História Unicórnio do sexo. ( Reescrevendo;Hiatos) - Capítulo 1


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Categorias EXO, Stray Kids
Personagens Baekhyun, Bang Chan, Chanyeol, Chen, D.O, Han Ji-sung, Hwang Hyun-jin, Kai, Kim Seung-min, Kim Woo-jin, Lay, Lee Felix, Lee Min-ho, Personagens Originais, Sehun, Seo Chang-bin, Suho, Xiumin, Yang Jeong-in
Tags Bekhyun!uke, Chansebeak, Chanyeol!top, Kaisoo, Sehun!flex, Sulay, Xiuchen
Visualizações 192
Palavras 1.376
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Ficção Adolescente, Fluffy, Lemon, Poesias, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Essa é a minha nova fic.


EU SHIPPO MUITOO CHANSEBEAK E VIM AQUI MOSTRAR MEU AMOR POR ESSE SHIPP MARAVILHOSO......

Espero de coração que gostem.

Bjos.

Capítulo 1 - Prólogo


Fanfic / Fanfiction Unicórnio do sexo. ( Reescrevendo;Hiatos) - Capítulo 1 - Prólogo

" O curioso termo "unicórnio do sexo" refere-se a uma forma diferente de apreciar o sexo a três. A expressão indica que existe uma terceira pessoa que só aparece na hora do sexo, como se fosse um membro honorário. O casal vive um relacionamento monogâmico, mas quando deseja uma experiência sexual diferente, chama essa outra pessoa fixa, que geralmente só busca sexo sem compromisso.

 Você faz ideia do que é um unicórnio do sexo? Bom, se em algum momento da vida você experimentou o sexo a três, saiba que um dos envolvidos pode se encaixar nesse termo, mesmo sem saber. Basicamente, essa expressão refere-se a uma terceira pessoa que se junta a um casal apenas na cama, mas há mais detalhes que devem ser considerados. Primeiramente é preciso entender o que esse cavalo com um chifre único tem a ver com o assunto. A pessoa que se junta a um casal para participar de uma relação sexual poliamorosa é chamado de unicórnio devido à raridade quase mítica desse ser. Fora que há quem acredite que essa era uma espécie de animais bissexuais – tanto os machos quanto as fêmeas. Um unicórnio pode se envolver em qualquer tipo de ato sexual com um casal. É perfeito para alguém que não gosta de compromisso e para quem aprecia o sexo a três ."




[........]





 Oh Sehun era um aspirante à escritor que sucumbia aos encatos dos seus personagens. Aos 23 anos, nunca havia sequer beijando e isso era um ato nobre para si, oras, quem em pleno século 21 nunca beijou? Oh Sehun, é claro. Não era novidade para ninguém que o Oh vivia no mundo da lua - ou das histórias, como ele diz -, mesmo com seu jeito sem expressão e seu modo calado, Sehun não enganava seus amigos mais próximos. Ouvi todos os dias de Jongin - um de seus melhores amigos - que ele ainda acabaria entrando em uma enrascada por sonhar tanto, era claro que o maior nunca dera ouvidos os desvaneios do mais velho. Sehun era uma sonhador em potêncial. Passava horas e mais horas com sua cara enfiadas em livros que iam dês de Shakespeare até Cassandra Clare.Era de fato um admirador de romances e contos mágicos, o que as vezes levava o jovem Oh a se questionar de era mesmo humano ou um ser místico. Seus dias de paz e livros irá para os áres assim que o jovem se dera conta de onde estava se metendo. 

 Vejamos, Sehun era extremamente doce e sem um pingo de maldade em sua mente, o máximo que ouviu sobre sexo fora em suas histórias, o que o deixava frustado. Queria sim ser igual aos outros "adultos" de sua idade, mas o que fazer quando não se é aquilo que quer? Bom, ele não fazia a mínima ideia. Segui sua vida como bem entendeu, as vezes se martirizando por não fazer certas coisa mas logo repensada e se resolvia consigo mesmo. 


 Em um pequeno apartamento no meio de tantos outro em Seul jazia Sehun com mais um de seus livros, um sorriso no rosto e um chicara de café amargo.

 - Vivemos e respiramos palavras. Foram os livros que me impediram de tirar minha própria vida depois que eu pensei que nunca poderia amar alguém, nunca seria amado por ninguém. Foram os livros que me fizeram sentir que talvez eu não estivesse completamente sozinho. Eles poderiam ser honestos comigo, e eu com eles. Lendo suas palavras, o que você escreveu, como você era solitária e, às vezes com medo, mas sempre valente, a sua maneira de ver o mundo, suas cores e texturas e sons, senti-me do jeito que você pensou, desejou, sentiu, sonhou. Eu senti que estava sonhando e pensando e sentindo com você. Sonhei o que você sonhava, quis o que você queria, e então eu percebi que realmente eu só queria você.- Leu com a voz um tanto alta devido a emoção. Pensava que aquele trecho fora feito especialmente para si. Bom talvez não todo o treco, afinal, os livros eram sim importantes para vida Sehun, porém, o jovem escritor não tinha a tal pessoa amada.

 Em hipótese alguma Sehun se culpava por ser "diferente", não que ele fosse um cara feio, longe disso, o jovem era o tipo ideal de todas as garotas de sua faculdade. Mesmo tentado Sehun nunca sequer conseguiu beijar uma delas, não era fácil para si, tentava de tidas as formas mas parecia que algo o impedia. Depois de algum tempo tentando em vão, começou a dá desculpas esfarrapadas para suas pretendentes que ia dês da morte de sua doce avó - essa que se encontrava vivíssima - que em seu último suspiro o fez prometer que só beijaria no altar, até o fantástico aniversário de sua cachorrinha - o que de fato era verdade -. Era frustante para si assim como era para seus amigos que faziam de tudo para o ajudar, e é claro, não obtinham resultados. 

 - Acho que vou fazer chocolate quente.- O jovem disse colocando uma de suas mãos no queixo em uma pose pensativa.- O que acha Vivi?.- Perguntou a sua cadelinha que latiu em resposta arrancando um sorriso de seu dono. Levantou-se e andou até a cozinha, suspirou assim que percebeu que não tinha nada em seus armários, talvez não devesse ter passado tanto tempo na casa de Junmyeon - outro do seus melhores amigos - no período em que estava desempregado. 

Sehun trabalha como estagiário em uma editora. Fora um festa quando recebeu a notícia de que havia sido selecionado, seu sonho em fim se tornaria realidade -ou quase -. Após um ano da sua graduação finalmente estava fazendo o que lhe agradava, trabalhou sim nesse meio tempo, mas tudo não passou de "bicos" para conseguir pagar seu aluguel e máter as despesas da casa. Quando finalmente resolveu morar sozinho nunca pensou que se arrependeria assim que colocasse os pés para fora do conforto de sua antiga casa, para o jovem que sempre teve como amiga sua avó apenas aquilo era como ir para a lua usando apenas uma cueca encima de um balão. Foram várias noites mal dormidas com medo do tal bicho papão, e várias panelas destruídas por seus " dotes" culinários. Dês de muito jovem sabia se virar sozinho, mas, definitivamente, cozinhar não era seu forte.

 Suspirou. Não queria ter que sair de casa naquele momento. Estava de filha após dois longos meses de trabalho e tudo que menos queria era andar naquele momento.

 - Merda. - Disse para si mesmo assim que percebera que não havia jeito.- Vamos dá uma volta Vivi.- disse para sua cadelinha, esse que latiu e pulou em seu colo arrancando mais um sorriso de seu dono.





 [.........]







 Sehun andava tranqüilamente pelas ruas movimentadas de Seul. Aquele dia estava quente e seu corpo já começava à suar lhe causando certa raiva por ser tão tonto ao ponto de não lembra de fazer suas compras do mês na hora certa. Andava à passos largos, havia deixado Vivi na casa de sua vizinha que adorava a cadelinha, assim saindo com mais tranquilidade. Não prestava bem atenção ao seu redor, a presa e o livro um tanto grande em suas mãos não permitiam esse feitio.

 Sentiu algo esbarrar contra si, ou melhor, seu corpo esbarrar sobre algo. Tirou os olhos de seu livro e encontrou um ser um tanto baixo sentando no chão com uma cara de dor, arregalou os olhos.

 - Me ...me...des...desculpa....- Disse gaguejando. Não sabia lidar com pessoas ainda mais sob pressão. Estendeu sua mão um pouco recuoso para o menor que a pegou sem rodeios. Sentiu um leve choque com o toque retirando logo sua mão da do desconhecido. Olhou bem pra o ser a sua frente e ficou levemente corado. Ele era menor que si, porém seu corpo era bem mais forte que o seu, os cabelos platinados caiam em seus olhos e seu look era despojado. Reparou uma leve maquiagem ao redor dos olhos do menor, esse que sorrio assim que percebeu o outro encarando a sí com ternura. Sehun corou mais ainda.

 - Fofo.- Disse o menor com a voz um tanto grossa causando arrepios no jovem Oh. 

"Realmente, não deveria ter saído de casa. - Pensou Sehun."                  


Notas Finais


Espero que tenham gostado.

Desculpem os erros.

Até o próximo?


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