História Unexpected passion. - Jolari - Capítulo 7


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Categorias João Guilherme Ávila, Larissa Manoela
Visualizações 148
Palavras 1.914
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drabble, Drama (Tragédia), Romance e Novela
Avisos: Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


N O T A S
F I N A I S


ignorem os erros
boa leitura, espero que gostem 💛

Capítulo 7 - Chapter seven: married


Fanfic / Fanfiction Unexpected passion. - Jolari - Capítulo 7 - Chapter seven: married

 

- João.. - Jade sussurra entre os dentes olhando para mim com seus olhos azuis totalmente arregalados esperando uma resposta. 


- Será que ele amarelou? - pergunta Léo colocando seu braço apoiado no encosto da cadeira da amiga. 


- Óbvio que não. - Larissa responde não tirando o olhar de nós. - Não tem motivo para ele desistir. - no mesmo instante Nicolas olha para a mesma com uma expressão de "você está nervosa tanto quanto ele". 


- Talvez ele esteja com medo, não sei. - argumenta Thomaz coçando a nuca. - O cara não é disso, a não ser que... - todos olham para ele. - Ele tenha feito alguma coisa, como por exemplo, ter traído Jade. 


- O quê? - Léo ri em um tom baixo não querendo chamar a atenção. - Ele não teria coragem de fazer uma coisa dessas.. 

 

O padre passa sua mão direita em minha frente para ver se eu estava consciente naquele momento, mas meus olhos estavam foçados em apenas uma coisa: em Jade. 

 

- Vou repetir a pergunta: João Guilherme, você aceita se casar com Jade e lhe jurar amor eterno desde então? 


- Vamos garoto.. - murmura meu pai fazendo movimentos para cima e para baixo com seus dois punhos fechados. 

 

Antes de responder os momentos em que passei com Larissa invadem minha cabeça como se fossem pequenos trechos de um filme. Eu trai minha futura esposa e não me arrependo, como cheguei a esse ponto? Jade não merece uma coisa dessas mas acho que se eu deixá-la sozinha no altar será uma covardia da minha parte. 

 

- Sim. - retribuo o aperto na mão de Jade. - Eu aceito. - percebo um suspiro vindo dela como forma de alívio. 

 

Os convidados se levantaram e começaram a gritar de alegria. A felicidade de minha noiva era a melhor coisa que eu poderia ver hoje além de Larissa com aquele vestido branco que realçava seu corpo. Eu casei mesmo sabendo que não poderia prosseguir com esse segredo. Menti por quatro dias e ajo como se nada tivesse acontecido. João Guilherme você é um vacilão. 

 

- Eu te amo. - Jade cochicha em meu ouvido assim que se separa de nosso beijo demorado. - Eu te amo demais, meu amor. 


- VIVA AOS CASADOS! - grita Nicolas não parando de bater palma. Todos repetem logo se preoarando para jogarem arroz em nós assim que comêssemos a andar pelas fileiras de cadeiras. 


- Eu te amo muito mais. - cochicho de volta novamente selando nossos lábios. 

 

Entrelaçamos nossas mãos e saímos recebendo diversos arroz encima de nós enquanto passávamos entre as pessoas. Os garçons nos guiaram até o enorme salão que ficava nos fundos do hotel para que todos os convidados se sentissem a vontade e aproveitassem um pouco a festa. 

Muitos amigos vieram nos comprimentar e nos parabenizar com alguns presentes os quais guardamos em uma cesta que será entregue na empresa para que quando chegarmos abrir todos. 

 

- Parabéns. - Larissa caminha lentamente até nos segurando uma pequena caixa com embrulhada com papel de presente amarelo. Seus olhos demostram sua exaustão mas ninguém questionou sobre. - Desejo muitas felicidades a vocês dois. - ela sorri sem mostrar os dentes. 


- Obrigada! - rapidamente Jade se joga para seus braços lhe dando um abraço enquanto minha secretária me entregou o presente com sua mão esquerda antes de retribuir o gesto carinhoso. - Esses dois dias que passamos juntas foi um dos melhores. Não tenho palavras para agradecer toda a ajuda que me deu. 


- Obrigado. - nós dois não sabíamos se nos abraçávamos ou apertávamos nossas mãos. Jade estava esperando alguma reação nossa então Larissa tomou iniciativa e me abraçou por segundos logo voltando a sua posição ereta. 


- Boa festa. - diz virando as costas para nós. 


- Espere. - ela para, olhando para nós. - Não vai ficar até o final da festa? 


- É. Não tem por quê de ir embora agora. Aproveita! - exclama minha esposa colocando seu braço cruzado com o meu. 


- Eu não posso.. - percebo seu tom baixo. - Tenho que organizar a agente do senhor Ávila antes de vocês chegarem e.. - Thomaz surge atrapalhando sua justificativa. 


- Ei gata. - Larissa joga um olhar sério para o mesmo. - Nicolas está querendo bater um papo contigo. 


- Mais um motivo para você ficar. - Jade dá um sorriso. - Vamos Larissa! Precisa se desligar um pouco do trabalho e curtir um pouco! 


- Não precisa arrumar minha agenda agora. - digo fitando meu olhar no seu. - Logo quando eu voltar para o Brasil eu mesmo arrumo, se divirta. - aponto para a pista onde todos estavam dançando. 

 

Sem dizer nada, ela sai junto de Thomaz. Eu já poderia imaginar que nossa relação no trabalho seria mais complicada do que antes. Agora que estou casado Larissa não vai ser a mesma comigo e muito menos será uma pessoa presente nas festas da empresa. Se eu tivesse a conhecido primeiro, será que tudo seria diferente? 

 

- Nicolas? - minha secretária entra no corredor dos quartos na espera do amigo que estava lhe procurando. - Thomaz me disse que você queria falar comigo. 


- Ah, sim. - o mesmo surge colocando a cabeça para fora do quarto. -  Se incomoda de entrar para que possamos conversar em forma "privada"? - ele dá um sorriso envergonhado fazendo suas covinhas aparecerem. 


- Tudo bem. - Larissa ajeita sua bolsa em seu ombro e caminha até a porta do quarto. - É urgente? 


- Nem tanto.. - responde fechando a porta do quarto assim que ela entra. - Não é nada demais, pode ficar tranquila. 

 

<...>

 

Uma semana se passou e nada continua o mesmo. Todos os dias recebo uma mensagem diferente me parabenizando pelo casamento e pelo aumento de custo que a empresa ganhou nesses últimas dois dias. 

Jade ficou mais conhecida nas redes sociais e suas fotos por recebem um milhão de curtidas por segundo o que chega até ela mesma. 

Thomaz viajou para resolver uns assuntos super sérios que envolvem sua família que está em risco de falir por estarem tentando pagar a pensão de seu irmão mais novo, Luigi, que foi preso por estuprar uma menina de apenas cinco anos. 

Léo, o solteiro apaixonado, foi atrás do amado para lhe dar forças emocionais e aproveitar o momento que terão sozinhos para se assumir um gay. 

Nicolas anda um pouco diferente. Às vezes falta o trabalho sem ao menos me avisar e ainda por cima anda muito focado prestando atenção em não sei o quê. 

Larissa não aparece faz uma semana, sim uma semana sem dar nenhum sinal de vida para ninguém. Me falaram que depois que a festa de celebração de meu casamento ela foi embora alguns minutos depois sem ao menos se despedir dos demais. Ela tem seus motivos e por isso mesmo quero tirar razões de estar me ignorando de sua boca ao vivo e a cores, então faço questão de visitá-la. 

 

- LARISSA! - bato três vezes em sua porta esperando alguém vir me atender. - SEI QUE ESTÁ AI ENTÃO POR FAVOR, ABRA ESSA PORTA PARA QUE POSSAMOS CONVERSAR! - passaram dois minutos e escuto a tranca da porta se destravar. 


- Não era para você estar na empresa? - pergunta sem se importar com seu cabelo o qual estava todo bagunçado e embolado. 


- Eu sou o dono, tenho direito de ter um pouco de descanso. - coloco minhas mãos no bolso de minha calça. - Podemos conversar? 


- Vai mesmo perder seu tempo livre comigo? Aonde está Jade? 


- Eu não vim aqui para falar dela, Larissa. - seus olhos se desviam dos meus. - Vou poder entrar ou não? 

 

Ela dá um passo para o lado me dando espaço para entrar. Sua casa estava bagunçada. Corpos sujos espalhados pelos cômodos e pratos com restos de comida acumulados na pequena mesa de vidro enfrente ao sofá. Larissa está realmente abalada com tudo o que aconteceu e com tudo o que está acontecendo. 

 

- Só não liga para a bagunça. - ela se joga no sofá voltando a comer seus tacos frescos. 


- Por quê sumiu nesses últimos dias? - me sento na poltrona que ficava próxima ao sofá. - Agora você só me manda minhas agendas e os horários das minhas reuniões pelo computador. 


- Por quê acha que eu estou faltando? - seus olhos estão fixos em sua comida. - Eu não estou disposta para voltar a minha rotina diária, não agora que terei que olhar para sua cara mais do que o normal nas diversas reuniões que você tem. 


- As coisas aconteceram de forma tão rápida que não deu tempo de paramos para conversar sobre o que estava acontecendo com nós. 


- Quando vai colocar em sua cabeça que não existe "nós", João Guilherme? - assim que termina de comer os tacos coloca o prato encima dos demais na mesa de vidro e se ajeita no sofá, me encarando. - Nunca existiu "nós". Somos colegas de trabalho, não amigos. 


- O quê? - dou uma risada demonstrando nervosismo. - Quer dizer então que o que rolou entre n.. - paro pôs instantes, inspirando profundamente. - o que rolou entre a gente não significa nada para você? 


- Não. Nunca significou. - eu poderia jurar que ela estava mentindo mas seu tom e olhar estão tão sérios que nem sei o que dizer. - Para falar a verdade eu não quero nem me recordar os momentos que tivemos, eles só perturbam minha cabeça. 


- Larissa.. - sou interrompido. 


- Já acabou? Estou querendo ficar sozinha agora, na minha casa. - suas mãos alisam sua barriga de um modo "carinhoso", o que me soa estranho. 


- Sim, acabei. - me levanto, totalmente constrangido. - Eu quero que.. - novamente paro de falar por alguns segundos. - Quero que você me mande minha agenda de amanhã, por favor. 


- Fecha a porta quando sair! - a mesma aponta para a porta não tirando os olhos da TV que estava com seu volume um pouco alto. 

 

Ao sair, fico parado de costas para a casa. Ela mudou, está mais grossa e um pouco ignorante comigo. O que mais me surpreendeu foi ter ouvido "nunca significou" de sua boca. Depois de todos os nossos momentos de amor ela ousa falar uma coisa dessas sendo que á uma semana atrás era ela que estava preocupada com o que seria de nós. 

 

- Me desculpa.. - pede para si mesma, ainda alisando a própria barriga. - Tive que fazer isso para o meu bem. Não aguentava olhar para seu pai e.. ver que ele está com outra mulher sem ser eu. - lágrimas escorrem em seu rosto. - Mas garanto para você que seremos uma família feliz, você e eu, meu filho. 

 

Me sentei na calçada observando os carros passarem. Não queria que isso acontecesse, mas acabei não resistindo a minha tristeza e comecei a chorar ali, no meio de uma rua movimentada. Muitos dizem que homem não chora, quando eu era mais novo eu acreditava nisso, mas estou vendo que estava errado. 

Passei mais de uma hora sentado com a cabeça baixa, não querendo que ninguém me assistisse daquele jeito. Quando decidi ir embora, reconheci o carro de um dos meus amigos entrando na rua. 

 

- Nicolas? - coloco a mão acima da minha cabeça, tapando a luz do sol que estava em meu rosto. 


Notas Finais


entao galerinha,
me desculpem pelo capítulo menorzinho, estou sem tempo. estamos chegando no final dessa pequena história e quero perguntar para vocês: estão gostando? me digam algo que eu precisa melhora ou algo que eu possa mudar, a opinião de vocês é super importante!

🌺


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