História Unidas - Capítulo 24


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Categorias Once Upon a Time
Personagens Capitão Killian "Gancho" Jones, Cora (Mills), Emma Swan, Personagens Originais, Regina Mills (Rainha Malvada), Robin Hood
Tags Emmaeregina, Swanqueen
Visualizações 82
Palavras 911
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ficção Adolescente, Orange, Romance e Novela, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 24 - Unidas 24


O perfume de Regina entra pelas minhas narinas fazendo meu enjoo se manifestar. Me afasto um pouco e a mesma me encara sem entender nada...

- Ta tudo bem? - Regina pergunta

- Você já pensou em trocar de perfume? - Pergunto 

- É claro que não, Emma. Euem que loucura! O que está acontecendo? - Regina pergunta

- Nada, ué! - Respondo rindo 

- Você está estranha demais! - Regina se senta - Euem... broxante! - Regina fala 

Ando em direção a porta porém logo sou segurada por Regina. Uma tontura horrivel invade meu corpo que por segundos tudo ao meu redor girou na velocidade da luz!

- Emma! - Eu estava nos braços de Regina - Temos que ir no hospital. - Regina fala

- Não. - Falo 

- Porque não? - Regina pergunta

Eu tirei coragem de onde eu nunca pensei que tiraria...

- Deu certo Regina... - A olho - Enjoo, tontura, mudança de humor e desejo. Eu fiz o teste e deu negativo! Mas os sintomas e tudo mais... - Regina me  olhava e sorria - Nós vamos ser mães! - Falo 

- Ai meu deus... - Regina começa a rir - Mães! Nós vamos ser mães! - Regina me pega no colo - Ai eu te amo... ai meu deus - Regina me coloca no chão - Eu te apertei? Amor desculpa eu... - Corto Regina

- Amor... - A olho e começo a rir - Respira! - Falo 

- Desculpa é que... - Corto Regina

Eu não a deixo falar e a beijo... 

- Melhor? - Pergunto

- Mais ou... - A beijo novamente - Agora sim! - Regina fala rindo 

Regina se ajoelha e sobe minha blusa...

- Oi meu amor... ou oi meus amores! Vocês ou você é tão pequenino ainda, mas eu já amo tanto vocês. Estamos esperando ansiosas! - Regina enche minha barriga de beijos e começa a cantar uma melodia desconhecida para mim - Sou de Nanã, euá, euá, euá, ê. Sou de Nanã, euá, euá, euá, ê. Sou de Nanã, euá, euá, euá, ê. - Regina encosta a cabeça na minha barriga - Fui chamado de cordeiro mas não sou cordeiro não. Preferi ficar calado que falar e levar não. O meu silêncio é uma singela oração. Minha santa de fé. Meu cantar. Vibram as forças que sustenta o meu viver. Meu cantar. É um apelo que eu faço a Nãnaê. Sou de Nanã, euá, euá, euá, ê. Sou de Nanã, euá, euá, euá, ê. Sou de Nanã, euá, euá, euá, ê. Sou de Nanã, euá, euá, euá, ê. O que peço no momento é silêncio e atenção. Quero contar o sofrimento que eu passei sem razão. O meu lamento se criou na escravidão... Que forçado passei. Eu chorei. Sofri as duras dores da humilhação. Mas ganhei, pois eu trazia Nãnaê no coração. Sou de Nanã, euá, euá, euá, ê. Sou de Nanã, euá, euá, euá, ê. Sou de Nanã, euá, euá, euá, ê. Sou de Nanã, euá, euá, euá, ê. Sou de Nanã, euá, euá, euá, ê.Sou de Nanã, euá, euá, euá, ê. Sou de Nanã, euá, euá, euá, ê. Sou de Nanã, euá, euá, euá, ê. - Regina beija minha barriga e levanta e segura meu rosto - Eu te amo! - Regina fala

- Eu te amo! - Falo 

- Temos que ir no medico mesmo assim. - Regina fala

- Temos uma consulta em poucas semanas. - Falo 

- Então quer esperar? - Regina pergunta

- Sim, por mais que já tenha os sintomas eu prefiro esperar. Mas eu tenho um teste lá em cima! - Respondo

- Quer fazer? - Regina pergunta

- Quer que eu faça? - Pergunto 

- Você quer fazer? - Regina pergunta

- Quero. - Respondo

- Então vamos fazer! - Regina fala

Regina sorri e sai me puxando. Subimos para o quarto e fomos fazer o teste. Ao sair do banheiro dou de cara com Regina sentada na cama na direção do banheiro, super nervosa...

- Pra sua sorte eu estava com vontade de fazer xixi! - Falo rindo 

- Agora é 15 minutos né? - Regina pergunta

- Maximo 15 minutos. - Respondo 

- É torturante! - Regina fala

- Muito! - Me sento no colo de Regina - Se der negativo você não vai ficar chateada? - Pergunto 

- Não amor, mas eu e você sabemos que deu certo! - Regina responde

- Sim! - Falo 

Os minutos se passaram e eu pego o teste e dou nas mãos de Regina...

- Não tenho coragem. - Falo 

- Certo... - Regina sorri - Um... - Respiro fundo - Dois... - Regina vira e olha - Trê... PUTA MERDA! - Regina corre até mim e me beija - Vamos ser mães, deu positivo! - Regina fala

- Mesmo? - Pergunto

- Sim! - Regina me mostra o teste e minhas lágrimas começam a cair - Parabéns amor! - Regina fala

- Parabéns amor! - Falo chorando

Nos deitamos na cama e ficamos agarradinhas... 

Os dias foram passando muito rapido e os enjoos, tonturas, desejos nada alarmante, mudança de humor e entre outras coisas foram aparecendo mais. 

O dia do exame de sangue chegou e lá estavamos nós e eu lá sendo espetada por uma agulha gigantesca, tirando meu sangue. Tenho mesmo medo de agulhas, e dai! 

A medica pediu urgencia no resultado e assim fizeram. Esperamos por uma hora e meia e logo a enfermeira aparece...



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