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História Unexpected pregnancy - Capítulo 13


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Notas do Autor


Mais um capítulo!
Espero que gostem ♥

Capítulo 13 - Capítulo XIII


Meliodas se afundou na cadeira e ficou à observar a tela do computador. Sua atenção estava em outro mundo, ou melhor, em outro lugar, em outra pessoa.

A imagem de Arthur pondo as mãos em Elizabeth lhe faziam ter pensamentos nada convenientes.

- Senhor — sua secretária chamou sua atenção e ele a encarou — A senhorita Zaneri está aqui.

Ele sorriu.

- Mande-a entrar.

O loiro precisava se distrair e sabia que a única pessoa que poderia fazer isso naquele momento era Zaneri, e sabia que ela não mediria esforços para vir lhe "ajudar".

- Olá meu amor. — ela sorriu e trancou a porta, vindo em sua direção em seguida.

- Estava com saudades. — sorriu e a puxou-a para seu colo.

Por mais que Zaneri se mostrasse ser uma moça bonita, as intenções de Meliodas com ela eram apenas carnais, porém mantinham um certo relacionamento.

No final daquela noite, o Haznedar deixou Zaneri em seu apartamento e voltou para casa, porém sua cabeça continuava sendo perturbada pela imagem de Elizabeth.

Que droga de garota!

O loiro passou a noite virando de um lado para o outro, e se assustou quando viu raios de sol surgirem através da fresta da janela.

- Bom dia. — falou consigo mesmo e sorriu lembrando da noite anterior, a qual não pregou os olhos um minuto.

Após um longo banho e um café da manhã reforçado, seguiu para a empresa e se manteve ativo em todas as reuniões, tentando não pegar no sono.

- Oh céus, o senhor está horrível. — sua secretária colocou a mão sobre a boca, se arrependendo por ter falado.

Meliodas riu.

- Você também está linda, Layla. — brincou e entrou em sua sala após o horário de almoço.

Layla era sua nova secretária, apesar da pouca experiência, era uma das suas mais componentes funcionárias.

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A semana para Elizabeth passou se arrastando, e com o fim dela, veio uma notícia que tanto a preocupou.

Diane se mudaria à trabalho.

- Amiga, você pode ficar aqui até conseguir um lugar pra você, vou falar com meu pai sobre isso. — ela falou aflita.

- Não precisa se preocupar Di, eu vou conseguir um lugar. Tenho quantos dias até você ir?

- Uma semana. — bufou — Meu pai devia me consultar antes de tomar decisões por mim.

- É pro seu bem, você tem um futuro brilhante e ele está investindo nisso. Fique feliz, eu estou por você. — sorriu e segurou as mãos da amiga.

- Eu sei, mas e você? Eu disse que ia te ajudar e agora estou saindo do país, eu não...

- Diane, eu vou dar na sua cara se não parar de falar isso, você me ajudou demais e já está na hora de eu tomar o controle da minha vida.

Elizabeth passou o resto da tarde tentando convencer Diane de que estava tudo bem, e achava ter obtido êxito, pois ela pareceu aceitar tudo o que a albina disse.

- Ei —  a morena apareceu no quarto enrolada em uma toalha minúscula. — Eu vou sair com King hoje, preciso conversar com ele e explicar tudo... então não me espere, não sei o que pode acontecer por lá.

- Ok, façam uma despedida daquelas de quebrar a cama. — sorriu maliciosa e ela gargalhou seguindo para o seu quarto.

Elizabeth tomou um banho relaxante, colocou seu pijama e jogou-se no sofá com um balde de pipoca e outro de sorvete. E assim foi sua noite, assistindo seriados e comendo sem parar.
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Com o chegar de um novo dia, a Liones recebeu a visita de Verônica e Margaret, que passaram basicamente a tarde toda com a mais nova. Logo após suas irmãs irem embora, Elizabeth resolveu sair um pouco para espairecer e sair da escuridão daquele apartamento.

A Liones parou em uma lanchonete em frente ao parque central; pediu um suco de laranja e um lanche natural, já que sua última refeição havia sido ontem, que no caso fora pipoca e sorvete.

Enquanto esperava por sua refeição, ficou à observar as pessoas que passeavam pelo parque; casais apaixonados trocando carícias, pais e filhos brincando e se divertindo, idosos jogando em um lugar mais reservado, e logo passou a imaginar como seria sua vida dali pra frente, apenas ela e seu bebê.

- Nós vamos ficar bem, meu amor. — sussurrou baixinho, enquanto acariciava sua pequena barriga.

Logo seu lanche chegou e junto com ele, um grande temporal. A albina se recolheu para dentro da lanchonete e ficou à observar o cair da chuva. Pela vidraça continuou observando todos que estavam no parque, mas sua atenção estava presa nas crianças. Sorriu em pensamento e chamou a garçonete, pedindo a conta e em seguida, saindo dali.

Caminhou lentamente sem rumo, sentindo as gotas finas da chuva caírem em seu rosto e corpo, era uma sensação tão boa. Vestiu a jaqueta que estava amarrada em seu quadril e continuou a caminhar. Em meio à pensamentos seguiu andando e quando percebeu, estava próxima à sua antiga casa.

Parou duas casas antes e ficou observando de longe. As luzes estavam acesas e através da janela era possível ver tamanho movimento que estava tendo lá, provavelmente mais uma festa com os sócios de seu pai. Respirou fundo e seguiu caminhando, lágrimas brotaram em seus olhos. A falta que sentia do aconchego familiar era imensa.

- Elizabeth? – a Liones olhou para trás e sorriu.

- Ban? Nossa, quanto tempo. — o abraçou.

- Realmente, você sumiu! Soube que decidiu morar sozinha, virar independente, focar na vida pessoal, mas isso não quer dizer que tem que esquecer os amigos, sabe?

- Como?

- Ah, estive conversando com seu pai, ele me falou que quis tornar-se dona do próprio nariz.

- Ah — sorriu forçado — Então, novidades?

- Tudo na mesma e você?

- Acho que tá tudo normal. — riram — Ei, e você e a Elaine?

- Bom — sorriu – Estamos namorando.

- Sério? Que máximo! Vocês são extremamente fofos juntos! Mas olha, eu vou ter que ir Ban, estou atrasada pra um compromisso... mas foi ótimo te reencontrar, deixe beijos para todos.

- Claro, vai lá, mantenha contato.

- Pode deixar.

Com um abraço, Elizabeth se despediu de Ban e rumou andando por aquelas ruas, que foram seu trajeto durante anos. Conforme o tempo passava, o clima ia esfriando e seu corpo congelava cada vez mais.
Se encolhendo no ponto de táxi, a garota ficou ali até um carro preto parar em sua frente.

- Quer carona? — o loiro sorriu assim que abaixou o vidro.

- Olha que eu aceito.

- Entra aí. — sem cerimônias, ela adentrou o carro pelo lado do passageiro. — O que está fazendo à essa hora por aqui?

- Ia fazer a mesma pergunta. — riu. — Sai andando sem rumo e quando vi já estava por aqui, e você?

- Jantar de negócios.

- Vo-você estava na casa dos Liones?

- Sim, por quê? — olhou-a quando o sinal fechou.

- Nada, só vi uma grande movimentação lá e deduzi.

- Então, para onde está indo?

- Casa.

- A minha ou a sua? — brincou.

- Engraçadinho. — sorriu e encostou a cabeça na janela.

O resto do trajeto foi calmo, os dois trocaram algumas palavras, sorriram e cantaram também. Quando o carro finalmente parou em frente ao prédio da Liones, Meliodas desceu do carro; a albina olhou sem entender, mas ele apenas sorriu e deu de ombros.

- Aceito um café.

Abusado.

- Quem toma café à noite é velho. — debochou e adentrou o prédio sendo seguida por ele.

- Eu sou mais velho que você.- ele apenas sorriu fazendo careta e encostou-se esperando o elevador.

- Seu pai sente saudades.

- Como? — o encarou.

- O filho de um empresário chegou avisando que havia lhe visto e que tinha mandando beijos para todos. Seu pai faltou explodir de alegria quando o rapaz informou que você estava bem, mas logo vi tristeza nos olhos dele quando o Ban começou a relembrar às épocas em que vocês saiam juntos. Talvez você e seu pai devam conversar. - o elevador se abriu.

- Águas passadas. — espantou os pensamentos que rondavam sua cabeça e entrou no elevador.

- Não sente saudades?

- Sinto, muita saudade. Mas a gente paga pelo o que faz! Eu engravidei enquanto me passava por filha perfeita, e ele me tinha como a princesinha dele e não admitiu meus atos — deu de ombros.

- Eu sinto muito.

- Pelo o quê?

- Bom, você tá grávida por minha causa — ele riu. — Se não fosse por mim, estaria tudo bem na sua vida.

- Provavelmente não, se não fosse você teria a chance de ser outro... não se culpe, fomos nós dois! Você e eu temos culpa de ter uma pessoinha dentro de mim, uma pessoinha que eu amo. — sorriu abraçando seu próprio corpo.

Meliodas tinha um sorriso malicioso no rosto.

- No que está pensando?

- Em repetir a dose de 3 meses atrás. — gargalhou e saiu do elevador já aberto.

- Você não presta!

- Eu sei. – sorriu abertamente


Notas Finais


Comentem o que acharam do capítulo ♥
Até o próximo pessoinhas!


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