História Unexpected Love - Capítulo 3


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Categorias Cristiano Ronaldo, Ian Somerhalder, Selena Gomez
Personagens Cristiano Ronaldo, Selena Gomez
Tags Ação, Cr7, Cristiano Ronaldo, Drama, Futebol!, Romance, Selena Gomes
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Palavras 1.462
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Esporte, Famí­lia, Festa, Luta, Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


❤ Boa noite!!! ❤

Capítulo 3 - Adormecido


Fanfic / Fanfiction Unexpected Love - Capítulo 3 - Adormecido

      Pov. Selena Gomez

Assim que chego em casa abro a porta apressadamente e  empurro o carrinho para dentro, vou direto para o meu quarto e mesmo cansada consigo colocar o homem na cama. Pego o meu celular na cômoda e ligo para o número do Alfonso e o chamo para vim em casa.  Enquanto, o meu amigo não chega, retiro a camisa rasgada do moreno a minha frente e em seguida o seu colar de ouro escrito CR7. Será que significa algum código secreto? Guardo o colar na minha gaveta junto as minhas bijouterias, retiro a calça vagarosamente para não machucar ainda mais o seu ferimento na perna esquerda.

- Como você conseguiu sobreviver? - Questiono baixinho impressionada pela força que ele tem de lutar pela vida.

Mas, infelizmente, ele não responde nada, está inerte na cama. Pego na sua mão direta e encaro a sua aliança dourada, ele tem uma família que deve estar preocupada com o seu desaparecimento.   Retiro sua calça jeans com cuidado para não machucar ainda mais o ferimento da sua perna. 

- Vamos lá! Selena. Agora só falta a cueca box. - Suspiro fundo, retirando a última peça de sua roupa. - Meu Deus! Que homem maravilhoso! Seria um desperdício, vê-lo morto. - Falo Impressionada com o tamanho do seu pau.

Seu membro não está ereto, mas dá pra se ter uma boa ideia de que quando ficar duro deve ser bem grande, grosso e perfeito para ter uma noite de sexo inesquecível. Eu só posso estar maluca da cabeça, o cara é noivo, está ferido e agora estou imaginando como esse homem desconhecido deve ser quente na cama. Pego uma toalha branca, molho na água e em seguida passo no seu rosto, limpando o seu sangramento. Na verdade ele está precisando de um banho, pego um pouco de água morna, coloco numa bacia grande e trago para o quarto. Lavo o seu corpo sarado com muito cuidado, a parte mais constrangedora foi lavar o seu membro que ficou endurecido quando passei a esponja na extensão do seu pau.

- Muito grande! Deve fazer um belo estrago com as mulheres.  - Sussurro baixinho admirando o seu membro ereto, observando detalhadamente o seu formato. Não consigo tirar minhas mãos dele, aperto delicadamente a sua cabeça, testando a  textura e maciez do seu pau. - Aí! Que injustiça! Estou há muito tempo sem transar e agora esse homem aparece na minha vida com esse monumento dotado e gostoso. 

Chega! Vai que o desconhecido acorde e flagra minhas mãos  brincando com o seu pênis. Balanço a cabeça retirando os pensamentos pervertidos da mente e termino de dá banhar o seu corpo.  Encobri as suas partes íntimas com uma coberta fina e misericórdia, seu membro ereto deixou a coberta parecendo uma barraca armada.

E agora? O que faço pra ceder a ereção desse homem?  Melhor me afastar dele, me aproximo da janela e espero o Alfonso chegar em casa. Demorou meia hora para ele bater na minha porta, saio do quarto correndo em direção a sala e abro a porta para o mesmo passar.

-  O que houve? Sua voz me parecia aflita na ligação. - Diz preocupado. 

Encaro os seus olhos esverdeados e digo:

- Encontrei um homem ferido na praia e ele estar precisando de ajuda médica. - Digo séria, pegando no seu braço e levando em direção ao meu quarto.

- Se ele precisa de ajuda médica, temos que levá-lo para o hospital. - Diz sério. _ Sua casa não é lugar para refugiados. 

- Não seja irônico, ele precisa de cuidados especiais e na minha casa estará mais seguro. - Digo calma. 

Alfonso encara o moreno deitado na minha cama de casal, e fica abismado com o tanto de ferimento do moço.

- Como ele ainda está vivo?  - Indaga curioso.

- Não sei, seu porte físico talvez tenha ajudado a nadar até aqui. - Digo pensativa.

Afonso observa o ferimento do moço no ombro e analisa com cuidado.

- A bala entrou fundo, ele precisa urgentemente de um hospital. - Diz sério. 

- Não! Se alguém tentou matá-lo, ele não pode ficar em nenhum hospital, seria arriscado.  - Respondo apreensiva. - Quem estar querendo ver esse homem morto, vai procurá-lo outra vez para terminar o serviço inacabado. Por que você mesmo não retira a bala?

Afonso me fita incrédulo e diz:

- Selena! Eu sou veterinário e não médico.

-  Dá no mesmo. - Dou de ombros.

- Cuido de cachorros e não de pessoas. - Responde irritado. - São situações diferentes. 

- Por favor! Faz alguma coisa pra salvar esse cara. - Digo aflita, estou muito preocupada com ele.  - Eu não posso levá-lo a cidade. 

- Se esse homem for um fugitivo da polícia ou um agente do FBI. - Alfonso diz preocupado comigo. - Você pode estar correndo perigo protegendo esse cara e deixando-o morar na sua casa.

- Não fale besteira, ele não é um criminoso. - Digo convicta, observando o rosto sereno do moreno adormecido. - Esse rapaz não tem cara de bandido.

- Não se iluda pela beleza desse cara. Selena! - Alfonso diz sério. - Quem garante que esse homem não é um mafioso ou Deus sabe lá o que faz da vida. Porque o estrago que ele está: baleado, ferido inconsciente e em coma induzido é muito estranho. 

- Por favor, me ajuda! Depois que o rapaz acordar, será fácil de descobrir a sua história. - Digo séria.

- Ok! vou ajudar, porque você é minha amiga, mas tome bastante cuidado. - Adverte sério. - Esse homem pode ser um criminoso perigoso e vai te meter em grandes encrencas com a polícia.

Aceno com cabeça observando o Alfonso abrir a sua maleta. 

- Traga panos limpos pra limpar o local machucado do rapaz que está inerte na cama. - Diz comentando, dobrando as dobras da sua camisa social. 

- Quanto tempo ele ficará dormindo? - Indago curiosa, queria vê-lo acordado. 

- Bom! Ele está bastante ferido, levou uma pancada forte na cabeça.  - Diz calmo retirando a bala com uma pinça e depois passa um produto para desinfectar o machucado. - Talvez leve duas semanas ou menos para o cara voltar a ficar bom.

-  E até lá, o que faço? - pergunto confusa, sei que devo cuidar desse homem. 

- Troque sempre os curativos, alimente o moço com uma sopa e dê bastante água para não desidratar. - Diz calmo, terminando de enfaixar a perna do rapaz. 

 -  Ele está dormindo, como vou alimentá-lo? - Indago incrédula.

- Você vai conseguir, deve a sopa em pequenas doses.  - Alfonso diz sério. - Tome bastante cuidado, se estão tentando matá-lo é sinal que você enfrentará pessoas perigosas e talvez elas venham até aqui.

- Eu não vou atender nenhum estranho. - Digo firme. - Vou cuidar do rapaz até ele ficar novinho em folha.

- Bom! Te aconselho a comprar roupas pra esse cara usar, pois é deprimente ficar olhando um homem pelado. - Diz debochado. 

- Amanhã cedo! Vou na cidade buscar algumas coisas pra ele. - Digo calma, acompanhando-o até a porta. -Obrigada por ter vindo e não conte nada a ninguém. 

- Se ele sentir febre, dê o remédio que deixei em cima da cômoda e mantenha o termômetro por perto. - Diz sugestivo.

- Sim! Farei o que o doutor mandar. - Digo calma.

Depois de trancar todas as portas e janelas  da minha casa, volto ao meu quarto me sento na poltrona para ler meu livro. Em vez e outra observo o moreno adormecido e sorri de lado pensando se ele acordaria com um beijo igual a bela adormecida.

- Qual o nome dele? - Indago baixinho, as pálpebras dos seus olhos continuam fechadas, ele não move nenhum dedo, seu peitoral sobe e desce conforme respira. - Que corpo! A sua noiva deve ser sortuda, casar com um homem sexy como esse. Essa sorte eu não tive, me casei com um traste.

Deixo o livro na cômoda, abro meu pequeno closet a procura da

minha calça moletom cinza e do meu casaco quentinho. Entro no banheiro para tomar um banho quente, suspiro fundo me corroendo de curiosidade para saber quem ele é? Como veio parar aqui nessa vila deserta? Passo meu shampoo no cabelo, lavando sem pressa, em seguida o condicionador e depois da ducha, encubro meu corpo com a toalha voltando ao quarto. Visto minha roupa calmamente, fecho as cortinas para impedir que o ar frio entre no quarto, uso o secador e depois penteio meu cabelo e me deito na cama ao lado dele. Encobrir o seu corpo com o edredom quentinho para manter a sua pele bem aquecida e em seguida apago a luz. Espero que amanhã o dia seja mais calmo e menos turbulento, quem sabe ele não acordará.

- Boa noite, estranho! - Digo baixinho, acariciando seu rosto, sem me conter dou um beijinho na sua bochecha.



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