História Universidade N.N.T - O segredo. - Capítulo 14


Escrita por: e Stacey96

Postado
Categorias The Seven Deadly Sins (Nanatsu no Taizai)
Personagens Arthur Pendragon, Merlin
Tags Merthur, Romance
Visualizações 50
Palavras 1.134
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


E aí seus lindos, aqui é a @Stacey96.
Eu sei que estou ausente, mas prometo voltar a escrever regularmente.
Espero que curtam esse capítulo cheio de polemicas que eu amooooo!

Capítulo 14 - Inocência


Estarossa

Eu estava discutindo com meu irmão Meliodas, quando vi que Ellie nos observava por perto. Imediatamente, esqueci tudo o que estava acontecendo e fui até ela:

-Oi, eu estava te esperando, vem comigo! -Disse eu, a puxando pra longe dali.

Deixei ali meu irmãos Zeldris e Meliodas, e desse último era possível sentir a inveja a quilometros de distância. O que eu adorava.

-Ta tudo bem? -Ellie perguntou, provavelmente porque viu a discussão. 

-Está sim. -Eu disse sorrindo. 

-Não sabia que vocês três eram irmãos. 

-Não somos muito próximos. 

Chegamos ao meu carro e eu abri pra ela entrar.

-Aonde vamos? -Ela disse, com aquela inocência tão provocante. 

-Apenas… confie em mim. 

Ela mordeu o lábio inferior, e mesmo com desconfiança, ela entrou no carro. Eu sabia que por mais puritana que ela fosse, eu poderia a convencer de tudo. 

Eu comecei a conversar, pois queria que ela ficasse mais á vontade. Bem á vontade. 

-Como se saiu naquela matéria que estudamos?

-Fui bem melhor. Sua ajuda foi muito útil. 

-Fico feliz, mas você também fez por onde. -Eu disse colocando a mão sobre sua coxa esquerda, que estava descoberta por conta de sua minissaia jeans. Que vontade eu estava de comê-la ali mesmo.

-Pra onde vamos afinal? Porque todo esse mistério? -Ela disse com uma pitada de medo na sua voz.

-Só quero te surpreender. Aliás, já chegamos.

Estacionei na garagem da casa de férias dos meus pais. Um lugar bem aconchegante, com uma bela piscina.

-Que lugar é esse? -Ela perguntou, confusa.

-De vez em nunca meus pais vem aqui. -Disse rindo.

-E porque estamos aqui?

-Eu achei que você ia gostar.

-Eu gostei, mas…

-Então, vamos entrar.

Descemos do carro, e depois de passear um pouco na área da piscina, a convidei para entrar na casa, que era bem tropical, muitos móveis eram de madeira. E tinha um sofá-cama imenso na sala, o qual a chamei para se sentar comigo. 

-Você quer vodka? -Eu me servi e também ofereci pra ela, na esperança de deixá-la mais descontraída. 

-Não, eu não bebo. -Ela disse educada. 

-O que mais você não faz?  -Eu perguntei, querendo desvendar todos os seus mistérios.

-Sexo antes do casamento. -Ela disse convicta.

Eu sorri, e perguntei instigante:

-E porque não? 

-Porque isso é um pecado. -Ela me explicou. 

Eu apenas ri, mas tentei não ser sarcástico.

-Você não concorda? -Ela me perguntou, confusa com a minha risada.

-Se sexo fosse pecado, todo mundo devia nascer capado. 

Ela riu com um ar de surpresa, e depois ela me perguntou com um ar curiosa:

-Você já fez? 

A expressão dela era como se isso fosse a coisa mais anormal do mundo. 

Eu arqueei a sobrancelha esquerda e balancei a cabeça afirmativamente. 

-Nossa…-Ela olhou para o nada, como se imaginasse algo

-Você não devia se apegar á essas tradições, não sabe o que está perdendo… -Eu falei alisando o seu braço.

Percebendo a chance, a beijei suavemente, e me surpreendi ao ver ela se deixando levar pelo momento. Eu tentei subir a mão por debaixo da saia dela, mas ela me barrou:

-Eu… preciso ir…

Ela se arrumou, e se levantou.

-Eu te levo. -Ofereci

-Não precisa, eu pego um Uber. 

-Por favor. -Eu disse pegando em sua mão suavemente. 

-Tá… -Ela falou quase sem voz.

A levei para casa, pois sei que as coisas com ela levam tempo. Mas o que eu havia conseguido dela hoje era a ponte pra tê-la na minha cama. 

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Ban

Eu nunca me apeguei a nenhuma garota. Pode chamar do que quiser: galinha, mulherengo, cafajeste… eu sou mesmo e assumo. 

Já fiquei com várias garotas atraentes nessa universidade. Jericho é uma delas, sempre que eu quero uma transa eu ligo e ela vem. Acho que ela ainda tem esperança de ser minha namorada, coitada!

Não sinto vontade de me prender á ninguém, sou feliz sendo livre e descomprometido. 

Esses dias reparei em um garota do curso de biologia. Ela é loira, baixinha, bem magra e usa óculos. Ela é bem diferente das garotas que eu costumo pegar, nem corpo tem. Mas, não sei porque fiquei com tesão nela. Seria bom pegar uma que não fosse oferecida, só pra variar. 

Ontem, cheguei nela na hora da saída e falei:

-Oi, eu sou Ban, como você chama? 

-E-Elaine. -Ela gaguejou.

-Elaine, amanhã uns amigos meus vão na CCXP, você tá a fim de ir comigo? -Fui direto.

-E-eu? Sair com você? Legal!

-Ok, te pego ás oito amanhã. 

-Me pega? -Ela ficou surpresa ao interpretar da maneira errada… ou não.

-É, na sua casa. Me passa o endereço.

-Tá bom…

Aquele seu jeito inocente me fez sentir desafiado como nunca antes. 

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Arthur

Eu já havia chegado há quinze minutos na CCXP. Havia muitas estandes com novidades iradas dos meus games favoritos, mas naquele momento eu só conseguia pensar em uma coisa: Será que a Merlin realmente viria? Será que eu havia feito papel de trouxa convidando ela?

Avistei o Ban, e fiquei muito aliviado de ao ver ao menos um rosto amigo. 

-Ban! Finalmente te achei. -Eu disse ao vê-lo. 

Ele estava acompanhado com a garota loira do curso de biologia. Esse cara é um lobo mau mesmo!

-Oi Arthur, seu cosplay ta foda! -Ele disse ao ver minha armadura de leão.

-Obrigado, me custou uma nota.

-Essa aqui é a Elaine. -A garota loira e baixinha estava fantasiada de Elsa do Frozen, e estava um tanto quanto meiga. Como eu já imaginava Ban foi vestido dele mesmo.

-Do curso de biologia? -Eu me fiz de desinformado.

-Isso… -Ela respondeu timidamente.

-E sua companhia? -Ban perguntou para mim em um tom irônico.

-Ela já está chegando. -Eu disse ansioso, pois não sabia se ela realmente estava chegando. 

-Sei… -Ele disse com sarcasmo. -A gente vai nessa, amanhã você me conta como foi seu encontro emocionante.

Ele saiu, e para o meu azar eu estava sozinho de novo em um lugar enorme aonde não conhecia ninguém.

Repentinamente, avistei a professora Gelda e ela estava fantasiada de capitã Marvel, e devo dizer que a roupa dela era incrível. Ao seu lado, vi um dos professores estagiários da faculdade, e ele estava vestido de homem aranha, e sua fantasia também não deixava nada a desejar. Será que os dois estão namorando?

Até que avistei atrás dela, uma mulher, ou melhor, um mulherão! Vestida com um top azul, com uma linha preta trançada no meio dos seios, uma saia longa azul com fendas laterais que deixava toda as suas pernas á mostra, e nas sua mãos dois leques com hastes cortantes. Ela estava com uma máscara azul que cobria seu nariz e sua boca, mas ao chegar perto de mim ela abaixou a mesma e me disse:

-Oi Arthur!

C-A-R-A-L-H-O

-O-oi M-Merlin… -Eu gaguejei, fascinado por sua beleza.


Notas Finais


E aí, alguém é capaz de acertar qual é o cosplay da Merlin? Rsrs
Até mais! 😉


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