa está nervosa, achando que ele foi sequestrado enquanto estava no banheiro, ou coisa parecida.

- Havia mais algum carro abastecendo aqui, além do seu?

John: Não prestei atenção, mas acho que não.

- O senhor tem certeza que ele foi ao banheiro?

John: Não, apenas suspeitamos que tenha ido. Olha, eu não tô com tempo pra isso agora não, eu só queria reportar sobre uma criança perdida na estrada para a polícia, vocês chegaram e reportei a vocês, agora isso já não é mais problema meu.

- Desculpe senhor, não queremos tomar muito do seu tempo, mas nós teremos que revistar o seu carro.

John: Com que direito?

- O senhor tem motivos para ter medo de uma revista?

John: Claro que não.

- O senhor tem direito a exigir um mandato de busca, mas nós temos direito a inspecionar toda documentação do veículo e estado do mesmo, o que demandaria mais de uma hora para ser concluído e...

John: Okay! Okay! Vocês podem revistar, não tenho nada a esconder mesmo!

- Grata, senhor.

As duas mulheres foram até o carro de John e revistaram ele por completo, até a mala e a parte da frente do motor, deram uma olhada embaixo do carro e até abriram as malas.

- O que está acontecendo, John?

A esposa de John se aproximou com Melissa, depois de esperarem tanto pelo retorno de John, elas estranharam as duas mulheres que diziam ser da polícia.

John: Elas são da polícia e estão atrás do garoto.

- Já? Ele é criança desaparecida?

- Ele é procurado, senhora.

- Procurado?

- Está sendo procurado em todo país, com recompensa e tudo mais.

- Meu Deus, mas ele é um rapaz tão doce.

John: Perai, cadê sua bicicleta, Melissa?

Melissa olhou para o pai e parecia assustada.

Mel: E-eu não sei. Estava aqui.

- Não, querida, estava com você para encher o pneu, lembra?

Mel: Ah sim.

John: O garoto levou sua bicicleta, não foi? É um ladrãozinho de merda. Se eu soubesse disso... ingrato! Sorte dele que minha arma ficou no outro carro. Se eu o vir de novo, eu...

- O senhor ligará para esse número e nos informar.

John pegou o cartão que a mulher ofereceu.

John: Não é o 911 para a polícia?

- Nós somos de um departamento especial, senhor.

John: FBI?

- Similar.

John: Hum...

John deu uma leve bufada.

John: Podemos ir agora?

- Sim, senhor.

John: Bora, entrem no carro.

John ordenou para a esposa e para a filha, que obedeceram e embarcaram. Logo em seguida, John deu partida no carro e foi embora.

As mulheres assistiram o carro partir, em seguida suspiraram e olharam uma pra outra.

- E agora, Skye?

- Eu não sei, Jemma.

Je: Devemos reportar a Hill agora?

Sk: Melhor sim.

Je: Eu ligaria, mas meu coração gela toda vez que tenho que falar com ela diretamente.

Sk: Tudo bem, eu ligo.

Skye ligou para Maria Hill.

H: Eu preciso de uma boa notícia, Skye. Diga que você tem uma boa notícia pra mim.

Sk: Ele não está aqui. Parece que fugiu, levando a bicicleta da filha do casal que o resgatou na estrada.

H: Ele fugiu? Graças a Deus!

Skye franziu a testa, confusa.

Sk: Senhora?

H: Seria melhor se o tivesse pegado, com certeza.

Sk: Você vai mandar uma equipe de busca?

H: Não, eu preciso que vocês façam uma ronda.

Sk: Nós duas? Sozinhas? Esse lugar não tem nada.

H: Ele foi a algum lugar.

Sk: Sim e com uma grande equipe, nós vamos ter mais chances de acha-lo.

H: Eu não posso deslocar uma equipe, porque atrairia a atenção das pessoas erradas. Temos que ser muito discretas, tem olhos em todos os lugares.

Sk: Entendo...

H: Inclusive, preciso das imagens das câmeras desse posto.

Sk: Pode deixar, pegaremos tudo.

Skye suspirou e olhou desanimada para o ambiente a volta dela. Muito mato alto para todos os lados e James é pequeno, vai ser como procurar uma agulha num palheiro.

H: Skye?

Sk: Sim?

H: Eu preciso que se empenhe o máximo que puder. Trabalhe até ficar exausta, nós precisamos achar ele.

Sk: Prometo que darei o melhor de mim para achar ele, mas eu preciso confessar que torço para que não o encontremos. Eu não quero entregar ele nas mãos desse programa SIAM. Eu não concordo com o que fazem, principalmente quando se trata de crianças.

H: Skye, deixa eu te interromper aí... lembre-se que eu pedi discrição total nessa missão e eu fui bem clara quanto a entrega de James, vocês só podem entrega-lo a mim, a mais ninguém.

Hill percebeu o silêncio de Skye.

H: Skye? Você entende?

Sk: Sim, mas... você vai entrega-lo para o SIAM.

H: Eu farei o que deve ser feito e não convém a você discutir isso agora, ou está se opondo ao sistema?

Sk: N-não.

H: Ótimo. Comecem a trabalhar.

Hill encerrou a chamada e olhou para a secretária Alex.

H: Foi um erro enviar a Skye.

Alex: Por que diz isso, senhorita?

H: Ela é emocional demais. Assim como a Simmons. Estou com medo que encontrem James e não me entreguem, e o escondam.

Alex: Porque elas acreditam que a SHIELD é fiel à OMS.

H: SHIELD é fiel à OMS.

Hill suspirou.

H: Mas eu não sou.

A: Nem eu, senhorita.

H: A essa altura Natasha e Steve já devem ter visto esse anuncio e vão começar a procurar por ele também. Esses idiotas não conseguem me ouvir, o desespero vai fazer eles se exporem, vão acabar presos ou mortos, e aí não vão poder ajudar James. Eu queria que confiassem em mim, mas agora eu tenho que correr para chegar ao James, antes deles, antes da OMS e antes da Skye, mas acredito que seja um pouco tarde pra isso agora.

A: Mas a Skye gostaria de proteger ele, menos mal.

H: Menos mal, mas ele não estaria seguro e nem elas. Se eu esconder ele, eu sou a única em risco. Quanto menos gente souber, melhor, Alex.

A: Deve ser muito difícil, senhorita.

H: Notícias de Fury e Sharon?

A: Ambos estão se recuperando bem, mas sem previsão de alta.

H: Ótimo. Eu vou pra casa.

A: Vai?

H: Sim. Eu não consigo pensar mais agora, eu preciso dormir e recomeçar pela manhã.

...

N: James!!!

Natasha gritou ao acordar, ela já estava de volta ao quarto da casa do padre e ficou imediatamente agitada ao recobrar a consciência, ela se sentou abruptamente e já ia remover a coberta, mas Steve colocou a mão sobre a dela, o que fez Natasha se acalmar um pouco e olhar pra ele.

Steve e Clint tinham colocado Natasha na cama, depois que ela desmaiou, os dois conversaram sobre o anuncio da OMS e Clint disse que ia sair para resolver algumas coisas e Barney disse que ficaria na igreja de vigilante, caso alguém aparecesse por lá e tentasse entrar.

Assim que Clint saiu, Steve voltou ao quarto e se deitou ao lado de Natasha, ele a cobriu e enquanto assistia o sono dela, acariciou a testa dela de leve, esperando ela recobrar a consciência.

Steve acabou cochilando porque Natasha não acordou tão rápido, já estava de noite quando ela finalmente despertou nesse desespero, já chamando por James.

S: Nat? Calma... tudo bem. Tá tudo bem.

N: Tudo bem?

Natasha franziu a testa.

N: Aquele anuncio na TV, foi real?

Steve concordou com a cabeça e Natasha olhou para frente e suspirou.

N: Ele está vivo.

Steve se sentou lentamente na cama e colocou a mão na parte baixa das costas de Natasha, ele estava olhando para ela, incerto de como ela iria reagir, agora lúcida e já tendo passado o momento do baque.

N: Ele está vivo.

Natasha repetiu de novo baixo, como se estivesse contando a si mesma, ela suspirou de novo.

S: Sim, ele está vivo e vamos encontrar ele.

Natasha fez positivo com a cabeça.

S: Não vamos parar até estar com ele.

N: Se ele está vivo, então ela também está.

Natasha se referiu a Sara.

S: Eu acredito que sim... mas...

Natasha franziu a testa de leve.

N: O que??

S: O Clint...

Natasha olhou para Steve e o coração dela gelou, gelou porque ela estava pensando sobre Sara e no motivo de Amanda não ter citado o nome dela entre as crianças que escaparam do incêndio. A lógica seria os dois estarem sendo mantidos no mesmo lugar e se Sara estava nesse tal centro de pesquisa de ameaças e não foi anunciada entre os sobreviventes, isso significa que ela está os que morreram...

Steve viu os olhos de Natasha tão abertos, com um terror que ele nunca viu antes, ele sabia que ela estava pensando o mesmo que ele, sobre Sara e da possibilidade de ela não ter escapado do incêndio, afinal eles não têm ideia do paradeiro dela. Natasha já tinha chegado nessa mesma conclusão, e agora só estava em busca de algum conforto, alguma esperança. Os olhos dela estavam suplicando pela ajuda de Steve.

S: Olha...

Steve quer ser honesto com Natasha, ele também acha que Sara pode ter morrido nesse incêndio.

N: Steve...

S: Talvez...

Steve interrompeu a fala de novo para atender o telefone celular que começou a vibrar, ainda mais quando ele viu que era Clint Barton.

S: Barton.

C: Steve, ela não está na lista.

S: Tem certeza?

C: Sim, sim, chequei duas vezes e estou com o jornal aqui em mãos, aonde foi divulgada a lista de todas as ameaças, quer dizer, crianças que estavam sendo mantidas sob a guarda da OMS com esses fins de pesquisa.

Steve apenas respirou fundo, mas era um sinal de alívio.

S: É bom ouvir isso, mas...

C: Mas agora levanta o questionamento... aonde está Sara?

S: Exato.

C: Bom, ao menos sabemos que não estava no incêndio, mas pode estar sob a guarda da OMS em algum outro lugar, que eles não divulgaram. Não conte essa parte pra Natasha porque ela vai ficar mais fragilizada.

S: Pode deixar, Barton. Você está retornando agora?

C: Ham... não exatamente. Está com um movimento estranho na rua e as pessoas estão olhando demais para mim, acho que estou sendo seguido.

S: Barton...

C: Não se preocupe comigo, Cap. Eu não vou para aí hoje, porque não quero atrair as pessoas erradas até vocês. Natasha ainda está se recuperando.

S: É, mas nós chegamos à conclusão que não podemos ficar muito tempo por aqui.

C: Sim, eu sei. Mas amanhã de manhã ela já vai estar bem melhor, tenho certeza disso.

S: E quando vamos encontrar você?

C: Quando for seguro. Enquanto isso, Barney pode ajudar vocês. Eu preciso desligar agora. Volto a fazer contato assim que possível.

Clint encerrou a chamada.

Natasha ainda estava atônita sobre a possibilidade de Sara estar morta e bem no momento que Steve estava prestes a concordar com ela nisso e a fazer se desesperar ainda mais, Clint Barton ligou e interrompeu. Ainda bem que interrompeu, pois aliviou Steve e vai aliviar a ela também.

Steve olhou para Natasha e sorriu, era um sorriso de nervoso e alívio ao mesmo tempo, um sorriso muito espontâneo, o qual Natasha encarou mau de primeira, porque ela não tem noção das informações que Steve tem, então porque diabos ele está sorrindo?

N: Por que está sorrindo?

Natasha perguntou, ofendida. Steve fez negativo com a cabeça.

S: Ela está viva.

Natasha olhou para Steve, ainda incrédula. Baseado em que ele está afirmando isso??

S: Eles divulgaram a lista de todas as crianças mantidas nesse programa e na base. Ela não estava na lista dos mortos, ela não estava lá.

Natasha perdeu a postura da coluna e relaxou por completo, ela suspirou e olhou para o colchão.

S: Clint não sabe aonde ela está, mas o mais importante é que...

N: É que ela está viva.

Natasha completou para Steve, que concordou com a cabeça.

Natasha virou o rosto na direção de Steve e do nada grudou os lábios nos dele, Steve foi pego tão de surpresa que não reagiu de imediato, demorou alguns segundos para fechar os olhos e retribuir o beijo, quando ele encostou no braço dela e se preparou para iniciar algum contato de língua, Natasha afastou os lábios dos dele, devagar, ela abriu os olhos e manteve o rosto bem próximo ao dele.

Steve abriu os olhos por instinto e encontrou Natasha olhando para ele com um outro brilho no olhar, ela parecia renovada, com esperança e pronta para qualquer coisa, mas o que mais chamou a atenção de Steve é que ele viu amor no olhar dela, um amor que ele não vê desde o tempo em que eles eram casados.

Natasha deslizou os dedos pelo rosto de Steve, sentindo os pelos mal cortados da barba dele, espetando a pele dela a medida que elas deslizava os dedos mais para a área do queixo dele.

Natasha deu um pequeno sorriso, enquanto olhava nos olhos de Steve, o tempo parou para eles naquele momento, eles não tinham mais nada a dizer um para o outro, eles conseguem se entender perfeitamente na forma que se olham e se tocam.

Natasha franziu a testa de leve e entreabriu os lábios para pronunciar algo, mas ela não queria quebrar o silêncio e nem aquele momento, então ela ficou apenas com os lábios tremendo, indecisa se falava ou não.

S: Eu sei...

Natasha quase arregalou os olhos ao ouvir Steve, parecia que ele sabia exatamente o que ela estava prestes a dizer. Natasha olhou para cada um dos olhos de Steve, depois fechou a boca por alguns segundos e tornou a abrir levemente para soltar um suspiro, suspiro o qual Steve capturou pois juntou novamente os lábios nos dela.

Os dois suspiraram com o beijo e fecharam os olhos automaticamente. Natasha pressionou os dedos contra o rosto de Steve e finalmente permitiu que a língua invadisse a boca dele para trocar carícias com a língua dele.

Steve deslizou a mão do braço para a cintura de Natasha, ele queria apertar a região, mas ficou com receio dela sentir muitas dores, então ele teve que desviar para o lençol da cama, para apertar firme, enquanto deslizava a língua intensamente pela língua de Natasha.

Steve estava tão dominado pelo beijo e pelo desejo de ter Natasha, que ele se inclinou o quanto pôde para cima dela, e se não fosse os machucados dela, ele já teria arrancado as roupas dela fora e a estaria possuindo de todas as maneiras possíveis.

Natasha já estava sentindo menos dores que antes, mas ainda sentia, ainda mais quando Steve estava fazendo ela se curvar para trás, quase a fazendo se deitar e o peso do corpo dele sobre o dela, poderia ser fatal para os machucados dela.

Natasha colocou a mão no peito de Steve e o empurrou para trás, primeiro ela tentou empurrar com jeito, mas ele colocou as duas mãos no lençol perto do corpo dela e segurou com tanta força que só fez ela se inclinar mais ainda pra trás, então ela teve que empurrar com mais força e tentar soltar a boca dele, mas isso ele não permitiu, ele sentiu que estava pesando muito sobre o corpo dela e cedeu, retomando a postura, mas ele não ia soltar aquela boca nunca mais.

Natasha terminou de tirar o lençol que cobria as pernas dela e teve que se ajoelhar na cama, para só então poder apoiar os braços no ombro de Steve e se sentar sobre as pernas dele. Steve na mesma hora soltou o lençol e pôs as mãos nas coxas dela, quase as direcionando para a região do bumbum, mas ele não sabia aonde poderia apertar sem provocar dor.

N: Steve...

Natasha disse com os lábios contra os dele.

S: Eu preciso de você.

N: Eu sei...

Natasha suspirou e afastou os lábios de Steve, ela deu alguns selinhos nos lábios dele, enquanto empurrava as costas dele para trás, o fazendo se deitar na cama.

Natasha olhou nos olhos de Steve quando ele se deitou, ele ainda estava com as mãos nas coxas dela.

N: Eu preciso de você também.

Natasha teve que se levantar e ficar de pé sobre a cama para remover a calça que estava usando, ela permaneceu de calcinha e voltou a se sentar sobre as pernas de Steve, e isso fez ele se sentar de novo, na mesma hora e agarrar a barra da blusa dela. Natasha ergueu os braços no alto para facilitar e Steve removeu a blusa dela e jogou no chão do quarto.

Foi só se livrar da blusa para voltarem a se beijar ardentemente de novo, Natasha colocou as mãos no rosto de Steve, tentando ter algum controle sobre o beijo, mas Steve a estava consumindo por completo e ele ainda estava tentando virar ela para ela ficar com as costas na cama, mas desse jeito não daria pra ela.

Natasha apoiou as mãos nos ombros de Steve e empurrou ele com toda força pra trás, o fazendo se deitar de novo, ela estava com a boca toda vermelha e Steve estava com os olhos em chamas.

Natasha moveu o quadril para frente, até conseguir encostar sua parte íntima contra a de Steve e assim que encostou, ela moveu o corpo para frente e para trás lentamente e na mesma hora começou a soltar curtos suspiros de prazer, o que fez ela deixar a cabeça inclinada para trás.

Steve não sabia o que fazer, ele estava já ficando com seu membro rígido e não tinha noção do que poderia fazer com as mãos porque Natasha estava bloqueando as investidas dele para ser quem comandaria, mas ele não se importa que seja ela a ficar no topo e que seja ela a comandante, mas é tanto tempo sem toque, que ele quer tatear ela por completo.

Natasha continuou os movimentos até deixar Steve no ponto em que ela queria e assim que sentiu que ele estava pronto pra ela, ela se inclinou pra frente e chupou o lábio inferior de Steve. Steve abraçou as costas de Natasha, segurando a nuca dela para impedir que ela voltasse a se sentar, assim ele poderia beija-la à vontade.

Natasha até tentou se sentar de novo, mas desistiu quando Steve segurou a nuca dela, ela então moveu o rosto para o pescoço dele e deu alguns chupões nele, e ao mesmo tempo ela deslizou a mão até a calça de Steve e abriu o zíper e o botão da calça dele, ela empurrou a cueca dele mais pra baixo e puxou o membro dele para fora da calça, o que fez Steve grunhir e mover a mão da nuca para o cabelo dela.

Steve segurou com força no cabelo de Natasha e puxou de leve, fazendo ela afastar o rosto do pescoço dele, Natasha olhou nos olhos de Steve e soltou um gemido baixo com a forma como ele olhava pra ela, ela passou a alisar o membro de Steve, deslizando a mão para cima e para baixo de forma firme e contínua e à medida que a respiração de Steve acelerava, mais ela acelerava os movimentos no membro dele.

S: Nat...

Steve estava pedindo por Natasha, e ela entendeu, ela voltou a colar os lábios nos dele e enquanto acariciava a língua dele, ela suspendeu um pouco o quadril e afastou a calcinha que estava usando para o lado, ela sentou novamente sobre Steve, mas permitindo que o membro dele penetrasse a abertura dela.

Natasha teve que parar o beijo para gemer mais alto quando sentiu o membro de Steve dentro dela, ela afastou o rosto e manteve a cabeça pra trás e gemeu o tempo todo em que deslizou até o final no colo de Steve, permitindo que ele ficasse completamente imerso nela.

Logo em seguida, eles voltaram a se beijar e Natasha movimentou o corpo para frente e para trás, diversas vezes e por um longo período, ela só parava para recuperar o fôlego e amenizar as dores das contusões do corpo e quando ela diminuiu pra valer a velocidade, Steve a ajudou, segurando no bumbum dela com força e fazendo os mesmos movimentos por ela.

Mais de uma hora depois, os dois já estavam de volta na posição de sentados, ainda se beijando muito e se acariciando muito, e os dois gozaram juntos e se abraçaram apertado quando o fizeram e permaneceram na mesma posição por mais de dez minutos, esperando toda aquela adrenalina passar e quando passou eles apenas voltaram a se beijar, se deitaram e beijaram mais, beijaram até pegarem no sono novamente.

...

Na manhã seguinte, Steve acordou e o dia não tinha nem clareado ainda, ele abriu um pouco os olhos e ergueu de leve a cabeça, ele já tinha dado pela falta de um peso a mais no corpo dele e depois sentiu falta de algum calor humano por perto e ao olhar para a cama, Steve percebeu que estava sozinho.

Steve abriu mais os olhos e se sentou na cama, ele procurou por Natasha no quarto e como não a encontrou, se levantou e caminhou até a porta do quarto.

S: Natasha?

Steve chamou por ela e depois abriu a porta do banheiro, ela não estava lá também e muito menos na pequena sala e nem na minúscula cozinha da casa do padre.

Steve franziu a testa e saiu da casa, ele foi até a igreja e viu Barney dormindo em um dos bancos da igreja.

S: Barney!

Barney ergueu uma sobrancelha, mas não abriu os olhos.

S: Você viu a Natasha?

B: Ela saiu.

S: O que???

Steve franziu a testa e sentiu o coração gelar.

B: Ela saiu.

S: Pra onde???

Barney ergueu as mãos no ar, indicando que não sabia.

S: Como você permitiu?

B: Ela não é minha prisioneira. Nem você.

S: Mas ela está machucada! E é perigoso andar lá fora. Provavelmente estão procurando por nós.

B: Capitão, eu tenho certeza que Natasha tem plena consciência disso.

Barney abriu os olhos e olhou para Steve.

B: Ela já bem grandinha e espiã...

Steve respirou fundo e olhou para a porta da igreja.

B: Não vá atrás dela, você não vai achar ela.

S: Eu não entendo porque ela saiu sem me avisar e eu não sei aonde ela pode ter ido, nós íamos começar as buscas por James hoje.

B: Ela provavelmente começou isso sozinha, mas ela vai voltar. Não se preocupe.

Steve franziu a testa e estava preocupado. Por que sair sem ele e sem avisar a ele? Steve achou que agora eles tinham voltado a ser um time.

...

Sara: Eu não quero.

Matilde: Você não tem que querer, você precisa tomar o xarope que o médico prescreveu.

Sara: Eu quero a mamãe.

Sara resmungou, ela ainda estava de cama, ela acabou pegando uma gripe devido a exposição ao frio, ela teve febre alta e agora está toda entupida e com muita tosse.

Devido aos protestos da Sra. Whitney, a condessa Mary teve que ligar para o médico da família para ele consultar Sara, ele já havia estado lá e prescreveu alguns remédios para ela tomar. Agora a babá Matilde estava tendo problemas em fazer Sara tomar o remédio, ela chorou muitas vezes, pedindo pelo pai e pela mãe, o pai está viajando e a mãe... bom, ela apenas não apareceu por lá.

Ma: Sara, por favor.

Sara apenas tossiu e se deitou de lado.

A babá Matilde deixou o remédio na mesa ao lado da cama e saiu do quarto em busca da Sra. Whitney, que veio no quarto e também não teve sucesso em fazer Sara tomar o remédio.

W: Sua mãe não virá, ela está ocupada.

Sara apenas ficou fitando a parede.

W: Ela vai ficar aborrecida. É o que você quer?

Sara continuou em silêncio.

A Sra. Whitney suspirou e saiu do quarto, ela foi até a condessa, tentou fazer ela ir no quarto para ao menos ver Sara um pouco, quem sabe assim ela tomaria o remédio, mas Mary se recusou, o que fez a Sra. Whitney ter que tomar outro tipo de providência... ela ligou para o médico de novo e pediu que ele informasse ao conde que Sara está doente, mas que não o deixasse preocupado, garantindo que Sara já está melhorando.

A primeira coisa que o conde fez ao receber a ligação do médico de família, foi pedir licença da reunião que estava e sair da sala para ligar para a esposa.

CA: Mary?

CM: Alex! Meu amor! É tão bom ouvir a sua voz!

A condessa respondeu animada.

CA: Mary, está tudo bem?

CM: Sim, querido. E com você? Eu achei que estava trabalhando.

CA: Eu estou... como está Sara?

CM: Ela tá bem.

CA: Por que o Dr. Bilac esteve aí?

A condessa franziu a testa quando o conde perguntou sobre o médico da família, ela não sabia que ele estava ciente da visita dele, isso significa que ele sabe que Sara está doente.

CM: Ah... não foi nada demais. Sara ficou de cama.

CA: O que ela tem?

CM: Ah...

CA: Você não sabe?

CM: Eu sei sim, eu...

A condessa não acompanhou a visita do médico, não sabia nem qual era o diagnóstico dele.

CM: Ela é criança. Crianças ficam doentes o tempo todo.

CA: O que ela teve? Febre?

CM: Ham... sim e vômito, tosse...

A condessa estava chutando, ela não sabia os sintomas de Sara.

CA: Vômito também??

O conde respirou fundo e parecia muito preocupado, o que enfureceu a condessa, ela odeia ter que dividir a atenção dele.

CM: Mas ela vai ficar bem.

CA: Ela está acordada? Posso falar com ela?

CM: Eu não tenho certeza.

CA: Você não está com ela??

CM: Eu estava agora mesmo, mas eu vim tomar um café, para me manter acordada.

CA: Eu acho que é melhor eu ir pra casa.

CM: Alex... por causa dela?

CA: É. Ela está doente.

CM: Mas eu estou aqui, você não tem que se preocupar com nada.

CA: Eu sei, mas eu tenho essa sensação de que deveria estar em casa.

CM: Por ela?

CA: Que pergunta é essa, Mary?

A condessa apenas suspirou.

CA: Será uma visita curta, mas eu irei para casa sim. Eu quero fazer uma surpresa, então não diga nada a ela.

CM: Ok.

CA: Você parece desapontada.

CM: Eu apenas sinto sua falta, querido... eu me sinto sozinha, às vezes.

O conde suspirou de novo.

CA: Você é o meu mundo, Mary. Eu sinto muito que eu viaje tanto, eu espero tirar férias em breve e eu estarei com vocês mais tempo.

CM: Eu entendo, querido. Eu não devia reclamar, você é tão bom pra mim.

CA: Tudo bem, eu te vejo mais tarde.

CM: Até, querido.

Assim que o conde encerrou a chamada, a condessa saiu do quarto na mesma hora, ela foi até o quarto de Sara e olhou para Matilde.

CM: Como ela está?

Sara olhou para a mãe quando ouviu a voz dela.

Sara: Mamãe.

Ma: Está com febre de novo e muita tosse, ela não quer tomar o remédio.

CM: Por que não?

Ma: Ela queria você aqui.

A condessa respirou fundo e revirou os olhos, ela olhou para Sara e se aproximou da cama.

CM: Você sempre tem que dar trabalho, não é? Você é puro problema. Um problema pra mim, um problema para o seu pai e para todos nessa casa.

A condessa olhou para Matilde.

CM: Me dê o remédio dela.

Matilde pegou a colher com o remédio e entregou para a condessa, que segurou e olhou para Sara.

CM: Sente-se.

Sara continuou deitada.

CM: Sara! Sente-se!

Sara começou a resmungar e tossir ao mesmo tempo.

CM: Eu não tenho tempo pra isso!

A condessa segurou o braço de Sara e a puxou de uma vez, a fazendo se sentar.

CM: Agora abre essa boca!

Sara: Mamãe...

Sara resmungou mais ainda.

CM: Por Deus! Abre a boca!!! Olha, tente ser ao menos um pouquinho boa e abre a boca, ou você vai ficar pior e nunca mais você vai me ver ou ao seu pai. Sabe por que eu não venho ver você? Porque você é má, é difícil gostar de você.

Sara começou a chorar baixo, o que fez a condessa respirar fundo de novo.

Sara: Eu quero o papai.

CM: Sara, se você tomar o seu remédio, eu vou ficar aqui com você. Por favor, abre a boca.

Sara abriu a boca e a condessa deu o remédio a ela.

CM: Você vai ficar melhor...

A condessa olhou para Matilde.

CM: Nos deixe a sós.

Matilde concordou com a cabeça e saiu do quarto, fechando a porta depois de sair.

A condessa suspirou e olhou para Sara.

CM: Você precisa tomar mais um pouco.

Sara: Não, mamãe.

CM: Sim, mamãe... você tem que tomar, porque você precisa ficar melhor logo, talvez seu pai esteja voltando pra casa e ele está cansado, você não pode ser um problema pra ele como é pra mim. Você gosta dele, não é?

Sara fez positivo com a cabeça.

CM: Então, tente não ser uma menina má, porque você não faz nada de bom, Sara. Seu pai deve ficar longe por tanto tempo porque você só dá trabalho. Um dia ele vai deixar de gostar de você, porque você sempre reclama.

Sara estava apenas ouvindo a condessa falar. Crianças da idade dela, acreditam sempre em adultos, principalmente nos pais.

CM: Se o seu pai aparecer, não reclame de nada, ok? Se você reclamar do banho frio, ele vai ficar muito chateado e vai embora e talvez não volte mais e nós não queremos isso.

Sara voltou a chorar baixinho.

CM: Agora seja uma boa menina e tome mais desse remédio.

A condessa encheu a colher de novo e deu para Sara, que tomou sem reclamar dessa vez.

CM: Você vai tomar só mais uma para garantir.

A condessa deu mais uma dose do remédio para Sara, que devido à alta dose de medicação, acabou ficando dopada e dormiu.

...

Maria Hill mal dormiu na noite anterior, ela tentou descansar, mas sua cabeça estava a mil, como todas as noites desde que o programa SIAM teve início.

Quando Hill chegou em casa na noite anterior, ela pediu comida chinesa, que ela sequer comeu, pois perdeu a fome ao sentir o cheiro da comida, ela tomou banho e decidiu que merecia uma garrafa de uísque, não era uma dose, era a garrafa mesmo, mesmo que isso custasse uma baita ressaca no dia seguinte, ela é a chefe por enquanto, então pode chegar atrasada por motivos de ressaca.

Hill se embebedou sozinha e já de madrugada, recebeu uma ligação, ela não queria atender, mas não podia recusar.

H: O que você quer, Barnes?

Bucky: Fiquei sabendo das notícias.

H: E daí?

Bucky: Está bêbada?

H: Não... sim...

Hill franziu a testa.

B: Hill, você está sozinha?

H: Sim. Já tive alguém do meu lado, por acaso?

B: Eu estou do seu lado.

H: Aff...

Hill respirou fundo e tomou mais um gole da garrafa.

H: Por que está me ligando?

B: Queria saber se há novidades sobre o James.

H: Essa linha é segura?

B: Claro.

H: Ele está perdido. Eu perdi ele. Eu podia ter tirado ele de lá antes, mas eu não tirei e agora...

B: Ei! Você não podia, você estava esperando o momento certo, você estava zelando pela segurança dele e fez tudo certo. Eu sei que deve estar sendo difícil pra você, mas eu entendo tudo que está fazendo e você tem todo meu suporte nisso. Você não está sozinha.

Bucky não ouviu nenhuma resposta de imediato.

H: E a menina?

B: Sem notícias, ela nunca sai de dentro de casa, eu tenho vigiado a propriedade e eu não sei se está tudo bem com ela.

H: Acha que o conde está maltratando ela? A fazendo prisioneira??

B: Não, ele nem está em casa, nem na cidade está. Eu não sei se é isso ou não, o conde parecia bem amável com ela, Sara parecia amar ele demais e a condessa não me deu motivos para suspeitar de nada também.

H: A casa é enorme.

B: Sim, eu pensei isso, ela deve brincar lá dentro. Mas ainda assim ela é criança, precisa de sol...

Hill respirou fundo.

H: Mais uma preocupação na conta então.

B: Não, não se sabe.

H: Você vai investigar?

B: Com certeza, não se preocupe com isso.

H: Obrigada, Barnes.

B: Você está em casa?

H: Sim.

B: Tente dormir então.

H: Você também.

Hill encerrou a chamada e mesmo em plena madrugada, ela ligou o rádio no último volume e dançou sozinha para se cansar e perto das três da manhã que ela desligou o rádio e foi para a cama.

Por volta das cinco horas da manhã, Hill acordou no susto porque ouviu barulhos dentro do quarto dela e quando ela abriu os olhos, notou que tinha reparado no barulho tarde demais, pois ela sentiu um peso sobre o corpo dela e sentiu uma faca pressionada contra o pescoço dela e agora ela estava fitando diretamente os olhos da invasora.

H: Natasha? O que está fazendo?

N: Eu vim para matar você.


Notas Finais


proximo capitulo será puro UFC Nat x Hill


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