História Unidos pela lua - Capítulo 1


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Categorias WINNER
Personagens Jinwoo, Lee Seunghoon, Mino, Personagens Originais, Seungyoon, Taehyun
Tags Mino, Romance, Winner
Visualizações 3
Palavras 884
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Comédia, Drabble, Drama (Tragédia), Fluffy, Mistério, Misticismo, Poesias, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Mutilação, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Voltei com uma fic de um grupo kpop. Logo depois vai sair de livro🌚😉

Capítulo 1 - Um borrão


   Molly O'connor era a CEO de uma empresa de entretenimento chamada Shine, ela era uma mulher bem sucedida, seus atores, cantores, grupos e bandas iam muito bem. Possuía curtos cabelos ruivos encaracolados, lindas sardas, seu rosto redondo, mas com maças bem definidas, seus olhos eram de um belíssimo tom de verde que se você se concentrasse daria para ver a alma toda da garota.

Administrava sua empresa na Coréia do Sul, em Seul, para ser mais específica. Ela era realmente uma pessoa interessante: Uma ocidental interessada em promover o entretenimento da Coréia... Mas claro que havia um motivo para isso, senhorita O'connor tinha sido sequestrada aos 6 anos, levada para a ilha de Jeju e depois de muito tempo uma família gentil a adotou... Lembro-me claramente das vezes em que ela esperava seus verdadeiros pais olhando para mim a noite, mas infelizmente eles nunca apareceram.

Ela agora era uma pessoa totalmente focada em seu trabalho e em seus pais coreanos. Apagou seu passado e sequer se lembrava do rosto de seus geradores.

.....

Song Min-Ho era um pintor... Não tinha muito dinheiro mas fazia aquilo que amava, ele expressava perfeitamente seus sentimentos no papel ou na tela... Era um homem humilde, criativo e com a mente transbordando de ideias que nenhum outro ser humano conseguiu entender.

Ele criava suas obras de arte em um quarto pequeno na sua casa, que era pequena, mas aconchegante e cheia dos toques pessoais do artista... O homem não se importava com luxo ou mulheres... Afinal ele já tinha se apaixonado perdidamente por suas pinturas e inspirações...

Tinha um pai e uma mãe que o afastaram sem motivos e desde seus 18 anos teve que trabalhar para pagar a faculdade de artes...

Ele apreciava a vida sozinho, com seus costumes... Mas sempre sentia que faltava algo desde aquela noite quando conversou comigo... Foi uma pena eu não poder revelar o motivo dessa falta. Mas creio que ele terá que descobrir tudo isso sozinho.

....

Molly neste dia tinha resolvido trabalhar até mais tarde... E só quando sua fiel secretária lhe tirou de suas contas e leituras é que ela olhou para o relógio:

-- Meu Deus Secretária Jung. Por que não me avisou que estava tão tarde assim? -- O'connor se levantou e começou a arrumar sua bolsa.

-- A senhorita estava tão concentrada ai... Eu não queria lhe atrapalhar.

-- Eu tenho que pegar o Skywalker no petshop. -- Esse era o nome do cachorro de uma viciada em Star wars.

-- É mesmo... Mas agora que são 9:30, o petshop funciona até 10:30, a senhorita tem uma hora para chegar até lá.

-- Mesmo assim, gosto sempre de chegar adiantada. -- Ela se despediu de sua fiel Jung e saiu.

Ela andava rápido pelas ruas... Queria ver seu belíssimo husky Skywalker... Seu companheiro eterno. O único ser vivo que ela consegue socializar... Depois de mim( se bem que acho que não conto como um). Passava pelos restaurantes luxuosos e olhava para toda aquela gente patética exibindo seu dinheiro.

Chegou na porta grande e de vidro do estabelecimento, entrou elegantemente, foi para a recepção e falou com toda calma e frieza do mundo:

-- Vim para pegar Skywalker.

-- Só um instante. -- A atendendo a olhou curiosa, provavelmente por causa de sua beleza excêntrica.

Depois de alguns minutos ela chegou com seu fiel cachorro. Os olhos de Molly se encheram de alegria ao vê-lo.

ela pegou em sua guia e saiu pela porta com a mesma elegância que entrou.

Voltou a caminhar pelas calças ruas de Seul e falou para seu companheiro preto e branco:

-- Eu tive um dia muito difícil hoje. Estou exausta... -- Falou fingindo tristeza. -- Mas para você eu vou ficar inteira. -- Disse ela começando a correr e puxar o Sky.

Eles começaram a correr e ela riu... Como sempre fazia quando estava com seu refúgio.

O'Connor atravessou a faixa de pedestres, cruzou com um homem alto de cabelos negros e continuou, até sentir ser puxada por braços fortes e a partir daquele momento tudo foi um borrão, ela só se lembrou do aroma do homem e de uma superfície macia...

Naquela noite ela sonhou com coisas estranhas e sentiu medo.

Molly derrepente acordou num quarto que não era dela, mas o cheiro que ela sentiu ontem, impregnava o local.

Ela se levantou com a cabeça doendo, se aproximou da porta e girou a maçaneta bem devagar.

-- O-olá? -- Ela andava pelo local ainda escuro por que a luz do sol tinha resolvido não aparecer.

encontrou um homem dormindo no sofá, se aproximou apreensiva e chegou bem perto de seu rosto. Ele dormia profundamente e ela observava as lindas feições do jovem que aparentemente a tinha levado para lá.

ela triscou no seu nariz, ele se mexeu, ela pegou em seu rosto e ele abriu lentamente seus olhos orientais. Molly se afastou rápido e caiu sentada. Derrepente sentiu uma ânsia de vômito forte e repentina.

-- Onde é o banheiro?? -- Ela falou em pé.

-- Hm?

-- Banheiro.

-- Ali -- Ele apontou para uma porta de ferro a poucos centímetros dali.

Ela correu e quando chegou lá, tudo o que vivenciou naquela noite foi derramado pela sua garganta.

   Sim. Molly não conseguia controlar o sistema nervoso muito bem.


Notas Finais


Até a próxima jovens meus.


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