História Unidos e Separados - Capítulo 1


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Categorias Kuroko no Basuke
Personagens Akashi Seijuro, Alexandra Garcia, Aomine Daiki, Furihata Koki, Himuro Tatsuya, Izuki Shun, Kagami Taiga, Kise Ryouta, Kiyoshi Miyaji, Kiyoshi Teppei, Kuroko Tetsuya, Makoto Hanamiya, Midorima Shintarou, Momoi Satsuki, Murasakibara Atsushi, Nijimura Shuuzou, Takao Kazunari, Yukio Kasamatsu
Tags Abo, Akafuri, Aokise, Kagakuro, Midotaka, Murahimu, Nijiaka, Nijihai
Visualizações 209
Palavras 2.593
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Fantasia, Ficção, Lemon, LGBT, Luta, Romance e Novela, Shonen-Ai, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olha quem decidiu postar uma longfic, eu mesma kkkkkkkk ~rindo de nervoso~
Já vou avisando que mesmo o casal principal sendo Aokise, TODOS os casais secundários terão capítulos destaque ;)
As capas são editadas por mim, então serão simples mesmo :v
Espero que gostem!

Capítulo 1 - Proposta


Fanfic / Fanfiction Unidos e Separados - Capítulo 1 - Proposta

O estado mental e físico de Kise Ryouta eram definidos por uma palavra: exaustão.

Estava cansado da vida que levava por culpa daquele homem, Aomine Hiroya. Há três anos, sua tribo havia sido atacada pela Toou, sua vizinha, com a intenção de aumento de território. Pela Kaijo ser quase inteiramente composta por ômegas, não puderam lutar igualmente contra a tribo rival, que havia soldados muito mais fortes e um maior número de alfas. Kise passou anos tentando convencer seu pai a permitir que ômegas lutassem, alegando sua utilidade em batalhas futuras. Não foi por falta de aviso que perderam. O orgulho os levou à ruína. E, como se a humilhante derrota não fosse o suficiente, foram feitos de escravos. Alguns ômegas, principalmente mulheres, acabaram sofrendo abusos e os alfas da Toou mataram quem tentara uma rebelião.

Ryouta tinha quinze anos quando tudo aconteceu. Quando viu seu pai ser morto em sua frente, por sua posição como líder da tribo. E ele, o herdeiro, fora poupado para ver a desgraça que seu povo ficaria após a dominação da Toou. Jamais deixou que um alfa lhe tocasse, mataria quem tentasse e esperaria sua morte por tal ação com orgulho. Às vezes, se pegava pensando se não seria melhor entregar a sua vida aos deuses, ao invés de sofrer tamanha opressão e a obrigação de trabalhar como escravo...

Não!

Possuía em mãos o dever de retomar o orgulho da Kaijo, não podia desistir, não ainda. Devia aproveitar a vantagem de não haver muitos mortos de seu povo — Toou queria o maior número de escravos possíveis, afinal — e arranjar uma maneira para conseguir derrubar aquele líder de merda. Poderia retribuir o favor e escravizar a Toou, entretanto não desejava isso. Sabia quão horrível era ser posto nessa situação e não queria que inocentes sofressem o mesmo. Tinha o conhecimento, graças ao Kuroko, que muitos não concordavam com a condulta de Hiroya e o odiava. Era dito como um ditador altamente agressivo e manipulador. Tal fato apenas fazia Kise querer a cabeça dele ainda mais.

Por falar em Tetsuya, esse era o melhor amigo do loiro. Antes de ser atacada, havia uma parceria entre a Kaijo e a Seirin, onde o azulado era o herdeiro. Os dois faziam visitas diárias um ao outros e conversavam durante horas, sobre tudo. Ambos eram ômegas, o que facilitava e aumentava o entendimento entre eles. Quando Kaijo sofreu tal invasão, a aliança com a Seirin se manteve, por isso Kuroko ainda o visitava, escondido, mas visitava.

Nesse momento, aguardava sua chegada ao esconderijo que ele descobriu há dois anos.

— Kise-kun! — Ouviu a voz do amigo e virou-se, surpreso. O viu correndo em sua direção.

Ômegas, após seu primeiro cio — momento no qual descobrem serem realmente ômegas — criam uma sensibilidade para sentir o aroma que os Alfas e os de sua espécie exalam. Porém, por algum motivo desconhecido por todos, Kuroko não nasceu com tal fragrância natural. Se não fosse pelo seus cios, poderia jurar que ele era um Beta. Sendo assim, sempre acabava se surpreendendo, ou até mesmo se assustando, com as aparições repentinas do amigo.

— Oi, Kurokocchi. — Deu um sorriso que o outro sabia ser falso. Cansou de contar quantas vezes aquilo se repetia.

— O que houve? — perguntou sem rodeios.

— Problemas no trabalho. — Kuroko sabia o que realmente estava por trás dessas palavras.

Não eram meros problemas no “trabalho”. Kise havia enfrentado um de seus mestres e fora castigado, tinha a certeza. Não conseguia deixar de pensar que o loiro possuía muita sorte por ainda não ter sido morto ou abusado sexualmente. Tetsuya não queria ver o resultado quando essa sorte acabasse. Sempre o repreendia por atitudes impulsivas assim.

Queria muito poder ajudar e tirar as pessoas da Kaijo dessa situação. Odiava ver tais injustiças cometidas, pela mais pura ganância. Discutiu com seu pai sobre esse assunto, não adiantando de nada, apenas recebeu uma negação como resposta. A Seirin não poderia entrar em uma guerra com a Toou por causa disso. O reino deles, Teiko, já sofria de problemas externos demais para ter que lidar com uma guerra interna.

— Hoje é o dia do desfile, não é? — Kuroko  indagou, sentado ao lado do amigo.

— Infelizmente. Odeio o desfile.

No dia do Desfile, o líder — Aomine Hiroya — passeava pela tribo junto de seus soldados e seu herdeiro. Acontecia uma vez por mês e era obrigatório curva-se diante a ele, quem não o fizesse era severamente punido, podendo ser condenado à morte.

Kise odiava esse dia. Odiava o sorriso hipócrita que Hiroya esbanjava ao ver o poder e influência que tinha sobre os outros. Odiava a falsa preocupação dele com o povo, todos sabiam que ele apenas se importava com terras e dinheiro. Odiava curva-se para um manipulador de merda, o qual não merecia nada além de raiva. Simplesmente, odiava Aomine Hiroya.

— Eu sei — Kuroko suspirou. — Você vive dizendo isso todos mês. — Soltou uma leve risada, mas Kise apenas o retribuiu com um sorriso fraco. O azulado o olhou e começou a pensar no que poderia animá-lo, ou pelo menos fazê-lo esquecer por um tempo os seus conflitos.

— Kurokocchi? Algum problema? — Ele estava encarando o nada fazia alguns segundos e Kise ficou curioso.

— Nada. Estava pensando… o único lado bom do desfile é ver o Aomine-kun. — Sim! Com certeza esse assunto o faria se distrair um pouco.

— Daiki, o herdeiro? — Sorriu maliciosamente, por ter o conhecimento de que ele era paixão platônica do amigo. — Você pode vê-lo quando quiser, é o herdeiro da Seirin. E ainda não sei como você não tentou seduzi-lo, nem uma conversa você teve com ele! Que horror Kurokocchi, assim você não conseguirá conquistá-lo.

— Sabe que sou tímido. — Queria que o amigo esquecesse o assunto Hiroya, mas se arrependeu de ter tocado no tema “Aomine Daiki”. Kise insistiria para ele fazer alguma coisa, que desse um primeiro passo e Kuroko nunca iria, vontade não faltava e sim coragem.

— Isso não é desculpa! — O loiro fez um bico tão adorável que foi impossível o herdeiro da Seirin não sorrir ao vê-lo.

— Tudo bem, Kise-kun, prometo tentar algo.

— Não prometa o que não irá cumprir! — Riu com a fala de Ryouta, que acabou o acompanhando na risada.

— Atenção a todos! O desfile mensal começará. — Ouviram uma voz estridente e sons de tambores soar e levantaram a contragosto indo em direção a onde ocorreria o evento. Poderiam se esconder para que não participassem, se os soldados não tivessem o nome de todos os habitantes e conferissem um por um. Até Kuroko, de uma tribo diferente, tinha que comparecer ao evento quando estivesse presente. Kise se sentia um pouco culpado pelo amigo ser obrigado a passar por uma situação dessa.

Chegaram na rua principal, que possuía um longo caminho, servindo de local para o desfile. Ryouta observou Kuroko e o resto das pessoas em sua volta se ajoelharem e curvarem suas cabeças. Não se submeter a isso. Inventou muitas histórias para que não pudesse participar dos anteriores, — dores de cabeça, cio, mal estar, viajem, tontura, etc — porém dessa vez não havia nenhuma. E mais, os guardas deveriam estar cansados de seus desculpas. Via-se obrigado a realizar tão ato humilhante para si. Contudo, ao viu o líder se aproximando de onde estava, o ódio que lhe subiu a cabeça foi tão grande, que perdeu a capacidade de raciocinar e não pensou no que estava prestes a fazer.

Kise manteve-se de pé. As pessoas em sua volta olharam assustadas para ele, mas o loiro não cedeu. Ele não só teve a ousadia de não se curvar, assim como também sua cabeça estava erguida e seus olhos encaravam Hiroya, raivosos, em um claro desafio.

O ômega declarava sua morte.

 

♥ ♠  青峰  ♠ ♥

 

Aomine Daiki odiava seu pai, o que não era novidade a ninguém. Ele sempre deixava claro o desgosto que sentia quando Hiroya e o conselho se reuniam para decidir algo. Era engraçado ver a arrogância que demonstravam, gabando-se pela dominação da Kaijo, sendo que apenas citar os nomes “Nijimura” e “Akashi” os faziam tremer dos pés à cabeça.

Daiki já cogitou pedir ajuda ao Imperador da Teiko — Nijimura Shuuzou — para matar seu Hiroya, não negaria. Sabia que nunca sentia atendido, mas esperança é a última que morre. Recorrer às outros tribos não adiantaria nada também, ninguém iria querer se meter num conflito desse. De problemas a Teiko estava cheia, não precisavam adicionar outro na lista. Seu pai era um louco! O reino poderia entrar em guerra a qualquer momento com seu vizinho, entretanto Hiroya se preocupava mais em dominar as tribos do que outra coisa. Odiava isso e como ele escravizou a Kaijo. E mesmo assim, não fez nada, assistiu tudo calado.

Sentia-se um covarde por isso.

Se matasse seu pai, como era o herdeiro tomaria a posição de líder. O problema era que não teria o apoio do conselho e de alguns de seu povo. Não enquanto não se casasse. Por ser muito imprudente e amar batalhar, colocava-se em constante risco de morte, se não tivesse um filho que garantisse que se ele morresse ainda teriam alguém para liderar, não teria o apoio dos outros. Os conselheiros sempre mandavam indiretas para ele, acusando-o de ser irresponsável e dizendo que não servia nem para achar um ômega.

Como se ele não tivesse tentado achar um.

Havia sim tentado, mas todos eram tão fúteis. Ou eram arrogantes, ou seguiam o pensamento de seu pai, ou apenas queriam reconhecimento, ou eram falsos, ou simplesmente sem-graças… não conseguia achar alguém que o despertasse interesse. Suspirou, arrumando o kimono azul escuro que usava.

Sua vontade ir ao desfile era menor que zero.

— Daiki-sama? — Uma de suas servas lhe chamou e virou-se para ela. — Seu pai está ordenando sua presença, o desfile já vai começar.

— Estou indo. — respondeu em um tom frio e grave.

Sempre era distante e indiferente com os outros. Só se permitia ser mais simpático e ter uma intimidade maior com Kagami, ou Bakagami, como Aomine o apelidou. Eles conviviam um com o outro desde que estavam no útero de suas mães. Elas eram bem próximas e se tratavam como irmãs, poderia considerar o ruivo sendo um primo. O pai dele era neutro em relação a isso. Já o “pai” de Daiki não se importava e nunca mantia contato. Não sabia como sua doce, gentil e adorável mãe pôde ter se casado com um Alfa tão irritante e nojento quanto Hiroya.

Não. Na verdade, sabia. Aumento de poder. Um casamento arranjado, forçado, sem amor envolvido, apenas interesses e ambição. Entendia a necessidade de uniões assim, porém não deixava de achar extremamente injusto. Alguns se davam bem, seus parceiros eram respeitosos e até viravam amigos depois, ou se apaixonavam. Outros, ganhavam o azar de se casarem com seres desprezíveis. Infelizmente, foi o caso de sua mãe.

Saiu de seu quarto, pensando se ainda dava tempo de não participar do desfile. Chegando ao local onde começaria o evento, ficou olhando os servos fazerem os preparativos finais enquanto seu pai retribuía todo o trabalho deles com grosseria e xingamentos. Desviou o olhar, não queria ter que presenciar essas cenas. Após tudo estar pronto, ficou em posição — atrás de seu pai, no meio dos guardas. — e ouviu o anúncio que o desfile começaria. Enquanto andava pelo clã, percebia claramente que muitos se seguravam para não voarem em cima de Hiroya, principalmente quem era da Kaijo. Entendia perfeitamente, ele mesmo estava se controlando para não acabar gritando como toda aquela falsidade o enojava.

Passava o olho pelos habitantes e sentia pena deles terem que se curvar para Hiroya. Suspirou, massageando sua testa, enquanto continuava a andar.

— Ei! Você aí, o que pensa que está fazendo? — Um de seus guardas gritou e olhou na direção dele. Havia um ômega, loiro, olhos castanhos meio dourados, seus cílios eram longos, havia uma estatura média, alguns músculos e belas coxas. Ele era lindo, tinha que admitir, mas pelo visto era burro. Quem, em sã consciência, ficaria de pé no desfile? Estava pedindo para morrer, no mínimo.

— Não vou me curvar para hipócritas! — Sorriu com sua fala, ele era corajoso. Se interessou nele, o que ultimamente estava sendo a coisa mais difícil, se interessar em algum ômega. Contudo, ele claramente seria morto se isso continuasse.

— Como é, seu escravo imundo? — Revirou os olhos com tal cena. Quando percebeu que seu pai estava deixando uma presença intimidadora contra o ômega, sentiu que deveria intervir antes que o desfile virasse um banho de sangue.

— Deixa que eu cuido dele — Se pronunciou, correndo para o lado do loiro e pegando-o pelo braço. — Já volto. — Começou a puxá-lo antes que seu pai falasse algo. Não virou para ver, mas parecia que ele havia continuado o evento como se nada tivesse acontecido.

 

♥♠  黄瀬  ♠♥

 

Kise esbanjava confusão.

Havia entendido a parte que iria morrer por ter quebrado uma regra, mas não a parte que ele estava, nesse momento, sendo puxado pelo herdeiro da Toou pra só os deuses sabem onde. Isso era real? Havia sido salvo por ele? Não, provavelmente lhe daria um bom castigo. Percebeu que o azulado estava levando-o até uma parte, onde parecia ser o começo do desfile.

— Você é louco, né? — exclamou, soltando o braço do loiro e cruzando os seus.

— O que isso te interessa? Por que me trouxe aqui? — Não deveria estar usando esse tom de voz com Aomine, ainda mais por ele ser herdeiro, alfa e a paixão platônica do seu amigo. Só que não podia evitar.

“Por isso você recebe tantos castigos!” — reprimiu a si mesmo. Ouviu uma risada vinda de Daiki e não acreditou no que estava vendo. Ele colocava a mão na frente, tentando controlar o riso, o que conseguiu após uns segundos.

— Cara, você é muito louco! — Estava sorrindo, nem ele mesmo acreditava nisso. Aquele ômega com certeza era especial. — Sabia que seria morto se eu não tivesse te salvado, né? E sabe que posso prendê-lo por faltar com respeito a mim, certo?

— Sei de tudo isso! Apenas… — Virou o rosto, não querendo encará-lo. — Não pensei nos meus atos, desculpa, mas odeio seu pai com toda minha força.

— Eu também — Kise olhou para o alfa, surpreso. — Você é da Kaijo? Geralmente eles tem cabelos mais claros, assim como os seus.

— Não sabe quem sou? — Isso feria um pouco de seu orgulho.

— Não, por quê? — Daiki franziu o cenho, inclinando levemente a cabeça para o lado.

— Kise Ryouta, ômega e herdeiro da Kaijo. — Viu o alfa arregalar um poucos os olhos e logo sorrir depois, não entendeu o porquê.

— Você disse que odeia Hiroya, quero lhe fazer uma proposta.

— E qual seria? — Ficou curioso sobre, não imaginava em nenhuma hipótese esse tipo de situação estaria acontecendo consigo.

— Seja meu ômega. De mentira, claro — avisou antes que o loiro entendesse errado. — Podemos planejar matar Hiroya, assim eu seria líder, só que para isso eu preciso garantir que tenha um ômega, para conseguir apoio. Depois que tirarmos meu pai do caminho, podemos acabar com a farsa, e eu volto a procurar um parceiro e você volta a ser o herdeiro da sua tribo, o que me diz?

Kise analisava os prós e contra da proposta. Podiam simplesmente matar o líder, mas sabia sobre o que o conselho e alguns pensavam sobre Daiki, graças ao Kuroko. Contanto que o alfa não o forçasse a nada e não precisassem fazer nada demais, era bastante vantajoso para si. Não poderia derrotá-lo sozinho, ter uma ajuda seria ótimo.

— Tudo bem, aceito!

Estava feito. Daqui para frente, trabalhariam juntos, mas separados ao mesmo tempo e conseguiriam, tinham que conseguir tomar a liderança de Aomine Hiroya.


Notas Finais


Foi isso! Talvez o próximo capítulo venha daqui a uma semana, mas não vou prometer nada (depende de quando eu terminar) :P
E sim, eu posto em horários bem aleatórios kkkkkkkk
Fiquem a vontade para comentar~
Até o/


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