História Unis par l'amour - - Capítulo 20


Escrita por: ~

Postado
Categorias Fear The Walking Dead, The 100
Visualizações 25
Palavras 1.392
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, FemmeSlash, Ficção, Luta, Romance e Novela, Survival
Avisos: Bissexualidade, Cross-dresser, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Necrofilia, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Esse capítulo é pequeno, coloquei apenas porque achei que faltava alguma explicação ainda. Então tenham paciência que o próximo capítulo é amorzinho

Capítulo 20 - Minha moto virou ônibus.


Elyza

Nossa chegada em Pólis não foi da maneira em que imaginei, sempre pensei que Alicia estaria extasiada com a vista do Centro de Pesquisas, sempre imaginei as suas feições alegres. Tolice minha - imaginar coisa boas de um mundo tão horrível. 

Quando saímos em direção aos encontro dos meus amigos percebi que o sentimento de conforto era mentiroso. 

Os reféns estavam soltos, estavam lutando, tentei lutar contra eles.  Avancei e deixei Alicia sozinha,  me descuidei de novo e ela foi atingida. Alicia é frágil, ela é a parte mais fraca minha, todas as vezes acaba sendo  culminada. O impacto em sua cabeça pode ser ouvida por mim, porque diferente da gritaria ou dos tiros ou dos zumbis ela é parte de mim. 

Matei o infectado ao meu lado correndo em seguida na direção de quem mais queria. O agressor de Alicia caiu ao meus pés quando a minha faca atravessou sem coração. Pobre homem, quase não teve tempo de saber quem o matara. Sem o capanga de Pike coloquei Alicia em meus braços com uma facilidade que me assustou. Nem mesmo a dor do meu ombro incomodou, se o fez não me preocupei. 

O plano foi seguido com Machão tomando a minha posição.

Flashback Off  

— Olha é seguinte, as bombas já estão acionadas só precisamos explodir com o controle. Vamos deixar os reféns longe o suficiente para não se machucarei assim como cada um de nós.  Seguimos pela mata, andando e de moto. A rota é a 25, vai ter  o 31 vindo nessa rota para nos ajudar. 

  — E se caso algo dê errado?  

 — Vai dar, sempre ocorre algo então Elyza fica na casa e garante que todo o armamento não saiu. Depois  aciona manualmente as bombas e sai o mais rápido da casa, terá em média de oito a doze minutos —  levanto uma sobrancelha — Que é? Você é a garota de Quântico não?

— Como ela vai acionar se já foi acionada — indaga o magricelo e a médica revira os olhos — É claro que não foi acionada, isso é modo de dizer, presta a atenção Machão! Eu distribui na estrutura do primeiro andar a C4, facilmente moldei em alguns formatos que desejei. Esse explosivo não pode ser detonado com tiro ou sendo aquecida, por isso a Raven me ensinou como fazer essa belezinha — mostrou um objeto retangular. 

— O que é isso? 

— Um controle, mas  não tenho certeza se deu certo — diz tristemente  

 — Como não?

 — Você que eu teste aqui? Agora?  — irritou-se  — O fato é que o explosivo pode ser ligado se for manualmente também.

— E se caso ainda existir alguém próximo a casa ou até mesmo na casa?  

 — Simples, precisa se apressar ou morre. Logo depois Octávia mostrou para mim e Machão onde tinha colocado os explosivos.  —E se algo dê errado e nos separarmos, como nos encontramos? E a família Clark? Eles não sabem onde fica Pólis, então. 

 — Você faz perguntas demais. De todo o modo todos precisam apenas seguir a rota 25, existe placas e dois caminhos para isso. Tem o carro do seu Geraldo e da Glenda qualquer coisa é só pegar e seguir pela estrada ao invés da floresta — os carros dos ''vizinhos''— já avisei a Madison onde e como pegar os carros, caso precisem. Sem falar que temos os walkie-talkie. O mundo é nosso, Machão! 

-

Andei com o Alicia no colo não me preocupando com mais nada a não ser a sua segurança. Octávia volta com a moto, dessa vez sozinha. Colocamos a desacordada em cima do veículo,  nos braços de minha amiga. Os tiros continuavam assim como os gritos, contudo só me importei com algo ao meu redor quando garanti a saída da médica e da Ali. Voltei a lutar contra os capangas e Zumbis, não por muito tempo, Machão começou a atirar do segundo andar em todos os nossos inimigos. 

Madison estava próxima e me joguei em cima dela impedindo-a de ser atingida por uma bala. Ela me olhou surpresa. 

— CORREEE  — um dos Zumbis inclina-se na direção dela e Chris toma a sua frente sendo mordido em seguida. O garoto cai sendo alvo de mais alguns mortos vivos, Daniel tenta retirá-lo do chão. Logo, Ofélia e Madison estão ao meu lado livrando-se de cada infectado que avança o nosso espaço pessoal e Daniel se junta a nós. 

Estamos cercados por dezenas, talvez até centenas  dos monstros. Os gritos do jovem latino já não é mais ouvido, ele está morto e se não sairmos daqui também seremos vítimas. 

Octávia 

  — Dylan cuida dela — olho para Alicia desacordada — Vou salvar a pátria novamente. Se precisar de água segue em frente por ali — aponto a direção do rio, ele assente.  Estamos relativamente em segurança, mesmo ainda dentro da mata. Não pude fazer um percurso muito grande, o tempo não é nosso aliado. 

Pensar rápido sempre me foi uma qualidade, isso me conferiu grandes coisas na minha vida. Inclusive o direito de continuar viva em um mundo tão incerto como esse. 

— Estou chegando!  —grito ao escutar o pedido da minha melhor amiga no walkie-talkie. 

Acelero...

Sinto-me quente...

Acelero... 

Não existe sinal dos militares.   

Acelero...

 Zumbido nos ouvidos...

Acelero...

Meu coração retumba....  

Acelero.... 

Meus olhos arregalam....

Freio.... 

Me aproximar daquele mando de criaturas não era uma opção.  Mal consigo vê Elyza. 

 —SE PROTEJAM  AGORA    — sinto minha garganta rasgar pelo grito seco. Retiro minhas mãos   das manoplas de aceleração segurando em seu lugar duas pistolas, uma em cada. Disparei as duas em  sincronia, mais balas eram acertadas nas criaturas. Além das que são feitas pelo Machão.Tento ser precisa ao atirar na cabeça dos desgraçado, quando minha munição acaba jogo as armas no chão. 

Acelero.... 

 Tudo parece ficar em silêncio,  está em câmera lenta. Alguns dos  seres infernais estão se aproximando de mim, desvio com a moto. Elyza está vermelha, está com sangue e não sei se é dela ou... 

  — Lyz? Merda.... — resmungo antes de perceber que não é a minha amiga que está machucada. Daniel que parece ter sido atingido por um dos tiros. Sinceramente, é um milagre apenas ele ter se ferido   — Anda logo! — a chamo, seus olhos azuis estão escuros. 

  — Leva ele — diz calma, como se a droga dos infectados não estivem avançando em nossa direção. Machão atirava e Madison também para evitar que a aproximação das criaturas mesmo assim estava cada vez mais insuportável respirar. 

  — Nada disso — meus olhos não deixam os seus, quando preciso a empurrar um dos zumbis. 

— Ofélia —  diz o senhor , não temos tempo para toda essa bosta.  

—GAROTA —faço sinal para ela subir na moto. 

 —Não, não — ela recua alguns passos distraidamente, Madison precisa atirar em um dos mortos que iria morder a morena. O pai da Ofélia faz um sinal com a cabeça e fala algo em espanhol que a convence. 

  — A Madison também — Lyz fala,  ela tá achando que é ônibus a minha moto?Não tenho tempo para essa merda. Subo no veículo, a morena atrás de mim e a mãe de Alicia completa o time. A mais velha continua a atirar enquanto nos distanciamos da minha amiga e do Daniel. Machão não para o suporte. 

Estamos longe...

Paro a moto...

— Sigam em frente encontrarão Alicia e Dylan — berro — Rota 25 

 

Elyza 

Ajudo Daniel a entrar na casa e assim ficamos livres por um tempo dos infectados. Sem saber exatamente onde está Victor, Travis e os outros. 

— Tô voltando, Elyza — a voz rouca de Octávia é um alivio para todos. 

Depois de uns minutos Octávia aparece em sua moto assim como um Ford F-150. Lá estava Travis dirigindo. Tivemos que desacordá-lo quando o mesmo percebeu que seu filho havia morrido. Victor, perguntou pelo Nick e não fazíamos ideia de onde o garoto estava. Tudo aconteceu tão rápido! 

Machão pediu para assumir o meu lugar na ativação das bombas geralmente não deixaria algo tão perigoso nas mãos de outrem. Mas estava preocupada com Alicia, então segui com Octávia. Victor, Daniel ficaram para ajudar o meu amigo. 

Seguimos em silêncio. 

Ansiedade... Preocupação.... Medo 

— Como não sabe? Alicia  era para estar com você! — a voz alterada da Madison invadiu os meus ouvidos fazendo tudo em mim tremer. 

Alicia não estava lá.

Quando Dylan retornou para junto de Alicia, depois de ter ido ao rio que ficava apenas alguns metros de distância, ela acordou e correu.

Madison foi a procura do Nick, eu de Alicia. Não discutimos apenas seguimos naturalmente atrás de quem era importante. 



Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...