História United Board School - Capítulo 9


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Categorias NOW UNITED
Personagens Any Gabrielly, Joalin Loukamaa, Noah Urrea
Tags Any Gabrielly, Beauany, Joaley, Noart, Sinoah
Visualizações 50
Palavras 2.909
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Musical (Songfic), Poesias, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


aaaaa, mais um por quê bateu a criatividade!! espero que vocês gosteem, e boa leitura S2S2S2
(sei lá, to amando o meu Joaley)

Capítulo 9 - Aquele do refúgio


Fanfic / Fanfiction United Board School - Capítulo 9 - Aquele do refúgio

 

 ANY

 Acordei já atrasada para a detenção. Não sei o qual a punição de se atrasar, mas prefiro pensar que não dá nada. Me vesti rapidamente e enfiei várias coisas que fariam o tempo passar mais rápido na minha bolsa. Um jogo de cartas, meu fone, meu celular, um livro.

 Quando chego na sala vejo Josh sentado na última cadeira todo esparramado. Acho que ele nunca se senta do jeito certo.

 - oi morena. – ele diz, e já sinto minhas bochechas esquentarem. Foi assim que ele me chamou na primeira vez que nos encontramos, quando eu tinha total certeza de que Josh Beauchamp era um completo babaca. Mas... Bom, ele não é.

 Vou até a cadeira ao lado da sua e me sento. Nesse instante um professor que eu nunca tinha visto antes entra e bate com a régua na mesa, fazendo eu e Josh arrumarmos nossa postura subitamente.

 - regras da detenção: sem conversinhas. Sem risos. Sem jogos. Vocês podem ou adiantar lição de casa ou me entregar uma redação de 1.000 palavras sobre qualquer assunto inútil que vocês, adolescentes irritantes, achem pertinente. Eu não vou perder meu tempo precioso olhando para a cara de vocês dois por quatro horas. Estarei na minha sala, que fica no fim desse corredor. Se eu ouvir um barulhinho sequer, vocês ganham um sábado a mais de detenção. Entendido?

 Eu e Josh assentimos nossas cabeças e o professor – o qual eu nem sei o nome – sai da sala. Ouvimos seus passos irritados até o final do corredor, e depois ouvimos uma porta se bater com força.

 - meu Deus, quanta irritação! – Josh me olha.

 - sim... – concordo com uma careta.

 Josh se levanta e fecha a porta da sala devagar. Me levantei também, e abri as cortinas da sala, deixando que grandes feixes de sol passassem pela janela e iluminassem o chão de madeira, dando um clima melhor para o ambiente. O sol, não sei por que, sempre anima o ambiente.

 Empurro algumas carteiras o mais silenciosamente possível para o canto, e me sento no lugar onde o sol bate. Josh decide sentar à minha frente, mas logo ele está deitado de lado, com o cotovelo apoiado no chão e a cabeça apoiada em sua mão, me observando.

 Seus cabelos são ainda mais loiros ao sol, e seus olhos ainda mais azuis, só que mais suaves. E sempre, sempre intensos.

 Malditos olhos azuis.

 - então... – Josh disse. – o quê faremos para matar o tempo mesmo? Por que eu não pretendo escrever mil palavras nem a pau.

 - bom... – peguei minha mochila e tirei dela meu livro. – eu vim preparada. Você que se ferre.

 Dito isso, abri meu livro e comecei a ler. Quando olhei novamente para Josh, ele estava com a boca entreaberta de choque e a mão no peito.

 - mas que grossa!

 Dou risada, e fecho meu livro.

 - estou brincando. – me ajeito para ficar na mesma posição de Josh: deitada de lado, de maneira que ficássemos frente a frente, e apoiando minha cabeça na minha mão. – a gente pode conversar.

 - isso é péssimo. – Josh diz. – sempre que alguém propõe uma conversa do nada, nunca há assunto.

 - bom, isso pode ser com qualquer outra pessoa. Mas não com Any Gabrielly, J.

 - um minuto, você acabou de me chamar de J? – Josh sorriu indiscretamente. 

 Revirei os olhos.

- sim, J, acabei. Você me chama de morena, então eu posso...

 - sim, você pode me chamar do quê você quiser. – Josh termina minha frase, mas com um sorriso presunçoso no rosto, o que me faz revirar os olhos novamente. Mas então seu sorriso se esvai, e ele me olha sério. – hey, posso fazer uma pergunta?

 O sol já estava começando a aquecer minha pele, coisa que eu amava.

 - sim.

 - aquela madrugada... Por que você estava deitada na grama, lá fora? – ele perguntou, e o olhei bem. Essa era a última coisa que eu esperava que saísse pelos seus lábios.

 Começo a planejar minha resposta, para não parecer que eu sou maluca.

 - eu... – olho para o chão, e começo a fazer pequenos círculos com o dedo indicador ali, observando minha sombra dançar no assoalho. Respiro fundo. – existe esse pequeno sentimento... Não consigo explicar. Onde todo o ar que existe dentro de mim e ao meu redor se esvai, e eu começo a...  A sufocar. E eu vou em busca de ar. – fecho os olhos.

 Eu realmente odeio esse sentimento, e pensar nele me faz querer chorar. Pensar que ele pode chegar a qualquer momento, ou quando eu estiver mais despreparada. Viver com medo de sentir isso é horrível. Abro os olhos quando sinto a mão de Josh envolver a minha.

 - sinto muito. – Josh diz.

 - não sinta. – olhei novamente para o chão. – isso daí é função minha.

 Sinto sua mão apertar a minha de leve, e novamente olho para ele.

 - posso falar uma coisa muito nada a ver? – Josh se aproxima de mim.

 - fala.

 - você é muito bonita. – ele diz.

 - argh! – reviro os olhos, sentindo várias borboletas no meu estômago. – por que você vive repetindo isso?

 - por que é verdade! Mas tipo, não é só por fora. É por inteiro, entende?

 Me sento no chão.

 - Josh, acredita em mim quando eu digo: você não quer entrar nessa.

 Josh se senta também.

 - do quê você está falando?

 Penso antes de responder.

 - lembra ontem, Quero dizer, hoje de madrugada? Você me disse que nunca me magoaria. Mas... E se eu acabar magoando você? Eu sou difícil de lidar, Josh. Eu sou intensa de mais, eu acabo me afastando cedo de mais... Não é melhor nós apenas... Sermos amigos?

 - não. – ele responde imediatamente. – não mesmo. Any, se um dia isso que a gente tem (que está apenas começando) acabar, um de nós vai sair muito magoado. É sempre assim. E eu não me importo que essa pessoa seja eu. Eu prefiro mil vezes que eu seja a pessoa que sai magoada. Entende?

 - mas eu não prefiro isso. – respondo.

 - Any, eu sei o quê eu to fazendo. – Josh põe a mão na minha bochecha, fazendo um carinho ali, como ontem. Quero dizer, como hoje de madrugada. – e eu aceito os riscos. Eu aceito o quê vier. Só não me afasta, por favor...

 - ora, ora, ora... – dou um sorriso involuntário. – será que o jovem Beauchamp está se apaixonando?

 Josh sorri, o quê me faz morder o lábio inferior. Vejo seu olhar nos meus lábios.

 - eu definitivamente estou. – ele se aproxima de mim, e cola seus lábios nos meus em um selinho, e não posso evitar um sorriso.

 Mas bem no fundo, eu sei que isso é um erro. Eu sei que eu vou me arrepender mais tarde, me arrepender de ter me aberto cedo demais. De ter permitido tudo isso cedo de mais.

  E nesse momento, quando Josh move seus lábios contra os meus lentamente, com a luz do sol esquentando nossas peles e o gelado persistente em meu estomago, tudo indica que dessa vez, nessa relação... Nós dois sairemos magoados igualmente. É isso o que acontece quando duas pessoas intensas ficam juntas.

 Porém, durante esse beijo lento me passa pela cabeça que... Pode valer a pena. Talvez valha a pena, se eu puder olhar para esses olhos azuis todos os dias, se eu puder ter a certeza que esses olhos serão meu refúgio. Se eu puder ter a certeza de que eu, mesmo toda quebrada e desgastada, posso ser um refúgio para esses olhos azuis. E nesse momento esse sentimento me parece infinito. Até não ser mais.

 

 

 

JOALIN

Quando acordei com a gritaria dos meus irmãos correndo pela casa e chequei o relógio, fiquei chocada por ter dormido até meio-dia, e me levantei num salto.

 Fui até a cozinha e vi minha mãe preparando o almoço.

 - mãe! Por que você me deixou dormir até essa hora?

 - ah filha, você parecia estar tendo sonhos muito bons. – ela disse, dando de ombros. Meus dois irmãos mais novos passaram correndo por mim, giraram três vezes ao meu redor, e voltaram para a sala. Me sentei na bancada e peguei uma maçã.

 - essas duas pestes estão animadas hoje né? – falei enquanto mastigava a maçã.

 - não fale enquanto mastiga Joalin, é falta de educação. – minha mãe me repreende, e reviro os olhos. – hoje a tarde vamos no salão. Já marquei para as duas.

 - okay. – dei outra mordida na maçã.

 - vai se vestir filha, pois a gente vai almoçar e já sai.

 - okaay. – saio da bancada e volto para o meu quarto, me jogando novamente na cama e encarando o teto branco, tão diferente do meu quarto na UBS.

 

 (...)

  Ouço o som da campanhia tocar, e deixo os talheres de lado para ir abrir a porta. Meus irmãos já estão na cama, e minha mãe trata de terminar de arrumar a mesa rapidamente.

  Como minha mãe não tem os melhores dotes culinários do mundo, optamos por pedir comida e fingir que nós mesmos fizemos. Quando sugeri isso aos meus pais, meu pai riu como se a ideia fosse absurda. Até que minha mãe disse ‘’pode funcionar!’’, e, bom: funcionou.

  Quando abri a porta senti todo o meu ar fugir de meus pulmões ao ver ninguém mais ninguém menos do que Bailey May parado bem na minha frente.

 - olá! – o homem atrás dele sorriu gentilmente para mim, com voz de locutor de rádio. – é aqui a residência dos Loukamaa, certo?

 Recupero minha postura e tento agir como um ser humano normal: evito olhar para Bailey.

 - sim! – digo. Terra chamando Joalin, terra chamando Joalin. – eu sou a Joalin. É um prazer finalmente conhecê-los.

 A mulher atrás de Bailey sorri, e noto que ela é realmente bonita. Até que Bailey decide sorrir também, e eu quase esqueço que eu tenho que colocar aquelas pessoas para dentro. Dou um beliscão em meu próprio braço.

 - entrem, entrem! – digo por fim, abrindo espaço para eles passarem. Bailey é o primeiro a passar por mim, fazendo questão de deixar um beijo em minha bochecha. Sinto as pontas das minhas orelhas queimarem. Logo depois o Sr. May passa, e aperto sua mão. Depois a Sra. May, que me cumprimenta também com um beijinho em cada bochecha. Fecho a porta tentando assimilar o quê está acontecendo. Então quer dizer que meu pai e o Sr. May são amigos de infância e se formaram juntos na faculdade de advocacia E seus filhos estudam na mesma escola por coincidência?

 Sei lá, eu deveria estar na Finlândia agora, se não tivesse entrado na UBS.

 - Matthew! – ouvi a voz animada de meu pai ao entrar na sala, e os dois velhos amigos se abraçaram.

 Depois de todos os cumprimentos formais nos sentamos-nos à mesa para jantar. Olhei para Bailey, que se sentou bem na minha frente, e ele apenas sorriu com a situação.

 Em algum momento da janta o Sr. May se direciona a mim.

 - e você, Joalin, onde está estudando? – ele pergunta.

 - na... – olho para o chão, depois para ele. – United Board School.

 - oh! – a Sra. May exclamou. – Bailey também estuda lá! Vocês nunca se encontraram?

 A lembrança do toque firme de Bailey quando dançamos aquele dia me vêm a cabeça, e a proximidade de nossos rostos no final, e sinto minhas orelhas queimarem pela milésima vez naquela noite.

 - já o vi por lá. – olho involuntariamente para minha mãe, como se devesse uma explicação a ela. Ela não pode nem sonhar que um garoto já se aproximou audaciosamente assim de mim. – mas nunca realmente conversamos.

 Bailey concorda.

 - é uma pena. – ele concorda. Sei que sua voz está cheia de coisas não ditas. – você parece ser uma garota legal.

 Borboletas. Aos montes. Dentro. De. Mim.

 - bom, agora vocês podem ser amigos! – meu pai diz, e olho para ele. – como eu e Matthew. Aposto que Bailey também pretende cursar advocacia, certo?

 - sim. – Bailey responde. – claro.

 Seus pais sorriem.

 - Joalin também cursará. Nossa primeira opção de faculdade para ela é...

 - Yale. – suspiro, e olho para Bailey ao notar que ele disse isso junto comigo.

 - é, eu também. – ele diz, claramente fingindo animação.

 - claro! Foi onde nós nos formamos. – O Sr. May troca um toque com meu pai.

 - oh, esqueci-me de por os sucos na mesa! – minha mãe nota.

 - deixa que eu pego, mãe. – digo já me levantando.

 - eu ajudo. – Bailey se levanta também, e me segue para a cozinha.

 Passamos pelo Hall e entramos pela porta principal. Abro a geladeira e tiro as duas jarras de suco, colocando-as em cima da bancada de mármore.

 - então você também é obrigada a fazer direito? – Bailey me lança um olhar de empatia.

 - sim. – suspiro.

 - eu também. – ele solta um riso debochado. – eles nem sequer me perguntaram se eu gostaria de fazer alguma outra coisa.

 - entendo...

 Bailey se aproxima mais de mim. O jeito como ele sempre fica tão perto apenas faz com que as mil e uma borboletas que vivem em mim se agitem mais.

 - a gente nem se falou depois daquele dia. – ele apoia uma das mãos na bancada.

 - verdade. A escola é puxada, e não caímos nas mesmas salas.

 - infelizmente. – ele sorri com segundas intenções. – quanto tempo você acha que leva até eles suspeitarem de alguma coisa?

 - quê coisa? – pergunto, e sinto Bailey se aproximar.

 - disso. – ele diz, e lasca um selinho em meus lábios. Depois outro. E outro. Minhas orelhas estão em fogo, e Bailey me lança mais um de seus sorrisos perfeitos.

 - Joalin? Tudo bem por aí? – ouço minha mãe chamar.

 - tudo mãe. – digo, e pego uma jarra de suco. – pegue a outra May, e depois nós fazemos isso direito.

 - você quem manda Loukamaa. – Bailey pega a outra jarra e saímos da cozinha.

 Quando nos sentamos novamente sinto o olhar selvagem do filipino sobre mim, e não posso evitar não olha-lo. É como se fosse um imã.

 - aconteceu alguma coisa? – minha mãe olha de mim para Bailey.

 - não. – respondemos rapidamente.

 - okay... – ela troca um olhar significativo com meu pai, e sei que depois nós teremos ‘’uma conversa’’. Odeio isso, o fato de desconfiarem de tudo.

 Mas, o jantar seguiu até que todos estivessem satisfeitos. Depois de mais uma hora de conversa sendo jogada fora, a família May foi embora.

 Me joguei no sofá com meu celular, e imediatamente o senti vibrar em minhas mãos.

 

 @BaileyMay: peguei seu número no grupo da escola, não sei como nunca pensei isso antes.

 @BaileyMay: espero que não tenha se encrencado pela nossa demora, sei como os pais podem ser as vezes. 

 @BaileyMay: ah, e você estava linda. Como sempre.

 

 Olho para os lados e tenho um pequeno surto interno, mordendo meu lábio inferior e fechando os olhos com força. Tem como o May ser mais fofo? Digito uma resposta:

 

 @JoalinLoukamaa: talvez eu tenha me encrencado um pouco, mas até agora ninguém veio falar comigo, então tudo bem.

 @JoalinLoukamaa: você também não estava nada mal... ;p

 

 Desliguei meu celular e tentei conter a ansiedade pela resposta, e meus pais entraram na sala.

 - Joalin, precisamos ter uma conversa. – meu pai anunciou.

 - sim?

 - você está gostando do filho de Matthew? – minha mãe pergunta bem direta mesmo. – notamos que vocês demoraram para voltar da cozinha.

 Dou uma risada de deboche. Eu poderia ser atriz também, sou ótima nisso.

 - gente? Da onde vocês tiraram essa ideia? – pergunto. – eu nem o conheço direito! E, ainda mais, ele nem é tão bonito.

 Sinto meu celular vibrar em minhas mãos, mas nem me atrevo a olhar agora.

 - tudo bem. – meu pai se dá por vencido. – apenas queremos o seu bem querida, e começar a gostar de meninos agora é apenas uma distração. Queremos suas notas boas, e com certeza ficar se atracando com meninos não vai ajudar muito...

 - pai! – reclamo, como se essa ideia fosse absurda. – eu só tenho 16 anos! Lógico que não vou ficar fazendo essas futilidades!

 É só usar palavras difíceis que eles logo esquecem.

 - temos orgulho de você, Joalin, você sabe. – minha mãe sorri. – é uma ótima garota.

  Uma pequena culpa se instala em meu peito. Não deveria, mas ela está lá.

 - vai dormir que amanhã nós vamos jogar golfe! – meu pai anuncia, e me levanto animada.

 - que legal!

 - com Matthew. – ele complementa, e desanimo. Mas internamente torço para que Bailey vá.

 - ah.

 - você não gostou dele? – minha mãe pergunta.

 - gostei... Mas vocês só conversaram sobre coisas chatas. – falo, indo em direção à escada. – eu vou dormir. Boa noite gente.

 - boa noite. – eles dizem juntos, e subo para o meu quarto.

 Tranco a porta e me jogo na minha cama e vejo as mensagens que chegaram.

 

@BaileyMay: você vai para o golfe com seu pai amanhã? Estarei lá. Espero que você esteja também, ou aquilo vai ser um tédio.

 @BaileyMay: me diz se você se encrencou ou nããão!

 @BaileyMay: joalinnnnn! Você está levando bronca? Você não respondeee!

 

  Reviro os olhos, mas não posso evitar um sorriso.

 

 @JoalinLoukamaa: calma homem, to aqui!

 @JoalinLoukamaa: vou amanhã sim. Podemos dar um sumiço, pense numa boa desculpa.

 @JoalinLoukamaa: ah, e não me encrenquei, relaxa.

 

 Desligo o celular, e tenho outro pequeno ataque, balançando minhas pernas e minhas mãos no ar. Afinal, que menina não surta ao dar os seus três primeiros selinhos?

 


Notas Finais


S2


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