História Universidade Heroica de Winchard (INTERATIVA) - Capítulo 13


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Anime, Aulas, Boku, Dom, Dons, Escola, Hero, Heroi, Heróis, Interativa, Poder, Poderes, Professores, Superpowers, Torneio, Universidade, Vilões
Visualizações 38
Palavras 2.250
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Esporte, Fantasia, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


I'm back!

Enfim, to aqui com mais cap atrasado ~ minha vida anda corrida e tal, não consegui nem ler os caps dos outros e quem dirá escrever os meus hauhauaha contudo, terminei um \o/

Espero que gostem ~ tem mais personagens nesse cap~

Capítulo 13 - "Que tal derrubar uma árvore?"


Grupo A

Namy abriu os olhos, o lugar continuava escuro, como se ainda estivessem dentro do navio, e diferente da primeira vez que caiu, seu corpo doía em todos os lugares. Logo a cima dela, Aiyra se levantava, tentando sair de cima da pequena menina. Aiyra olhou para o lado e viu o rapaz denominado Connor, ele estava em pé, olhando em volta, ignorando o fato de terem caído e estavam machucados.

- Hey! Você está maluco? – Aiyra levantou irritada, indo em direção a Connor – Empurrando todo mundo do penhasco? – Parou no meio do caminho, lembrando que Namy estava em baixo dela e tinha sofrido o maior impacto – Namy, está bem? – mudou completamente seu tom de voz, se aproximando da menina que ainda estava no chão frio.

- Como eu imaginava, - Connor ignorava o surto de Aiyra enquanto observava o novo lugar que estava – A água é o timer.

Connor apontou para cima, as três meninas que o acompanhavam subiram os olhares, se deparando com um teto aparentemente de vidro, onde toda a água que os seguiam a segundos atrás tinha ficado presa. Aquilo dava uma sensação estranha, Aiyra se lembrou do aquário que visitara uma vez quando pequena, com água acima de suas cabeças. Aquilo só não parecia natural.

- Quer dizer que vai acontecer de novo... – Amaya se pronunciava chegando perto de Connor – é melhor seguirmos em frente.

Namy se levantava preocupada, pensando para onde deveriam ir a partir dali, já que voltar não era uma opção. A luz que iluminava onde estavam vinha de uma abertura que se semelhava a uma porta, a luz era meio azul, e não cumpria o trabalho de iluminar, o chão escuro e as paredes sombrias nem pareciam estar ali. Aiyra observava junto a Namy, percebendo a única passagem presente também.

Enquanto Connor e Amaya discutiam algo, Namy e Aiyra se dirigiram até a porta iluminada. Namy saiu do que parecia uma caverna, seus olhos não demoraram a se acostumar com a luz, pois a mesma era tão fraca que parecia ser a iluminação da lua. Aiyra olhava para cima, sua respiração estava pesada e seus músculos rígidos, a cima de suas cabeças, havia água. Muita água. O vidro imaginário que segurava toneladas esmagadoras de água se expandia por quilômetros, até além de onde os olhos podiam ver, o que sugeria uma prova grande e cansativa. Estavam literalmente em baixo do mar, a transparência da água era que dava uma iluminação noturna ao ambiente, deixando tudo um tanto triste e frio.

Namy via o chão, onde areia predominava, mas conchas chamavam atenção. E a sua frente, era como o fundo do mar, com corais e pedras grandes que formavam uma floresta rígida e assustadora.

- Eles não pouparam despesas esse ano... – Connor falou dando um susto nas meninas, elas estavam tão imersas na grandiosidade do lugar que não o perceberam chegar.

- Como... – Namy falava baixinho – como que isso é possível? – Connor exalava confiança, e parecia que ele sabia o que estava acontecendo.

- Provavelmente eles pegaram alguns hidrocinéticos, e eles montaram esse cenário... – Connor imaginava a formação da prova – talvez uns aerocinéticos.... Para manter o ar aqui...

- Quer dizer que tem gente nesse momento controlando a situação da prova? E se alguém errar a água cai e a gente morre? – Aiyra tentava segurar a voz tremula, mas o pensamento de que a vida dela estava na mão de algumas pessoas segurando litros de água era assustador.

- “Gente” - Connor falou zombando um pouco do medo de Aiyra – São profissionais, heróis formados, eles sabem o que estão fazendo...  – Mesmo implicando com a menina de cabelos brancos, ele queria faze-la se sentir segura, e se preocupar com o que importava, a prova – Aposto que o Aquaroad e a Stormer estão envolvidos, pode confiar...

Connor apoiou a mão no ombro de Aiyra, sorrindo. Por um instante, Aiyra se sentiu aliviada, querendo acreditar no que ele dizia.

- E acredito que não tenha me apresentado ainda, - Connor esticou a outra mão para Aiyra – Connor.

- Aiyra.... – Estranhava cada vez mais aquele menino, ele tinha uma aura interessante, mas ao mesmo tempo encrenqueira. E apesar disso, ela sentia que ele não era uma má pessoa – E ela é Namy! – Aiyra tinha se perdido em seus pensamentos sobre Connor, quando se lembrou que não estava sozinha. Namy acenou para Connor, que retribuiu com um sorriso.

- E eu sou Amaya! – Amaya chamou atenção passando entre Connor e Aiyra, obrigando Connor a chegar para o lado e soltar a mão de Aiyra – Agora que todo mundo sabe o nome de todos, podemos continuar! – Ela tinha uma voz irritada, olhou por cima do ombro, encarando Connor, que sorria claramente zombando do ciúme nada escondido de sua amiga – Vamos!

Amaya começou a andar, ignorando a atitude de Connor, querendo esconder seu rosto vermelho de vergonha das suas próprias ações nada discretas.

***

Grupo C

Vellyana se deparava a um canion particularmente pequeno, a altura até o riacho no fundo do canion era de no máximo dez metros, e a distancia entre um lado e outro não passava de 5. Ao seu lado, Lyon e Isaac ficavam de olho para que a escuridão não os pegasse de surpresa.

- Temos que atravessar o canion... – Vellyana pensava como fariam isso, não tinha como pular, e também não possuíam nenhum material para auxiliar – Quais são os dons de vocês?

- Criocinese! – Isaac falou um tanto animado, era novo para ele conversar sobre seu dom com qualquer pessoa, e mal podia esperar para criar um laço com qualquer um que quisesse ser seu amigo de verdade.

- Telepatia... – Lyon falou um pouco sem graça, sem saber como reagiriam.

- O que? Não brinca? – Isaac estava surpreso – Nunca conheci alguém psíquico, é tipo, super raro! – Ele se aproximou falando cada vez mais empolgado, e Lyon sabia que era genuíno, nem precisava ler a mente dele para perceber isso - E você, Vellyana? Tem cara de alguma cinese também. O que acha Lyon?

- Hum... Aero... Talvez... – Lyon entrava na conversa, um pouco intimidado pela exaltação do rapaz.

- Multiplicação. – Ela falou de uma maneira seca, tentando encontrar o motivo de se distraírem em um momento crucial. Ambos os meninos ficaram em silencio, percebendo a leve irritação de Vellyana. Ela voltou a pensar na estratégia de como passar para o outro lado, e talvez usando o dom que possuíam.

- Entendo... – Lyon estava ao lado dela, compartilhando o pensamento que ela tinha – O dom mais útil seria o do outro menino...

- Você está lendo a minha mente? – Vellyana já imaginava que ele estaria fazendo isso, mas perguntou como uma forma de pedido para ele parar.

- Não consigo evitar, meu remédio está passando o efeito e você pensa bem alto. – Lyon falou com um tom diferente, não era suave como normalmente. Lyon percebeu que Vellyana tinha estranhado o modo de falar, então respirou fundo – Desculpe, eu realmente não tenho controle do que eu leio... – Se sentiu mal por ter a tratado diferente, ele se irritava facilmente quando o assunto era o próprio dom – Enfim, meu dom não é físico, então o máximo que posso fazer é lhe ajudar a chegar alguma conclusão...

- Certo... Obrigada... – Vellyana se sentiu estranha por dentro, não era sempre que alguém contava algo tão pessoal para ela, ou até mesmo que oferecia ajuda, ficou feliz por não ser a única encarregada a pensar no que poderiam fazer ali.

- Que tal derrubar uma árvore? – Lyon olhou para Vellyana sem saber ao certo do que ela poderia achar sobre a ideia, pode a ouvir pensando algo negativo, mas tentou ignorar o que vinha a mente dela e continuou explicando – Digo, fazem isso em filmes, certo? A árvore vai de um lado ao outro e a gente passa...

- Considerando que não temos muito tempo, acho que essa poderia ser uma boa ideia.... Se tivéssemos um cerrote. – Vellyana tentou não soar rude, mas não conseguiu.

- Derrubar a árvore? – Isaac se intrometeu, Vellyana levou um susto, por um momento esqueceu da existência dele – Eu posso fazer isso!

Lyon sorriu, a ideia ia para frente. Imediatamente, Lyon começou a procurar pela árvore perfeita, alguma que chegasse até o outro lado e fosse forte o suficiente para aguentar pessoas passando por cima dela. Não demorou muito para encontrar a candidata perfeita, era grossa e parecia bem resistente, sem muitos galhos que atrapalhassem a passagem.

- Essa daqui. – Lyon apontou, mostrando para Isaac qual ele deveria derrubar.

- Distancie-se por favor!

Lyon deu alguns passos para trás, ficando institivamente na frente de Vellyana, para que não caísse nada nela. Isaac ficou a ponta da árvore, perto da raiz. Esticou suas mãos na direção da terra, se concentrando. Respirou fundo, e com toda a sua força, lançou seu dom para dentro além do chão.

Vellyana observava curiosa, esperando que alguma coisa além do rapaz gritando para derrubar a árvore. De repente, o canto da árvore onde Isaac estava começou a subir. O tronco era levantando por gelo, que surgia intensamente do chão, abrindo espaço pela terra, mostrando-se pontiagudo e forte. Isaac se forçou mais um pouco, soltando um grito que vinha do fundo do diafragma, o gelo parecia cristal de tão límpido que era, e o quanto mais crescia, mais empurrava a árvore. Até um certo momento que o próprio peso da árvore a fazia cair.

- Madeira! – Isaac gritou ao ver a enorme árvore caindo e batendo no chão do outro lado do canion.

O estrondo da pancada fez Vellyana se segurar rapidamente em Lyon, conseguiu sentir o chão tremer com o impacto. Ela o soltou assim que percebeu o que fizera, torceu para Lyon não ter notado, ou melhor, não ter lido a mente dela.

Lyon comemorou internamente por ter dado certo. No fundo, não acreditava que funcionaria, então ver a árvore chegando até o outro lado era um tanto satisfatório. Isaac olhou para os dois que ainda estavam distantes e fez um sinal de positivo com a mão. Antes mesmo de esperar responderem o sinal, Isaac subiu no tronco, evitando a parte com as raízes. Deu passos determinados para o outro lado do canion. Sentiu um frio na barriga ao chegar onde não havia mais chão apoiando a árvore, seus pés tremeram, e dar mais um passo parecia impossível.

- Isaac! – Lyon estava na ponta da árvore, olhando para Isaac, um tanto preocupado – Não olha para baixo e tenta não parar!

Isaac ouviu bem as palavras de Lyon, mas não conseguia responder, sentia que se caso movesse, iria despencar canion a baixo. Ele não tinha medo da altura em si, o pensamento de cair também não assustava, o que o fazia tremer era que se caso ele caísse, não teria como usar seu dom para se salvar, já que há alguns minutos teve que se esforçar ao máximo para derrubar a enorme árvore. Ele estava à deriva da sorte sem poder contar com o seu gelo, e aquilo não era reconfortante.

Com pequenos passos, Isaac se focava em olhar para frente e eventualmente desviava a visão para o tronco, se forçando a evitar a notar o que havia mais para baixo. Segurou o ar por todo o trajeto, demorou mais do que do que ele queria, mas finalmente Isaac estava do outro lado.

Lyon ficou aliviado ao ver o menino de cabelos brancos chegar em segurança até lá. Ele olhou para Vellyana, oferecendo a ela a mão para ajuda-la a subir no tronco. Antes que Vellyana pudesse aceitar a ajuda, ouviu uma gritaria vindo da floresta atrás deles. Vellyana logo imaginou que eram outros candidatos fugindo da escuridão, buscou a feição de Lyon, para saber se ele poderia ouvir o que se passava.

- Não consigo entender o que pensam... – Lyon respondeu à pergunta de Vellyana sem ela precisar se pronunciar, aquilo a irritava um pouco, mas ao mesmo tempo era prático – Parece que tem alguém fugindo...

Assim que Lyon falou, um rapaz de cabelos pretos apareceu em sua visão. Ele segurava o braço, como se estivesse machucado. Corria desviando das árvores, um pouco bambo, se esforçando para não tropeçar e cair. Vellyana o viu se aproximando, algumas imagens surgiram em sua mente, já tinha o visto antes. Dentro do avião e outra no dia da entrevista.

Logo atrás dele, vinham mais três pessoas apressadas, eles focavam no rapaz e o seguiam. Lyon e Vellyana não sabiam o que fazer, estavam olhando um pouco apreensivos. O menino chegou até a beirada do canion, analisando rapidamente para onde poderia correr, ele viu Lyon e Vellyana o encarando, mas não falou nada com eles.

Antes que pudessem perceber, uma menina apareceu na frente de Lyon, ela havia se teletransportado do meio da floresta até onde estavam. Ela empurrou o menino machucado para o lado, o jogando no chão. Lyon se assustou ao entender o que acontecia, sentia seu corpo ferver e a cada passo que os outros se aproximavam, obviamente iriam bater naquele que estava sozinho, ficava cada vez mais nervoso com o que acontecia.

- O que a gente faz? – Vellyana compartilhava do mesmo pensamento de dúvida, não sabia o que estava acontecendo, e se deveria interferir.

Um menino réptil se aproximava rapidamente, impedindo que o outro tivesse algum lugar para fugir. Lyon não aguentava ficar só olhando, e mesmo que não pudesse fazer muita coisa, com certeza não ficaria parado.

- O que heróis fazem! – Lyon falou com determinação, indo com os punhos cerrados em direção ao menino escamoso.


Notas Finais


E é isso por enquanto ~ agora vou me dedicar a ler e tentar escrever o cap da outra fic (sim, ainda nem comecei)

Teorias? ideias? comentários? pudim?


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