História Unholy (malec shortfic) - Capítulo 13


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Categorias Os Instrumentos Mortais, Shadowhunters
Personagens Alexander "Alec" Lightwood, Clary Fairchild (Clary Fray), Isabelle Lightwood, Jace Herondale (Jace Wayland), Magnus Bane, Maryse Lightwood, Robert Lightwood, Simon Lewis
Visualizações 486
Palavras 2.052
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Fluffy, Lemon, LGBT, Romance e Novela
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


🌝🌝

Capítulo 13 - I want more


Fazia duas semanas que Magnus não via Alec e ele estava ficando maluco, então, quando ele esperou os pais de Alec irem viajar e finalmente foi vê-lo. Magnus estava nervoso, com as mãos tremendo e o coração acelerado. Era isso que Alec causava nele. Magnus havia feito, dois dias atrás ele tinha oficialmente saído da igreja, ele finalmente estava livre. Livre para ser de Alec.

Ele tocou a campainha, uma, duas, três vezes. Ele achava que poderia ter um ataque cardíaco, nunca achou que ficaria tão nervoso assim por causa de um garoto de 18 anos. Ele achava que estava ficando maluco. Era a única solução. Maluco por Alec. Magnus já sabia o que iria fazer. Ele não queria continuar vivendo duas vidas. Não queria continuar vivendo uma mentira. Ele queria Alec e iria mostrar a Alec que ele poderia ter. Ele iria mostrar a Alec que ele iria ter um futuro ao seu lado. Ele iria fazer tudo que Alec quisesse. Ele era um devasso, não tinha dúvida. Alec era dono dele. Estava na palma da mão dele, não tinha como dizer não. Alec atendeu a porta, e ele estava tão lindo... seus olhos azuis brilharam quando ele viu Magnus e ele sorriu tímido.

  — Eu saí da igreja — Magnus falou, com um sorriso do tamanho do mundo. Alec arregalou os olhos.

— Você... —  Alec disse sem ar. — Você... mesmo?

— Sim, amor.

E então os dois estavam se beijando. A porta foi fechada com um baque e Alec estava no colo de Magnus, prensado contra a parede enquanto as mãos de Magnus estavam na sua bunda. Magnus beijava Alec como se dependesse daquilo, como se a sua vida não tivesse sentido sem aquilo. Alec derreteu em seus braços. As mãos em seus cabelos e a língua tocando a de Magnus com fome e violência. Os dois estavam gemendo, Alec se esfregava em Magnus como um necessitado. Magnus queria tanto Alec, queria ele como um drogado.

Ele pegou Alec e começou a subir as escadas, ainda o beijando, sem conseguir parar. Quando eles entraram no quarto de Alec, Magnus o jogou na cama. Alec gemeu enquanto Magnus rasgava sua camisa sem paciência para tirá-la educadamente. Magnus voltou a o beijar enquanto Alec tirava o seu terno. As pernas de Alec estavam na cintura de Magnus, o apertando com força e ele sentia a ereção de Alec tocando a sua por cima do pano do terno. Magnus tirou o resto da roupa de Alec, abrindo a calça com uma mão e tirando-a jogando no chão sem cuidado algum, Alec sorriu e tirou todo o resto da roupa de Magnus também, gemendo cada vez que eles se tocavam. O quarto estava pegando fogo, Magnus estava pegando fogo.

— Eu senti tanto a sua falta — Magnus disse contra a boca de Alec, sua voz saiu quase em um gemido e Alec puxou a cintura de Magnus para baixo, não querendo que nenhuma parte do corpo deles ficassem sem se tocar. Magnus puxou o lábio inferior de Alec, e o prendeu com os dentes, vendo os olhos azuis de Alec o encararem como um faminto. Magnus soltou o lábio dele em um estalo.

— Eu também, amor... — Alec disse, pegando o membro de Magnus na mão e começando a masturba-lo. Magnus deixou sua cabeça ir até a dobra do pescoço de Alec e ele passou a língua pelo local, em seguida chupou a pele em vários lugares ouvindo os gemidos satisfeitos de Alec. Magnus o mordeu, deixando uma marca vermelha e Alec quase gritou gemendo. Alec saiu de baixo de Magnus, ele sorriu e deitou Magnus na cama, sentando em cima de seus quadris, Alec começou-se a se movimentar em cima de Magnus, fazendo o pênis ereto de Magnus roçar em sua entrada, mas nunca o penetrando. Magnus — perdendo o controle — jogou Alec na cama, vendo-o sorrir. Magnus se ajoelhou em frente a Alec, com o seu pênis na frente da cara do garoto. Alec levantou os olhos para Magnus e o olhou sorrindo.

— O que você quer que eu faça? — Ele perguntou. Magnus sabia que Alec tinha certeza de o que Magnus queria mas ele queria ouvir Magnus dizer. Magnus riu, ele se abaixou. Tomou o queixo de Alec com a mão, segurando-o na sua frente. Magnus puxou o lábio inferior de Alec e o garoto gemeu e então, com os lábios roçando nos de Alec, ele disse:

— Eu vou foder a sua boca... e eu quero ouvir você gemer bem alto, ouviu? — Magnus sussurrou e Alec sorriu, passando a língua entre os dentes.

— Sim, senhor. — Alec disse sorrindo e abrindo a boca. Magnus gemeu.

Magnus se aproximou, colocando o seu membro na boca de Alec. Ele começou a se movimentar pra frente e para trás, estocando a boca de Alec e assim como ele disse, Alec estava gemendo. Ele fechava os olhos e gemia, fazendo Magnus ter a visão do paraíso. Ele continuou se movimentando, penetrando a boca de Alec, indo forte e fundo, vendo Alec derramar algumas lágrimas mas não parar de gemer, ele sentia seu pênis chegar até na garganta de Alec e o garoto continuava gemendo e encorajando Magnus. Magnus sentia que estava vindo e então saiu da boca de Alec, vendo-o abrir os olhos e fazer um beicinho.

— Eu quero que você goze na minha boca — Alec falou. — Eu quero sentir você, Mags...

— Diga por favor, baby — Magnus disse, seu pênis estava a um centímetro do rosto de Alec, que sorria.

— Por favor, Mags, goza na minha boca — Alec pediu, passando a ponta da língua na glande de Magnus. Magnus sorriu.

Magnus pegou seu membro com a mão e direcionou ele para a boca de Alec, mas, ao invés de penetra-lo, ele passou seu pênis na boca de Alec, vendo-o olhar com um sorriso cheio de espectativa. Ele então passou seu membro na bochecha direta de Alec, vendo-o gemer, e então passou na bochecha esquerda. Alec lhe olhava e olhava para o seu membro, ele parecia impaciente e necessitado, Magnus adorava provoca-lo. Magnus passou seu membro no queixo de Alec, vendo o rapaz gemer baixo com a proximidade. Ele passou nos lábios de Alec, colocando só a ponta na boca de Alec, quando Alec foi pra frente, tentando chupa-lo Magnus foi para trás apenas para provocar ele. Alec gemeu frustado. E então  Magnus penetrou a sua boca, com força, indo até a garganta dele. Alec gemeu alto, e Magnus fechou os olhos, se permitindo a penetrar a boca de Alec com força. Ele continuou se movimentando, sem pausa, fodendo a boca de Alec com força e com rapidez. Ele sentiu o prazer tomar conta de seu corpo e ele gozou, sentindo sua mente ficar nublada. O prazer era imenso, correndo por suas veias como droga, Alec gemeu junto com ele. Magnus viu Alec engolindo todo o seu líquido e terminando de lamber o pênis de Magnus, engolindo tudo que tinha. Ele olhou para Magnus sorrindo, com os lábios molhados e vermelhos por causa da violência de Magnus.

E então Magnus se abaixou, indo em direção a virilha de Alec e sem deixar que ele falasse nada a respeito, ele o engoliu. Alec soltou um gemido alto enquanto Magnus o chupava, colocando-o até o fundo de sua garganta e gemendo audível para Alec. Ele continuou com os movimentos, as mãos de Alec foram parar em seus cabelos e os dois gemiam feitos doidos. Magnus deixou Alec se desmanchar na boca dele e assim como o garoto tinha feito antes, ele engoliu tudo, lambendo o membro de Alec para engolir todo o seu líquido. Alec o puxou para cima e os dois estavam se beijando novamente, as unhas de Alec cravadas nas costas de Magnus tentando aliviar o tesão que já estava os dominando. Magnus apertou a cintura de Alec com uma mão e com a outra ele agarrou a coxa de Alec, cravando as unhas na pele pálida e colocando a em volta de seu quadril, Alec gemeu contra os lábios de Magnus, abraçando ele com as pernas na sua cintura e o beijando com fome. Magnus se esfregou em Alec, gemendo e dizendo o seu nome, Alec jogou a cabeça para trás e Magnus atacou o seu pescoço, ao mesmo tempo em que se movimentava em cima de Alec, tocando as suas ereções. Ele lambeu o pescoço de Alec e deu as mordidas que ele sabia que Alec amava. Os dois gemiam e se agarravam um ao outro. Magnus pegou o seu membro com uma mão e se tocou, logo em seguida segurando o de Alec também. E então Magnus estava fazendo uma masturbação dupla, tocando o seu membro e o de Alec ao mesmo tempo, subindo e descendo com os movimentos enquanto Alec gemia o seu nome.

— Mags... eu quero você dentro de mim — Alec disse, Magnus gemeu e mordeu o pescoço dele com força, fazendo Alec gemer ainda mais alto. -— Por favor, padre, me fode.

Magnus levantou os olhos. Seu corpo queimando de tesão, ele sentiu sua pele arder e seu membro completamente duro latejar implorando para estar dentro de Alec mais uma vez.

— Repete — Magnus disse, com sua boca colada na de Alec.

— Me fode, padre — Alec disse, sua voz rouca saiu em uma forma de gemido e Magnus não conseguia mais manter o controle.

Alec pegou uma camisinha na gaveta e colocou em Magnus, em seguida ele trocou as posições e sentou em Magnus, sem pedir permissão e vendo-o gemer em baixo de si. Alec começou a rebolar em Magnus, em uma lentidão tortuosa, Magnus mantinha as mãos nos quadris de Alec, o ajudando com os movimentos e fechando os olhos sentindo Alec sentar nele como se ele dependesse daquilo. Alec aumentou a velocidade, ele gritava e Magnus não estava diferente. Alec se apoiou no peito de Magnus, subindo e descendo em cima dele rapidamente. Magnus gemeu alto e segurou Alec pela cintura, trocou as posições e ficou em cima dele, penetrando-o com força. Alec gemeu e abriu as pernas para Magnus, deixando-se totalmente a mostra e nem sequer parecia se importar com isso. E então, como Alec havia pedido, Magnus fodeu ele, indo forte e fundo, gemendo sem se preocupar com o volume e ouvindo Alec gritar o seu nome cada vez mais alto. As unhas de Alec ficavam cravadas em suas costas e a pele de Magnus ardia. O prazer percorria os seus corpos, queimando-os e os deixando sem filtro. Magnus não conseguia pensar em mais nada, ele apenas conseguia sentir Alec, sentir seu membro entrando e saindo dele, indo tão fundo que Alec arqueava as costas para trás e aumentava a pressão das unhas em suas costas. Uma lágrima solitária caiu dos olhos de Alec e Magnus sorriu. Ele estava deixando Alec louco, Alec estava lhe deixando louco. Como poderia haver algo melhor que aquilo?

— Eu amo você — Alec disse, gemendo. Magnus abriu os olhos, que até agora estavam fechados e parou com as estocadas, apenas para se inclinar contra Alec, lhe beijar os lábios delicadamente e puxar o seu lábio inferior.

— Eu também amo você — Magnus respondeu.

Quando ele voltou a estocar, Alec gritou e Magnus fechou os olhos, sentindo sua mente ficar em branco, ouvindo o grito que Alec deu. Os dois gozaram ao mesmo tempo. Magnus sentiu seu corpo tremer e assim como Alec ele gritou. Magnus saiu de Alec, tirando a camisinha e se jogando na cama. Sua respiração estava totalmente descompassada, Alec estava com o peito molhado de seu próprio gozo e tinha os olhos fechados, tentando inutilmente controlar a própria respiração. Magnus sabia que os dois queriam mais.

Alec abriu os olhos e sorriu. Ele se virou para Magnus e Magnus o beijou, dessa vez mais delicadamente.

— Eu quero mais... — Alec disse, contra os seus lábios. — Eu quero muito mais.

Magnus sorriu e mordeu o lábio de Alec. Magnus subiu em cima de Alec mais uma vez, beijou o seu pescoço e desceu os beijos pelo pescoço dele, ouvindo gemer seu nome baixinho. Os dois tinham o dia todo pela frente e Magnus não iria perder tempo com conversas. Ele desceu os beijos pelo peito de Alec, lambendo o seu abdômen molhado e dando um sorriso para Alec, antes de toma-lo em seus lábios mais uma vez.


Notas Finais


que foda foi essa minha gente


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