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História Unidos pela Solidão! - Capítulo 7


Escrita por: ArthurBrasil2003

Capítulo 7 - Segunda chance.


Passou alguns dias desde que tudo aquilo com a Isabella aconteceu, era uma linda manhã e tudo estava bem, os três estavam no clube. Arthur sabia que a Isabella gostava dele, mas ele já tinha recusado os sentimento dela. "Será que fiz o certo?" era o que Arthur pensava, mas sempre que lembrava da Emily, assim julgando que rejeitar foi a opção mais correta, ele ainda se culpava pelo o que aconteceu no passado e não deixaria isso acontecer novamente. Apesar de pensar como se Emily gostasse dele, Arthur na verdade não tinha certeza então tentou não pensar muito nisso, mas o desenrolar do dia não permitiu.

No clube, durante o intervalo, Emily cobra Arthur.

— Você tá me devendo!

— Eu? — pergunta Arthur sem entender.

— É, você mesmo.

— Eu tô devendo o que?

— Você disse que arrumaria um jeito de me compensar por vocês fazerem as atividades do clube sozinhos naquele dia.

— Ah... realmente — fala Arthur quando lembra que prometeu se redimir quando saiu só com Isabella para ajudá-la. — Mas o que você quer?

— Não sei... Que tal um açaí a tarde perto da minha casa?

— Deja vu! — grita Arthur.

— Que?

— Nada, é que essa situação me lembra algo que eu fiz no passado — diz Arthur sem graça.

Arthur estava prestes à concordar, mas lembra de Isabella. "Será que eu deveria perguntar se poderia?" foi o que ele pensou. Isabella estava sentada mexendo no celular, com certeza escutando a conversa, mas se esforçando para não mostrar reação. "Não é da minha conta o que esse idiota faz ou deixa de fazer" é o que Isabella estava pensando, mas claramente estava desconfortável com tudo. Arthur percebe que não faria sentido perguntar, então apenas aceita naturalmente, Isabella apesar de estar incomodada não fala nada.

Arthur se encontra com Emily em uma loja de açaí perto da casa de Emily que estava linda, ela usava uma das roupas que comprou no shopping quando Arthur, Isabella e Emily saíram juntos. Como o previsto, os dois passaram a tarde inteira em uma conversa leve e divertida, mas Arthur sabia que algo estava faltando nessa história, afinal ele já tinha vivido essa história antes e sabia que tinha algo faltando que Emily não havia contado, então questiona.

— Emily...

— Fala — responde Emily sorrindo.

— Me diz o que tá faltando.

— Como assim?

— Digamos que sua história tá boa demais para ser verdade, tem que ter algo a mais, sempre que eu te vejo sozinha você esta tão tristes e... — fala Arthur, mas percebe que está passando do ponto. – Foi mal...

— Tudo bem... – fala Emily triste. — Mas como você sabe tanto?

— Digamos que é intuição...

— É meu irmão. — fala Emily extremamente triste.

— Eu nem sabia que você tinha um... — Arthur é interrompido.

— Ele era um músico, tinha um sonho de ser famoso, eu amava cantar com ele. No começo do ano na escola, ele sofreu um acidente caindo do prédio em que estava. Conseguiram salvar ele, mas ele sofreu uma hemorragia e não é mais o mesmo...

— Entendi...

— Desde que tudo aconteceu tento passar o tempo me divertindo para esquecer dos problemas, por isso pedi ajuda de vocês para fazer amigos, mas no final vocês viraram meus amigos — fala Emily rindo, mas claramente triste.

— A principal diferença de você para Isabella é que você me conta tudo, com ela eu tenho que descobrir as coisas — diz Arthur e os dois riram. — desculpe se você se sentiu pressionada, não foi intenção.

— Que nada, eu queria falar isso para alguém a um tempo, foi como tirar um peso — fala Emily sorrindo. — Eu meio que confio em você...

— Você gosta de mim? — pergunta Arthur sério pensando “o que eu acabei de fazer?”. – Esquece eu só...

— Tudo bem... sim, eu gosto — interrompe Emily vermelha, mostrando que queria falar sobre isso. — Mas por que da pergunta?

— Vou dizer algo que você não vai gostar — diz Arthur rindo. — Eu queria ter certeza, é difícil saber o que você pensa, você é mais fria que um iceberg.

— Há há — fala Emily fingindo raiva, mas logo sorri. — Dessa vez vou perdoar, você me escutou e hoje foi divertido então, dessa vez vou deixar passar.

— Okay! — fala Arthur rindo.

Os dois continuaram conversando, mas Emily tem que ir então Arthur a acompanha até em casa por ser bem perto.

— Foi mal se eu falei de mais — diz Emily sem graça. — praticamente só eu falei hoje.

— Que nada — fala Arthur rindo. — Eu quase não escuto sua voz normalmente, foi bom escutar um pouco mais sobre você.

— Que bom — fala Emily vermelha. — Mas e agora?

— Ue... agora a gente se despedi.

— Eu sei, mas como?

— Ahh... entendi o que você quer dizer — fala Arthur rindo. — Faz o seguinte me dá um beijo na bochecha e um abraço.

— Ué, você não vai pedir um beijo primeiro, pra depois eu recusar e você falar isso? — pergunta Emily surpresa porque as amigas da internet disseram para ela que aconteceria isso.

— Eu meio que já vivi isso antes — fala Arthur rindo. — E, sei lá, eu não quero um relacionamento agora.

— Você fala isso depois ter me beijado... — fala Emily e os dois riem. — Obrigada por hoje, foi legal.

Emily beija a bochecha de Arthur e os dois se despedem com um abraço. Feliz ou preocupado? Arthur não sabia o que sentir pelo dia de hoje. Para Arthur havia sido legal, mas descobriu algo que estava evitando, Emily também gostava dele. Cada dia que passava Arthur tinha uma certeza, caso ele não fizesse nada, a história que marcou o momento mais feliz de sua vida, mas machucou as duas garotas que ele mais amava, se repetiria, ele tinha que parar o que estava prestes à acontecer.

Já no dia seguinte, é a hora da saída, esse é o momento perfeito para Arthur conversar com as suas amigas sobre tudo que está acontecendo. Determinado, Arthur chega na sala do clube, mas quando ele está prestes á entrar escuta uma frase que o para antes de abrir a porta. Talvez fosse tarde demais.

— Eu vou dizer para o Arthur que gosto dele. — Era a voz de Isabella.

— O que quer diga? — fala Emily.

— Fala alguma coisa! A gente é praticamente amiga, a única garota que eu converso nessa escola é você.

— Eu já disse pra ele que gosto dele, ontem — interrompe Emily.

— Ele aceitou né?

— Ele me rejeitou, mas eu já esperava — fala Emily triste. — Ele me disse no shopping que tinha conhecido uma garota como você, e parecia que ele gostava dessa garota.

— Ele me disse que tinha conhecido uma garota igual a você, por isso achei que ele tinha me dado um meio fora — fala Isabella surpresa. – Eu não falei diretamente...

— Garotas... — Arthur abre a porta.

— Você estava escutando? — pergunta Emily.

— O que significa isso Arthur? — pergunta Isabella.

— Vocês estavam se perguntando como eu sabia tanto da vida de vocês, eu já vivi tudo isso.

— TU VOLTOU NO TEMPO? — grita Isabella.

— Não, claro que não garota! — fala Arthur, e brevemente Arthur e Emily riram de Isabella, mas logo voltam a ficar sérios. — Vou contar uma história para vocês, acho melhor sentarem.

"A história que eu vou contar para vocês duas é a minha história. Tudo aconteceu em 2019, antes do corona e antes de 2020. Haviam duas garotas que eu conheci e viraram minhas amigas, Bianca e Thalita. Bianca era uma garota fria e inexperientes, Thalita tinha uma personalidade controversa, mas extremamente divertida. Praticamente eram uma o oposto da outra, mas elas eram quase amigas como vocês são agora.

Tudo aconteceu de formas um pouco diferentes, mas muito parecidas com agora. O pai de Bianca sofreu um acidente de carro e bateu a cabeça acabou ficando com sequelas. Nós já éramos amigos, mas nossa amizade cresceu bem mais ao ponto dela se apaixonar e ficar dependente de mim porque eu era praticamente a única que apoiava ela emocionalmente. Já com a Thalita, nós nos aproximamos porque éramos muito parecidos um com o outro, e tínhamos poucas amizades, sempre se divertindo quando estávamos juntos, o mesmo motivo que eu e Isabella ficamos tão próximos.

Depois que eu saí com a Bianca pela primeira vez, Thalita na primeira oportunidade disse que gostava de mim. Por incrível que pareça, exatamente o que iria acontecer agora, mas eu impedir. Na época eu fiquei sem saber o que fazer, então o tempo foi passando e tanto o que elas sentiam por mim, quanto o que eu sentia por elas, foi aumentando. Quando eu percebi as duas se apaixonaram por mim e eu me apaixonei pelas duas, então elas acabaram se separando uma da outra, acabando com a amizade.

Thalita dizia que aceitava o que estava acontecendo, já que a gente não tava namorando, nem nada, mas claramente ela estava incomodada. A Bianca ignorava, fingindo que aquilo não estava acontecendo, mas por ser inexperiente tinha medo de evoluir, mesmo com a Thalita me pegando de todas as formas possíveis. Parecia que para Bianca, Thalita não existia, isso me deixava com muita raiva, porém ela sabia que Thalita existia. Cada vez que pensava na possiblidade de eu escolher a Thalita, as amigas dela vinham me xingar dizendo que ela estava chorando por causa de mim. Não sei se é verdade, Bianca nunca expressou muitos sentimentos perto das pessoas, igual Emily, mas acredito que era verdade.

As coisa foram ficando mais sérias, os sentimentos mais intensos e eu tive que escolher uma, foi o que eu fiz. A garota que eu rejeitei até ameaçou suicídio, mas felizmente nada aconteceu, se aquilo tivesse acontecido... Eu... eu não iria me perdoar. No final eu comecei a namorar com a garota que eu escolhi, e a gente terminou por alguns motivos um tempo depois, mas nada de tão diferente.

Algumas pessoas dizem que eu não fiz nada de errado, já que não estava namorando com nenhuma das duas e nem enganei porque sempre fui sincero, não escondendo nada, mas sei lá... eu me culpo pelo que aconteceu. Eu... eu... não quero que aconteça isso com vocês duas porque eu... Porque eu amo vocês! Talvez mais do que já amei que aquelas duas. Vocês me acharam no momento que eu estava mais perdido, colocaram um sorriso no meu rosto, eu não vou fazer o que eu fiz, não vou machucar vocês. Por isso mesmo amando vocês eu vou dizer "não", não quero ter um relacionamento com vocês. Dessa vez tudo vai ser diferente!"

As duas ficaram perplexas com o que acabaram de ouvir, Arthur se culpava e estava segurando as lagrimas com um sorriso forçado no rosto, mas claramente para Isabella e Emily era perceptível que Arthur estava triste. Isabella e Emily admiraram a atitude de Arthur, mesmo gostando das duas ele estava sendo sincero e não queria cometer o mesmo erro que cometeu. Antes de Arthur entrar na sala do clube, aquela fraca amizade entre Isabella e Emily estava prestes a acabar, mas um sentimento as uniu, o amor de Arthur. Isabella olha para Emily, Emily olha para Isabella, elas sabem exatamente o que deve ser feito. Deixando as diferenças e rivalidades de lado, Isabella e Emily abraçam Arthur com todas as suas força.

— Por que vocês estão fazendo isso, eu sou uma péssima pessoa. Eu não me importo com ninguém, não ajudo ninguém, sou egocêntrico, não tenho empatia, não...

— Arthur, para! — fala Emily séria.

— É a verdade! — grita Arthur segurando as lágrimas .

— Não é! — grita Isabella. — Aquilo no shopping era mentira? O que você me mostrou era mentira?

— Nós te amamos Arthur, do jeito que você é — fala Emily.

— Você pode achar que é uma pessoa horrível, mas para nós você é incrível! — fala Isabella com raiva. — Nunca vamos te abandonar e eu sei que você também não vai deixar a gente na mão.

Arthur sente um aperto no coração, e lágrimas nos olhos vem em seguida, Arthur chora. As lagrimas que quase saíram não foi porque aquele era um momento triste, foi porque aquele era o momento mais feliz da vida de Arthur. Ainda sim Arthur não sabia o que fazer, mas felizmente Isabella teve uma ideia.

— Arthur? — provoca Isabella rindo. — Seca essas lágrimas que não pega bem pro seu estilo de mal.

— É suor — responde Arthur. — E meu estilo não é de mal!

— Tá tudo bem Arthur, o Arthur que você acabou de falar não é esse que eu tô enxergando agora — fala Emily.

— Eu e Emily até que nos damos razoavelmente bem uma com a outra, e pelo menos isso não vai mudar — fala Isabella.

— É, você chega atrasado todo dia então não vê — diz Emily.

— Tanto que vocês estavam quase entrando em uma discussão, não duvido que teriam explodido a escola do jeito que são malucas – fala Arthur soltando um breve riso.

— Eu odeio ela, e ela me odeia, mas nos amamos ao mesmo tempo — fala Isabella rindo.

— É mais ou menos isso — diz Emily e também ri.

 — Emily tive uma ideia! — fala Isabella com um sorriso malicioso.

Isabella chega atrás de Arthur e segura seus dois braços.

— Isabella? — pergunta Arthur confuso. — Você sabe que eu posso sair né?

— Sei, mas se você fizer isso, do jeito que eu estou segurando pode me machucar, pode até quebrar meu ombro e você não quer isso — diz Isabella provocando. — Emily, rápido! Beija ele.

— Que?

— Que?

— Beija ele de língua! — grita Isabella.

— Mas é meu primeiro beijo de língua.

— Pera, PERA! — fala Arthur sem entender. — Por que?

— É muito simples — fala Isabella orgulhosa. — Você disse que não queria que as coisas sejam como foi, a primeira coisa que vai ser diferente é minha amizade com Emily que não vai acabar, a segunda é que Emily não vai ter medo de evoluir, vai ser atirada mesmo! — Isabella ri. — Atiradassa!

— Mas... — fala Emily.

— Você gosta ou não do Arthur? Você já tem 16 anos, tá na hora de beijar alguém! — diz Isabella e Emily chega mais perto. — E você para de tentar puxar, tá doendo já.

— Isabella, solta! — fala Arthur. — Não quero te machucar.

— Não! — fala Isabella determinada. — Eu só te largo depois da Emily te beijar ou você quebrar meu ombro.

— Ei! Emily — grita Arthur. — Não é assim que...

Emily já estava a menos de um palmo de distância, e quando Arthur percebe se cala, seus olhares eram extremamente impactantes, o clima da sala foi de agitado para relaxante quase que instantaneamente. Como Arthur disse, Emily era igual Bianca então estava com medo por na o ter experiência, mas ela pensa "é pelo Arthur" e fica extremamente determinada, de forma que Arthur e Isabella até se assustam com sua expressão.

 “Isso garota! Você consegue!” grita Isabella. Emily não perde mais tempo e beija Arthur. Nos primeiros segundos Arthur ainda tenta resistir, mas apesar da inexperiência de Emily, o beijo que claramente dizia "eu te amo idiota! Estou fazendo isso por você". Arthur se rende à esse sentimento. Quando Emily acaba, Isabella solta Arthur e o beija também. Depois daquilo Arthur simplesmente não sabia como reagir.

— Toca aqui garota, você consegui! — fala Isabella e as duas batem as mãos no ar. – Mas agora para com isso, que somos rivais.

— Arthur... você gostou? — pergunta Emily vermelha, mas feliz.

— Garotas vocês são malucas — fala Arthur surpreso, mas rindo. — Claro que eu gostei Emily.

— Só percebeu agora? — pergunta Isabella provocando.

— Mas e agora? — pergunta Emily.

— Agora Arthur é nosso, vamos disputar ele — responde Isabella.

— Peraí, eu sou de quem? — fala Arthur rindo.

— Você é nosso!

— Mas... – fala Arthur preocupado.

— Deixa de ser covarde! – fala Isabella. — E é bom você tomar cuidado, se magoar uma das duas já sabe... — fala Isabella com um sorriso psicopata. — Você topa Emily?

— Eu topo — fala Emily sorrindo. — Estar junto com minha quase amiga e o garoto que eu gosto, tem coisa melhor?

— Isso aí — fala Isabella surpresa com o que escutou, mas feliz.

— Mas garotas...

— Nada de "mas", você confia na gente?

— Confio — responde Arthur relutante.

— Então deixa a gente cuidar de você e você cuida da gente!

— Ninguém mandou querer que a gente se desse bem — fala Emily rindo. — agora vai ter que lidar com nós duas sendo rivais.

— Garotas... — diz Arthur, mas para.

— Fala Arthur — diz Isabella sem entender.

Arthur não acha as palavras, mas acha uma ação para demonstrar o que estava sentindo, ele abraça as duas o mais forte que pode.

— Garotas, eu amo vocês!

— Eu também te amo.

— Eu também te amo!

— Não concordo com o que está acontecendo, na verdade acho isso uma péssima ideia. Só de pensar na ideia de magoar vocês duas parte meu coração, mas já que não tenho escolha...

— Acho bom, se não já sabe — fala Emily brincando.

— Até tu Emily? — pergunta Arthur rindo.

— É, a gente vai cortar aquilo! — fala Isabella com um sorriso malicioso.

— AQUILO? — grita Arthur.

— É, exatamente o que você tá pensando — diz Isabella séria, mas logo todos riem.

— É melhor eu ficar na minha então, e vocês é bom terem aproveitado o meu lado sentimental, ele não aparece todo dia — fala Arthur.

— Aproveitamos! Alias, seu lado sentimental beija bem, não é Emily? — pergunta Isabella.

— Garota... — diz Emily envergonhada.

Depois disso os três saem para tomar algo juntos e se divertirem um pouco. Arthur esta mais feliz e preocupado do que nunca, tentando colocar na cabeça que ele foi obrigado à isso, mas percebe que isso não é uma boa ideia. Diferente de antigamente as duas não pareciam tristes, na verdade elas estava extremamente felizes. Apesar desse sentimento Arthur não consegue para de se preocupar, mas para não estragar o momento, decide não expressar esse sentimento.

Ele tentará ao máximo não se preocupar quando estiver com Isabella e Emily, para elas não se preocuparem também. Mal sabe Arthur que as duas darão mais trabalho do que ele pensa, elas estão mais unidas do que nunca, porém estão cada vez mais rivais. Por incrível que pareça, a rivalidade as mantinham unidas fortalecia a amizade, porém era uma rivalidade difícil de administrar para Arthur, já que à cada segundo a atenção de Arthur era o objetivo de cada uma, foi assim todo o resto do dia, e Arthur sabia que não as duas não cansariam nem tão cedo.



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