História Unfall - Imagine Jeon Jungkook (BTS) - Capítulo 2


Escrita por: e Why_Joonie

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jungkook, Personagens Originais
Tags Bts, Cryprinss, Ficslou, Hentai, Jeon Jungkook, Magia, Sobrenatural, Why_joonie, Yaoi
Visualizações 226
Palavras 892
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ecchi, Fantasia, Ficção Adolescente, Fluffy, Hentai, Magia, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Hello ^^
Tia Joonie aqui
Antes de tudo eu queria avisar que estou com problemas pra postar caps. pelo meu computador, então eu escrevi esse e mandei pra Suyeolx (Lou) e pedi pra ela postar por mim.

Obrigada @Summer pelo belo banner.

Enfim, espero que gostem, por favor deem muito amor para a nossa fic :3 <3

Música do capítulo: Monster - Meg & Dia.

Capítulo 2 - Monstro


Fanfic / Fanfiction Unfall - Imagine Jeon Jungkook (BTS) - Capítulo 2 - Monstro

"Existe cura para algo que não parece uma doença?"

 

 

 

 

1° Capítulo - Unfall

 

 

 

 

Acordei com o som do monitor cardíaco apitando algumas vezes em meus ouvidos. Abri os olhos lentamente vendo apenas algumas silhuetas em minha frente, aos poucos consegui enxergar o rosto preocupado de Jin ao lado de Taehyung que estava sentado brincando com o zíper da jaqueta jeans.

 

 

 

Me levantei rapidamente e sentei na cama vendo o espanto dos dois e o olhar dos mesmos caírem sobre mim.

 

 

 

-Hey, o que está fazendo? Você tem que descansar...– Ouvi a voz grossa de Tae se aproximando cada vez mais, quando olhei para cima ele já estava parado na minha frente verificando se eu estava bem.

 

 

 

– E-eu estou bem... O que aconteceu? Por que eu estou aqui?

 

 

 

Percebi o olhar do maior baixar, fitando o chão, então senti uma mão em cima do meu ombro e a voz de Seokjin alcançar meus ouvidos que ainda tinham um leve zumbido no fundo, mas que ficava mais baixo a cada minuto.

 

 

 

-Você estava dirigindo bêbado quando saiu da festa na casa do Tae e acabou batendo no carro da menina que está ali.

 

 

 

Ele apontou com a cabeça e pude ver uma menina deitada em uma maca perto da minha, não consegui identificar quem era, já que seu cabelo cobria sua face.

 

 

 

-Pelo o que aparenta, ela não teve ferimentos graves, mas acabou desmaiando na hora do acidente. Ela vai receber alta hoje mesmo, você irá para casa só amanhã, ainda está sob observação dos médicos.

 

 

 

-Amanhã voltamos para vir te buscar, durma um pouco, temos que ir agora. – Taehyung completou me deitando na maca, onde acabei dormindo.

 

 

 

 

Quando acordei já era noite, a menina que antes estava na maca ao lado da minha, não se encontrava mais lá. Me sentei e comecei a encarar o chão, quando de repente minha garganta começou a arder muito, não parecia uma simples dor de garganta, mas sim algo mais forte.

 

 

 

Me levantei e comecei a andar pelo quarto procurando por água, como não consegui achar nenhum bebedouro ou algo do tipo, resolvi sair do à procura de algo para matar minha sede, a maioria das luzes do hospital já estavam apagadas e não havia mais ninguém andando por ali.

 

 

 

A ardência na minha garganta só piorava a cada passo que eu dava, foi quando ouvi passos rápidos e suaves... Como o de uma mulher, e meu palpite estava certo, era uma enfermeira que estava passando por um corredor, ela me viu e veio correndo na minha direção.

 

 

 

-O que você está fazendo aqui acordado à essas horas? Não deveria estar no seu quarto? – Ela disse colocando um braço meu em cima dos ombros da mesma, onde deitei minha cabeça e fechei os olhos.

 

 

 

Foi quando senti um aroma estranho, porém, bom, doce e suave, pensei ser o perfume da moça, mas algo a mais me atraiu para esse cheiro. Um desejo,que era mais forte do que eu mesmo.

 

 

Minha garganta ardeu mais ainda quando senti este cheiro e algo na minha cabeça dizia.

 

 

"Morda, experimente mais deste desejo que te consome...".

 

 

 

Satisfeito, era assim que eu me encontrava, ao contrário da enfermeira que estava jogada no chão com uma poça de sangue ao seu redor.

 

 

Sai correndo em direção ao quarto onde estava, entrei no banheiro e me olhei no espelho. Minha boca estava coberta de sangue e meus olhos estavam vermelhos, o que eu havia feito e o que me deixou assim?

 

 

Gritos perturbadores comecei a ouvir, sirenes e pessoas chorando. Aquilo doía, meus ouvidos estavam doendo. Eu matei uma pessoa, mas como? Quero saber o que está acontecendo.

 

 

Lavei meu rosto e minhas mãos saí rapidamente do quarto para recepção do hospital. – Moça… Pode me dizer qual o nome da menina que sofreu o acidente de carro? – Respirava fundo, tentando recuperar meu fôlego.

 

 

– Desculpe, mas quem é o senhor? Algum parente?

 

 

– Sou o cara que se acidentou junto a ela, por favor me diz, eu preciso saber. – Implorava.

 

 

"O que será isso?" - Ouvia pessoas falando ao lado da enfermeira.

 

 

Passei minhas mãos pelos meus fios lisos e comecei a chorar, o que está acontecendo?

 

 

– Senhor, senhor. – Me chamavam. – Volte para o quarto, vamos.

 

 

Eu estou louco, eu não sou um assassino, não sou.

 

 

 

Narradora On:

 

 

 

 

02 de novembro 2005, Busan.

 

 

 

– Omma, o que é isso? – Perguntara mostrando a página de um livro.

 

 

– Filho, não quero que fique vendo essas coisas.

 

 

– Mas o que eles são, omma? São monstros? E esses olhos, mamãe? – Questionava curioso, nunca tinha visto algo parecido.

 

 

A senhora Jeon pegou o grande livro e o guardou. – Não quero você mexendo nisso Jeongguk! – O pequeno abaixara sua cabeça e permaneceu em silêncio, o pobre menino não queria que sua mãe ficasse brava. – Filho, eles são malvados, cuidado com essas pessoas. Elas podem nos matar.– Se ajoelhou e abraçou seu pequeno fruto.

 

– Foram eles que mataram o papai?

 

 

 

02 de novembro 2017, Seoul.

 

 

 

 

– Sou um deles? Eu matei meu pai? - Chorava e chorava, não parava de soluçar.

 

 

 

– Ei, o que houve? Por que está chorando desse jeito?

 

 

 

O doutor tentava me acalmar de todas as formas, mas não adiantava. – Saia daqui, eu sou um monstro. UM MONSTRO!

 

 

Minha cabeça doía por conta daquele barulho, aquela máquina estava me perturbando, me causando dores. Posso me curar disso?

 

 

 

Eu quero ir embora daqui.


Notas Finais


O credito não foi totalmente meu, agradeçam a tia Lou também por ter me ajudado em algumas partes <3

Até o próximo capitulo ^^


Why_Joonie


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