História Unidos pelo destino? - Capítulo 4


Escrita por: ~ e ~PrincesaChan

Postado
Categorias Saint Seiya
Personagens Afrodite de Peixes, Aiolia de Leão, Aioros de Sagitário, Aldebaran de Touro, Camus de Aquário, Dohko de Libra, Freya, Hilda de Polaris, Hyoga de Cisne, Jabu de Unicórnio, Kanon de Gêmeos, Kiki de Appendix, Marin de Águia, Mascára da Morte de Câncer, Miho, Miro de Escorpião, Mu de Áries, Nachi de Lobo, Personagens Originais, Saga de Gêmeos, Saori Kido (Athena), Seiya de Pégaso, Shaka de Virgem, Shiryu de Dragão (Shiryu de Libra), Shun de Andrômeda, Shura de Capricórnio, Thetis de Sereia
Tags Eco Alten, Eco De Ninfa, Jabu X Eco, Tomoyo De Rouxinol, Tomoyo Swan
Visualizações 47
Palavras 1.497
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Drama (Tragédia), Luta, Magia, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Tava ouvindo Melanie Martinez e Lana del Rey hoje pra escrever esse cap kkkk

Boa leitura! 🐇🎂💐

Capítulo 4 - Acho melhor lavar minha boca


Fanfic / Fanfiction Unidos pelo destino? - Capítulo 4 - Acho melhor lavar minha boca

Aioria correu por cinco horas e finalmente tinha encontrado um hospital, o holandês ainda não dava sinais de consciência, passou com tamanha rapidez pela porta, no sala de espera a atendente estava organizando alguns papéis até que o grego chega suado e afobado.

- Emergência! Meu amigo prescisa de atendimento agora! - Logo aparecem enfermeiros com uma maca e levam Eco para uma sala.

O leonino tentou ir para a sala junto com o menor, mas foi impedido por seguranças, tendo que ficar na sala de espera. Depois de duas horas uma médica ruiva com uma prancheta metálica aparece.

- Oi? Com licença, você é amigo do rapaz que acabou de entrar para aquela sala ali? - Aioria acentiu positivo - Venha comigo - A médica pede para o grego segui-la até a sala onde haviam levado o virginiano.

A mulher suspira e se vira para Aioria antes de abrir a porta.

- Seu amigo teve um surto nervoso por o que achamos ser uma neurose grave - O grego arregalou os olhos após o comentário - Você pode falar com ele, mas tome cuidado com o quê falar para ele, ele ainda está sob observação e depois que acordou ainda está meio transtornado.

O leonino acentiu novamente e entra na sala, rapidamente fecha a porta e vê o holandês deitado sobre a maca e com algumas lágrimas caindo do seu rosto.

- Eco? - Aioria se aproximou devagar do jovem.

Abruptamente, o holandês se levanta sobre saltado e grita, fazendo seu cosmo quebrar os vidros da sala. Agora o jovem ficou tremendo e encolhido na maca como se fosse uma criança assustada.

- Eco, fica calmo! - O leonino abraça Eco, mas é repelido com violência, o jovem se levanta da maca e pega um bisturi que estava na gaveta de uma estante perto da maca.

- Você... você... tem idéia do que fez em mim? - A voz do holandês saia de uma forma perturbada.

O grego numa investida desarma o jovem mas acaba levando um corte fundo do braço esquerdo. Enquanto estava desarmado, o holandês estava imobilizado pelos braços do grego.

- Eco.

- A-Aioria... - o jovem faz uma expressão de pavor e fica estático. O leonino o solta mas o mantém nos seus braços perto do seu peito.

- Onde... eu estou... como...

- Você teve um surto e desmaiou, eu te trouxe até aqui no hospital - O leonino falou nem ligando pro ferimento que o menor causou.

- Seu braço... oh, não me diga que eu fiz isso... - O jovem tremia e lágrimas caiam dos olhos arregalados.

- Calma, não foi nada - A voz do leonino o confortou por algum tempo.

Trinta minutos se passaram, o jovem holandês estava na maca olhando para as palmas de suas mãos, Aioria estava sentado do seu lado com um curativo que o jovem de cabelos lilases se ofereceu a fazer, o suspiro profundo do menor é ecoando pela sala, a porta se abre e a mesma médica ruiva aparece com a prancheta de metal e com um óculos. A mulher sem muitas cerimônias senta ao lado da maca.

- Então, senhor Eco Alten... - dizia em quanto via alguns papéis na prancheta - como está se sentindo?

- Já estive melhor, mas obrigado pela preocupação - O virginiano disse como  desabafo.

- Eu sou a Dra. Rodéia, eu gostaria de fazer algumas perguntas e conversar com você - A ruiva ia fazendo alguns rabiscos - Você poderia me contar sobre você?

- Contar sobre o quê? - A voz do jovem falhou um pouco.

- Você tem alguma lembrança ruim? - Eco abaixa a cabeça e responde sussurrando.

- Sim...

Aioria observava as reações do menor enquanto a médica olha para o grego com um ar de preocupação.

- Você pode me dizer exatamente o que aconteceu? - A médica pergunta lançando um olhar sério para o jovem.

- sim... já faz muito tempo que venho guardando isso... - Aioria e a ruiva assentiram - Há exatos 5 anos eu fui... - Engoliu seco e voltou a falar com mais fraqueza - Estuprado por vários garotos... - O jovem quase perfura a maca com as unhas, tendo uma expressão de puro ódio mesmo chorando.

A ruiva suspirou e ficou mais séria, Aioria ficara chocado com o que o holandês disse, mas pairava uma dúvida na sua cabeça: o que ele tinha a ver?

- Foi quando eu tinha 12 anos, me convidaram para observar as constelações de noite, eu aceitei, eu não tinha mais ninguém para conversar, mas quando cheguei no local... eles me imobilizaram e fizeram 'aquilo' comigo.... - A médica ia anotando tudo o que o menor dizia e Aioria ouvia atentamente - Quando voltei à consciência eu estava jogando como um lixo no campo de treinamento, nunca pude contar isso à alguém, mesmo que eu confiasse, alguma coisa me dizia para não confiar em mais ninguém.

Rodéia agradeceu pelo depoimento e pediu para que Eco descansasse mais um pouco e Aioria viesse com ela. O grego e a médica estavam atrás na frente da porta do quarto enquanto o jovem descançava.

- Senhor Aioria, eu já lidei com casos assim, mas como o desse garoto nunca - Aioria estava meio distraído, mas porquê o holandês agia de maneira agressiva com ele então? - Ele apresenta uma neurose em fase de transição.

- Transição para o quê, doutora? - Aioria cruza os braços.

- Psicose, parece que foi algo tão traumático para a mente dele aos doze anos que só veio piorando com o passar do tempo - Falava com certa preocupação - Pacientes assim  estar sob observação direta.

- E o que eu posso fazer por ele doutora? - O grego disse com um feixe de esperança.

- Evitar qualquer situação de estresse é uma das medidas, deixa-lo longe de qualquer coisa que o faça lembrar daquele momento e tentar conversar sempre com ele de maneira discreta.

- E se caso essas medidas não forem o suficiente?

- Bem - Ajeita os óculos - Só nos restará fazer dois tipos de tratamento, levando ele ao psicólogo, mas se isso não der certo, teremos que começar um tratamento à base de choque.

As últimas palavras da doutora ecoaram pela mente de Aioria, mas o leonino nunca iria desistir de ajuda-lo.

- Eu ficarei observando ele, doutora, se caso ele tiver uma outra reação assim eu o trago para cá e você vê o que se pode fazer pelo meu amigo - Aioria olhava com extrema determinação.

- Perfeito! Seu amigo já vai receber alta, me espere um minuto.

- Ok - Disse o leonino enquanto ainda refletia sobre o outro.

Uma hora depois, Eco já havia ganhado alta, o jovem parecia um pouco mais animado. Ele e Aioria estavam saindo do hospital, quando do nada uma moto vermelha aborda os dois, o motorista revela ser Jabú.

- Eco! Aioria! O que aconteceu com vocês? - Disse descendo da moto e a pondo em pé.

- Eu tive um mal-estar e o Aioria me trouxe até o hospital - Jabú cerrou o punho e olhou desconfiado para Aioria após o virginiano terminar a frase.

- Foi isso, agradeça ao Jabú, foi ele que me contou onde você morava - O grego cruza os braços.

- Isso é verdade Jabú? - Eco olhou para Jabú que ainda estava quase pulando encima do leonino.

- É, foi eu sim - "Mas até já me arrependi" Pensou o cavaleiro de bronze.

- Er... eu não sei se te dou um soco por ter feito isso ou então... - "Ou então te dar um beijo..." Eco corou com o próprio pensamento.

- Ou então... ? - Jabú encoraja.

- Deixa pra lá, era besteira... - "Uma besteira que eu quero muito...

- Eco, eu ainda não entendi o porquê de você agir daquela maneira comigo - Aioria fita-o com um olhar frio.

Eco suspira.

- Você me faz lembrar ele.

- Hã? Como assim? Ele era parecido comigo? - Aioria estava surpreso.

- Ele treinava para ser um dos sucessores da armadura de ouro de Leão, ele também conseguiu uma armadura de prata parecida com a sua Aioria... - Eco dizia fitando o leonino.

- Você se lembra do nome dele? - O grego estava com inúmeras coisas passando por sua mente.

- Leon... Leon de Leão de Neméia - Eco disse com um tom neutro apesar do ódio de estar sentindo naquele momento.

Jabú estava com o sangue fervendo, seja quem fosse, ele iria mata-lo assim que o visse.

- E sabe onde está ele? - Jabú perguntou tentando disfarçar sua raiva.

- Tudo que sei é que depois que ele ganhou a armadura, ninguém mais ouviu falar sobre ele, como se tivesse sumido - "y lo creo que es bueno el estar muerto o yo mismo lo mato!" Completou em pensamento.

- Jabú, leve o Eco para casa e fique com ele essa noite - Eco corou dos pés à cabeça da maneira que Aioria falou.

Jabú sorriu internamente, melhor que aquilo não podia ficar.

- Falou, conta comigo! - Disse puxando o virginiano para si.

Jabú e Eco se despediram de Aioria, Jabú pôs Eco na frente da moto, ficando logo atrás dele na moto. Pelo visto, o escorpiano teve seu maior desejo atendido.




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