História Unexpected Love - Capítulo 14


Escrita por: e JessicaDearing

Postado
Categorias Bryce Dallas Howard, Chris Pratt, Jurassic Park
Personagens Claire Dearing, Owen Grady, Personagens Originais
Tags Brycedallashoward, Chrispratt, Clairedearing, Jurassicworld, Owengrady
Visualizações 28
Palavras 2.962
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Hentai, Romance e Novela, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Bom dia amores. Tomem um pouco de tensão nesse capítulo... Boa leitura.

Capítulo 14 - Clínico x Homem


Fazia mais de um mês que Claire não tinha notícias de Owen. Richard lhe falou que ele tinha começado a trabalhar no hospital. Isso tudo tornava as coisas ainda mais difíceis, pois com os plantões e noites e mais noites direto no hospital, Owen não parava muito em casa. Zara estava cada vez mais envolvida com Alex, ele a conquistou afinal. E o porre da Helena não cansava de encher os dois. Richard sempre intermediava as tensões, ele enchergava tudo aquilo nela apenas como ciúmes de irmã e capricho, mas Claire sabia que era bem mais que isso. Ela estava muito triste, sua última conversa com Owen a deixou no chão e ele ficou mal por dias, quase não saía de casa e nem comia bem.

Sua mãe deu um baita sermão e ela se obrigou a sair daquela situação. Ficar daquele jeito não resolvia nada mesmo, tinha era que agir. Claire ligou várias vezes para ele na última semana, nunca foi atendida, nem recebeu respostas das mensagens que deixou. Ela decidiu, com a ajuda de Richard, encontrar Owen de surpresa num lugar onde ele almoçava todos os dias.

A ruiva chegou na hora e no local que Richard a indicou, um restaurante sofisticado chamado "El Mare". Ela ficou de frente a ele esperando o carro de Owen. Poucos tempo depois ela viu o veículo negro estacionar. Owen desceu do carro, ela já ia sair do dela, mas então Claire se deteve. Owen trazia na face um sorriso mais que descontraído, ele deu a volta até o lado do carona, abrindo a porta e dando a mão para ela descer. Andie. Ele estava com a Andie? E sorrindo descontraído?

Claire sentiu seus olhos encharcados,  os fechou com força, forçando as lágrimas a deixarem a visão mais nítida, sem a embaçar. Ela havia passado este tempo todo chorando, sofrendo, imaginando o quanto ela tinha feito mal a ele, sido infantil e estúpida e agora... Owen estava ali, como se nem lembrasse que ela existia. Ignorando suas ligações enquanto saia pra almoçar com Andie, no El Mare. Foi demais pra ela.


*


Claire ligou o carro e saiu dirigindo ele como se não fosse mais parar. Não sabia exatamente onde estava indo, apenas queria se afastar ao máximo daquele lugar. Ela estava mais que perturbada. Ela sabia do que fez, se arrependeu por ter feito algo tão imbecil, estava reconhecendo o erro, tentando consertar. Owen estava sendo mais inflexível do que deveria, afinal ele a amava e vê-la sofrer não era algo que lhe fizesse bem, no entanto o orgulho dele não o deixava recuar de sua posição. Ele sentia falta de Claire, de estar com ela, de seus beijos e carícias, de suas palavras, seus gestos, mas ele queria mais da garota, queria maturidade. Queria que ela voltasse a ter a mesma força de antes, a mesma que a fez desistir de se casar com Richard e usá-la para gritar ao mundo o quanto ela queria estar com ele. O quanto ela o amava. Uma chuva forte começou a cair, como se já não bastasse as lágrimas, Claire agora tinhas as gotas de chuva atrapalhando sua visão. A ruiva chorava cada vez mais, a cena não saia de sua mente. Ela havia o perdido por pura infantilidade e ele havia a esquecido muito mais rápido do que ela julgava. Raiva e tristeza se confundiam em sua mente agora. O celular dela tocou, fazendo ela olhar para o banco ao lado onde ele estava jogado, ela encarou o nome na tela: "Richard".

Fechou os olhos em recusa, ela não ia atender. Um barulho de uma buzina invadiu sua mente, Claire olhou pra frente e apenas desviou o carro.


*


- Eu espero me adaptar mais rápido, ainda sinto o peso dos plantões.

- Você ficou muito tempo afastado desta vida Owen, aos poucos você se acostuma outra vez. - Andie falava enquanto encarava seu prato.


O celular do loiro começou a tocar. Era o irmão.


- Richard?!

- Owen, a Claire está aí com você? - Ele perguntou e ele se surpreendeu. Deveria estar?

- Não, porque?

- Eu falei pra ela onde você estaria agora, ela estava te esperando aí. Eu liguei pra ela pra saber se ela havia te encontrado, mas ela não me atende. Pensei que estava com você.


Certo, aquilo havia deixado Owen inquieto.


- Não irmão, ela não está comigo. Pra onde ela foi então?


Richard estava aflito agora, ele lhe falava que falou com ela minutos antes dela chegar no local, e que ela havia ficado de ligar avisando quando o encontrasse, mas não ligou. Ele ligou e ela não atendeu e agora caia direto na caixa de mensagem.


- Continua tentando Richard, eu vou ficar ligando também, se você conseguir me liga.


Owen encarou Andie desligando a chamada, ela a olhava assustada.


- O que foi? - Perguntou a loira, perturbada.

- Aconteceu alguma coisa com a Claire. - Ela arregalou os olhos. Owen levantou, levou a mão ao bolso, pegando da carteira um número de notas qualquer e jogando na mesa. Andie o seguiu e ambos saíram do restaurante.


Antes que ele chegasse no carro, seu bipe tocou. Era Barry. Owen gelou com a mensagem:

"ACONTECEU UM ACIDENTE PRÓXIMO DE ONDE VOCÊ ESTÁ. A AMBULÂNCIA NÃO CHEGA ANTES DE VOCÊ SE CORRER. UMA MOÇA CAPOTOU O CARRO."

Naquele instante só lhe veio a imagem de Claire na mente, ele levou as mãos a cabeça, e entrou no carro alucinado, Andie o seguiu. Ao chegar no local, haviam muitos curiosos, ele abria espaço entre as pessoas.

Quando Owen avistou o carro, ele tremeu em desespero ao reconhecer, era o de Claire. Seu coração pareceu vacilar por um instante.

"Meu Deus, não me castigue assim."

Ele cheguei perto do veículo. Suas pernas vacilavam. Owen viu o corpo de Claire ainda preso ao carro pelo cinto de segurança, seus olhos estavam fechados e havia uma ferida em sua testa. Andie se aproximou dele.


- Ai meu Deus! - Ela falou levando a mão aos lábios.

- Claire! - Owen desesperadamente se enfiou no carro, puxou o cinto de segurança tirando ela de lá, os policiais ao redor tentaram impedi-lo, mas Owen mostrou suas credenciais e eles logo recuaram. Ele a pegou em seus braços, totalmente padecida.

Tremendo, sua garganta queimava, as lágrimas invadiram o rosto com uma força incontrolável. A deiteou no chão tentando movê-la o mínimo possível. Era o melhor.


- Minha linda, por favor... Por favor.


Owen ainda não tinha tido a coragem de checar seus sinais vitais, ele foi fazendo isso aos poucos. Primeiro encarou seu peito, para notar movimento, sem sucesso. Depois tocou seu pulso e notou batimentos quase inesistentes. Estava desesperado, ela estava viva, mas muito fraca. Sua respiração quase não existia mais. Andie veio em sua direção com um kit de primeiros socorros que ele levava no carro, na verdade era quase uma ambulância seu porta malas. Ela rapidamente colocou o oxigênio em Claire e imobilizou o pescoço dela. Paralisado, Owen ofegava enquanto ainda segurava a mão dela.


- Por favor minha linda... Por favor.


Ele não parava de repetir. Claire tinha que resistir até o resgate chegar. Ela ia resistir.


*


Andie observava Owen enquanto estavam a caminho do hospital. Ela pôde entender enfim todo o sentimento que ele tentava descrever em suas conversas. Ele amava muito aquela mulher. Um amor puro, forte. Um amor que lhe tirava do chão. Andie tinha certeza de que ele faria de tudo para salvá-la, ele tinha o potencial necessário. Ela só não sabia se Owen estava ciente disto.


- Ela vai ficar bem, Owen. Você sabe!

- Ela precisa ficar bem, e vai ficar. Eu sei que vocês farão o possível.


Owen disse sem tirar os olhos de Claire. Andie o encarou confusa. Como assim "vocês"? Ela iria perguntar, mas haviam enfim chegado ao hospital.


*


Claire foi encaminhada a sala pré-operatória, ela havia rompido o baço e uma cirurgia imediata seria necessária. Owen estava explicando a situação a família, aos pais de Claire e aos seus, além de Richard e alguns amigos íntimos.

Andie encontrou-se com Barry, que fazia parte de sua equipe, e juntos realizariam a cirurgia. Porém uma coisa estava deixando-a confusa, Owen não parecia que iria participar.


- Barry, porque o Owen não está se preparando para entrar conosco?


O homem a encarou sério e disse:


- Andie, você viu a atitude amadora que o Owen tomou no local do acidente? Não é a primeira vez que me deparei com isto, entenda eu o conheço a anos e acredite ele não deve estar nesta cirurgia.


Andie não conseguia entender, Owen era brilhante, tinha um ótimo desempenho dentro da equipe, era o braço direito de Barry, com seu raciocínio rápido e instinto impecável havia salvado a vida de muita gente, em um tempo recorde. Ela admitiu pra si mesma que retirar a Claire daquela forma foi muito amadora, até pior, mas foi algo impulsivo, Owen logo voltou a si, não a movendo tanto.


- Barry não exagere, foi coisa de momento. Sabemos o que ela representa pra ele.

- Mesmo assim Andie. Eu já disse, conheço o Owen, ele simplesmente perde o controle quando algo envolve alguém a quem ele é muito ligado, ele não consegue. Não vou colocar ele na equipe e nem acredito que ele queira.


Era verdade o que ele dizia, isto explicava o “vocês farão o possível”.


- Barry você sabe do que estou falando, ter o Owen na equipe é fundamental, vocês trabalham bem juntos e...

- Andie... - Ele a interrompeu. - Eu sei do que Owen é capaz como também do que não é. Acredite ele ficará melhor fora daquela sala. Agora vamos, cada minuto que perdemos é essencial para Claire.


- Me deixa falar com ele! - Andie pediu.

- Andie não temos tempo...

- Por favor, Barry, me deixa falar com Owen.


Barry a encarou impaciente, mas logo desviou o olhar se rendendo.


- Eu sei o que você quer fazer, acredite eu já tentei muito. Vou deixar você falar com ele. Tem cinco minutos. - Ele lhe disse e ela sorriu em agradecimento, Barry seguiu para o centro cirúrgico.


*


Owen Grady estava ao lado do irmão, a mãe estava com Elisa, seu pai havia levado Robert para pegar um café e Helena e Zara, ele não sabia como, estavam sentadas no mesmo sofá civilizadamente. Do nada Andie surgiu na sala de espera. Owen se perguntou o que diabos ela fazia ali? Era para estar no centro cirúrgico com o Barry.


- Andie?! O que faz aqui? - Ele perguntou e de repente todos pareceram notar ela lá.

- Algum problema doutora? Como está minha Claire? - Perguntou Elisa estranhando tanto quanto Owen a presença precoce dela ali.

- Tudo bem senhora Dearing, apenas vim falar com Owen. Estamos encaminhando sua filha para a cirurgia, ficará tudo bem.


Andie falou sorrindo e meio que tranquilizando Elisa, depois acenou para o loiro lhe fazendo sinal para que a seguisse. Owen seguiu.


- O que está fazendo? - Ela perguntou quando se afastaram o suficiente e fuzilando-o com seu olhar.

- O que quer dizer?

- Você sabe Owen, porque não vai participar da cirurgia?


Owen hesitou, não era como se ele pudesse explicar. Andie exigiu com o olhar.


- Olha, é complicado demais, basta saber que não conseguiria fazer muito e é melhor se afastar do que atrapalhar.

- Owen isso é ridículo, você é um profissional. Um clínico brilhante, jovem e intuitivo. Quem melhor pra ajudar e...

- Eu não consigo! - Owen gritou e Andie se assustou com a ação. - Só de imaginar que é a Claire lá, que a vida dela depende de mim, eu não focaria, não faria nada, eu já perdi a Rachel, não vou correr o risco de por a vida da Claire em jogo agindo por impulso ou travando num momento crucial.

- Você se culpa pela morte da Rachel por que não estava lá para ajudá- -la, porque sabia que ela estaria viva se fosse o contrário. Porque você sabia o que fazer e ninguém faz melhor que você. Agora a Claire está lá, na sala de cirurgia, sua vida depende dos melhores profissionais deste hospital, você é um deles Owen e está aqui, você pode ajudá-la sabe como, vai se negar? Você queria ter tido a chance de salvar sua esposa, o destino agora lhe dá a chance de salvar a mulher da sua vida e você fica aí? Com medo de errar?


As palavras de Andie arrancaram lágrimas descontroladas de Owen, ele não falou nada e ela continuou:


- Ótimo, fique aí então, mas você sabe que eu tenho razão, as chances da Claire aumentam com você dentro daquela sala. Deixe o homem aqui fora Owen. - Ela se aproximou segurando meu ombro, encarando-o. - Leve apenas o clínico brilhante que eu conheço. Ajude-nos a salvar a vida da Claire, ela precisa de você lá, lutando por ela. Não fuja não a abandone.


Andie ficou esperando por uma resposta que não vinha, Owen não parava de chorar.

"Que droga Owen reaja!"


- Tenho que ir. - Ela se rendeu o soltando. - O tempo é crucial, mas você sabe disto. Eu fiz o que achei certo.


Andie encarou-o mais uns segundos, depois baixou a cabeça e se foi. Ela tinha razão, ele sempre teve dificuldades de lidar com a emoção no próprio trabalho, mas tudo piorou depois da morte de Rachel.

"Eu devia estar lá, eu a perdi, perdi minha filha."

Owen se culpava tanto, mas ele quis estar lá, ele sabia como salvá-la, não pode e desde então entendeu que talvez fosse melhor não tentar com mais ninguém. Foi então que Owen se aproximou cada vez mais de Claire, ela inspirava-o tanto a voltar, ele queria também, medicina era sua paixão.

E agora era Claire que precisava dele, mas acima de tudo Owen precisava dela e não queria perdê-la, não iria perdê-la.


*


Andie enfim chegou ao centro cirúrgico onde Barry a esperava, eles se encararam sem nada dizer, seus olhares falavam, um diálogo entre o “eu te disse” e o “eu tentei”.

A cirurgia era basicamente simples, Claire havia rompido o baço devido a forte pancada que recebera no abdômen no acidente, isso acarretou um tipo de hemorragia interna, a cápsula externa do baço estava retendo o sangramento impedindo que a hemorragia atingisse um nível mais fatal. Mas era questão de tempo para que a resistência da cápsula cedesse, era uma corrida contra o tempo. Claire não podia entrar em estado de choque e tinha que resistir ao máximo e a tempo da equipe retirar o baço antes que tudo piorasse, pois ela corria um sério risco de sofrer uma parada cardíaca.

Estavam todos prontos para iniciar o procedimento, Andie, Barry e mais um enfermeiro e um anestesista. De repente uma quinta figura surge na sala, Owen Grady. Sem nada falar, ele apenas assumiu o seu lugar na equipe.


- Vamos começar! - Falou Barry encarando Owen que depois encarou Andie e esta lhe dirigiu um aceno de aprovação com a cabeça.


Estava tudo correndo muito bem, Owen e Andie a todo instante davam o suporte que Barry necessitava, vez ou outra o loiro olhava para sua amada, dividindo sua atenção entre ela, seus sinais vitais apresentados no monitor da sala e o fluxo de sangue da ruiva. Estava tudo indo perfeitamente bem, a retirada estava quase completada por Barry quando de repente houve uma modificação no ritmo cardíaco de Claire, Owen encarou o monitor assustado e então travou. Barry parou o que estava fazendo, ela havia sofrido uma parada.


- Owen! - Andie gritou, ele parecia não estar ali, apenas encarava o monitor, paralisado. - Owen!!!


Ele a encarou enfim.


- Acorda! - Ela gritou outra vez.

- Ok Andie. - Ele falou enfim, olhando para Claire e então balançando a cabeça como quem se concentra e logo continuou. - É uma parada por Fibrilação Vascular, preciso do desfibrilador, carga 120.


Andie foi até o desfibrilador, o outro enfermeiro ligou a carga e ela deu o choque direto no peito de Claire. Todos encaravam o monitor, mas nenhuma mudança ocorreu, após alguns segundos Owen fez compressões no peito dela.


- Vamos lá Claire, não ceda agora, fique comigo! - Ele disse realizando em seguida uma ventilação nela.

- De novo Andie, aumente para 150! - Owen falou.


Um novo choque, novas compressões, ventilação, e nada. Andie balançava a cabeça em sinal negativo, ela não estava reagindo. Barry ainda só olhava, ele não podia fazer nada a não ser que ela voltasse para ele poder continuar. Estavam sendo os quatro minutos mais longos possíveis.


- Vamos lá ruivinha, vamos lá! Não vou perder você. - Owen falava esperando uma resposta dos aparelhos, mas nada. - Certo Andie, prepare 1Mg de Adrenalina.

- O que? Não Owen, eu não acho...

- Faça isso! - Ele insistiu, ela encarou Barry que assentiu. Então ela preparou e injetou a dose.


Mais alguns segundos, Owen realizava mais uma série de compressões.


- Que droga, bombeie! Vamos lá, bata! - Owen ordenava ao coração de Claire. - Fique comigo ruiva, por favor, volte pra mim!


Foi então que uma pequena alteração surgiu, e logo aumentou, quase se normalizando, mas o quase não importava, ela tinha voltado, estava viva.

Barry voltou ao foco, não demorando mais que poucos segundos para finalizar a retirada, o pior havia passado e Claire estava bem. Eles conseguiram.

Owen sentia seu coração. Parecia uma bomba prestes a se romper, o som mais assustador de toda a sua vida invadiu sua mente e quase o fez parar. Ele não podia crer naquela parada, ele não queria crer. Owen viajou por um momento, mas voltou e fez o que tinha que fazer, pôs o clínico contra o homem e o clínico ganhou.


Notas Finais


Quase infartaram? Quero saber de vocês. Bjos e até sexta feira.


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